quarta-feira, 16 de abril de 2014

Investidor que denunciou Dilma e Mantega pede que MPF obrigue CVM a punir a União por lesar Eletrobras


Posted: 15 Apr 2014 07:08 AM PDT

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Acionado nesta segunda-feira por uma representação do investidor minoritário Romano Allegro, o Ministério Público Federal tem todos os argumentos técnicos para solicitar à Justiça Federal que impeça um prejuízo estimado em pelo menos R$ 17 bilhões à Eletrobras e seus acionistas. Romano pede ao MPF que entre com ação judicial contra União Federal, na qualidade de acionista controladora da Eletrobras, pelo descumprimento do art. 115, § 1º, da Lei 6.404/76 - a Lei das S.A..

Romano Allegro foi o mesmo investidor minoritário que pediu ao MPF que responsabilize Dilma Rousseff e Guido Mantega, como ex e atual presidentes do Conselho de Administração da Petrobras, pelos prejuízos causados na compra da refinaria Pasadena. Se a Procuradoria Geral da República tiver coragem de aceitar a denúncia, e acionar o Supremo Tribunal Federal, Dilma corre risco de sofrer impeachment. O Procurador Rodrigo Janot está em uma sinuca de bico político-jurídica.

Agora, o investidor denuncia que o governo votou em situação de conflito de interesses no tocante à renovação das concessões deliberada na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 3 de dezembro de 2012 – que tem tudo para ser anulada. Investidores reclamaram e as instâncias técnicas da Comissão de Valores Mobiliários entenderam que ela não poderia ter proferido voto em assembleia geral extraordinária realizada pela Eletrobras, que gerou uma redução substancial na indenização devida pela própria União à companhia. “Houve um claro conflito de interesses, bem como um benefício particular à própria União”.

O MPF tem campo aberto para agir porque a União já é alvo de um Processo Sancionador promovido pela Comissão de Valores Mobiliários, autarquia do Ministério da Fazenda que fiscaliza o marcado de capitais no Brasil. A CVM decidiu que a União feriu o dispositivo que estabelece que o acionista não poderá votar nas deliberações das assembleias “que puderem beneficiá-lo de modo particular, ou em que tiver interesse conflitante com o da companhia”. Só que o governo fez a indecorosa proposta de cancelar o caso, firmando um por meio do qual se compromete a “realizar um evento com o tema central do interesse do mercado de capitais e da economia brasileira como um todo a ser oportunamente acordado com a CVM”.

O investidor Romano Allegro pede ao MPF que impeça tal manobra: “A proposta formulada é um verdadeiro despropósito (para se dizer o mínimo). Chega a ser ofensivo à relevância do mercado de capitas brasileiro que a União se proponha a resolver a questão (que é de grande relevância e gerou um prejuízo bilionário à Eletrobras e a seus acionistas minoritários) por meio da realização de um simples “evento”. Na realidade, o processo em tramitação na CVM é um grande divisor de águas para que se estabeleça um mercado de capitais efetivamente sério e a serviço do desenvolvimento do país. Assim, a questão demanda a atuação imediata desse MPF para impedir a consolidação de danos irreversíveis e irreparáveis ao patrimônio das sociedades de economia mista envolvidas e ao próprio funcionamento do mercado de capitais brasileiro”.

Romano insiste, legalmente, porque a CVM não pode aceitar o acordo proposto pelo governo federal: “A proposta apresentada não atende à exigência do inciso I, do §5º, da Lei 6.385/1976 (aptidão da obrigação estabelecida no termo para cessar a prática de atividades ou atos considerados ilícitos pela Comissão de Valores Mobiliários). Afinal, a mera realização de um evento não atinge a finalidade do inciso I (cessar a prática ilícita). A realização do evento não é apta a fazer cessar a atuação irregular da União, ao atuar na condição de controladora de sociedade de economia mista".

Romano Alegro insiste ao MPF que, da forma como proposto, o termo de compromisso até mesmo viola o princípio da moralidade: “Não se presta a qualquer medida de desestímulo, mas verdadeiramente estimula a União a manter indefinidamente a conduta ilegal que é objeto do processo administrativo. Afinal, se atuar de forma contrária ao estabelecido em lei no futuro, bastará à União realizar um novo evento ou curso e, assim, resolver a questão sem qualquer aplicação de penalidade e sem a reparação dos significativos prejuízos que forem causados”.

