domingo, 11 de agosto de 2013

PRONUNCIAMENTO, por Old Man


imagesvandalismo que continua em São  Paulo, está sendo orquestrado por forças agora não mais ocultas, que pretendem desestabilizar o governo do  Estado e demoralizar o governador que até há pouco tempo estava bem na frente nas pesquisas. Não precisa ser cientista politico para perceber claramente que esse nefasto partido PT quer a qualquer custo se apossar do Estado de São Paulo, que é a galinha dos ovos de ouro da federação. Neste pronunciamento, o general Chagas adverte que as forças armadas não pactuarão desse autêntico golpe que está sendo engendrado pelos petralhas, com o apoio evidente do  foro de são paulo e do crime organizado.
“As manifestações começam pacíficas e, de repente, tornam-se violentas, não é mera coincidência. É tudo planejado. Faz parte do ‘show’ da guerrilha urbana” (Jorge B. Ribeiro).
Caros Amigos
A chegada do PT ao poder e os dez anos de sua permanência na direção do País criaram, além do caos social, moral e econômico, a incerteza quanto ao futuro das instituições republicanas, uma vez que o partido não deixa de alimentar a intenção de transformar o Brasil numa República Socialista Bolivariana. A reação recente da sociedade nas ruas, em que pese o ‘show da guerrilha urbana’ que tenta desvirtuá-la, mostra que o povo deu-se conta dos males que representam para seu futuro o aparelhamento do Estado, do primeiro ao último escalão; o domínio completo do aparato sindical; a concentração de meios, a logística, o treinamento, o dispositivo e o incentivo dados às ações e pretensões dos chamados ‘movimentos sociais’; a concentração de recursos financeiros, visíveis e invisíveis, nas mãos dos ‘corruptos’; a cada vez mais evidente ligação do ‘ParTido’ com o crime organizado; e a coordenação e o controle exercidos pelo Foro de São Paulo sobre os horizontes de seus associados. Todo este potencial reunido nos induz a considerar a possibilidade e a probabilidade de que grandes tumultos, demonstrações de força, quebra-quebras, greves ilegais e tudo o mais que compõe o repertório destrutivo da esquerda radical venham a ocorrer, se as pesquisas de opinião indicarem com clareza a derrota de Dilma no processo de reeleição. O primeiro objetivo do tumulto será inviabilizar o pleito e o segundo será fazer crer aos desavisados e aterrorizados cidadãos de bem que a situação da ordem pública e a ‘pacificação nacional’ dependem da permanência dela e dos corruPTos no poder! Por imposição do partido, com o aplauso dos parceiros do Foro de São Paulo e com o apoio dos eternos oportunistas, no Congresso e fora dele, e dos ‘intelectuais orgânicos’, sempre a serviço da enganação, ‘as eleições serão adiadas até que haja clima favorável e seguro para realizá-las’! Esta conjectura, com certeza, alimenta as mentes insanas dos canalhas que, inebriados pela exacerbação da ambição e pela subestimação da tolerância do povo, imaginam ser possível, desta forma, a instalação definitiva da ‘ditadura do proletariado’ em Terras de Santa Cruz! Tratam-se apenas de conjecturas, apocalípticas, é verdade, mas acreditar que haja qualquer tipo de honestidade nos propósitos dos homens e mulheres que integram e apoiam o atual governo, dentro e fora do País, é, também, fugir da realidade. Seja como for, vale o alerta e fica a imagem como válida também para depois do pleito, pois, se derrotados e contrariados em seus anseios, venderão caro a estabilidade e a governabilidade, como fizeram no Rio Grande do Sul durante a administração de Yeda Crusius. Por outro lado, caso sejam ainda vencedores, premidos pelo tempo e pela caótica situação produzida por sua incompetência e reconhecida vilania, tentarão, agravando a desordem e o desmando, consolidar as condições objetivas e, com elas, introduzir a componente subjetiva do golpe. Em todos os casos, imaginam que a circunstância adversa e a ‘disciplina’ das Forças Armadas farão com que elas, para evitar uma guerra civil, aceitem e respaldem a ‘solução da casa’, ou, no mínimo, que se omitam diante do golpe. Ledo devaneio! Conhecendo e confiando em meus camaradas, sugiro aos que alimentam tais esperanças que façam uma avaliação melhor e mais realista do comprometimento das FA, porquanto, caso decidam pela quebra das estruturas legais da república, as encontrarão aliadas, como sempre, à democracia, ao seu dever constitucional e aos interesses daqueles de onde, legitima e legalmente, demanda o poder. Em nome deles, elas lhes negarão respaldo e, mais uma vez, frustrarão a traição! Que Deus nos proteja como protegeu o Papa Francisco durante sua estada no Brasil e que estas ‘conjecturas’ não ultrapassem os limites da presunção!”

