Posted: 24 Mar 2013 11:36 AM PDT
POR FERNANDA M. POMPERMAIER
Existem pessoas que realmente acreditam que machismo não existe.
A verdade é que essas pessoas não percebem as sutis atitudes machistas presentes no nosso dia-a-dia. Falta de informação, de percepção e um mínimo de empatia são alguns dos motivos. Tem quem não veja o tratamento diferenciado que dedicam ao filho homem e à filha mulher; a estúpida idéia de que existe mulher para casar e mulher para sei-lá-o-que; o pensamento ultrapassado de que a mulher é que deve ser responsável pelos filhos e pela casa; que mulher tem que ser magra e bonita para mostrar para aos amigos; que mulher deve "se comportar, ser feminina" ou seja, não protestar, ficar quieta e aceitar; que mulher não tem o direito de se irritar ou reclamar que "já está de tpm" ou é "mal amada" (ninguém fala isso de um homem, não é?!); que vivemos numa cultura que legitimiza o estupro em "certas ocasiões" e até culpabiliza a mulher citando a roupa que estava usando ou o lugar onde estava na hora do crime. Para ficar claro, isso não existe. Estupro é sempre um crime e se a mulher disse Não! apenas uma vez, é motivo suficiente para o parceiro párar tudo. Esses julgamentos ignorantes e machistas dão suporte para homens ciumentos e possessivos agredirem suas parceiras todos os dias no Brasil, essa semana, infelizmente, em Joinville. Uma mulher de 28 anos, que deixa 2 filhos, assassinada pelo marido, por ciúme, alimentado pelo machismo. E o mais revoltante, desculpa a família enlutada, é saber que a tragédia foi anunciada e as pessoas não reagiram. Sabe por que? Porque em briga de marido e mulher não se mete a colher. Mete sim! Principalmente quando você vê sua filha, cunhada, irmã, sobrinha ou vizinha levando empurrões e pontapés do marido. ISSO NÃO É ACEITÁVEL! Em nenhum tipo de relacionamento. Nunca. Quem cala é conivente. Ele era um homem bom e perdeu a cabeça? Me poupe. Ele sempre foi um doce de marido respeitador e amável mas de repente solta o braço na mulher? Como assim? Alguns trechos da reportagem do Anotícia do dia 20/03: "Andreza morreu na madrugada de terça. Ela havia sido vítima de agressões do marido na tarde de segunda-feira. Como o casal estava na casa do pai dela, João Cardoso Amaral, 63 anos, a cena foi presenciada por outras pessoas da família. (...) Em depoimento, Luís confessou que agrediu a mulher, porém sem a intenção de matá-la. Ele contou que tinha bom relacionamento com a esposa, mas que perdeu a cabeça depois de descobrir uma traição." Na frente da família! Na casa do pai! E o cara nunca demonstrou nenhum comportamento de ciúmes, possessividade e agressividade? Ele era super bonzinho e de repente, do nada, ele chuta a mulher. "À polícia, Luís Carlos Mellies admitiu que chegou a agredir Andreza, mas que teria agido apenas para controlar a mulher, supostamente agitada. Conforme o delegado Wanderson, o marido reconheceu que as discussões começaram por causa de mensagens trocadas pela mulher com outras pessoas na internet. (...) Investigadores levaram Luís Carlos até a casa dele na manhã de terça-feira para recolher o computador e vistoriar a suposta cena do crime. Andreza deixa dois filhos. O pai de Andreza, João Carlos Amaral, diz ter se surpreendido com o desfecho da briga porque considerava o genro um segundo filho. — Era um homem bom. Não pude mais ver o que aconteceu depois da briga na minha casa, mas acredito que ele tenha perdido a cabeça —, lamenta." Ou seja, o pai da vitima sente compaixão pelo cara, que, coitado, deve ter perdido a cabeça. O comportamento do