quarta-feira, 10 de julho de 2013

CHARGE DO ALPINO - O Brasil e a espionagem norte-americana


CURIOSIDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA 10

Magu
Este é o penúltimo post. Já deve estar enchendo o saco, não é mesmo?frase-ultima-flor-do-lacio-inculta-e-bela-ouro-nativo-que-na-ganga-impura-a-bruta-mina-entre-olavo-bilac-136971
91 – O prefixo vice sempre se separa por hífen da palavra seguinte: vice-prefeito, vice-governador, vice-reitor, vice-presidente, vice-diretor, etc.

92 – Geralmente, se usa o x depois da sílaba inicial -en: enxaguar, enxame,  enxergar, enxaqueca, enxofre, enxada, enxoval, enxugar, etc. Mas cuidado com as exceções: encher e seus derivados (enchimento, enchente, enchido, preencher, etc) e quando -en se junta a um radical iniciado por ch: encharcar (de charco), enchumaçar (de chumaço), enchiqueirar (de chiqueiro), etc.


93 – Não adianta teimar: chuchu se escreve mesmo é com ch.
94 – Ciclo vicioso não existe. O correto é círculo vicioso.

95 – E qual a diferença entre achar e encontrar? Use achar para definir aquilo que se procura, e encontrar para aquilo que, sem intenção nenhuma, se apresenta à pessoa. Veja: Achei finalmente o que procurava. Mariaencontrou uma corda debaixo da cama. Jorge achou o gato dele que fugiu na semana passada.


96 – Adentro é uma palavra só: Meteu-se porta adentro. A lua sumiu noite adentro.


97 – Não existe adiar para depois. Isso é redundante, porque adiar só pode ser para depois.


98 - Afim (juntinho) tem relação com afinidade: gostos afins, palavras afins. A fim de (separado) equivale a para: Veio logo a fim de me ver bem vestido.


99 – Pode parecer meio estranho, mas pode conjugar o verbo aguar normalmente: eu águo, tu águas, ele água, nós aguamos, vós aguais, eles águam.


100 – Centigrama é palavra masculina: dois centigramas.

A carreira do novo presidente da Shell


Ben van Beurden, que substitui Peter Voser em janeiro de 2014 no comando da Shell, está há 30 anos na companhia. Confira onde ele estudou e cargos que ocupou

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, de 


Reuters
Ben van Beurden
Ben van Beurden assume em janeiro do ano que vem o posto de CEO mundial da Shell
São Paulo – Descrito como homem quieto e determinado, Ben van Beurden, escolhido novo presidente executivo mundial da Royal Dutch Shell construiu sua carreira na companhia.
Desde janeiro atuando como diretor de abastecimento da empresa, van Beurden entrou na Shell há 30 anos, quando completou mestrado em engenharia química pela Delf University of Technology, na Holanda.
Durante sua trajetória na Shell, van Beurden atuou por 10 anos na indústria de gás natural liquefeito. Em 2005, tornou-se vice-presidente da área de excelência fabril em Houston, nos Estados Unidos, responsável pelos padrões de excelência operacional e iniciativas de alto desempenho em refino e fabricação de produtos químicos.
Já em 2006, conquistou a posição de vice-presidente executivo na área química da Shell, em Londres, Reino Unido, conforme destaca o perfil dele no site da Shell.
Com 55 anos, o executivo assume o mais alto posto na Shell em janeiro do ano que vem, substituindo Peter Voser, que anunciou a aposentadoria em maio deste ano, pondo fim a uma carreira de 29 anos na companhia.Van Beurden também já passou por posições na África e Malásia.
Com amplo conhecimento na área de tecnologia de gás, van Beurden apesar de não ser muito conhecido fora da Shell, é respeitado internamente. "Ben tem profundo conhecimento da indústria e experiência executiva comprovada por seu trabalho em diversas unidades de negócios da Shell. Ele continuará a conduzir e desenvolver a agenda estratégica que nos propusemos a seguir", afirmou, em comunicado, o presidente do conselho da Shell, Jorma Ollila.