Novo Código de Censura


Posted: 10 Aug 2013 06:26 AM PDT
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Humberto de Luna Freire Filho

A palavra "ética" é retirada de novo código de conduta dos senadores porque esse princípio de moralidade não é conhecido e muito menos respeitado pela maioria dos nobres que frequentam essa pocilga denominada Congresso Nacional. Aproveitando a oportunidade, não seria a hora para outros termos de pouco significado na Casa também serem excluídos? por exemplo, falta de vergonha, falta de caráter, falta de cidadania, enfim todos os indicativos que um parlamentar deveria ter e respeitar, mas que nessa republiqueta bananal eles não as tem, portanto não respeitam.

Também foi excluído do documento a obrigação para que os parlamentares apresentem, quando empossados, declaração de bens de seus parentes até o segundo grau. Essa obrigatoriedade  sem dúvidas poria fim as roubalheiras do dinheiro público, que acontecem através dos conchavos com o Executivo e também com empresas privadas, principalmente empreiteiras das obras oficiais, arrebanhadas pelo Exu de Garanhuns, verdadeiros cartéis que transformaram o Planalto Central em um tremendo "laranjal" com a farta distribuição de propinas.

 O mais impressionante em toda essa podridão que tomou conta do Poder Legislativo, em conluio com o Poder Executivo, é que o Regimento Interno do senado é de 1970, auge da ditadura militar, e que desde então nunca foi reformado. Dedução das entrelinhas, os senadores da época entravam no Senado pobre e saiam pobres. Isso não pode mais acontecer.

Para encerrar com chave de ouro, o relator das mudanças, senador Lobão Filho, não acatou emenda que obriga a comunicação à Corregedoria de atos incompatíveis com o decoro ou com a compostura pessoal praticada pelos "nobres" fora das dependências da Casa Legislativa. Explicação macunaímica: prostitutos extramuros, nobres intramuros. É a automática metamorfose ambulante proposta pelo chefe dos chefes. O cretino que institucionalizou a corrupção no país.


Humberto de Luna Freire Filho é Médico.

Câmara pode criar a (incrível) figura do deputado encarcerado no Brasil

Augusto Nunes

Saiba quem são os parlamentares que compõem a vergonhosa galeria de cassados por desvios de conduta desde o fim da ditadura militar. E quem são os cinco deputados que deveriam integrar - logo - essa lista

Marcela Mattos e Gabriel Castro, de Brasília
Montagem dos deputados João Paulo Cunha, José Genoino, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry
QUARTETO MENSALEIRO - Os deputados João Paulo Cunha, José Genoino, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry, todos condenados pela Justiça, mas com gabinetes na Câmara (Dida Sampaio/Dorivan Marinho/Vagner Campos/Lindomar Cruz )
Na última quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) inovou ao rever sua posição sobre parlamentares condenados pela prática de crimes. Por seis votos a quatro, a Corte decidiu que caberá ao Legislativo deliberar pela cassação ou não dos políticos sentenciados pela Justiça. No extremo, o Brasil poderá se tornar um caso raro no qual deputados ou senadores poderão exercer seus mandatos durante o dia e dormir na cadeia.
Até o final do ano, é provável que a Câmara dos Deputados analise ao menos cinco processos de cassação de mandatos de deputados condenados pela Justiça. O primeiro da fila, inclusive, o ex-peemedebista Natan Donadon (RO), já cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Condenado por desviar 8 milhões de reais dos cofres da Assembleia Legislativa de Rondônia, Donadon se entregou à Polícia Federal no final de julho, mas uma placa ainda aponta como seu o gabinete 239 no Anexo IV da Câmara. Ele perdeu o direito ao salário, aos benefícios e assessores, mas, juridicamente, ainda é um parlamentar eleito pelo estado de Rondônia. A manutenção do mandato garante algumas (poucas) regalias para Donadon: ele permanece em uma cela isolada no presídio, sem convívio com os demais detentos. 
Na sequência, a tendência é que a Câmara tenha de deliberar sobre o futuro do quarteto de mensaleiros: João Paulo Cunha (PT-SP), José Genoino (PT-SP), Pedro Henry (PP-MT) e Valdemar Costa Neto (PR-SP). Durante o julgamento do mensalão, o STF votou pela perda imediata dos mandatos. Mas, com a recente virada no posicionamento da Corte graças aos votos dos ministros novatos Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso, esse cenário pode mudar: caberá, agora, aos deputados decidirem sobre os mandatos dos quatro mensaleiros. Ou seja, dado o histórico de corporativismo e complacência com desvios éticos, tudo pode acontecer.
O último parlamentar que perdeu o mandato na Câmara foi em 2006. O ex-presidente do PP Pedro Corrêa (PE), que comandava o partido quando o mensalão operava a todo vapor, deixou o Congresso pelas portas dos fundos junto com José Dirceu (PT-SP) e Roberto Jefferson (PTB-RJ). Desde então, foram abertos 89 processos de cassação de mandatos no Conselho de Ética. Todos os congressistas saíram ilesos. O maior exemplo da blindagem dos parlamentares aconteceu em 2006, na chamada Máfia dos Sanguessugas: 69 deputados envolvidos no esquema de desvio de verba pública para compra de ambulâncias escaparam de punições - a maioria foi poupada em plenário e, alguns, optaram por renunciar aos mandatos e poder disputar as eleições seguintes.