Na tese de Romano, se o MPF e a Justiça agirem, é grande a chance de que seja anulada a Assembleia da Eletrobras em que o voto da União causou prejuízos bilionários à empresa e aos investidores: “No caso, era claro o interesse conflitante da União. Ao mesmo tempo em que é a controladora da Eletrobras (e, portanto, de suas controladas – CHESF, Eletronorte, Eletrosul etc.), é a responsável por arcar com a indenização devida pelos bens não amortizados. Assim, teria um benefício muito particular caso a indenização pelos bens não amortizados fosse a mais baixa possível. A decisão tomada pela Eletrobras, com a votação da União, implicava inclusive a renúncia de direitos por parte da companhia, conforme previsto no art. 11, § 4º, da MP 579. Tal circunstância demandava ainda maior isenção e cautela na decisão que viesse a ser tomada”.

Eletrizante

O pedido do investidor minoritário tem tudo para ser acatado pelo MPF, que já acompanha, criticamente, as besteiras do governo no setor elétrico.

O procurador da República no Distrito Federal, Paulo José Rocha Júnior, já recomendou ao Ministério de Minas e Energia (MME) e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mais transparência na divulgação de dados e informações a respeito dos processos de renovação das concessões do setor elétrico:

"A decisão do administrador, nesse caso, não se funda em critérios de conveniência e oportunidade, mas sim na realização de pareceres, laudos, relatórios e estudos que revelem a melhor escolha e demonstrem capacidade técnica, econômica e jurídica da solução".

O procurador lembrou que tanto o MME como a Aneel já foram advertidas pelo Tribunal de Contas da União sobre a metodologia de renovação das concessões do setor elétrico, mas não atendeu às determinações do órgão de controle...

Dia das Feras


Tio Sam na jogada

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos da América está solicitando à Justiça Federal do Brasil o envio de informações sobre o processo do Banestado.

Curiosamente, um dos pivôs daquele escândalo de lavagem internacional de dinheiro, foi o doleiro Alberto Youssef – que está com o nome sujo agora na Operação Lava Jato.

O EUA colaboraram, ativamente, no caso do Banestado, e, agora, desejam uma “reciprocidade” no que pode ser uma grande investigação sobre lavagem de grana para financiar narcotráfico e terrorismo, a partir do esquema de corrupção bilionário montado no Brasil.

Mensalão forever

A Operação Lava-Jato foi inaugurada com prisão do empresário André Santos, em dezembro de 2013, com US$ 289 mil e R$ 13.950 escondido nas meias.

Santos é réu em ação na qual é acusado de fazer parte do braço financeiro de uma quadrilha de libaneses especializada em contrabandear produtos do Paraguai, operando um esquema de lavagem.

Entre os presos está Enivaldo Quadrado, ex-sócio da corretora Bônus-Banval, já condenado por envolvimento no escândalo do mensalão a cumprir penas alternativas.

Basta de Capimunismo!

A Operação Lava Jato, que investiga um esquema de lavagem de R$ 10 bilhões em dinheiro público obtido por corrupção, é um dos mais escrotos exemplos de aparelhamento da máquina estatal pela governança política do crime organizado.

O escândalo mexe com dezenas de políticos, várias empreiteiras de obras e prestação de serviços patrocinadoras de mensalões, doleiros inescrupulosos e até traficantes de drogas e armas – beneficiários diretos da lavagem de grana roubada do setor público.

Por isso, é preciso que a maioria do eleitorado tome vergonha na cara e promova um verdadeiro “lava jato” contra os chefões da República Sindicalista do Brazil – que funciona no sistema Capimunista, com os males do capitalismo selvagem e as ineficiências gerenciais do falso comuno-socialismo, enriquecendo uma minoria de privilegiados sindicalistas de resultados e seus comparsas em negociatas.

Tirando o time


Lava Jato na Petrobras

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e seu parceiro de negócios, o doleiro Alberto Youssef, serão transferidos para o Presídio de Segurança Máxima de Catanduvas, no Paraná, onde tendem a continuar presos, após serem transformados em réus no processo da Operação Lava Jato.

Na esperança da petralhada, Paulo Costa terá de repetir o mesmo comportamento do publicitário Marcos Valério, no escândalo do Mensalão, assumindo a maior parte das broncas sem dedurar seus “sócios” e beneficiários nas negociatas em licitações e superfaturamentos em obras e serviços na Petrobras.

Mas maior temor de muitos petralhas e de 47 parlamentares é que o doleiro Alberto Youssef dedure todo mundo, a exemplo do que fez, no começo do milênio, no processo sobre o Escândalo do Banestado, em troca de uma “delação premiada”.

Lava Jato do tráfico

O juiz federal Sérgio Moro deve manter a prisão de pelo menos 15 dos quase 30 indiciados na Operação Lava Jato pelos crimes de evasão de divisas, manutenção de contas não declaradas no exterior, operações não autorizadas pelo sistema de câmbio, desvio de recursos públicos, fraudes em licitações, corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha.

