terça-feira, 27 de junho de 2017

A PROVA DO CONLUIO NAZISTA-PERONISTA - por Osias Wurman


Osias Wurman
Jornalista


A descoberta em uma sala escondida de uma casa dos 75 objetos originais da Alemanha nazista volta a colocar sob escrutínio a atividade dos líderes do Terceiro Reich na Argentina. É que para as organizações judaicas e as autoridades policiais que trabalham no caso, tantas peças de significado histórico só podem ter sido trazidas para o país por pessoas confiáveis de Adolf Hitler.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, um grande número de criminosos que ocupavam altos cargos no governo e no exército fugiu da Alemanha e continuaram suas vidas normalmente, em outras partes do mundo. Muitos deles escolheram como um novo destino a Argentina, levando suas famílias e morrendo no anonimato absoluto. Outros, no entanto, conseguiram ganhar alguns anos de negligência até que, finalmente, foram capturados e julgados.
De acordo com a Comissão Esclarecimento de Atividades Nazistas que investigou durante os anos 90, acredita-se que tenham entrado no país cerca de 100 criminosos de guerra que estavam diretamente ligados ao regime. Mas uma base total de refugiados nazistas, não inferior a 10 mil pessoas, entrou na Argentina. O jornal argentino Clarin montou uma lista de oito dos líderes nazistas mais importantes que escolheram a Argentina como sua rota de fuga.

Adolf Eichmann

O SS tenente-coronel foi o ideólogo da "solução final", plano macabro para matar milhões de judeus. Ele veio para a Argentina, em 1950, com documentos falsos e conseguiu um emprego numa fábrica da Mercedes Benz e se estabeleceu-se no norte da Argentina. Um comando do Mossad encontrou-o, em 1960, e o sequestrou para Israel onde foi julgado e condenado à morte.
Joseph Mengele
Médico, antropólogo e oficial da SS alemã. Ele trabalhou no campo de concentração de Auschwitz, onde selecionou as vítimas que seriam executadas nas câmaras de gás e fez experimentos cruéis com os prisioneiros. Ele veio através de barco para a Argentina, em 1949, estabeleceu-se no norte do país e trabalhou como carpinteiro, por quase dez anos. No final dos anos 50, ele fugiu para o Paraguai, onde viveu em uma fazenda. Ele foi para o Brasil e lá ele se afogou, em 1979, depois de sofrer um derrame enquanto nadava.


Erich Priebke

Capitão da SS alemã, ele foi enviado para a Itália, em 1943, onde ele participou do Massacre chamado do Ardeatine. Lá, 335 italianos (prisioneiros na sua maioria políticos e 75 judeus escolhidos aleatoriamente) foram mortos pelos nazistas. Ele se refugiou na Argentina com sua família, logo após a Segunda Mundial Guerra, e estabeleceu-se em Bariloche. Descoberto pela imprensa, em 1995, ele foi extraditado para a Itália, onde ficou sob prisão domiciliar até sua morte, em 2013. Ele tinha 100 anos ao morrer.


Martin Bormann


Foi secretário particular de Hitler. Enquanto um estudo genético confirmou que os restos de ossos encontrados em 1972 em Berlim eram dele, há anos que acreditava-se que Bormann foi para o exílio na Argentina, depois da guerra, e permaneceu escondido na província de Missiones.


Josef Schwammberger


Austríaco, era comandante de vários campos de trabalho da SS na Polônia. De 1948 a 1987 viveu escondido em Córdoba. Depois de ser descoberto, ela foi extraditado para a Alemanha. No hospital da prisão em Hohenasperg, ele morreu em 3 de dezembro de 2004. Ele tinha 92 anos.

Walter Kutschmann

Ele era um oficial da Gestapo, a polícia secreta do nazismo, e principal responsável pelo abate de 2.000 judeus em Lviv, na Polônia, em 1941. Ele fugiu para a Argentina depois da guerra, foi chefe de compras da empresa Osram e viveu em Miramar e Vicente López, sendo preso em 1985. Ele morreu pouco depois no hospital prisão em Buenos Aires, enquanto a Alemanha tentava a sua extradição.

