quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Advogados acusam procurador-geral de traficar balas juquinha


HUMOR


The i-piauí Herald

BAR SUPREMO – A participação do procurador-geral da República no lanche dos ministros do STF, durante o intervalo do julgamento do mensalão, abriu uma crise no Supremo. “Não podemos conversar. Outro dia eu queria saber quanto estava o jogo do Brasil e qual era o resultado da raspadinha, mas com o Gurgel ali não tinha condições”, confessou um ministro, fazendo beiço.
O apetite do procurador-geral durante o lanche tem causado vários constrangimentos. “Ontem ele roubou a minha bisnaguinha”, protestou o ministro Cezar Peluso. “Gurgel tem um apetite voraz. Passou a mão na minha batida de groselha com leite e encheu os bolsos de queijadinha”, disse o ministro Marco Aurélio Melo.

 
O procurador-geral da República foi acusado de ingerir alimentos não contabilizados no lanche frugal que faz 
entre uma defesa e outra no julgamento do mensalão
.

Os advogados de defesa encaminharam um protesto formal ao presidente do STF, questionando as regalias do procurador. “Ele fica sentado o tempo todo ao lado do presidente da Corte, com a barriga cheia. Nós temos que falar em pé, só com água. E água nacional!”, exaltou-se Márcio Thomaz Bastos, brandindo seu lencinho.
“Ontem tive que trazer uma marmita”, reclamou Antonio Claudio Mariz de Oliveira. “O Kakay tinha prometido trazer quentinhas com lagosta do Piantella, mas deu o cano”, completou.
“É muito duro, enquanto o Gurgel se refestela com os ministros na sala de alimentação, nós temos que sair do prédio pra comprar maria-mole e paçoca na tia do carrinho”, protestou José Carlos de Oliveira, que defende José Dirceu.
A reportagem do piauí Herald apurou que a defesa está disposta a pedir a anulação do julgamento. Suspeita-se que Gurgel esteja subornando os ministros durante a sessão com a distribuição de balas juquinha por baixo da mesa.

POLÍTICA E ECONOMIA



Plínio Zabeu
O Brasil vive um momento difícil. Um surto de progresso teve inicio em 1996 (período FHC) a partir do controle inflacionário, criação de nova moeda, instituição da responsabilidade fiscal, manutenção de câmbio flutuante, ótimos resultados das privatizações.
Tudo seguido pelo sucessor, que  passou a contar também com um progresso econômico mundial que não acontecia desde 1970. O  país foi crescendo e se tornando uma das maiores economias do mundo.
Mas algo aconteceu em 2008. Fruto de más condutas governamentais principalmente no governo Bush teve inicio a derrocada americana contaminando o resto do mundo. Desastre que persiste apesar dos esforços de todos os países. O Brasil estava numa situação de segurança,  mas como vivemos em um mundo globalizado, agora   sofremos  as  conseqüências. Ainda crescemos, mas muito aquém do necessário.  Os economistas divergem sobre expectativas, o ministro da fazenda promete que tudo se resolverá até o final do ano,  mas na realidade o que assistimos traz sérias preocupações.
Falta dinheiro apesar dos altos impostos.  Os gastos governamentais aumentam e a produção vai decrescendo.  E, para completar o desastre eis que  setores importantíssimos do funcionalismo público entram em greve com sérios prejuízos para todos.
Então chegou o momento de ação mais firme por parte da presidente Dilma. Ela, que já vinha se distanciando do método lulista de governar, terá que fazer  mudanças sérias e deixar de lado os “afagos” políticos.  O maior passo a ser dado será o das privatizações, tão criticadas e condenadas pelos petistas. Tudo será feito sob controle rigoroso e cobrança de resultados.
Quanto aos grevistas a presidente tem mostrado que pode sim controlar a situação não cedendo, como fez o antecessor,  às vontades dos sindicalistas.  Vamos esperar que ela consiga realmente controlar a situação que não é nada boa.

