sábado, 25 de janeiro de 2014

Comportamento do consumidor de imóveis em 2014



02J24841O mercado imobiliário é muito dinâmico. Portanto, é indispensável que os corretores fiquem atentos aos perfis e comportamentos de consumo dos compradores imobiliários. O atendimento deve ser personalizado e o profissional da área de vendas flexível para converter visitas e apresentações em bons negócios.
É importante estar atento às mudanças de comportamento que seguem às tendências do mercado. Em 2014 já é possível prever as buscas e preferências dos consumidores. Está curioso para saber quais são elas? Então acompanhe o post completo, conheça melhor os clientes e potencialize os seus resultados.

Estresse e falta de tempo

O estresse e a escassez de tempo estão cada vez mais presentes na vida das pessoas, e com os consumidores de  imóveis não é diferente. Para contornar essa situação, os corretores imobiliários devem procurar aprimoramento no que diz respeito à sua inteligência emocional. Em muitos casos, as pressões diárias e a rotina corrida farão com que aquele excelente cliente fique mais nervoso e sensível, dificultando assim a negociação.
Em situações de tensão cabe a você ter tato para contorná-la da melhor forma possível. Sempre mantenha um tom de voz ameno, não discorde do cliente e procure otimizar o tempo, por mais curto que ele seja. Não corra com as demonstrações, isso pode deixá-lo ainda mais irritado! Apenas suprima os aspectos menos relevantes para o fechamento.

Busca por mobilidade

A busca por mobilidade fará parte das ações e anseios dos consumidores de imóveis em 2014. A integração de várias mídias e diferentes ferramentas de comunicação em um único aparelho tende a ganhar muito espaço entre quem pretende adquirir casas e/ou  apartamentos este ano.
Através dos dispositivos móveis, eles podem acessar a internet, tirar fotos, anotar informações, se comunicar com os corretores e pesquisar as tendências e ofertas do mercado. Os profissionais da área que estiverem afinados com as tecnologias móveis, certamente sairão na frente.

Exclusividade e privacidade

Em uma época em que as listas de e-mail genéricas são cada vez mais frequentes e na qual a exposição da vida privada é comum nas redes sociais, o consumidor de imóveis deve seguir o caminho oposto em 2014. Ele não quer receber e-mails iguais aos encaminhados para milhares de outros compradores. Ele quer se sentir único e exclusivo!
Outra prática que eles abominarão nas transações imobiliárias é a falta de segurança no tratamento de suas informações. Corretores discretos, transparentes e que transmitem credibilidade na condução dos processos não têm motivos para temer esse comportamento do consumidor.

Que imóveis eles buscam?

Recente pesquisa feita com interessados em comprar imóveis, apontou que os mais procurados pelos consumidores são os apartamentos (72%), seguidos pelas casas (21%) e os  empreendimentos comerciais (4%). Vale destacar que 36% da procura se destina às locações, contra 63% das vendas. Os consumidores de imóveis se preocupam ainda com a quantidade de quartos, dando preferência às casas e apartamentos com dois dormitórios. Quanto à forma de pagamento, o financiamento (crédito imobiliário) continua ganhando disparado!

E aí, pelos atendimentos já feitos esse ano, as previsões estão se cumprindo? Como os seus clientes estão se comportando? Compartilhe suas experiências conosco!
Transcrito do Blog Bem Direto

Contratos de aluguel residencial em SP cresceram 9,48% em 2013


Em dezembro, os preços foram 0,7% maiores que os de novembro
Por Karla Santana Mamona  
SÃO PAULO - Os contratos novos de aluguel residencial na cidade de São Paulo fecharam 2013 com aumento de 9,48%, na comparação com 2012. Os dados foram divulgados pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) nesta terça-feira (22).
De acordo com o sindicato, o indicador teve variação superior à oscilação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), que atingiu 5,51% no ano passado. No mês de dezembro, os preços foram 0,7% maiores que os de novembro.
O vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, Walter Cardoso, afirma que o mercado de locação tem passado por ajustes nos últimos anos. No último trimestre de 2011, por exemplo, foram apuradas altas próximas de 20% no acumulado de 12 meses. Entre os fatores que contribuíram para essas elevações estão a valorização imobiliária na comercialização de imóveis residenciais e a escassez de moradias para aluguel.
As residências que apresentaram os maiores acréscimos em dezembro foram os imóveis de 2 dormitórios (Getty Images)
As residências que apresentaram os maiores acréscimos em dezembro foram os imóveis de 2 dormitórios (Getty Images)
“O mercado de locação ainda apresenta variações anuais superiores à inflação, mas tende, em 2014, a registrar variações de valores de aluguel muito próximas à oscilação dos principais indicadores de preços da economia.”