O crime de financiamento ao tráfico de drogas deve ser imputado aos quatro doleiros presos na operação.

O alvo mais evidente é Carlos Habib Chater, de Brasília, que foi flagrado financiando traficantes.

Novas revelações

A Operação Lava Jato tem tudo para produzir novos estragos para figuras chaves do PT – algumas até que andam meio fora de cena.

O medo agora é que, em meio a documentos e computadores apreendidos na Petrobras, surja o nome de Antônio Palocci Filho, ex-ministro da Fazenda de Lula e ex-chefe da Casa Civil de Dilma.

A cúpula petista já teme que, além do já queimado deputado federal André Vargas, as investigações da Polícia Federal também apontem ligações de negócios entre Palocci e o doleiro Alberto Youssef – que tinha como parceiro Paulo Roberto Costa – ex-diretor de Abastecimento da Petrobras.

Em busca do "Acordão"...


Fabricação de bodes expiatórios

Ficou clara ontem qual a tática da Presidenta Dilma Rousseff para não deixar colar em si os escândalos na Petrobrás: apostar na fabricação de bodes expiatórios, que serão sacrificados judicialmente, para que o governo petista saia preservado.

A fala da presidenta no lançamento do lançamento do navio Dragões do Mar, da Transpetro, no Estaleiro Atlântico Sul em Ipojuca, Pernambuco, deixou tal movimento de perder os anéis para salvar a mão:

“Como presidenta, mas sobretudo como brasileira, eu defenderei em qualquer circunstância e com todas as minhas forças a Petrobras. Não transigirei em combater qualquer ação criminosa, tráfico de influência, ou ilícito de qualquer espécie. Nós, por determinação, estamos aqui nos comprometendo a cada dia que passa que o que tiver que ser apurado, vai ser apurado com o máximo de rigor. O que tiver que ser punido, vai ser punido também com o máximo de rigor. É importante que vocês saibam que a auditoria da Petrobras, junto com seu programa de prevenção à corrupção são as condições e os mecanismos mais eficazes de controle e fiscalização internos. E que os órgão de controle e fiscalização do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Polícia Federal e da Controladoria Geral da União são órgãos do governo federal que estarão sempre atentos a fiscalização e ao controle interno”.

Desvia o foco para o Eike...

Não que ele nem tenha feito por merecer, mas a máquina de propaganda do Palhaço do Planalto escalou seus jornalões amestrados para cair de pau em cima de Eike Batista, aproveitando a ira de investidores lesados, para desviar o foco do noticiário negativo sobre o governo, a Petrobras e, por extensão, a candidata Dilma.

Agora, os grandes jornais – que ficaram durante longo tempo blindando Eike – revelam que investidores minoritários da petroleira OGpar (ex-OGX) vão recorrer ao Ministério Público Federal, em São Paulo, para se queixar de Eike e de Edemir Pinto, presidente da Bolsa de Valores de São Paulo.

A BM&F Bovespa entra no rolo, na visão dos acionistas minoritários, por ter falhado nos procedimentos especiais quando a negociação envolve “quantidade de ações ou direitos sensivelmente superior à média diária negociada nos últimos pregões, ou qualquer bloco substancial, mesmo que a negociação não envolva transferência de controle”.

Enquadramento

Os minoritários pedirão ao MPF que Eike e Edemir Pinto, na qualidade de presidente da Bovespa, sejam enquadrados no artigo sexto da Lei 7.492/86.

A norma que caracteriza como crime financeiro a indução ao erro de sócio ou investidor, devido à sonegação de informação.

Em caso de condenação, a pena é de dois a seis anos de reclusão, além de multa.

A Jogada

A principal bronca contra Eike é a omissão da identidade de Eike Batista enquanto ele vendia ações da ex-OGX durante negociações na Bovespa entre 24 de maio e 10 de junho de 2013.

O empresário só informou oficialmente ao mercado que estava se desfazendo dos papéis em 10 de junho daquele ano, derrubando a cotação em 9% naquele dia.

Os minoritários, reunidos na recém-criada Associação de Proteção aos Acionistas Minoritários, alegam que Eike cometeu infração da instrução normativa 168 da Comissão de Valores Mobiliários ao não revelar sua identidade previamente e que a Bovespa falhou em não fazer leilão nem identificar o vendedor dos lotes de ações vendidos pelo empresário.

Lucrou alto

O investidor Aurélio Valporto denuncia que, no período de 24 de maio a 10 de junho de 2013, Eike embolsou R$ 152,5 milhões com a venda de 92,5 milhões de ações da petroleira.