genro não foi reprimido pelo sogro, que deve ter pensado: Quem nunca, né.?! Quem nunca bateu na mulher? Eu lembro muito bem da polêmica quando o Bruno (ex goleiro do flamengo, lembra?) fez uma declaração apoiando o amigo Adriano que tinha batido na mulher, dizendo o famoso mantra dos machistas extremos:"quem nunca, né". Deu no que deu. O machismo mata! E ele começa a plantar seus fundamentos dentro das nossas casas, quando reprimimos as meninas e mandamos os meninos às casas de mulheres (famosas Marlennes) para ele aprender direitinho que mulher é objeto pra gente usar. Que algumas merecem respeito e outras não, e a distância entre essas duas podem ser algumas mensagens na internet. Reportagem: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/noticia/2013/03/marido-que-agrediu-companheira-e-indiciado-por-homicidio-em-joinville-4080470.html Foto: http://juntos.org.br/2012/11/25-de-novembro-dia-internacional-de-combate-a-violencia-contra-a-mulher/combate-violencia-domestica/ |
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Uma cidade machista
EVOLUÇÃO
25/03/2013
Magu
É incrível a evolução em todos os setores da humanidade. As coisas evolucionam em ritmo geométrico. Encontrei algo de demonstra isso claramente. Em 1978, a empresa Kimberly-Clark contratou a agência DPZ, do criativo Washington Olivetto, para campanhas publicitárias para o papel higiênico Neve. Criou-se a figura do mordomo Alfredo, que tinha de levar um rolo de papel para alguém, no banheiro, que gritava chamando-o, porque o papel havia acabado. O primeiro vídeo dessa campanha não consegui encontrar, vai um para mostra a força do bordão ALFREDO! Dilma chama o Alfredo.

Trinta e poucos anos depois, alguém refaz a propaganda, atualizando-a para esta época cibernética. A despeito do gancho antigo, a publicidade foi genial, incorporando à idéia a modernidade do iPad e congêneres. Achei a nova peça duca, porque inteligência e bom gosto andam de braços dados, similarmente ao lema do nosso jornal : “A inteligência é nossa ama e senhora!”
Vejam o vídeo: Ipad vs toilet paper
ERASMO E TOLSTOI
25/03/2013
Laurence Bittencourt (1)
Ouvir Erasmo Carlos é como se sentir pertencente a um grupo. Claro que o Rei é o outro, Roberto Carlos, doce, meigo, carinhoso, amoroso. Mas Erasmo é tudo isso e algo mais. Traz consigo um desconforto em relação ao mundo que toca de perto quem já confrontou os dilemas desse mundo chamado de social.
Erasmo é o tremendão. Pouco afeito a mídia, a não ser o indispensável, muito mais voltado para o reconhecimento do seu desejo do que para o desejo de ser reconhecido, o que aponta uma diferença enorme no mundo da música e da mídia. Nunca se incomodou em ser o segundo da dupla mais famosa do país. O que já mostra um traço de caráter rico e singular.
Quando escuto Erasmo lembro sempre de Tolstói. Como? Perguntarás. O que um cantor de música popular tem a ver com um dos maiores escritores (e difícil) russos de todos os tempos? Muito, muito a ver. Lembrei agora a frase de Hemingway a Scott Fitzgerald sobre os “ricos”: “eles tem os mesmos problemas que nós, a única diferença é que tem mais dinheiro”.
Bom, mas ouvir Erasmo é lembrar-se de um dos personagens mais famosos de uma das novelas de Tolstói, “Anna Karenina”. A rebeldia do desejo na ponta do suicídio.
O que termina acontecendo, na novela. Tolstói na sua segunda fase renegou os próprio escritos e mergulhou no primitivismo cristão, buscando uma forma de redenção pessoal, para ir contra o próprio talento em desvendar o que há de insano no humano, de pérfido, de inumano, de soberba.