INVERSÃO DE VALORES



Ruth Esteves
A título de curiosidade, chama a atenção o aumento de salário registrado para o
presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
É qualquer coisa de fabuloso! Deixa na rabeira o salário da maioria dos dirigentes de empresas
nacionais e estrangeiras, com muitos cursos e doutorados. Conforme foi anunciado, o novo presidente da CBF, José Maria Marin, teve aumentado o seu salário de 90 mil para 160 mil. Maior que o dele só o de Nymar e alguns técnicosde futebol.
Deve ser por isso que o ex presidente Ricardo Teixeira não queria largar o osso! E enquanto isto, os salários dos professores continua na mesma.
É ou não é inversão de valores.
(1) Foto: José Maria Marin, rico ri atoa

IMPORTANDO O PERIGO



Ralph J. Hofmann
Recentemente fomos informados triunfalmente de que a montadora chinesa Auto China, produtora do Chery estaria lançando o carro mais barato do Brasil.
Sabemos que na China os padrões controle de poluição são interpretados de maneira algo liberal. Ou seja, os fabricantes chineses tentam ver até onde chegam ao descumprir certas normas de países onde  vendem seus produtos.
Esta semana o governo australiano, através de sua autoridade de proteção ao consumidor exigiu que o distribuidor da Chaery recolhesse 23.000 carros da linha.
Tinham sido produzidos com gaxetas do motor e do sistema de exaustão que contém amianto, material abandonado há anos nestes componentes nos países desenvolvidos.
A Austrália tem uma proibição sem exceção de qualquer produto contendo amianto. Nos casos em que operários trabalham em materiais com amianto os regulamentos sobre roupa protetora são bastante rigorosos e as instruções de manuseio exigem cursos especiais de uma natureza e nível impossível para mecânicos ou consumidores que desejem fazer a manutenção de seus carros
Lembro que o amianto causa problemas pulmonares semelhantes à silicose que afeta mineiros que não usam roupas e respiradores especiais de proteção.
O Brasil é um dos últimos países a utilizar tanques de água de amianto assim como telhas.

POBRES ADVOGADOS



Magu
Ultimamente, com esse teatro do mensalão (Ação Penal nº 470 é o escambau), temos visto várias manifestações em textos no nosso jornal. Vamos então incluir mais um, este um texto mais sério. A redatora Martha Mendonça, da revista Época (1), produz um artigo muito interessante:
“A defensoria Pública da União dá assistência jurídica a quem não pode pagar. Mas sofre com a falta de quadros, estrutura e autonomia.
O paraibano Serafim Simeão, de 71 anos (foto), é o oitavo de 20 irmãos. Migrou para o Rio de Janeiro há 50 anos. Fez bicos, trabalhou numa cooperativa de táxis e, depois de sofrer oito assaltos, passou a atuar como pedreiro. Há cinco anos, sofreu um derrame, que lhe deixou seqüelas em todo o lado esquerdo do corpo. Simeão caminha mancando. Um dos braços não lhe obedece. Viúvo, mora numa casa alugada em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Quando foi atrás de sua aposentadoria, descobriu várias irregularidades em suas contribuições. Por isso, não teria direito a um benefício. Impedido de trabalhar, não sabia como pagar suas contas. Num dos postos do INSS, um porteiro sugeriu que ele procurasse um lugar de nome “complicado”: a Defensoria Pública da União, perto do mercado popular da Uruguaiana, um dos formigueiros humanos do centro do Rio de Janeiro. Simeão pegou dois ônibus para chegar até lá. Decisão acertada. Depois de receber assessoria jurídica da DPU, há quase um ano ele recebe seu benefício. Seu caso foi coberto pela Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), que permite a pessoas carentes ter direito a um benefício assistencial. Ele agora ganha um salário mínimo – R$ 622. Pouco, se comparado a seus gastos: R$ 200 de aluguel e contas gerais, mais pelo menos R$ 80 de remédios para pressão e colesterol todo mês. Fora a comida.
Uma das cinco filhas o ajuda quando pode. A história de Serafim Simeão é semelhante à de muitos outros brasileiros que, no momento de se aposentar, deparam com problemas de contribuição ou com a própria burocracia. A atuação das Defensorias Públicas da União tem sido sinônimo de sobrevivência na vida de gente como ele. Mas esse órgão, cuja missão é representar o cidadão em ações contra a União, ao oferecer assessoria jurídica a brasileiros carentes, precisa de advogados. Em suas sedes, espalhadas pelas capitais e por algumas outras poucas cidades, a DPU tem estrutura muito aquém de sua importância. O corpo de defensores é considerado pequeno demais: 474 para todo o território nacional. Do outro lado da mesa, defendendo os interesses – também legítimos – da União, a Advocacia-Geral da União (AGU) conta com a ação de quase 7.970 advogados.”
Não é o fim da picada? O desgoverno do glorioso partido™ se preocupa com as infindáveis “malfeitorias” (a palavra não é minha, é da nossa “presidenta”) que produz, e para isso tem um corpo expressivo de defensores. Já a população está quase ao Deus Dará, a mostrar que os petistas se preocupam, e muito, com a população desvalida. E essa população percebe esses acontecimentos? A pergunta é “despicienda…”
(1) leia mais Pobres advogados