O bilionário X seguiu vendendo papéis, com a identidade já revelada, até 3 de setembro de 2013.

No total, Eike se desfez de 353,6 milhões de papéis, embolsando R$ 308,4 milhões.

Saindo da Deputância...


Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 15 de Abril de 2014.

AMAPÁ


Magu


Os leitores talvez conheçam esse lugar. Ao menos, pelo nome. Sim, é aquele Estado do Brasil (desde 1991 deixou de ser Território)) que emprestou o nome para que o honorável Sir Ney disputasse a senatoria, pois no Maranhão, o Estado onde ele realmente mora, já não tinha mais chance, mas que a população esperta continua elegendo os parentes…

data=VLHX1wd2Cgu8wR6jwyh-km8JBWAkEzU4,svHxDdcswCDOxoxFBLVp6Ms4DAB7lGJcesQ6KNj_Y0y460S0FHx0eLhKgUMHNJtzmd1hnQEA6v-UNZiK5EZlBOwMKqbzpJ2gMYDA76knJ0PQHYmrMhJx3WbWVaF5a-RS6CdKD-yxre94fivtA5_S0zR4etrf1uwvtlM-jEU3Ank-5leXd
Anteontem a tv me deu duas boas notícias, e mostro as manchetes, que também são os links para as matérias.
Caceta, o lugar aí parece ser muito fodão, não é?

Governo do AP tem conta bloqueada por suspeita de fraude em licitação

- Justiça bloqueia bens de 21 dos 24 deputados do Amapá


É PIADA!


Magu


imagesO Estadão publicou ontem, com destaque, a última piada da presidente. Por que estão surpresos? Como presidente, Dilma é ótima humorista. Vejam a manchete:

Dilma garante rigor na apuração que envolve a Petrobras

Caceta, eu disse que era para rir? Pois é, a tática petralha é sempre a mesma. A melhor defesa é o ataque. Foi o que ela fez. Os Idiotas da Subjetividade sempre vão acreditar no discurso. Lembram que no mensalão o emprenhador de galegas disse que não sabia de nada, que tinha sido traido? Então, a cambada acreditou…

A matéria, de Beatriz Bulla e Gabriela Lara, da agência Estado, começa assim: A presidente Dilma Rousseff saiu nesta segunda-feira, 14,em defesa da Petrobras, garantiu a apuração “com o máximo de rigor” de denúncias envolvendo a empresa e disse que a estatal, ao longo da história, resistiu bravamente às “tentativas de desvirtuá-la, reduzi-la e privatizá-la”. “A Petrobras jamais vai se confundir com qualquer malfeito, com corrupção ou qualquer ação indevida de quaisquer pessoas, das mais graduadas às menos graduadas”

O negrito é meu. Leiam a íntegra em RIGOR NA APURAÇÃO

terça-feira, 15 de abril de 2014

SBT cede à patrulha e corta as opiniões de Sheherazade. Na TV aberta brasileira, pode mostrar o traseiro e o bilau; pode transformar o vocabulário numa latrina; só não pode dar uma opinião contrária às da milícias do PSOL, do PCdoB, do PT e dos autoritários e imbecis de maneira geral


Posted: 15 Apr 2014 09:19 AM PDT

Do blog do Reinaldo Azevedo

Sheherazade: SBT cede à patrulha dos autoritários e cassa as opiniões da jornalista
Sheherazade: SBT cede à patrulha dos autoritários e cassa as opiniões da jornalista
O SBT cedeu à pressão, ao alarido e à gritaria dos censores em tempos democráticos e decidiu proibir os comentários da jornalista Rachel Sheherazade. Os autoritários, os imbecis e os esquerdopatas estão felizes. São, ademais, mentirosos porque fingem uma indignação que não têm para alimentar os preconceitos que têm. Na origem da polêmica, está um comentário que Sheherazade fez no ar quando um jovem assaltante foi detido por moradores e atado a um poste. Já escrevi um post a respeito no dia 10 de fevereiro. Embora eu não endosse o comentário da jornalista, É UMA MENTIRA ESCANDALOSA QUE ELA TENHA APOIADO AQUELE TIPO DE TRATAMENTO.