Tolstói claro ficou imortalizado como escritor, e a sua segunda fase voltada obsessivamente para a salvação da alma, é pouco conhecida do público, inclusive na academia. Isso mostra apenas quão complexo é o humano, e como aquilo que desvendou enquanto escritor faz parte do cotidiano de todos nós.
Mas voltando a sua personagem comecei a entender melhor “Anna Karenina” quando li uma afirmação da historiadora Elizabeth Rodinesco que Sócrates, o filosofo, era um suicida e masoquista. A personagem de Tolstói tem uma alma socrática. Impulsiva, não fazendo barreira ao principio do prazer, negando a realidade. Lança-se no precipício em nome do amor. Mas a realidade cobra sua fatia nessa história. Tolstói retrata isso com uma força que só os grandes mestres são capazes.
Erasmo e Tolstói estão juntos. Sorte Erasmo não renegar sua veia artística, nos brindando com sua criatividade. Como escrevei certa vez o tremendão, “o coração de deus é feminino, capricho do destino”.
(1) Jornalista laurenceleite@bol.com.br
Carência de Terras Urbanas
Rubens Menin, Presidente da MRV
Já apontei os efeitos da burocracia no custo dos terrenos e, por consequência, no preço final de venda dos imóveis construídos nas principais cidades do país. Mencionei a estapafúrdia gincana burocrática que tem que ser vencida para a aprovação de novos loteamentos, circunstância que já produziu, aqui, a escassez generalizada de lotes desembaraçados para as construções. Comparei, também, o prazo máximo de 90 dias com que são aprovados os novos loteamentos nos EUA com o tempo de até quatro anos para idêntico procedimento em quase todas as regiões brasileiras. Quero abordar, agora, outro efeito correlato dessa situação, ainda mais perverso: o entrave que isso representa na batalha para a redução do nosso enorme déficit habitacional, estimado hoje em mais de oito milhões de moradias.
Apesar dos esforços governamentais, materializados principalmente no Programa “Minha Casa, Minha Vida”, as construtoras envolvidas na edificação de moradias econômicas não estão conseguindo adquirir os terrenos necessários para cumprir as metas pretendidas. Isso, porque, além da elevação do preço da pequena quantidade de terrenos ainda disponíveis e desembaraçados, as empresas urbanizadoras também não conseguem se comprometer com a entrega de novas áreas, seja por conta da imprevisibilidade e complexidade das exigências para aprovação dos empreendimentos, seja pela demora burocrática nos diversos procedimentos e estágios do licenciamento.
O custo social dessa situação é elevadíssimo. Temos um contingente enorme de brasileiros vivendo em favelas ou em outras formas equivalentes de assentamentos habitacionais precários. Em algumas cidades brasileiras, como Salvador, Recife, Fortaleza, São Luís e Belém, a população favelizada supera 30% do número total de habitantes. No Rio de Janeiro, essa proporção alcança 25%. Em Belo Horizonte e Porto Alegre, os contingentes favelizados situam-se em 20% da população total. Mesmo em São Paulo e Curitiba, onde os índices são melhores, a fração de favelados ainda apresenta níveis assustadores, com cerca de 12% do número total de habitantes. Se consideradas, também as construções irregulares, ilegais ou em situação de risco, ainda que localizadas fora dos perímetros convencionais de delimitação das favelas, a fração dos domicílios precários, insalubres ou inseguros sobe para intoleráveis 50% no Rio de Janeiro e 40% em São Paulo.
Esse é um quadro que precisa ser revertido no menor espaço de tempo possível. Há que se considerar que existem, em quase todos os municípios citados, terras disponíveis para a implantação de novos loteamentos. Temos também um programa governamental de incentivo à aquisição da casa própria estruturado. Dispomos, ainda, de linhas de financiamento muito ágeis e baratas, capazes de atender quantidades maiores da demanda reprimida por moradias populares. Não falta, sequer, capacidade de produção, no setor de construção civil nacional, para ampliar consideravelmente a oferta de novos imóveis. Infelizmente, temos também uma burocracia perversa, que impede a disponibilização ágil e barata dos terrenos necessários para a elevação imediata dos níveis de oferta de novas habitações.