Eduard Roschmann
Oficial da SS e principal responsável pelo Holocausto na Letônia. Ele chegou ao país, em 1948, sob uma falsa identidade e montou uma importação e exportação de medeiras, casou em 1968 e obteve a nacionalidade argentina. Confrontado com o perigo iminente de ser capturado pelos agentes israelenses, em 1977, Roschmann fugiu para o Paraguai, onde morreu em um hospital em Assunção.

Wilfred Von Oven

Ele era um assistente do influente ministro de propaganda nazista Joseph Goebbels. Depois de chegar à Argentina, em 1951, Von Oven trabalhou em revistas e viveu uma vida relativamente tranquila: ele morreu em Buenos Aires, em 2008, depois de voltar várias vezes para a Alemanha.
Leiam nesta edição a cobertura sobre os recentes achados nazistas na Argentina.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Jacquin: “A legislação trabalhista no Brasil é uma vergonha. Há muita gente querendo empregar, mas ninguém quer se arriscar”



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Em uma entrevista nesta semana, o chef francês Erick Jacquin explicou como enfrentou as dificuldades na carreira após a falência de seu restaurante em São Paulo e sobre sua reinvenção como jurado do programa MasterChef Brasil – que na atingiu seu recorde de audiência na atual temporada, com 7 pontos no ibope, e garantiu a liderança da televisão aberta para a Band ao longo de parte de seu episódio semanal.
“A falência foi o grande problema da minha vida, mas consegui virar a página: fechei meu restaurante e estou pagando tudo o que devo. Não tenho vergonha nenhuma. Hoje, sinto minha cabeça leve a esse respeito. Respondi a muitos processos trabalhistas, mas, graças a Deus, o sufoco já está acabando”, diz Jacquin.
Ele também ataca a legislação trabalhista no Brasil, apontando-a como a grande vilã para empreendedores com seu perfil. “A legislação trabalhista no Brasil é a maior vergonha do mundo. Há muita gente querendo empregar, mas ninguém quer se arriscar. Nunca mais vou assinar uma carteira de trabalho”, afirma Jacquin.
Fonte: Veja

SERÁ A BURRICE UMA CIÊNCIA?


Texto altamente replicado na internet


O Poeta Antonio Aleixo já perguntava: Será a burrice uma ciência???

Antonio Aleixo

Antonio Aleixo

– Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.

– Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.

– Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.

– Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.

– Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.

– Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.

– Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado (sabe-se lá para onde…)

– Se atravessares a fronteira americana ilegalmente serás preso e deportado.

Mas, se entrares por alguma fronteira do Brasil ilegalmente…
Terás obrigatoriamente:

– Um abrigo… – Um trabalho… – Carta de motorista…
– Cartão Cidadão (INSS) de Saúde… – Segurança Social…
– Crédito Familiar… – Cartões de Crédito…
– Renda de casa subsidiada CDHU ou empréstimo bancário para a sua compra… – Escolaridade gratuita…
– Serviço Nacional de Saúde gratuito…
– Se fores de esquerda, chance de um emprego no governo federal…
– Ser enquadrado no sistema de cotas e excluir um brasileiro …
– Um representante no Parlamento…
– Podes votar, e mesmo concorrer a um cargo público…
– Ou mesmo fundares o teu próprio partido político!

E por último, mas não menos importante:
– Podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira!

E… se eu quiser impedir, serei considerado politicamente incorreto!
Sem dúvida que parece irreal, mas é a mais pura das verdades!

Será que o poeta Antônio Aleixo, tinha razão quando dizia:
“Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que às vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.”