Mercado imobiliário em expansão impulsiona qualificação a distância


by Felipe R. Magalhães
Técnico em Transações Imobiliárias é opção de estudo no Senac EAD para quem deseja trabalhar nesse mercado que está em plena crescimento
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O mercado imobiliário está aquecido nas capitais do Brasil. Quase um milhão de casas e apartamentos foram financiados somente no ano passado devido aos programas sociais como Minha Casa Minha Vida e também às facilidades de acesso ao crédito imobiliário. Por esse motivo, a necessidade de profissionais qualificados para trabalhar nesse setor é cada vez maior.
Para atender essa demanda em todo o país, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac, está oferecendo o curso de Transações Imobiliárias a distância. Essa qualificação é ideal para aqueles que possuem horários atípicos para estudar devido à extensa rotina de trabalho.
O curso EAD é voltado a todos que completaram ou estão cursando o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou complementar a formação acadêmica já adquirida, buscando uma melhor colocação na empresa em que trabalha. Ele prepara esses profissionais para a realização de ações de compra e venda, locação, permuta e administração de imóveis. Além disso, a rede de atuação é amplamente diversificada e contém empresas do setor imobiliário, construção civil, urbanizadoras, loteadoras, agentes financeiros, prestadores de serviço, além da atuação como profissional autônomo.
Nesse curso a distância o aluno dispõe de diversos recursos tecnológicos que facilitam a aprendizagem como orientação e acompanhamento online diário e uma aula presencial durante a semana. Além da flexibilidade nos horários de estudo, o aluno tem menor custo com deslocamento e pode conciliar sua vida profissional com essa qualificação.
Segundo a coordenadora do curso Técnico em Transações Imobiliárias EAD, Bibiana Vargas da Silveira, essa qualificação a distância vem atender um mercado que precisa de profissionais bem preparados, porém que precisam de disponibilidade horário, característica da profissão de corretor de imóveis.
“O curso Técnico em Transações Imobiliárias do SENAC EAD possibilita que o aluno adquira todo o conhecimento necessário para ser um profissional diferenciado no mercado imobiliário e para que alcance o sucesso. A carreira de corretor de imóveis é uma excelente escolha para quem gosta de autonomia, pois a remuneração é atrativa e tem a possibilidade de atuar em qualquer lugar do Brasil. Por isso, o corretor de imóveis tem lugar garantido no mercado de trabalho. A possibilidade de exercer a profissão sem restrição de idade é outra vantagem. Porém, como em qualquer área, a profissão exige dedicação e comprometimento aliada ao conhecimento técnico e, neste quesito, o SENAC oferece todo o suporte”, afirma Bibiana.