Por que Corretores de Imóveis novatos costumam falhar?



Muitos amigos corretores de imóveis e seguidores do BlogMarketing e Publicidade Imobiliária  tem me perguntado o que fazer para ter sucesso na carreira e vender mais, então fiz uma pesquisa no meu material de vendas da época em que eu trabalhava na Enciclopédia Barsa e achei um texto muito interessante de Brian Azar, consultor norte-americano

Cerca de 4 em cada 5 profissionais de vendas falham no primeiro ano, a grande maioria entre o terceiro e o quarto mês. Estas são as dez principais razões desse insucesso, segundo Brian Azar:

Para os amadores, vender parece pedir esmola

Eles falham ao não ver o valor do trabalho que realizam. Acham que estão “pedindo por favor” para que as pessoas comprem ou façam negócio com eles, em vez de entender que estão resolvendo problemas, ajudando-as a atingirem seus objetivos e viverem melhor.

Falam demais

Existe uma visão estereotipada do vendedor bem-falante e manipulador, em vez de alguém que faz perguntas para levantar necessidades e que ouve as respostas com muita atenção. Não entendem que, se ficarem quietos, os próprios clientes dirão como querem ser “vendidos”.

Vendem o que querem vender

O cliente tem de comprar o que deseja. De novo, o segredo está em saber escutar. As pessoas não gostam que lhes vendam algo, mas adoram comprar.

Respondem a perguntas que não foram feitas

Plantam objeções na mente dos prospects, dizendo coisas estúpidas como: “Nosso preço é mais caro do que o da concorrência, mas isso é porque...” - antes que o cliente abra a boca. Quem disse que ele achou caro? Aí começa todo um discurso tentando provar o seu ponto, quando na verdade estão dando munição para o cliente começar a ter dúvidas – e ele acaba não comprando. Então o vendedor diz para o gerente: “Não adianta. Não consigo vender porque estamos muito mais caros do que a concorrência”.

Não qualificam o orçamento do cliente

Vendedores iniciantes têm medo de fazer perguntas sobre dinheiro. Como resultado, tentam vender itens caros para quem não tem condições de pagar e acabam vendendo itens baratos para quem poderia pagar muito mais se soubesse que existe o “top de linha”. Nunca assuma nada. Pergunte algo como: “E quanto você imaginava investir neste...?”. Você não precisa aceitar a resposta como se ela fosse “imexível” (sempre existe um pouco de espaço para manobrar), mas pelo menos agora você tem uma idéia de onde começar.

Não sabem quando parar

A persistência é uma qualidade que todo vendedor deve ter, mas você tem de saber quando fazer uma retirada estratégica. Alguns iniciantes perdem tanto tempo chateando prospects sem perspectiva, que acabam perdendo oportunidades valiosas de servir a alguém que já está querendo comprar.

Falham ao não tentar fechar já no início da venda

Iniciantes tendem a fazer demonstrações de meia hora para pessoas que só fizeram uma pergunta e não têm o mínimo de interesse em comprar. Seria melhor ter feito duas ou três perguntas iniciais para qualificar o prospect e depois decidir que caminho tomar. Isso economiza tempo e energia para dar um show quando o prospect realmente estiver interessado em comprar. Iniciantes têm medo das tentativas de fechamento, por isso acabam desperdiçando tempo e dinheiro.