YING-YANG, DINHEIRO PÚBLICO E PROTESTOS - por bordinburke

Ctba Yi
* Texto de Leonardo Glass:
Dizem que, segundo a cultura/filosofia oriental, duas proposições antagônicas podem estar, ao mesmo tempo, certas. Isso tem relação com o conceito de ying-yang: se analisadas isoladamente, cada proposição é incompleta e verdadeira em si mesmo; porém, quando as posições são colocadas lado-a-lado, elas se complementam, formando um todo que é maior e mais coerente do que a soma de suas partes. A despeito da aparente "ilógica" desse sistema, o fato é que precisamos analisar as coisas em seu todo, se quisermos ter uma verdadeira compreensão dos fatos que nos cercam diariamente.
 Foi recentemente noticiado a greve dos servidores da Prefeitura de Curitiba, contrários a um pacote de austeridade do governo. Em que pese a real crise que assola o país, esses servidores estão certos em protestar. E antes que o leitor me atire pedras morais (e quiçá, reais), afirmo: quem critica os servidores também está certo. Apesar da aparente contradição, o fato é que o todo é maior do que as proposições e argumentos de cada um dos lados dessa questão.
Os servidores estão certos em criticar o pacote, pois este tipo de solução "não mexe" onde realmente interessa: no bojo da crise, que é a malversação do dinheiro público. O poder público tende a gastar mal o seu dinheiro. A lei de licitações, por exemplo, é uma piada de mau gosto que, no melhor dos casos, engessa e atrasa a Administração Pública; no pior, não impede a corrupção e o desvio de dinheiro público. Além disso, ficar refém do "menor preço" quase sempre esbarra na péssima qualidade do produto adquirido, o que deságua em gastos extras o que, no médio prazo, representa mais gastos ao invés de economia aos cofres públicos.
E a deseducação financeira da Administração Pública não para por aí. Podemos citar diversas obras inacabadas, o excesso de cargos comissionados e funções gratificadas que não contribuem efetivamente com o serviço e funcionam meramente como guarda-chuva político. Isso sem falar nas diversas "migalhas" como a falta de cuidado com a "res publica": luzes desnecessariamente acessas e ar-condicionados ligados à noite, fora do horário de expediente; uso de veículo oficial para saídas inúteis, além dos diversos “mimos” que a Administração Pública frequentemente se presenteia.
Por último - mas não menos importante - podemos citar o dinheiro público aplicado com viés político. O leitor, se pensar em sua cidade, certamente terá exemplos claros, mas citarei aqui o mais pungente de todos: A cidade do Rio de Janeiro que gastou bilhões nas Olimpíadas e hoje não tem dinheiro para pagar os seus servidores.
Nesse sentido, que culpa tem as enfermeiras das Unidades Básica de Saúde ou os professores municipais? É fácil apontar o dedo para um fiscal de tributos ou um procurador bem remunerados. Mas esses são exceções.  Esquecemo-nos frequentemente que o maior montante de servidores públicos são pessoas exercendo funções essenciais à sociedade, e cujos vencimentos, longe de serem nababescos, nem sempre condizem com a tão propalada "realidade do funcionalismo público".
De outra monta, sim, os servidores tem privilégios que trabalhadores do setor privado sequer sonham: licença-prêmio, horários menos intensos, menor rigor no controle de sua produtividade. É preciso que os servidores reconheçam que, mesmo não sendo esse paraíso todo, na média, estão melhores do que seus pares da iniciativa privada.