Painel nazista no Humaitá revolta comunidade judaica

JORNAL ALEF
A comunidade judaica do Rio de Janeiro ficou indignada com o painel colocado no Espaço Sergio Porto, no Humaitá/RJ, com imagens duplicadas do ditador Adolf Hitler e de Heinrich Himmler, líder da SS e ministro do Interior do Terceiro Reich, em revista à tropa. A vereadora Teresa Bergher, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, que esteve pessoalmente no local, foi veemente: "fiquei chocada, estarrecida. Colocar a figura deste monstro na entrada de um centro cultural é um absurdo, ainda mais sendo ele mantido pela Prefeitura". Imediatamente, a parlamentar acionou o secretário de Cultura, Sergio Sá Leitão, que reconheceu que a imagem "é uma aberração". Ficou de retirá-lo imediatamente e pediu desculpas à comunidade judaica.
De acordo com a lei federal 7.716, de 1989, é crime fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilize a cruz suástica ou gamada, para fim de divulgação do nazismo. E a lei municipal 1.425, do mesmo ano, proíbe o uso desse símbolo nazista em panfletos, outdoors e cartazes, entre outros meios de veiculação. Porém, neste caso, a apologia ao nazismo não chegou a se configurar porque a imagem da suástica que aparece na foto original foi apagada. "Mas, se não é ilegal, é uma questão moral e ética", explicou o advogado Guilherme Coutinho, assessor da vereadora.
A obra foi criada pelo grupo de intervenção urbana "Coletivo Gráfico", que assim que justificou: "lamentamos ter ofendido a comunidade judaica, nosso intuito nunca foi o de elevar o nazismo, somos um grupo formado por mulheres, homens, homossexuais, pessoas de várias partes da cidade, nunca levantamos nenhuma bandeira de ofensa a nenhuma comunidade. O intuito foi o de fazer uma analogia à atuação do estado e do município, que se utilizam de violência policial, se colocando em uma posição ditatorial, passando por cima da vontade do povo, se utilizando dos eventos que o Rio está recebendo para fazer uma política higienista e excludente. O Coletivo Gráfico lamenta qualquer má interpretação que sua última intervenção no muro do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto possa ter acarretado. Embora reproduza a imagem de Hitler (na verdade dois Hitlers) passando em revista sua tropa, o trabalho não é uma apologia ao nazismo. Não fomos atrás de uma foto que mostrasse Hitler, mas sim uma tropa. Acabamos optando por aquela. A gente tem consciência de que é uma imagem forte, que tem uma violência implícita. De comum acordo, decidimos pintar o muro de preto e substituir a imagem por outra. Lamentamos porque a polêmica que queríamos levantar era outra, que nada tem a ver com nazismo. Tanto que apagamos a suástica e a substituímos pelos brasões do município e da Prefeitura".
A decisão foi tomada em conjunto com a Secretaria de Cultura e o diretor cultural do Sérgio Porto, Joelson Gusson, que inicialmente afirmou que não poderia simplesmente mandar tirar o painel. "Eu, enquanto diretor artístico, não posso exercer censura prévia ou mesmo mandar tirar a obra agora. A arte é um debate aberto". Mas, em nota oficial, a Secretaria explicou que, diante das reclamações, solicitou aos autores que “refletissem e tomassem uma posição sobre o assunto”. E pediu desculpas aos que se sentiram ofendidos com a obra: “Levou-se em conta que o Espaço Cultural Sérgio Porto é um equipamento cultural público. A exposição isolada daquela imagem, mesmo em uma obra de arte, poderia mesmo, como foi, ser percebida como uma valorização estética do nazismo e da figura de Hitler, o que é inadmissível, em respeito às leis brasileiras e às vítimas do Holocausto”.
A vereadora Teresa Bergher conclui: "Se uma foto de Hitler e Himmler que era usada pelos próprios nazistas como propaganda do regime não é propaganda nazista, eu não sei mais o que pode ser considerado propaganda nazista. Entendo que a arte é o dom de emocionar. Se a arte é usada para ofender, não é arte. Não é questão de censura. É questão de respeitar o direito do outro. Ninguém entendeu aquele painel como uma crítica à polícia. Nem o prefeito, senão, provavelmente, não teria permitido que o colocassem num equipamento municipal... Os responsáveis por este painel sabiam exatamente o que estavam fazendo. Tanto que ocultaram a suástica, o que poderia caracterizar crime. Mas se esqueceram dela na braçadeira de Hitler e Himmler... O objetivo da lei federal é reprimir, sim, qualquer tentativa de propaganda nazista, não simplesmente a divulgação da suástica. Ora, ora..."

terça-feira, 9 de julho de 2013

São os políticos seres alienígenas?


POR JORDI CASTAN


A revista Veja, da qual não sou nem leitor nem assinante, estampa na sua capa desta semana uma pergunta inquietante: “Você concorda que Brasília deveria abandonar a galáxia distante onde está e voltar ao Brasil?”. Imediatamente me veio à mente o filme MIB (Men in Black)  de 1997, protagonizado por Tommy Lee Jones, Will Smith e a encantadora Linda Fiorentino. Depois foram feitas outras versões e já está hoje na terceira.

O filme apresenta a possibilidade, até hoje fantasiosa, de que seres extraterrestres vivessem normalmente aqui na Terra. Depois de ver a capa da "Veja", não me resta nenhuma dúvida de que o filme é premonitório. Os nossos políticos não podem ser seres normais, não podem ser terrenos... ou seria mais correto dizer terráqueos? Não é Brasília que deve voltar à Terra, desde a galáxia distante em que a "Veja" assegura que se encontra. Brasília existe, é real e está no Planalto Central. Eu mesmo já estive lá mais de uma dezena de vezes. Os políticos de Brasília, como em todas as capitais e todos os municípios brasileiros, foram abduzidos por seres de outra galáxia, alienígenas que estão entre nós para destruir a nossa civilização ou o que resta dela.

