quarta-feira, 27 de março de 2013

CHARGE DO LAILSON



Esta charge do Laílson foi feita originalmente para o

QUEM COM O FERRO FERE PELO FERRO SERÁ CONFERIDO



Giulio Sanmartini
“Caras-pintadas” foi o nome dado ao movimento estudantil brasileiro, realizado no decorrer do ano 1992 e tinha como objetivo principal o impeachment  do presidente Fernando Collor de Melo, que havia sido o primeiro a ser eleito por voto direto depois de 29 anos.
O Movimento baseou-se nas denúncia de corrupção que pesaram contra ele e ainda em suas medidas econômicas, contou com milhares de jovens em todo o país. O nome “caras-pintadas” referiu-se à principal forma de expressão, símbolo do movimento: as cores verde e amarelo pintadas no rosto.
Lindbergh & Collor, unidos como ladrões
Lindbergh & Collor, unidos como ladrões
A   primeira reunião dos estudante aconteu cem 29 de maio de 1992 e chamou a atenção pelo grande número de participantes, mostrando a forte rejeição ao presidente.
Eram liderados pelo então presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes, Luiz Lindbergh Farias Filho, filiado ao PC do B, que dois anos depois era eleito deputado federal. Inicio de uma carreira política que dura até hoje, tendo sido também prefeito de Nova Iguaçu e atualmente é senador. Nessa trajetória mudou diversas vezes de partido, além do já citado foi do PSTU e é do PT.
Quero deixar claro que fui favorável aos caras pintadas, que levaram Collor à renuncia para escapar impeachment.
A intençao desse artigo, é mostrar  que  Lindebergh jamais agiu com honestida nas suas intenções, ele aproveitou-se da ocasião para ter projeção nacional e assim poder ususfruir das benesses que os cargos eletivos propiciam.
Nesses dias ele subiu nas tamancas e  gitrou bem alto: “O que fizeram comigo foi uma
violência, uma covardia. Quebraram o sigilo de toda a minha família” por terem vazados informações que lhe são desabonadoras.
Há um inquérito a que responde no Supremo Tribunal Federal, com acusações de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro – relativas ao período em que foi prefeito de Nova Iguaçu, entre 2005 e 2010.
A base da investigação são dois depoimentos prestados ao Ministério Público Estadual (MPE) pela ex-chefe de gabinete da Secretaria de Finanças de Nova Iguaçu Elza Elena Barbosa Araújo. ÉPOCA obteve cópias das declarações, prestadas em fevereiro de 2007 e até aqui mantidas sob sigilo. Elza disse que, logo no início do mandato de prefeito, em 2005, Lindbergh montou um esquema de captação de propina entre empresas contratadas pelo município. O valor podia chegar a R$ 500 mil por contrato. O dinheiro sujo, segundo Elza, chegava à sala da secretaria em bolsas e maletas trazidas por empresários. Depois as quantias eram usadas, conforme ela disse, para quitar despesas pessoais de Lindbergh.
Segundo os depoimentos, o esquema ainda bancava as prestações de um apartamento da mãe de Lindbergh, Ana Maria, num edifício em Brasília.  Elza relatou que numa das ocasiões, em 11 de julho de 2005, ela saiu da prefeitura com R$ 15 mil em dinheiro para pagar uma das prestações do imóvel. Sobraram R$ 4.380, que Elza disse ter depositado na conta de Lindbergh. Ela também afirmou que a propina abastecia a conta da empresa Bougainville Urbanismo, que pertence a Carlos Frederico Farias, irmão de Lindbergh que mora na Paraíba, terra natal de Lindbergh. A empresa recebeu, ainda conforme a acusação, quatro depósitos que totalizaram R$ 250 mil.
Fonte: revista ÉPOCA.

GRANDE NOVIDADE SOBRE ALGO MUITO ANTIGO



Marc Aubert
A cerveja, é sem dúvidas  a mais antiga das bebidas fermentadas de que se tem notícias. Um tijolo sumério de 6 mil anos atrás,  retrata um grupo de pessoas que a bebe de um recipiente comum, com canudinhos de palha.
Ninkasi
Ninkasi
Uma poesia sumeriana de 3.900 anos, honra Ninkasi, a divindade patrona da produção de cerveja, registra a mais antiga receita da cerveja, descrevendo sua produção a partir da cevada: “Ninkasi, tu que és aquela que cozinha a cevada no grande forno/ que põe ordem nos estratos de cereais descascados/ que és aquela que rega o malte colocado no chão/ que és quem mantém com as duas grandes mãos o mosto de malte/ Ninkasa, tu que és quem despeja a cerveja filtrada na tinha de colheita/ que corre caudalosa como o Tigre e o Eufrates”.
Passados esses quase 40 séculos, vamos encontrar uma homenagem à cerveja na cidade catarinense de Blumenau.
Você nunca mais ficará doente! Por R $ 181,00 é possível nadar por 2 horas na ‘gelada’. Visitantes relaxam na piscina de cerveja oferecida por fabricante local.  Pagando 181 reais, é possível nadar por 2 horas na cerveja, fabricada no local…
Veja foto na página seguinte.
blumenau