Tipos de imóveisOs dados indicaram ainda que as residências que apresentaram os maiores acréscimos em dezembro foram os imóveis de 2 dormitórios, em que os valores de locação subiram em média 0,9%. As unidades de 3 quartos tiveram alta de 0,6% e os de 1 quarto, de 0,4%.
A modalidade de garantia mais utilizada em dezembro foi o fiador, que respondeu por 47,5% dos contratos de locação. O depósito de três meses de aluguel garantiu 32,5% dos imóveis locados. Cerca de um em cada cinco imóveis recorreu ao seguro-fiança.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

CHARGE DO SINFRÔNIO

Esta charge do Sinfrônio foi feita originalmente para o

CHARGE DO NANI


Padre Anchieta: cristão ou judeu?

ANITA NOVINSKY

Devido à sua origem judaica, a família de Anchieta foi penitenciada pela Inquisição, e ele próprio sofreu, ao ser recusado por um seminário
A notícia de que o papa Francisco acolheu o processo de canonização do padre José de Anchieta lembrou-me de um fato raramente mencionado: as suas origens judaicas.
José de Anchieta nasceu em 1534, nas ilhas Canárias, colônia da Espanha povoada por numerosos cristãos novos (judeus convertidos ao catolicismo) que, em segredo, praticavam a antiga religião judaica.
A Inquisição muito cedo iniciou ali a perseguição dos suspeitos de judaísmo. Anchieta teve sua própria família penitenciada: um tataravô, que devia ser um fervoroso judaizante, foi queimado, e um avô perseguido. Ele próprio sofreu, pois quis entrar para um seminário na Espanha, mas foi recusado.
Não sabemos em que medida os fatos que Anchieta presenciou influíram na formação da sua personalidade e caráter, se herdou algum ensinamento da mãe, cristã nova, e se manteve algum sentimento para com a fé dos seus antepassados.
José de Anchieta foi para Portugal quando tinha 14 anos. Foi aceito como noviço pela Companhia de Jesus, mesmo que esta proibisse a entrada de judeus, conversos, negros e índios. Chegou ao Brasil em 1553, participando, em 25 de janeiro do ano seguinte, da primeira missa no atual Pateo do Collegio, núcleo da futura cidade de São Paulo, da qual é considerado fundador, juntamente com o Padre Manoel da Nóbrega.
A principal missão a que se dedicou foi a catequização dos índios. Foi poeta, teatrólogo, gramático e tinha uma especial inclinação para a medicina, profissão tradicional entre judeus. Realizou inúmeras curas e alcançou na Companhia de Jesus o mais alto posto, como provincial da ordem no Brasil.
Para entender como Anchieta e outros luso-espanhóis chegaram a se tornar altos expoentes do catolicismo, é preciso que tenhamos em mente o enorme trauma causado pela conversão forçada ao catolicismo de todos os judeus de Portugal, que foi seguida de numerosas leis que proibiam os convertidos de participar de cargos públicos, de servir o exército, de cursar universidade e de pertencer a ordens religiosas.
Em Portugal, as leis eram burladas, os documentos falsificados ou destruídos ou altas somas eram pagas aos agentes inquisitoriais para adquirir "certificados de limpeza". A sociedade ficou dividida entre "puros" e "impuros", o que em certa medida envenenou as relações entre os cristãos "velhos" e novos.
Mas a maior parte dos cristãos novos conseguiu ultrapassar as barreiras discriminatórias. Muitos se tornaram fiéis católicos e alguns mesmo religiosos cristãos, ascendendo socialmente, como José de Anchieta. Procuravam colocar os filhos na igreja, como forma de diminuir o risco de serem presos. Seus descendentes que vieram para o Brasil constituem parte importante da população de nosso país.
Entretanto, é curioso lembrar que, segundo a lei judaica, quem nasce judeu nunca deixará de ser judeu, mesmo se convertido, pois trata-se de uma questão de alma que, aos olhos de Deus, jamais poderá mudar. Os nazistas também pensavam assim, tanto que Edith Stein, canonizada como santa Teresa Benedita da Cruz pelo mesmo papa João Paulo 2º que beatificou Anchieta em 1980, foi morta em Auschwitz por ser judia, embora convertida e freira católica.