No Senado, só dois cassados

O Senado, que por muitas décadas manteve uma imagem mais positiva do que a Câmara, passou a lidar com escândalos políticos rotineiros nos anos 2000. O primeiro parlamentar cassado pela Casa foi Luiz Estevão (PMDB-DF). Perdeu o mandato quando veio à tona sua participação no desvio milionário nas obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, em 1999.
Em 2001, dois senadores tiveram de renunciar para não perderem o mandato: José Roberto Arruda (então no PSDB) e o baiano Antônio Carlos Magalhães (PFL). Eles haviam participado da quebra do sigilo do painel eletrônico que registra as votações do Senado. No mesmo ano, Jader Barbalho (PMDB-PA) renunciou para não ser punido, após ser flagrado envolvido no desvio de verbas da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Em 2011, foi a vez de Demóstenes Torres (DEM-GO) perder o mandato por cassação. Ele foi flagrado mantendo conversas e negociações nada republicanas com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Muitos outros casos surgiram sem que os acusados perdessem o cargo - José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL) sabem disso muito bem. Na última semana, o STF credenciou mais um candidato à cassação: Ivo Cassol (PP-RO), condenado pelo Supremo a quatro anos e oito meses de prisão. A perda do mandato será avaliada pelos senadores.
O atual presidente do Conselho de Ética, deputado Ricardo Izar (PSD-SP), diz que o voto secreto em plenário é o principal culpado pelas absolvições em massa: "Enquanto não se adotar o voto aberto na Casa, vão continuar esses números ruins".
Outro exemplo recente de parlamentar absolvida em flagrante cena de corrupção foi a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), filha do ex-governador de Brasília, Joaquim Roriz. Ela aparece em um vídeo recebendo 50 mil reais de Durval Barbosa, delator do chamado mensalão do DEM. Por entenderem que o episódio aconteceu antes de assumir o mandato na Câmara – a cassação foi analisada em 2011 e a gravação havia sido feita em 2006 -, Jaqueline foi absolvida por seus colegas.
Também foi absolvido pelo plenário o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP). Em 2005, os deputados o consideraram inocente na denúncia de que havia recebido 50 mil reais do operador do mensalão, Marcos Valério. Sete anos depois, o STF o condenou a nove anos e quatro meses de prisão. Provavelmente, Cunha voltará a ser julgado em plenário.
Os 17 cassados – Desde a redemocratização do país, apenas 17 parlamentares tiveram a degola aprovada em plenário. O caso mais emblemático aconteceu em 1994, em um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil. A CPI dos Anões do Orçamento, nome dado em alusão à estatura dos parlamentares envolvidos, descobriu um esquema de desvio de recursos do Orçamento da União para empresas relacionadas a deputados, senadores, ministros e governadores. Seis deputados envolvidos no caso foram cassados.
Outra cassação que não poderia passar impune foi a de Hildebrando Pascoal (PFL-AC). O parlamentar foi apontado como o comandante de um grupo de extermínio responsável pela morte de mais de sessenta pessoas. Não apenas a quantidade de assassinatos espanta. Em um dos casos que revelam o nível crueldade com o qual agia, ele ganhou o apelido de Homem da Motoserra – uma referência à arma utilizada no crime. Hildebrando foi condenado a mais de cem anos de cadeia.  
O ex-deputado Sérgio Naya também se destaca na lista de parlamentares cassados. Ele perdeu o mandato em 1998, depois que parte do edifício Palace II, construído por uma de suas empresas na capital fluminense, desabou. Oito pessoas morreram e a tragédia poderia ter sido maior - um segundo desmoronamento ocorreu quando o prédio já havia sido evacuado. As investigações mostraram erros grosseiros na execução da obra. O concreto empregado, provavelmente produzido com areia de praia, se esfarelava facilmente. Naya foi cassado pelos colegas por um placar de 277 votos a 163.