É impossível imaginar que, enquanto milhões de brasileiros saem às ruas a pedir uma mudança, estes senhores possam estar passeando em jatinhos da FAB, pagos com o nosso dinheiro para assistir jogos de futebol, casamentos, visitar amigos e levando juntos parentes e namoradas. Nos últimos 5 meses foram 65 vezes. Tudo enquanto às portas dos estádios as pessoas enfrentavam a polícia pedindo reformas, protestando contra a corrupção e contra o mau uso do dinheiro público. Dentro dos estádios, alheios a tudo, tinha políticos posando de torcedores.

 A invasão está espalhada por todos lados. Nas assembleias legislativas, importantes projetos de lei outorgam o título de capital da carne, ou da banha, ou do jiló a esta ou aquelacidade. Enquanto isso, a saúde, a educação e a segurança desmoronam, como resultado da má gestão, do gasto exagerado e da própria roubalheira.

Nos municípios do interior, pequenos sátrapas dispõem dos recursos públicos como se fossem próprios, e contratam jardins de inverno, aquários, carros com motorista e quilometragem ilimitada ou qualquer outra bobagem que lhes dê na telha. Tudo ao mesmo tempo que recebem em audiência os representantes da sociedade que defendem a redução do custo do transporte público ou o passe livre. Para ter uma noção de como a situação escapou do controle, entre 2005 e 2012 os municípios brasileiros contrataram mais de 1.500.000 de funcionários e a proporção de funcionários públicos em relação à população cresceu 32% sem que os serviços públicos tenham melhorado. No caso de Joinville, a maior empregadora do município é a Prefeitura, com mais de 11.000 funcionários. Cada dia são necessários mais impostos para pagar os custos de uma máquina que não para de crescer. 

Não me resta qualquer dúvida: os políticos que elegemos não são deste planeta, eles são de outro mundo. Ocupam corpos com aparência de humanos, falam como humanos, se comportam em público como se fossem seres humanos. Mas não o podem ser. É impossível que esta gente seja tão insensível ao sofrimento deste país, que não vejam as filas na madrugada, as escolas interditadas, o patrimônio público deteriorando-se, os professores mal pagos e o aumento descontrolado da criminalidade.

Estes alienígenas devem possuir algum tipo de poder hipnótico que, retransmitido pelas ondas do rádio ou da televisão, fazem que os eleitores deste país sejam acometidos de ataques sorumbáticos e votem nas maléficas urnas eletrônicas, justamente nos candidatos alienígenas. Porque é difícil aceitar que representem um corte da nossa sociedade. Não pode ser que sejamos tão ruins. São uma abdução em massa ou uma invasão extraterrestre. Só isso poderia explicar uma situação como a que vivemos. E é evidente que a nave mãe que os trouxe não quer levá-los de volta.

Nova modalidade de condomínios atrai clientes



Uma nova modalidade de condomínios surge em grandes cidades. O serviço pay per use (em inglês, pague pelo que usar) está sendo muito procurado por aqueles que têm uma vida agitada e precisa de facilidades durante o dia-a-dia.
O perfil do comprador desse tipo de empreendimento é bem variado, são executivos, casais, jovens e até pessoas da terceira idade. Para aqueles que buscam por facilidades, esses serviços pagos a parte, são um diferencial muito importante.

São muitos os serviços oferecidos: lavagem de carro, passeador de cachorros, motoboy, personal trainer, massagem, serviço de cabeleireiro e manicure, e professores particulares.

São serviços bem específicos que ajudam muito as pessoas em seu dia a dia, e agradam por não ter impacto sobre a mensalidade do condomínio, já que são cobrados de acordo com o uso individual.

Graças ao grande número de casais que se separam e precisam procurar uma nova moradia, e aos idosos que precisam de serviços especiais com segurança e conforto, a tendência é a oferta de apartamentos de até 100 metros quadrados em condomínios que oferecem o serviço pay per use.

Os imóveis em Santos e outras cidades litorâneas que oferecem esse tipo de serviço também estão sendo muito procurados. Muitos dos compradores usam esses imóveis para passar os finais de semana e feriados e é muito bom ter dentro do condomínio todo o conforto que precisam.

Por: Jéssica Jesus