CORAGEM E PERSISTÊNCIA: TUDO PIORA ANTES DE MELHORAR



Coragem e persistência: tudo piora antes de melhorar
Por Raúl Candeloro
Heráclito, filósofo grego, disse mais de 2000 anos atrás que a mudança é a única coisa constante nas nossas vidas. Seria de esperar então que tivéssemos evoluído em relação tanto à nossa percepção e atitude sobre a mudança quanto nossa habilidade de lidar com ela de maneira pró-ativa e produtiva. Mas infelizmente não é sempre o que vemos.
John Kotter, especialista em change management (gestão de mudanças) e professor de Harvard, criou uma fórmula de 8 passos para liderar um processo de mudanças dentro de um grupo ou organização:
1)     Crie urgência: quais são as ameaças? O que vai acontecer se não mudarmos?
2)     Forme um grupo de apoio: Kotter chama isso de “grupo de coalizão”, um grupo de apoio formado por pessoas de diversos setores e áreas, com atributos naturais de liderança e forte envolvimento emocional com o processo de mudança.
3)     Crie uma visão para o processo de mudança: para onde estamos indo? Qual o estado futuro desejado? Quais os valores que precisam ser reforçados? Como saberemos que chegamos ‘lá’? O que ganharemos tanto com o processo quanto com a chegada ao estado futuro desejado? Qual a estratégia para chegar lá?
4)     Comunique a visão: fale sobre a nova visão sempre que possível e reforce-a em todas as conversas, comunicados, reuniões. Faça com que todas as decisões internas passem pelo crivo da nova visão: “Isso está alinhado com nossa nova visão?”.
5)     Remova obstáculos: faça com que todos os departamentos de apoio, principalmente RH (recrutamento e seleção, treinamento, remuneração, campanhas de incentivo, comunicação interna) estejam alinhados e trabalhando fortemente para apoiar a nova visão. Recompense e reconheça as pequenas vitórias e seus ‘campeões’ internos – aqueles que lutam e personificam os valores positivos da mudança. Repense o organograma, remova barreiras estruturais e pessoas negativas, quando necessário.
6)     Crie vitórias de curto prazo: as pessoas precisam saber que estão evoluindo no caminho certo. Crie objetivos de curto prazo e celebre com o grupo sempre que forem alcançados.
7)     Kaizen: muitos processos de mudança falham justamente no final, por que as empresas acomodaram-se com algumas mudanças iniciais superficiais, cosméticas, sem realmente preocupar-se com as mudanças mais profundas, às vezes impopulares, e de longo prazo. O processo de mudança é lento – Jim Collins, no livro Feitas para Durar, cita que o prazo médio de mudança das empresas retratadas no livro foi de 7 anos.
8)     Ancore as mudanças na cultura da empresa: para garantir que as mudanças passem a fazer parte do DNA da empresa, você precisa alinhar todos os pontos da Roda da Liderança em torno da nova visão. Estratégia e posicionamento, recrutamento e seleção, treinamento, remuneração, incentivos, indicadores de performance, comunicação com a equipe… tudo isso influencia a cultura da empresa e deve ser usado de maneira pró-ativa para reforçar e consolidar o processo de mudança.