Gastam tempo demais ficando amigos dos prospects

Estabelecer um relacionamento é importante, mas não esqueça do que viemos fazer aqui – vender. Comece batendo papo, mas depois siga em frente. Você não está ali para aumentar o seu círculo de amizades, mas sim para vender. Embora, felizmente, as duas coisas não sejam excludentes (às vezes, dá para ter as duas coisas ao mesmo tempo), na dúvida não esqueça de que os seus “novos amigos” não vão lhe ajudar a pagar as contas no final do mês. Seu foco deve ser vender.

Têm medo de ouvir um “não”

Iniciantes preferem mil vezes ouvir um “vou pensar” do que um “não”. Parecem não conseguir entender que, no fundo, as duas frases querem dizer a mesma coisa. Se a resposta é “não”, é melhor ouvi-la agora e não gostar mais tempo e energia com um prospect que não vai comprar. Assim, você vai ficar livre para dar atenção e fazer follow-up de prospects que estejam realmente interessados. Vamos encarar os fatos: você precisa ouvir muitos “nãos” se quiser ter sucesso em vendas. Vender é uma questão de números: cada vez que você ouve um “não”, fica mais perto de um “sim”.

Não têm um sistema

Com os novatos é o método lusitano de tentativa e erro. Em vez de ter um approach sistemático (modo particular de lidar com a situação), vendedores iniciantes tendem a improvisar. No fim, não têm o mínimo controle sobre o resultado de suas vendas. Não conseguem duplicar seu sucesso de uma venda para outra e, quando ouvem um “não”, não sabem por que (nem como evitar da próxima vez). Aí acham que tiveram “sorte”, quando finalmente tiram um pedido.

Preços de automóveis nos EUA são, no mínimo, a metade Levantamento feito por VEJA mostra que preços de veículos importados vendidos no Brasil beiram, de fato, o ridículo



Divulgação
Jeep Grand Cherookee
Jeep Grand Cherokee: matéria da Forbes considerou 'ridículo' o valor do veículo no Brasil
São Paulo - Na semana passada, o artigo “O ridículo Jeep Grand Cherokee de 80 mil dólares do Brasil”, da revista Forbes, chamou a atenção para um fato que, há tempos, incomoda o consumidor brasileiro: a absurda discrepância de preço entre veículos vendidos no exterior e no país.
O autor da matéria – Kenneth Rapoza, especializado na cobertura de países emergentes – chamou a atenção para o preço de um Jeep, que é 220% mais caro no Brasil que nos Estados Unidos. Ele pouco se ateve aos impostos que incidem sobre os importados no mercado doméstico – os quais, inclusive, tiveram sua alíquota aumentada no ano passado para conter a suposta invasão de veículos produzidos, sobretudo, na China e Coreia do Sul.
Preferiu criticar o consumidor brasileiro por aceitar pagar este preço. O jornalista também ironizou o fato de as classes mais abastadas comprarem determinados modelos no Brasil como se fossem luxuosos, sendo que, em seus países de origem, muitos deles são populares.
Nesta terça-feira, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) rebateu a reportagem. De acordo com a entidade, um automóvel fica três vezes mais caro no mercado interno graças à incidência de 35% de Imposto de Importação, 3% de despesas aduaneiras, 54% de ICMS e PIS/Cofins e 55% de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A margem das importadoras seria de 'apenas' 7,5% e das concessionárias, de 10%, segundo a Abeiva.
Levantamento feito pela reportagem do site de VEJA mostra que a diferença de preço verificada pelo jornalista no caso da Jeep Grand Cherokee não é um fato isolado. O Jaguar XF V8, por exemplo, é 225% mais caro nas concessionárias de São Paulo e do Rio de Janeiro que os valores praticados no varejo americano. Já o preço do Posche Cayenne S é 185% maior.
O termômetro do ridículo
Confira os preços de alguns veículos no Brasil e nos EUA (em reais):

Modelo

Estados Unidos

Brasil

Variação

Jaguar XF V8R$ 122.370R$398.000225%
Cayenne SR$ 133.000R$379.000185%
Hyundai ix35 2,0L 16vR$ 38.880R$ 83.600115%
Mercedes-Benz Classe C 250R$ 71.400R$ 150.600111%
Range Rover EvoqueR$ 88.870 R$ 177.500100%
Audi A3R$ 55.000R$ 106.80094%