DOAR SANGUE, UM HÁBITO ÚTIL (fonte: Jornal da FFM)
25/03/2013
Plínio Zabeu
Desde a década de 1930, com a identificação dos tipos sangüíneos e a compatibilidade entre doador e receptor, um grande progresso ocorreu na prática médica mundial. Foram estabelecidas as normas de transfusão e hoje podemos assegurar que cada doação de sangue certamente salvará pelo menos quatro vidas.
Muita gente não fica sabendo que as transfusões são úteis não só nas emergências como acidentes, quadros hemorrágicos etc., mas também em muitas outras situações, muitas vezes de maneira constante.
Muita gente não fica sabendo que as transfusões são úteis não só nas emergências como acidentes, quadros hemorrágicos etc., mas também em muitas outras situações, muitas vezes de maneira constante.
Os componentes utilizados do sangue são vários. Os 4 mais importantes: plasma, hemácias (glóbulos vermelhos), criopreciptados e plaquetas. O primeiro usado em pacientes com problemas de coagulação, as hemácias para casos de anemias, o terceiro em casos de hemofilia e as plaquetas para hemorragias e quimioterapia.
Sessenta por cento da população tem sangue O+ ou A+. O sangue mais raro, o AB- 1% e 6% são doadores universais, O negativo.
A doação é um ato útil e necessário para que um estoque permanente esteja à disposição dos doentes em casos de urgência. Ela pode ser feita sem problemas por pessoas sadias e várias vezes ao ano. No Brasil, embora muitas campanhas sejam permanentes, na realidade apenas 1,9% da população faz doação regular e constante. Nos Estados Unidos essa taxa é de 5%.
Interessante divulgar que o sangue doado passa por uma severa análise que determinará o tipo, as características e as possíveis doenças do doador. Isso permite uma segurança total no uso do produto doado, seja em forma total ou fracionada. O sangue doado, analisado e em condições de uso, fica útil por cerca de 4 meses. Daí a necessidade de doações constantes.
Esta é uma divulgação no sentido de colaborar com a divulgação da utilidade e necessidade da doação para o bem comum.
MOURÃO FILHO: GENERAL OU PROFETA?
25/03/2013
Adauto Medeiros (1)
No inicio dos anos 70, em pleno AI-5, o general Mourão Filho escreveu palavras proféticas de como seria o Brasil do futuro. Ele se referia ao Brasil, mas a coisa é tão bendita que parece que podemos aplicá-las a outras situações no mundo. Vejamos o que ele disse.

“Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará a sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, de que tudo que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio, equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro e perigoso”.
Qualquer semelhança com Lula, por tudo o que ele diz, fez e faz, sinceramente não me parece mera coincidência. Nosso presidente e isso eu não tenho dúvida, tem um ego maior que o país e já deu mostras disso. Outra situação e personagem político que se enquadra como uma luva na descrição de Mourão Filho parece ter ocorrido na Alemanha de Hitler, lá tivemos um analfabeto que prometeu aos alemães o céu e jogou-os no inferno. Levou-os a uma guerra pregando que dominariam o mundo, pois segundo o Füher os alemães descendiam da raça ariana e, portanto superior, e tinham a responsabilidade de mudar o mundo com idéias e procedimentos, criando o maior conflito armado que o mundo já conheceu e destruiu a Alemanha, causando a morte de mais de 50 milhões de seres humanos.
Mussolini – o Dulce – tentou fazer da Itália o centro da Europa e entregou-a num sanitário. Assim são os loucos travestidos de estadistas que levam os países as desgraças. Os dois países, Alemanha e Itália, eram foram ditaduras terríveis e todas as promessas que os dois fizeram não tinham oposição, pois suas autoridades divinas não falhariam e nem poderiam receber criticas e como todo mundo sabe terminou levando seus países a ruínas.