De maneira simplificada, este é o processo definido por Kotter para liderar mudanças. Gostaria, porém,de reforçar algo que considero fundamental em tudo isso. É a CORAGEM de lidar com uma mudança séria numa empresa.
Vejo isso o tempo inteiro tanto na consultoria quanto com os alunos do GEC, nosso curso online de Gestão de Equipes Comerciais do Instituto VendaMais. O processo é mais ou menos assim:
- Um líder desconfia que algo está errado e que a performance da sua equipe deveria ser bem melhor, ou que os resultados não são sustentáveis, ou que o retorno sobre tempo, energia e/ou dinheiro não está satisfatório.
- Esse líder procura ajuda e mais informações (via consultoria ou curso).
- Líder comprova que realmente as coisas na sua empresa não estão sendo feitas da maneira correta e que deveriam ser melhoradas.
- Líder entende tanto as causas quanto as conseqüências de continuar fazendo de maneira incorreta/amadora.
- Líder pára de terceirizar a culpa na equipe, entende sua responsabilidade no processo e a necessidade dele/dela tomar uma decisão.
- Líder empaca e não faz nada, justificando racionalmente algo que no fundo é uma indecisão emocional.
Acontece o tempo inteiro e é fácil de entender por que. Toda mudança gera desconforto e, no fundo, as pessoas acreditam que se chegaram até aqui desse jeito, podem muito bem continuar assim por mais um tempo. Ou seja, protelam a decisão e preferem viver no amadorismo incômodo conhecido do que realmente passar pelo processo desconfortável de melhoria.
E note que não é algo ligado especificamente aos gestores comerciais. É do ser humano mesmo. Uma pessoa que aprende a jogar tênis segurando a raquete do jeito errado muitas vezes prefere continuar com performance limitada, jogando errado, do que ter que reaprender como se joga.
O ponto central aqui é ‘reaprender’. Para reaprender você primeiro precisa desaprender tudo que aprendeu. Esse processo passa necessariamente e naturalmente por uma perda de performance – os resultados começam a CAIR. A pessoa, o grupo ou a empresa PIORAM seus resultados, pois está todo mundo passando por um processo de reaprendizagem. Como está todo mundo desaprendendo e reaprendendo, existe um estado temporário de semi-incompetência que é emocionalmente doloroso e complicado para um ser humano adulto.
Basta ver a diferença com as crianças: uma criança, quando está aprendendo a andar, cai ao chão e, caso não se machuque, simplesmente levanta e continua andando. Já um adulto não: ao cair, mesmo que ele não se machuque, a primeira coisa que faz é olhar em volta para ver se alguém o viu cair. O maior ‘machucado’ é o ego da pessoa que caiu, envergonhada pelo papelão de tropeçar e cair em público. Para um adulto a vergonha dói mais do que o joelho ralado.
Um processo profundo de transformação, de mudança, precisa encarar isso. Mas o líder também tem que encarar isso e mais: apoiar o processo de mudança, principalmente nos momentos de baixa. Se ele/ela começar a duvidar, a repensar, a mostrar insegurança, o processo não acontecerá. Num processo típico de mudança, tudo que as pessoas querem é uma saída fácil e a volta à segurança da zona de conforto. A excelência tem um custo alto. Ela não acontece por milagre, não cai do céu e nem no colo. É função do líder perseverar até que o processo esteja completo. Principalmente quando as coisas piorarem (e vão piorar) até começarem a melhorar.
Uma nova visão, uma nova forma de trabalhar, significa que termos que desaprender e reaprender. Não fomos naturalmente ensinados a fazer isso. Algumas pessoas têm mais facilidade e outras menos para lidar com o processo de mudança e reaprendizado. Mas é algo fundamental para empresas que queiram manter-se atuais, relevantes e competitivas num mercado cada vez mais exigente e em transformação. E para isso, reforço, precisamos ter a CORAGEM de mudar e a PERSISTÊNCIA para ir até o final.

Abraços encorajadores e persistentes,
Raúl Candeloro

Como emburrecer alunos seguindo técnica de Antonio Gramsci.

TRANSCRITO DO BLOG LIBERTATUM




Publicado em 27/06/2012
Sacerdote de Cuiabá denuncia a técnica predominante utilizada no Brasil em todas as instituições de ensino baseada no escarnecimento do ensino tradicional que "aliena". Método que foi propagado também por Paulo Freire para padronizar as novas gerações à mentalidade da esquerda, fazendo assim, com que a população atenda aos anseios do governo e tenha as reações e comportamentos que o mesmo deseja.. Segundo Paulo Ricardo, o próprio discurso à favor da "crítica e à não-alienação" já é por si só alienalizante, e interessante ao governo atual. Os alunos hoje, aprendem aquilo que o governo quer: apenas ficarem "críticos", e nada mais além disso.


"Fechem seus cadernos e livros, vamos nos expressar com nossas próprias palavras", eis aqui, segundo a técnica gramsciana utilizada pelo governo, a melhor forma de alienação. Fazer justamente o que você diz combater, convencendo as pessoas via estimulação contraditória.