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS



Ancião
Realmente o vandalismo raramente é praticado por uma só pessoa,mas sim por grupos que se julgam poderosos e  cada vez mais exibem violência  entre eles!  ”Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor.OLYMPUS DIGITAL CAMERA Uma, deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra, em Palo Alto, uma zona rica e  tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em  psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local. Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
É comum atribuir à pobreza as causas de delito. Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e da esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo: reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.
 Por que o  vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz  de disparar todo um processo delituoso? Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com  a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação, que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como o “vale tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez  piores se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional. Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George  Kelling), desenvolveram a ‘Teoria das Janelas Partidas’, a mesma que de um  ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os  demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o  delito. Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas. Se os  parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por  temor a criminalidade) , estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô  de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas  transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estacões,  alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer  do metrô um lugar seguro. Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani,  prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às  normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York. A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao  próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social  humana. Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na vila ou condominio onde vivemos, não só em cidades grandes. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. Esta teoria pode também explicar o que  acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo etc.

Lei regulariza "built to suit" no Brasil.

Um tipo de aluguel que existe há cerca de 15 anos no Brasil foi, enfim, normatizado. 

Trata-se do built to suit, em que o empreendedor constrói ou faz grande reforma de um imóvel para adequá-lo aos interesses de um determinado inquilino. 

Essa modalidade é muito usada para imóveis que se tornam sedes ou unidades de empresas, indústrias, escritórios, lojas e bancos, por exemplo. A reforma e a construção seguem regras específicas, com o layout e a metragem solicitados pelo locatário. A duração do contrato é mais longa que o convencional, para que o pagamento mensal cubra os custos do investimento. 

Mark Turnbull, diretor de Gestão Patrimonial e Locação da seção paulista do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), diz que o prazo mínimo geralmente é de dez anos. Ele elogia a lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2012. 

A lei traz mais segurança para os locadores que fazem o investimento e para o locatário. "O locador não pode pedir o imóvel no período de contrato, e ambas as partes podem abdicar do direito de adequar os valores a cada três anos", comenta. "Regulamentar a modalidade abre porta para novos negócios, principalmente internacionais", prevê Mark. "A lei pode estimular a modalidade e até diminuir o preço das locações, já que a segurança é maior", diz o diretor do Secovi-SP. 

Caso o locatário queira desistir da contratação, paga a multa prevista em contrato. Já o proprietário só pode dispor do imóvel, caso o locatário não pague o aluguel em dia, como determina a Lei do Inquilinato. 

Fonte: Portal Terra 

Corretor de imóveis: confira 7 dicas para você se destacar na empresa

Qual é o meu futuro dentro da empresa em que trabalho? 

Você já parou para fazer esta reflexão? O artigo de hoje foi elaborado especialmente para aqueles corretores de imóveis que neste momento se perguntam o que fazer para se destacar na empresa e assim alcançar um objetivo diferente. 

Este objetivo pode ser o de conquistar um cargo superior dentro da hierarquia ou a construção de uma carreira diferenciada diante do seugestor e da equipe, que vise agregar novos valores para a sua carreira e para o negócio. 

Desde o início da minha profissão como corretor eu sempre sonhei em evoluir dentro da imobiliária visando ocupar um cargo de confiança. Com muito empenho e aprendizado diário consegui construir a estrada para o alcance deste objetivo. Hoje, compartilho com você sete dicas que contribuíram para que eu passasse de corretor de imóveis para sócio de uma das maiores imobiliárias do Espírito Santo. 

As dicas abordadas aqui são um misto de aprendizados obtidos enquanto um corretor de imóveis que galgava uma evolução dentro da empresa e também de um gestor que tinha a missão de avaliar e ajudar outros corretores a alcançarem suas metas profissionais. Vamos a elas: 

1. Construa o direito de ter ideias Vi muitos profissionais recém-chegados na empresa querendo expor suas ideias no intuito de contribuir para a melhoria do seu desempenho pessoal e também do negócio. Porém, nesta ansiedade de querer apresentar resultados, também vi muitos deles arriscarem até mesmo o seu emprego. Em um primeiro momento, engajar-se na melhoria dos processos e mostrar proatividade são atitudes louváveis, contudo, é preciso saber o momento e a forma certa de fazer isso. A oportunidade de opinar ou expor suas ideias é fruto de uma construção, você precisa entender melhor o funcionamento da empresa para depois fazer as suas contribuições. Uma ideia, crítica ou sugestão, pontuada em um momento inadequado, pode gerar a irritação do seu gestor, sendo mal vista por ele. Em primeiro lugar, mostre para o que você veio: para dar resultados, ou seja, vender, produzir. É depois deste passo fundamental e já com a confiança do seu líder que você terá o direito de expor suas ideias #ficaadica. 