Britânico constrói casa hobbit no País de Gales com baixo impacto ambiental


Simon Dale usou os recursos da própria floresta para a estrutura e materiais descartados para os acabamentos

Estar totalmente em integração com o ambiente ao redor foi a principal diretriz na construção da casa com estilohobbit, no País de Gales. A construção foi feita com pedra e lama nas paredes, madeira da própria floresta do entorno e palha, que é um bom isolante térmico. E mais, toda a estrutura da casa teve um custo de somente 3 mil libras esterlinas, que é a moeda do Reino Unido, o que equivale a aproximadamente 10 mil reais, e foi feita em três meses. 
 casa hobbit
A simplicidade da casa hobbit está em todos os detalhes: quem construiu a estrutura foram o idealizador Simom Dale e seu sogro, com ajuda de amigos e pessoas que passavam pela região. E os instrumentos utilizados foram somente martelo, serra e uma ferramenta para entalhar madeira. 

Segundo Dale, “a casa foi construída com o respeito máximo ao meio ambiente, o que proporcionou uma chance única de viver por um tempo em meio à natureza enquanto nós trabalhamos na floresta ao redor da casa fazendo a gestão florestal ecológica”. 

Dos itens da residência, destaque para a claraboia no telhado, que permite a entrada de luz natural, o banheiro de compostagem, a argamassa de cal nas paredes, que demanda pouca energia na fabricação comparado ao cimento, fardos de palha no chão, nas paredes e no teto, responsável pelo isolamento térmico, o carvalho da própria floresta que serviu de base para toda a obra, e uso de materiais descartados para os acabamentos, fiação e canalização. 
 casa hobbit


 
 casa hobbit


 
 casa hobbit


 
 casa hobbit


 
 casa hobbit


 
 casa hobbit

FÁBULA: GRATIDÃO – FORMIGA E A POMBA


Uma formiga foi até a margem de um rio com o propósito de matar a sede, mas a força da correnteza acabou arrastando a formiga, e ela estava preste a afogar-se, quando uma pomba, que assistia a cena do galho de uma árvore, arrancou uma folha e a jogou no rio, junto à formiga que, pulando sobre ela, flutuou em segurança até a margem.
Pouco depois, um caçador de pássaros apareceu e, armou um alçapão com o propósito de pegar a pomba. A formiga, percebendo a intenção do caçador, deu uma mordida no pé dele. Então, com a dor da mordida, o caçador caiu ao chão, destruindo a armadilha… e com o barulho, a pomba levantou voo e escapou.

OS BURROS, AS CARGAS DE SAL E AS ESPONJAS


Os burros, as cargas de sal e as esponjas
Um velho fazendeiro chamou seus dois burros para transportar duas cargas importantes.
- Tenho aqui um saco de sal e cinco sacos de esponjas para serem levados até a cidade. Cada um deve pegar uma das cargas e por-se a caminho.
O primeiro burro, que se considerava o mais esperto, logo apoderou-se da carga de esponjas dizendo: – Eu leva esta carga que é cinco vezes maior que a outra.
O segundo burro pegou a carga de sal que lhe sobrara e foi estrada a fora amaldiçoando seu companheiro cuja carga era infinitamente mais leve.
Depois de muito caminharem chegaram às margens de um rio que deveriam atravessar. Entraram na água e ao saírem na outra margem do rio o sal havia derretido, mas as esponjas ficaram encharcadas e extremamente pesadas.
Moral da história: Muitas pessoas, que se consideram espertas, acabam sendo vítimas de suas próprias artimanhas.

OS MELHORES VÍDEOS E CAMPANHAS DE DIA DOS PAIS


Separamos os melhores comerciais relacionados ao Dia dos Pais para você.
Os dois primeiros vídeos são exemplos emocionantes que muitas vezes deixamos de enxergar em nosso pai.
O que um pai é capaz de fazer por um filho
Paciência e amor
Philips
Reflexão sobre relação de pai e filho
Zaffari Bourbon
Sprite Light
Mastercard
Kiss FM