Ela disse outra coisa. Afirmou que, numa sociedade em que o Estado é omisso em que a violência se dissemina, é “compreensível” aquela atuação da população. Dias depois, diga-se, o rapaz foi detido novamente por suas vítimas habituais. Para não apanhar, começou a gritar: “Eu sou o do poste. Sabe com quem está falando”. Ele sabia que os cretinos deslumbrados o tinham tornado uma celebridade.
Certamente haverá um bando de tontos, inclusive no meio jornalístico, aplaudindo a decisão, sem se dar conta de que está botando a própria cabeça na guilhotina. É mentira que Sheherazade esteja sendo punida por aquela opinião. Ela está sendo calada porque não emite, na TV, ponto de vista consideradas consensuais; porque não lustra os preconceitos politicamente corretos que tomam conta da TV aberta; porque não segue, enfim, a manada.
Vocês já se deram conta do vocabulário que se tornou usual nas TVs brasileiras — sem exceção — a partir das 21h? Temas de relativa complexidade moral — de dilemas éticos à questão da sexualidade — são levados em cena aberta, e é certo que há crianças do outro lado da tela, não é? Ah, mas em matéria se sexualidade, de formação familiar, de consumo de drogas, de desassombro vocabular, mesmo quando, reitero, há crianças envolvidas inclusive nas cenas, aí somos todos libertários; aí ninguém quer correr o risco de parecer reacionário; aí a mãe pode levar o filho para o ambiente em que mantém flertes lésbicos. Afinal, o que é que tem? Lesbianismo é comum.
E não serei eu aqui a dizer que seja incomum, não é? Não estou defendendo censura nenhuma, antes que algum bobalhão leia que o que não está escrito. Eu já disse que não brigo com TVs, com programas de humor na Internet, com nada disso. Defendo apenas que se desligue a TV e que não se veja o tal programa. E pronto!  Mas sigamos. Aprendi, dada a educação moral e cívica ora em  vigência, que um gay esmagado pelo pai pode sequestrar e jogar uma criança no lixo, tentar matar uma pessoa, financiar o sequestro dessa mesma criança; chantagear, extorquir, fazer o diabo. Se ele descobrir o amor verdadeiro e se isso significar a adesão da maior emissora do país a uma causa “progressista”, tudo vale a pena. O bandido merece perdão. Já a bandida heterossexual morre eletrocutada numa cerca para deixar de ser safada. O pai homofóbico termina seus dias babando e dependendo daquele a quem tanto hostilizou. Quem mandou ser tão malvado e, em certa medida, literalmente cego de heterossexualismo e machismo? E não duvido que muitas mulheres tenham achado “liiinda” a novela misógina. O Brasil está ficando burro.
Essa mesma televisão, no entanto, não pode comportar as opiniões de Raquel Sheherazade. Quais opiniões? Aquela de que é “compreensível” que a população se revolte e decida fazer justiça. Não! Ninguém nem está ligado pra isso. O problema são as outras opiniões que ela tem. Se há manifestantes violentos nas ruas, em vez de ela verter a baba adesista, tão comum hoje em dia, ela critica; se bandidos cometem atrocidades, em vez de ela se compadecer com a suposta origem social da violência — uma mentira! —, ela pede cadeia; se há invasão de propriedade privada, em vez de ela se solidarizar com invasores, deixa claro que aquele não é o caminho.
Isso não pode! Sheherazade poderia estar emitindo opiniões com esse conteúdo em qualquer democracia do mundo. Não na nossa! Na nossa democracia, todos têm de estar alinhados com os cânones do pensamento politicamente correto. Ou não pode trabalhar. Vejam os debates sobre os 50 anos do golpe militar de 1964. Eu falei “debates”? Uma ova! Não houve! Ao contrário: sob o pretexto de que todos defendemos a democracia, o que se viu nas TVs foi um espetáculo de mistificação. Mais um pouco, João Goulart só não foi chamado de competente…
PC do B e PSOL
PC do B e PSOL resolveram recorrer ao Ministério Público contra Sheherazade. Pedem abertamente a cabeça da jornalista, ameaçando a emissora com o corte de verbas de publicidade oficial. PC do B e PSOL falando em nome da democracia? Dois partidos que defendem a ditadura chavista? Que defendem a ditadura cubana? Que defendem regimes que prendem pessoas por delitos de opinião? Que se alinham com as milícias bolivarianas?
Quem vai dar aula de tolerância a Raquel Sheherazade? A deputada Jandira Feghali? O partido que, até outro dia, foi flagrado em relações incestuosas com ONGs de mentirinha para enfiar a mão do dinheiro público? Que ainda não perdoou Krushev? Nem chego a considerar a tal Jandira um ser da nossa era! Espero que ela não tente me calar também!
Muito bem! Agora Sheherazade não vau mais emitir opiniões. O Brasil ficou melhor por isso? Teremos, agora, mais liberdade de expressão? A verba publicitária oficial pode ser usada por veículos de comunicação que defendem abertamente a roubalheira havida na Petrobras, mas não poderia ir para o SBT porque havia lá uma jornalista que dizia coisas incômodas. Considerando o padrão da TV aberta brasileira, Sheherazade e que virou um problema? Mostrar o traseiro e o bilau em reality show pode, mas afirmar que a população, sem Estado, acaba fazendo justiça com as próprias mãos é proibido? Engraçado! Na democracia americana, a bunda e o bilau na TV abertas seriam proibidos, mas a opinião política é livre. Vai ver é por isso que os EUA são os EUA, e o Brasil é o Brasil. Na novelas das nove, pode defender a descriminação das drogas e o aborto — hoje considerado crimes pela legislação brasileira — e da pior forma possível: no modelo merchandising ideológico, de forma mais ou menos sorrateira. Mas ai de um jornalista que emita uma opinião que ofenda as polícias do pensamento!