2. Assuma os erros “A culpa não é minha”, “não tenho nada a ver com isso”, “foi fulano ou sicrano quem errou”. Frases comuns e usadas com muita frequência por quem quer se eximir de um erro e que devem ser abolidas do vocabulário de quem almeja se destacar na empresa. Um gestor muitas vezes não quer saber de quem foi o erro, ele quer soluções. Se o erro foi seu, assuma-o e empenhe-se em encontrar uma solução. Se a falha não foi sua, não tente achar culpados, direcione o tempo que você gastaria acusando outro corretor para revelar sua atitude e tentar solucionar o problema. Transferir a responsabilidade para o outro demonstra imaturidade, falta de ética e de profissionalismo. Pense nisso, pois não é essa a imagem que um líder deve transmitir. 

3. Pare de dar desculpas Tão prejudicial quanto não assumir um erro é ficar dando desculpas. Uma das coisas que mais acontecia e pode acreditar, ainda acontece em um salão de vendas, é em vésperas de feriados ou finais de semana o corretor inventar uma desculpa para justificar a ausência no trabalho. Para você ter uma ideia, já tive casos de corretores que “extraíram o dente siso” no mínimo umas dez vezes. Isso acontecia porque uma mentira é esquecida e corremos o risco de repeti-la. Quando sabia que ia ter uma festa grande na cidade, já podia contar que no dia posterior choveria ligações de corretores descomprometidos tentando encontrar uma justificativa para faltar ao trabalho. Isso é muito ruim para a imagem do profissional não só perante o gestor, mas também diante da equipe. Tive casos em que os corretores eram motivo de piada entre a equipe. Em determinadas situações, quando o meu celular tocava, a equipe já sabia de quem se tratava e fazia verdadeiros bolões para tentar adivinhar qual era a nova desculpa que o corretor inventaria. Tenha certeza, não há situação mais desagradável do que esta. 

4. Evite fofocas Não preciso nem dizer o quanto uma fofoca é nociva em um ambiente de trabalho. Tenho certeza de que você já sofreu ou conhece alguém que teve problemas por causa de disse me disse dentro do salão de vendas. Acabamos passando muito tempo juntos no espaço de trabalho e, por uma característica inerente ao ser humano, fatalmente fazemos comentários sobre as situações do dia, isto é normal. O problema é quando perdemos o controle sobre estes comentários e contribuímos para gerar um mal estar entre a equipe. Esta é a pior consequência da fofoca, portanto, evite-a. 

5. Pare de reclamar Há uma premissa básica no ambiente profissional: pior do que corretor ruim é corretor que fica reclamando que a empresa é ruim. A primeira impressão que se tem dos profissionais que não param de reclamar é a de que eles não têm capacidade de conseguir algo melhor. Neste caso, então, fica a dúvida: quem é o ruim? Diante de uma insatisfação, ao invés de gerar burburinhos entre a equipe por meio das suas queixas, vá até àquele que tem as condições favoráveis para resolver o seu problema, ou seja, o seu superior. O seu líder deve ser visto como um confidente, só ele tem a autoridade de lhe ajudar a resolver o seu problema. Esta atitude confirma que você está disposto a contribuir para a evolução da empresa. 

6. Saiba se comunicar Entenda quem é o seu líder e a sua equipe de trabalho e fale a língua deles, isso trará muitos pontos positivos para você. Identifique como você pode marcar uma presença positiva a partir da sua postura, da forma como você se comunica, não só pelas palavras, mas também pelo comportamento. 

7. Seja referência Você está no salão, esquece uma informação e pergunta: Qual é mesmo o valor do metro quadrado da unidade x? Como funciona este programa de simulação de crédito? E tem sempre uns colegas que respondem a todos os seus questionamentos da mesma forma: Ah! Pergunta para o fulano de tal que ele sabe e te ajuda. Pois bem, é este fulano de tal que você deve ser, ou seja, a referência que a sua equipe procura para solucionar um problema ou tirar uma dúvida. Estude, seja presente e solícito. Esteja sempre um passo à frente e a própria equipe vai reconhecê-lo como um líder. Costumo dizer que um líder não é eleito pela empresa e sim pela equipe. A empresa apenas valida esta posição. Ocupar um cargo de confiança, de gerência ou de liderança é muito mais do que ter um nome da porta. Liderança é postura, é comportamento. As reflexões abordadas aqui são apenas alguns dos caminhos possíveis para que você conquiste os resultados esperados. Entendê-las e praticá-las adaptando-as de acordo com a sua necessidade é o que fará a diferença e lhe possibilitará alcançar o objetivo almejado. Provoque-se e sucesso.

Por: Guilherme Machado Guilherme Machado: Consultor, Coach e Palestrante. Expertise no desenvolvimento de equipes comerciais com foco em resultado  

Retrato Em Branco E Preto, por Ney Matogrosso




Ouça Retrato Em Branco E Preto, de Antônio Carlos Jobim / Chico Buarque