E nem mesmo os contra-argumentos dos servidores justificam essas benesses. Se, por um lado não há como crescer no serviço público, por outro lado há a estabilidade que evita retrocesso; se não há FGTS quando o servidor se aposenta, por outro lado, os servidores tendem a se aposentar com vencimentos quase integrais e no pico do recebimento; se, por um lado, não há margem para negociar um aumento por produtividade, tampouco há punição pela não-produtividade. E quanto mais envelhecem – e mais conhecem os meandros de suas funções –  mais improdutivos tendem a ficar. Os vencimentos, em contrapartida, só aumentam.
Porém, como costumava dizer minha mãe: “dinheiro não dá em árvore.” A fonte dos recursos são os impostos, as taxas e as contribuições pagas pelos cidadãos. É dinheiro que deixa de ser usado em benefício de quem produziu e gerou a riqueza e vai para quem, nem sempre, cumpre com zelo seus afazeres. E é isso que causa desgosto na população que depende de servidores públicos.
E no tocante às contas públicas, os benefícios dos servidores públicos representam gasto de dinheiro público. Gostem os servidores ou não, dada a grande quantidade de pessoas empregadas pelo poder público, a soma no fim do mês tende a ser substancial. E como a Administração tem poder de definir aquilo que deve ser feito para resolver seus problemas de caixa, é natural que se mexa primeiro no bolso dos servidores. É mais fácil (e mais “possível”) do que mudar a lei licitações. Ademais, mexer no bolso dos servidores é boa mídia certa. Mostra que os "políticos" estão preocupados com a conta que – ironia – eles mesmo fizeram.
Daí a solução proposta lá no início do artigo: que os dois lados se entendam e reconheçam seus argumentos em comum. A população está certa em exigir mais austeridade com o dinheiro público, e os servidores estão certos em não quererem ser os primeiros a pagarem a conta de políticas populistas.
Cabe aqui uma importante ressalva: para o bem da moral dos servidores, e da coerência no modo de vida, é necessário que estes recusem ofertas populistas quando essas são direcionadas para eles: aumentos de vencimentos muito acima da inflação, por exemplo, deveriam ser rechaçados em assembleias de sindicato. Isso daria moral para que os servidores exigissem, quando de vacas magras, que não fossem os primeiros a pagar a conta pela não austeridade.
Isso leva a verdade óbvia e ululante (e como toda a verdade óbvia e ululante, ela precisa ser relembrada periodicamente): é preciso austeridade com dinheiro público sim, mas também é preciso mexer nas entranhas da Administração. Rever leis inúteis, diminuir burocracias, que os servidores dependam menos de agentes políticos para a tomada de decisões, e que os empreendedores dependam menos de servidores públicos para poder trabalhar e empreender, diminuir o desperdício de dinheiro... de outro lado, os funcionários públicos precisam entender que devem sim trabalhar com afinco e que, eventualmente, o sacrifício de algum de seus "direitos adquiridos" será necessário para salvar o todo.
Se a população de Curitiba fosse à Câmara e pressionasse os vereadores pela aprovação do pacote, porém, COM ADENDOS como os supracitados, certamente, população e servidores se entenderiam e uniriam forças contra a origem do problema - e não contra os seus sintomas. No fim das contas - e voltado à filosofia oriental - à sombra do que ensinou Sun-Tzu, o inimigo (o Estado Burocrático) quer apenas jogar suas vítimas umas contra as outras, para assim poder reinar em paz e tranquilidade.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

