quarta-feira, 29 de agosto de 2012

E AGORA JOSÉ?



Charge de Roque Sponholz e Texto de  Giulio Sanmartini
O ministro do Supremo Tribunal Federal-STF José Antonio Dias Toffoli em explicar seu voto no julgamento do mensalão, como era de se esperar cometeu mais uma de suas incapacidades venais, ao fazer o que “seu mestre mandou”
Sobre o assunto  escreve Carlos Newton(1): “Foi uma aula de direito às avessas. Todo enrolado, sem saber o que dizer, fazendo pausas intermináveis, o ministro Dias Toffoli deu um voto destinado a ficar na História, mas às avessas, para que os alunos de Direito assistam diversas vezes e aprendam como não se deve proceder ao ocupar uma cadeira na mais alta corte de Justiça”.(leia aqui o artigo na íntegra)
Mas Toffoli não é o único culpado nessa lambança, mais que ele, são quem o escolheu, José Dirceu e quem o nomeou, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e esses dois facínoras só nomearam um advogado medíocre, para com ele poderem ter mais um voto pela absolvição da quadrilha de mensaleiros.
Poderão dizer os defensores de Lula, que foi ele quem também nomeou para o STF, o ministro Joaquim Barbosa. Essa é uma argumentação de um primarismo infantil, pois basta comparar o “curriculum vitæ” do dois.
JOSÉ ANTÔNIO DIAS TOFFOLI, tão somente bacharelou-se em Direito (1990) depois disso a força de suas atividades foram desenvolvidas em sinecuras.
Advogado – Geral da União de março de 2007 a outubro de 2009.
Advogado sócio do Escritório “Toffoli & Rangel Advogados”, de agosto de 2005 a fevereiro de 2007.
Subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República, Janeiro de 2003 a julho de 2005.
Advogado sócio do Escritório “Toffoli & Telesca Advogados Associados S/C” de março de 2001 a dezembro de 2002.
Chefe de Gabinete da Secretaria de Implementação das Subprefeituras do Município de São Paulo em 2001.
Assessor Jurídico da Liderança do PT na Câmara dos Deputados 1995 a 2000.
Advogado em São Paulo de março de 1991 a julho de 1995. Atuando a partir de julho de 1995 em Brasília/DF.
Assessor Parlamentar na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo em 1994.
Consultor Jurídico do Departamento Nacional dos Trabalhadores Rurais da CUT Nacional – 1993 a 1994.
JOAQUIM BARBOSA
Bacharelou-se em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.
Foi Oficial de Chancelaria do Ministério das Relações Exteriores (1976-1979), tendo servido na Embaixada do Brasil em Helsinki, Finlândia e, após, foi advogado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) (1979-84).
Prestou concurso público para procurador da República, e foi aprovado. Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu mestrado e doutorado ambos em Direito Público, pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1990 e 1993.
Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.
Foi visiting scholar no Human Rights Institute da Faculdade de Direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000) e na Universidade da Califórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003).
Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. É fluente em francês, inglês, alemão e espanhol. Toca piano e violino
desde os 16 anos de idade.
Lula, dentro de sua ignorância crassa, criou a personalidade patológica da megalomania crescente, isto é despirocou de vez e se pensa sabedor de tudo. Sua facilidade em juntar-se que o que não presta, passou a ser um novo princípio da física, isto é: “merda atrai merda na razão direta de suas massas”, fato que explica a escolha de Toffoli, quanto a Joaquim Barbosa foi um erro de Lulu, pois é um homem capaz, ilibado e sério.
(1) Poesia de Carlos Drummond de Andrade – E agora, José

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