Sobre a violência
No primeiro texto que escrevi sobe o caso, tratei da questão da violência. Não se trata de saber se direitos humanos devem existir também para bandidos. Os direitos humanos, vejam que coisa!, humanos são — e deles ninguém se exclui ou pode ser excluído. Ponto final. A questão é de outra natureza: cumpre tentar entender por que esses prosélitos mixurucas, esses propagandistas vulgares, jamais se ocupam da guerra civil que está em curso no Brasil há décadas. Então os mais de 50 mil que morrem por ano no país não merecem a sua atenção?
Sei que pode parecer estranho a esses oportunistas, mas Sheherazade não amarrou ninguém. A violência que a gente vê é só um pouco da violência que a gente não vê. Os linchamentos se espalham Brasil afora. Os mais de 50 mil homicídios a cada ano no país é que mereciam uma “Comissão da Verdade”. Por que os que agora pedem a cabeça de uma apresentadora de TV jamais se ocuparam das 137 pessoas (média) que são assassinadas todos os dias no Brasil?
Os imbecis tentarão ler no meu texto o que nele não está escrito. Dou uma banana para os tolos. Quanto mais eles recorrem à tática da desqualificação, mais leitores vão chegando — e, agora, mais ouvintes também. Não dou a mínima. Não me deixo patrulhar. Sim, eu acho que os que prenderam aquele rapaz pelo pescoço têm de ser punidos. Eu acho que os que recorrem a linchamentos também têm de arcar com as consequências.
Mas acho igualmente que essa gente que decide resolver por conta própria — que também é pobre de tão preta e preta de tão pobre — merece ter estado, merece ter segurança, merece ter proteção. Se sucessivos governos se mostram incapazes de dar uma resposta — por mais que eu deteste, por mais que eu ache que o caminho errado, por mais que eu tenha a certeza de que a situação só vai piorar —, as pessoas farão alguma coisa.
Parece-me que foi esse o sentido que Sheherazade deu à palavra “compreensível” — o que não implica necessariamente um endosso. Os historiadores já se debruçaram sobre os fatores que tornaram “compreensível” a eclosão dos vários fascismos na Europa do século passado ou da revolução bolchevique na Rússia. Compreender um fenômeno não quer dizer condescender com ele. Eu, por exemplo, penso que é compreensível que o PT tenha chegado ao poder, entenderam?
Ainda que, reitero, avalie que o comentário foi, sim, desastrado. Mas tentar linchar Sheherazade moralmente, aí já é um pouco demais! Estranha essa gente: defende o direito de defesa para os bandidos mais asquerosos — e nem poderia ser diferente —, mas pede a execução sumária de alguém por ter emitido uma opinião infeliz.
E por quê?
E por que se silencia de maneira sistemática, contumaz, cínica, sobre a guerra civil brasileira? Num artigo da Folha, sintetizei a razão (em azul):E por que esse silêncio? É que os fatos sepultaram as teses “progressistas” sobre a violência. A falácia de que a pobreza induz o crime é preconceito de classe fantasiado de generosidade humanista. A “intelligentsia” acha que pobre é incapaz de fazer escolhas morais sem o concurso de sua mística redentora. Diminuiu a desigualdade nos últimos anos, e a criminalidade explodiu. O crescimento econômico do Nordeste foi superior ao do Brasil, e a violência assumiu dimensões estupefacientes.
Os Estados da Região estão entre os que mais matam por 100 mil habitantes: Alagoas: 61,8; Ceará: 42,5; Bahia: 40,7, para citar alguns. Comparem: a taxa de “CVLI” de São Paulo, a segunda menor do país, é de 12,4 (descarta-se a primeira porque inconfiável). Se a nacional correspondesse à paulista, salvar-se-iam por ano 26.027 vidas.
Com 22% da população, São Paulo concentra 36% (195.695) dos presos do país (549.786), ou 633,1 por 100 mil. A taxa de “CVLI” do Rio é quase o dobro (24,5) da paulista, mas a de presos é inferior à metade (281,5). A Bahia tem a maior desproporção entre mortos por 100 mil e (40,7) e encarcerados: 134. Estudo quantitativo do Ipea (aqui) evidencia que “prender mais bandidos e colocar mais policiais na rua são políticas públicas que funcionam na redução da taxa de homicídios”.
Isso afronta a estupidez politicamente correta e cruel. Em 2013, o governo federal investiu em presídios 34,2% menos do que no ano anterior — caiu de R$ 361,9 milhões para R$ 238 milhões. Para mais mortos, menos investimento. Os progressistas meio de esquerda são eles. Este colunista é só um reacionário da aritmética. Eles fazem Pedrinhas. Alguém tem de dar as pedradas.
Retomo
Boa parte dos que estão vociferando não está nem aí para os pobres, os humilhados etc. Esses coitados servem apenas de pretexto para aquela turma perseguir os de sempre. Não fosse assim, esses bacanas estariam mobilizados, cobrando uma ação do estado brasileiro para pôr fim ao Açougue Brasil, especializado em carne humana.
Bando de censores babacas e autoritários! Ah, sim: o SBT não proibiu apenas Sheherazade de omitir opiniões. A regra vale agora para todos os profissionais de imprensa da casa. Vai ver o Sindicato dos Jornalistas do Rio, que também havia se insurgido contra ela, está feliz. Agora, sim, é que ficou bom, certo? Claro, claro! Sempre haverá um daqueles para dizer que isso só acontece porque se trata de um meio de comunicação da burguesia. O semovente não tem dúvida de que Sheherazade deve ser censurada, mas que a opinião deve ser livre para os que emitem as opiniões “corretas”…
Por Reinaldo Azevedo