O maldito vira-casaca! - por Fernão


23 de junho de 2017
Artigo para O Estado de S. Paulo de 23/6/2017
Vingado “o golpe”, estropiado o PSDB, tarde demais para o Brasil, o dr. Janot se anuncia disposto a conceder que existe sim diferença entre “caixa 2” para financiamento de campanhas e o comércio de leis e de acesso aos cofres do BNDES e das “brases” para cumplices no crime publicos e privados se locupletarem, seja de dinheiro, seja de poder ilimitado pela compra da desmoralização da política.
Estes que, ainda que descuidando de examinar a origem, tomaram contribuições privadas apenas para financiar campanhas por mandatos com início e fim – como tomaram todos quantos disputaram eleições nestes 32 anos – eram maioria no Congresso Nacional conforme estava prestes a ficar provado com a aprovação das duas reformas mandadas por Temer. Uma arranharia de leve o desfrute ilegal-legalizado dos dinheiros públicos pelo “marajalato” de que a corporação do Judiciário ocupa o topo. A outra tiraria de cena, junto com o trabalhismo de achaque, o imposto sindical com que, já lá vão 74 anos, Getulio Vargas garantiu que no Brasil, em se plantando democracia representativa, não dá.
Tudo foi providencialmente abortado na véspera de acontecer, mais que pela delação, que sozinha não tem força para tanto, pelas emocionantes “ações controladas” com que o dr. Janot sentiu a necessidade de ilustra-las, urdidas para o sócio do BNDES de Lula executar e para Luiz Edson Fachin, aquele juiz que discursava cheio de paixão nos comícios eleitorais de Dilma Rousseff, homologar em tempo recorde.
O reconhecimento dessa diferença a tempo poderia ter proporcionado a virada do cabo das tormentas a que estamos agarrados ha tres anos por dentro da política. Era o que antecipava uma população tão carente de qualquer gesto a seu favor que fez a economia real reagir antes de qualquer mudança concreta apenas por ter ao longo de um ano no primeiro posto da Republica alguém que falava de Brasil e não apenas de si mesmo. Mas o alinhamento que se ensaiava da política com remédio contra a política sem remédio a favor do Brasil não interessava, nem à “privilegiatura”, nem a quem sairia do episódio como o grande derrotado da conspiração mapeada desde o mensalão para “corromper a política” – e não só políticos – e impor ao país uma “hegemonia” bolivariana.
O efeito final que não se conseguiu com dinheiro acabou sendo produzido por essa cegueira temporária da justiça. Com todos os políticos amarrados no mesmo saco e ameaçados de afogamento iminente, Brasília se apropriou da marca de Curitiba e, rápida como um raio, reescreveu a “narrativa” da operação Lava Jato: o maior instrumento da conspiração para destruir a política com dinheiro, valendo quatro Odebrechts em numero de almas arrecadadas para o diabo, é reapresentado à platéia como o herói arrependido da luta contra a corrupção “dos brasileiros”; Michel Temer e Aécio Neves, o pedinchador de merrecas, passam de coadjuvantes a “chefes da quadrilha mais perigosa do Brasil”, e Lula, coitado, é transposto para os bastidores como um incauto abusado pelos ministros em quem ingenuamente confiou enquanto o solerte Renan, que sempre sabe onde é que a lepra vai recidir, dava no Senado a primeira punhalada na reforma trabalhista.
Ha muito, já, que o crime aprendeu a instrumentalizar a imprensa. Planta indignação para colher arbítrio com a mesma fria premeditação do terrorista que semeia pânico para colher ditaduras. Mas os jornalistas recusam-se olimpicamente a levar em conta esse dado da realidade. Graças a isso, ao dolo que sempre rondou a operação desse poder coadjuvante (o “4º”) das republicas porque poder ele é, também a leviandade do dono, a vaidade do reporter, a pusilanimidade do chefe e até a competitividade das empresas passaram a pesar sem peias na equação que transformou a arma antes mais temida na arma hoje mais acionada pelos inimigos da democracia no Brasil.
Vão pelo mesmo caminho os nossos Ministério Público e Poder Judiciário televisivos. Se estavam “funcionando as instituições” como se consolavam os brasileiros em dizer mais perto do espigão, isto já não é tão claro a esta altura da nossa ladeira abaixo pois nem na nossa vasta constituição está escrito qualquer coisa que autorize essa Lava Jato made in Brasilia, a elevar “pegadinhas” à condição de prova, homologar gravações sem gravadores, dar aos grandes a indulgência plenária negada aos pequenos ou “destituir” com um murmúrio de um indivíduo solitário 56 milhões de eleitores (ainda que traídos) sem processo nenhum.
Das 1829 almas angariadas pelos perdoados ésleys, o dr. Janot e o dr. Fachin monocraticamente contentaram-se só com duas. E para tras até da Fifa, seus colegas do STF, onde todos os votos querem continuar para todo o sempre “magníficos”, recusam a contraprova da realidade: se está contra a lei e está contra os fatos, danem-se a lei e danem-se os fatos. Mas não demorou muito e já temos mais um flagrante de contato de mucosas sem proteção entre acusados e acusadores desta delação a entortar a retidão da indignação pública tão cuidadosamente semeada. La estavam Lula, Joésley, Temer, Eduardo Cunha e sabe-se lá mais o que juntos uns nas casas dos outros, a nos dizer de novo o que já estamos cansados de saber: que não ha santos, ha apenas dossies ainda inéditos.
O pano de fundo que todos cuidam juntos de omitir, imprensa à frente, é o que imediatamente desconfunde toda essa aparente confusão: o quão estupenda é a passagem do marajá por este vale de lágrimas e doce é a vida sem crise do nomeado ou do concurseiro que consegue saltar da nau dos que sustentam para a nau dos que são sustentados!
Tem um Brasil que precisa de reformas para sobreviver e tem um Brasil que não sobreviverá a reformas. Um onde o salário só sobe e outro onde salário não há. Um que tem todos os direitos adquiríveis e outro que não tem direito nenhum.
É isso, sem emoções, que precisa acabar.
Não é pelo passado, em que se lambuzaram todos com todos, que Temer está sendo fuzilado. É pelo que propos para o futuro, o maldito vira-casaca!