Fidel Castro foi outro que prometeu o céu e entregou o inferno ao povo cubano. Aqui tem no Brasil temos as Bolsas, lá os cubanos têm as cadernetas de controle de alimentação fornecidas pelo governo. Racionamento. Será (levanto essa questão com certo pesar) que aqui no Brasil marchamos para a destruição – mais uma vez – da democracia?
Espero que a classe política se convença dessa possibilidade e nos livre desta desgraça que é viver em um regime fechado e policialesco como o de Cuba.
(1) Engenheiro civil e empresário. adautomedeiros@bol.com.br
OS 4 CÓDIGOS PARA A SUPERAÇÃO NA CARREIRA
Os 4 Códigos para a superação na carreira
Existe código pra tudo. A questão é descobrir! Na profissão e na carreira precisa prestar atenção desde cedo. Além de liderar milhares de pessoas ao longo da minha carreira, vivi, eu mesmo, erros e acertos importantes para compartilhar. Fora isso, estudo essa arte da Superação intensamente, e a construção de uma grande carreira vai exigir muita superação da sua pessoa, da sua personalidade, para que o seu profissional seja vitorioso.
O 1º Código é descobrir aquilo que você não é. Mais importante de saber o que você quer, ou o que você pode vir a ser, realize rapidamente onde não é a sua praia. Descubra onde não está o seu dom, qual não é a sua vocação. Como saber? Experimentando de tudo, e muita coisa, logo cedo, desde sua adolescência. Você saberá onde seu dom não está, pois será insuportável para você vencer os obstáculos que existem em todas as profissões e em todas as carreiras. Mas, não perca tempo. Haja agora.
O 2º Código é focar no seu melhor. Descoberto o seu dom, aquilo onde você sente uma brutal satisfação no fazer, concentra. Curta cada detalhe do processo. Você saberá que essa é a sua, pois sentirá a felicidade ao fazer coisas, que não faria normalmente, se não gostasse muito. Você vai ler sobre isso, vai dedicar noites, finais de semana, vai devorar tudo o que envolve essa vocação descoberta.
O 3º Código é buscar relacionamento com os profissionais mais competentes e admiráveis, daquilo que você também ama. Afaste-se da turma da reclamação, da choradeira e do resmungar. Não perca tempo gastando tempo com quem não tem tempo para crescer. Cada segundo investido da sua vida é energia vital que flui. Não desperdice o tempo, tenha qualidade no uso da vida, e creia que somos o resultado de onde colocamos o foco de nossas atenções. Com quem nos relacionamos definimos a nossa vida. Aprenda a gostar de pessoas que você não gostaria normalmente, mas que ensinam e com quem você pode aprender muito.
O 4º Código vai exigir que você aprenda muita coisa que normalmente você não iria aprender, mas que vai descobrir que sem esse conhecimento, simplesmente não conseguirá fazer aquilo que você mais ama. Você irá descobrir a interdependência entre os conhecimentos, você vai ter convicção da importância das equipes, de suas diversidades, e de que sozinho ou sozinha, vai caminhar muito pouco.
Uma grande carreira exigirá de você a busca permanente do conhecimento, a vontade onívora da competência, o que significa saber fazer, e o inestimável desenvolvimento de vendas. Você precisará aprender a fazer saber, quer dizer, se não souber vender, ou se vender, ou vender a equipe, terá sua carreira limitada pela dificuldade de ser percebido.
Não é difícil, precisa de muito trabalho. Muito amor ao trabalho.
José Luiz Tejon Megido
Publicitário, jornalista e escritor de 28 livros em autoria e coautoria
Autor do blog Cabeça de Líder, da Revista Exame
Professor de MBA da ESPM e da FGV.
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