Estudo defende que Brasil não vive bolha imobiliária

A pesquisa aponta que o mercado imobiliário viveu duas fases de alta

valorização dos imóveis nas principais regiões metropolitanas do Brasil, nos últimos anos, acendeu o alerta do mercado quanto a especulações nos preços. No entanto, um estudo do Núcleo de Real Estate da Poli-USP mostra que a alta também foi puxada pela forte escalada nos custos dos empreendimentos. Descontada a inflação do setor, a aceleração de preços teve um pico em 2011, para então fechar 2013 no mesmo ritmo de valorização de 2005.

Elaborado pelo professor João da Rocha Lima Jr., a pesquisa aponta que o mercado imobiliário viveu duas fases de alta. A primeira, que durou do segundo semestre de 2007 até o primeiro de 2011, tinha um caráter mais especulativo, porque os preços subiam acima da evolução dos custos. Desde então, o movimento desacelerou, mais condizente com o encarecimento dos custos, sobretudo dos terrenos.

O estudo usou os dados do Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), do Banco Central, que mede o valor de avaliação dos imóveis dados como garantia de empréstimos em 11 regiões metropolitanas.

Segundo ele, esse raciocínio desmentiria a tese de que o país vive uma bolha imobiliária. “É mais uma onda do que uma grande bolha especulativa. Teve um pouco de especulação? Teve. Mas isso não configura uma bolha perversa como a americana”, diz.

Para ele, Carnaval em março, Copa do Mundo em junho e julho e até mesmo as eleições tornam 2014 um ano atípico. Diante desse cenário, a expectativa é de estabilidade nas vendas. “Mesmo assim, não há nada que nos diga que o mercado, do ponto de vista da demanda, piorou em relação ao ano passado. Da mesma forma que a taxa de juros subiu, o desemprego caiu. Para o nosso setor, o crescimento real da renda continua, o que nos permite manter a projeção de estabilidade”,
diz o especialista no setor imobiliário.

Minha casa

Dentro desse contexto de movimentação do mercado, o setor de construção civil sinalizou, esta semana, que há defasagem entre as exigências da nova norma de desempenho para uma qualidade mínima nos imóveis e o que o governo paga por moradia, principalmente em relação às unidades habitacionais da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, destinadas às famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil. Especialistas afirmam que, para atender ao padrão mínimo exigido pela norma, as construtoras gastarão mais, porque não poderão economizar em dois itens, geralmente relegados em projetos de habitação popular: o projeto arquitetônico e a qualidade dos materiais.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Simão, diz que o reajuste é necessário para dar condições às empresas de investir em tecnologia e contratar projetos mais detalhados.

O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), Haroldo Pinheiro, diz que os profissionais devem ficar mais atentos com a responsabilidade ao produzir projetos do programa. “As construtoras não poderão mais entregar apenas desenhos técnicos”.