As 15 melhores invenções de Israel de todos os tempos


Coisas Judaicas

Esta notícia foi adaptada do site Israel21C.
Um dos maiores motivos de orgulho de Israel é o enorme número de invenções e inovações que foram desenvolvidas em seu território nos últimos 69 anos. A mente israelense, em constante agitação, trouxe-nos a irrigação por gotejamento, o tomate cereja, a rede de carros elétricos, o pendrive e muito mais. O ISRAEL21c apresentou as 45 maiores invenções de Israel e aqui listamos nosso top 15.
Given Imaging, uma líder mundial no desenvolvimento e comercialização de soluções não agressivas a pacientes para a visualização e detecção de doenças do trato gastrointestinal, agora mais conhecida por sua PillCam (também conhecida como endoscopia por cápsula), a qual, no momento, representa o padrão de excelência em visualização intestinal.
Netafim, uma pioneira mundial em microirrigação e irrigação por gotejamento inteligente que parte da ideia do engenheiro israelense Simcha Blass para a liberação de água em gotas lentas e controladas, de modo a fornecer a irrigação precisa da plantação. A empresa, controlada por um kibutz (tipo de associação comunitária), opera em 112 países, com 13 fábricas ao redor do globo.
Pythagoras Solar fabricou a primeira janela solar do mundo, a qual combina energia, eficiência, geração de eletricidade e transparência. Essa unidade de vidro fotovoltaico transparente pode ser facilmente integrada a um edifício de design convencional e a processos de construção.
Hazera Genetics, um projeto de dois professores da Faculdade de Agricultura da Hebrew University que produziu o tomate cereja – um legume saboroso que amadurece lentamente e que não apodrece no transporte.
EpiLady, o primeiro removedor de pelos elétrico, garantiu sua posição de liderança no mercado internacional de cuidados de beleza e, desde 1986, vendeu quase 30 milhões de unidades.
3G Solar foi pioneira em uma alternativa de baixo custo para o silício, a qual gera significativamente mais eletricidade do que os módulos solares fotovoltaicos a um custo mais baixo por quilowatt/hora.
MobileEye combina uma pequenina câmera digital com sofisticados algoritmos para auxiliar condutores a navegar de maneira mais segura. O dispositivo vinculado a um sistema de condução soa um alerta quando um condutor está prestes a mudar de faixa inadvertidamente, avisa sobre uma colisão iminente a frente e detecta pedestres. O MobileEye tem acordos com a GM, BMW, Volvo, entre outros e foi recentemente adquirida pela Intel em uma transação colossal de US$ 15,3 bilhões.
Rav Bariach introduziu a porta de aço de segurança que se tornou padrão em Israel. Sua trava geométrica, cujos cilindros se estendem a partir de diferentes pontos na estrutura da porta, é incorporada em portas à venda em cinco continentes.
A tecnologia de sinopses por vídeo da BriefCam permite a espectadores avaliar e indexar filmagens em vídeos de longa duração mostrando, ao mesmo tempo, múltiplos objetos e atividades que, na verdade, ocorreram em horários diferentes. Essa tecnologia diminui drasticamente o tempo e o recurso humano envolvido no monitoramento de eventos e em descobertas forenses e de provas.
O pendrive, o pequeno dispositivo de armazenamento polivalente produzido pela SanDisk, foi inventado por Dov Moran como uma versão atualizada da tecnologia de CD e disquete, por meio do uso de memória flash e interface USB para conexão com computadores pessoais
Solaris Synergy inovou com uma forma não agressiva ao ambiente e economicamente benéfica de fazer painéis solares flutuarem na água, ao invés de ocupar valiosas terras, gerando energia enquanto protege e limita a evaporação da superfície de reservatórios.
Os sistemas únicos de fornecimento de ar da Like-A-Fish extraem ar da água, dispensando mergulhadores, profissionais ou de lazer, do uso de escafandros, bem como submarinos e ambientes subaquáticos de tanques de ar.
WatchPATdo Itamar Medical é um dispositivo de diagnóstico portátil aprovado pelo FDA para o tratamento de monitoramento da apneia do sono no próprio quarto do paciente, ao invés de em uma clínica de distúrbios do sono.
A unidade Space Imagery Intelligence (IMINT), da Elbit Systemsproduziu uma “câmera espacial” – um sistema de observação eletro-óptico leve e compacto para aplicações científicas, comerciais e governamentais.
A solução de monitoramento contínuoEarlySense permite que enfermeiras acompanhem e registrem a frequência cardíaca, respiração e os movimentos de pacientes de forma remota, por meio de um sensor sem contato manual posicionado sob o colchão. As ferramentas incorporadas ao sistema incluem uma ampla gama de relatórios sobre o status de pacientes, incluindo alertas de quedas e prevenção de escaras.
Fonte: Israel21C 

VIA DO FATO – @&*)+#℗*¥(¨¨ - por Rapphael Curvo



Raphael-Curvo
Rapphael Curvo

A desastrosa atuação do governo nos seus acertos políticos nos passa o sinal de que tudo vai muito bem para encaminhamento do Brasil ao desastre. Não há mais condições de permanecer vivendo a situação que por ora passamos, estamos no limite. A falta de atitude daqueles que ainda se salvam do mar de lama é comprometedora, indica que estão submissos aos ditames dos chefes de gangues que dominam o governo e o Congresso Nacional. Pior é uma sociedade vacilante e desinformada tomando o comportamento de um avestruz, se escondendo dos fatos ao se induzir descompromissada com os acontecimentos. O mais grave é a aceitação passiva dos empresários e, principalmente, a omissão das suas instituições representativas, que deveriam estar à frente do enfrentamento a esse desmoronamento político, ético, moral e econômico. Dói na alma ver todo esse “poderio” de forças se acovardar diante desses bandos que já não respeitam mais nada e deslavadamente consomem o sangue do povo brasileiro e se infiltram até mesmo na maior Corte da Nação. Todos estão jogando no colo do Juiz Sérgio Moro a responsabilidade de restaurar a decência na vida do Brasil. É uma covardia deixá-lo sozinho nessa insana luta.

Ladrões como toda essa turma do PT que governou o Brasil, já deveriam há muito estar sendo banidos de qualquer menção na mídia e nos discursos no seio empresarial. São marginais e não merecem nenhum dedo de razão em suas justificativas, muito menos de se utilizarem de chicanas jurídicas para se safarem. Usurparam de tudo que lhes foi dado pelo voto popular, saquearam todos os poderes que lhes foram transmitidos pela confiança da população. Mentiram, iludiram e desmantelaram com ações, próprias de terroristas, toda uma estrutura que se encaminhava para o tão sonhado desenvolvimento do nosso País e que hoje está na lata de lixo. Somos uma Nação em desespero e os muitos que podem financeira e intelectualmente viver fora, estão indo embora. É um esvaziamento silencioso desses valores, são quase cem brasileiros diariamente mudando para o exterior. São pessoas desesperançadas ao perceber o lamaçal em que estão se afundando todas as corrompidas instituições do Brasil.

É vergonhoso ver a grande imprensa brasileira ainda dar espaços a essas gangues que assaltaram e ainda conseguem assaltar o Brasil. Elas fazem parte, e não há como contestar, da estratégia dos bandidos travestidos de “esquerda” que se utilizam da frustração popular e com isso criar a ilusão de que podem resolver e dar solução a todos os problemas. É uma desfaçatez e covardia com a população que pela incompetência dos governos brasileiros, é mantida cercada dentro do estábulo da ignorância. Fica fácil chegar até ela com mensagens mentirosas e enganadoras. Não se fala da cassação do registro partidário do Partido dos Trabalhadores, o foco de toda essa rapinagem cometida com o dinheiro dos cofres do povo. A população mal sabe que toda a farra, e que até o momento ainda realizam os petistas e seus apoiadores, vem do dinheiro que ela paga nos impostos embutidos nos preços dos alimentos, dos remédios, dos combustíveis, dos transportes e por aí vai.

A população não desconfiou e nem desconfia que milhares de produtos que ela compra e utiliza, como exemplo o preço das passagens de transporte municipal, tem sua origem nos custos que vem da Petrobras, assaltada que foi pelos meliantes petistas e seus apoiadores, incluso Temer. Ela, a Petrobras, para sobreviver e bancar os desvios de dinheiro pelos corruptos que ocuparam o governo, e muitos ainda ocupam, teria que aumentar os preços dos derivados do petróleo. O governo petista, em muitos períodos, não realizava esse aumento para se mostrar popular, mas não diminuía, em contrapartida, sua sanha pelo dinheiro pela Petrobras arrecadado e transformado em propinas para os detentores do Poder. O resultado foi a quebra da petroleira que ainda sangra, mas com possibilidades de recuperação. Estamos vivendo o período mais crítico dessa passagem política que vive o Brasil, é um momento crucial de definição. É aquele momento que vai nos dar a certeza do crescimento como Nação ou vai nos dar a certeza do irreversível desmantelamento de nossas instituições com sérios problemas na organização social. Ou você toma jeito ou vai tudo pra @&*)+#℗*¥(¨¨.