Fonte: Correio24Horas 

País das Maravilhas - Miranda Sá


by Miranda Sá

MIRANDA SÁ (E-mail mirandasa@uol.com.br )

Tive, eu e minha irmã, a felicidade de nascer numa família de professoras, no tempo em que o magistério impunha o respeito  a quem os chineses dedicam o título de “professor” para pessoas realmente sábias. Minha mãe e minhas tias nos educaram com o que havia de mais avançado à sua época; e, na prática, tínhamos sessões de leitura até hoje gravadas em minha memória.
Derivando das histórias de bichos de origem afro-indígena, vieram as “Mil e Uma Noites” e os contos de fadas, escritas pelos Irmãos Grimm. Inesquecíveis a mistura dos duelos dos jabutis e dos macacos contra a onça, provérvbios com lições de Esopo com a “A Cigarra e a Formiga” e a “Raposa e as Uvas”. O discípulo francês do pensador grego, La Fontaine, nos deu “O Lobo e o Cordeiro”.
Dos Grimm tivemos “Branca de Neve”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” pelo que me lembre, e, como não podia deixar de entrar nesta coleção admirável, nos embasbacamos com Lewis Carroll e “Alice no País das Maravilhas”, que mais tarde vimos no cinema.
Nunca pensei que oitentão revivesse o clássico de Carroll com uma presidente da República desvairada que criou um País das Maravilhas no lugar do nosso Brasil dominado pela corrupção, inflacionário, estacionado e até regredindo no tempo e no espaço.
Os prodígios advindos da impostura de Dilma e do PT-governo se esfumaçam quando constatamos a ruína do País, com a administração pública aparelhada, a derrocada da Eletrobras e da Petrobras e o que é desolador, o descrédito nos institutos de pesquisa, acionados para maquiar a verdadeira face da realidade.
Desmoralizando-se por si, até pela cínica constatação dos seus dirigentes, assistimos o fim do IPEA, que foi um dos órgãos sérios a serviço do Estado. Agora, chegou a vez do IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística com seus 143 anos de profícua contribuição para a História do Brasil.
Na sua trajetória, o IBGE sempre irritou os governantes quando algum índice obtido não lhes era favorável; mas não passou pela cabeça de nenhum deles intervir no Instituto para manipular dados, nem nos sonhos de Juscelino Kubistchek, nem no populismo janguista, e nem no ufanismo do regime militar.
Tudo começou quando a presidente Wasmália Bivar assumiu que quando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) começasse não poderia parar de divulgar o cronograma. E aplicando o Pnad, o País tomou conhecimento um desemprego médio de 7,1% no ano passado, o que enfureceu os assessores presidenciais que acumulam a função de cabos reeleitorais de Dilma.
A pelegagem, acomodada com os números pouco precisos da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), querem evitar estatísticas reais e assim suspenderam a divulgação dos resultados trimestrais do Pnad, numa intervenção grosseira que revoltou o respeitável corpo técnico da Diretoria de Pesquisas da instituição.
O pessoal responsável do IBGE tirou uma nota afirmando ser "insustentável" sua permanência nos cargos caso a suspensão for mantida, e a diretora Márcia Quintslr demitiu-se do cargo que ocupava desde 2011.
Com isso, fica transparente o aparelhamento das pesquisas oficiais para Dilma, irresponsavelmente, divulgar mentiras aos brasileiros, anunciando-lhes fantasiosos dados sobre o emprego e a renda no seu País das Maravilhas. E fica também nítida a irresponsável ingerência político-eleitoral nos órgãos de Estado.
A importância das pesquisas nada representa para os pelegos lulo-petistas. Eles são papéis carbono dos governos narco-populistas, como o da Argentina, onde a Casa Rosada manipula dados sobre a inflação, esquecendo-se que é na feira e nos supermercados onde se mede o custo de vida.
O “País das Maravilhas” de Lewis Carroll foi seguido por outro livro, “Alice Debaixo da Terra”. O País das Maravilhas de Dilma também tem a sua continuação: está debaixo da lama ideológica dos fins justificam os meios, acolhida pelo PT-governo.

SEM OPINIÃO

Blog do Diego Casagrande

Posted: 14 Apr 2014 08:13 PM PDT

Sucesso na internet, a apresentadora Rachel Sheherazade, do SBT, não pode mais opinar em seus espaços de tv. A medida foi anunciada nesta segunda-feira, após o retorno de férias dela. Segundo a emissora "a medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores...". Recentemente, o PC do B ingressou com representação junto ao governo pedindo o corte das verbas publicitárias da emissora por conta de opiniões da jornalista, numa clara afronta ao direito de opinar e à liberdade de expressão.