quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Conheça 10 cubas bonitas e diferentes para dar personalidade ao seu banheiro ou lavabo O Pense Imóveis selecionou alguns modelos de cubas para inspirá-lo a investir nessa peça da casa que, muitas vezes, fica em segundo plano

Na hora de decorar a casa, os banheiros e lavaboscostumam ser deixados em segundo plano. Quartos, salas e cozinhas acabam ganhando mais atenção dos moradores quando chega o momento de decidir cores, planejar móveis e comprar acessórios. Para instigar o seu interesse neste ambiente da casa muitas vezes esquecido, selecionamos dez modelos de cubas atraentes e inusitadas, que poderão dar o charme especial que o espaço merece.

>> Confira a íntegra da edição da revista impressa Pense Imóveis, onde a matéria foi publicada
Origin Eco Logic é uma empresa preocupada com o tipo de material que utiliza. A cuba Assimétrica 320 é feita de madeira maciça certificada, para sobrepor em lavabo ou banheiro. Para garantir total impermeabilização, a peça é revestida por dez camadas de seladores e vernizes. A Origin também produz materiais para outras peças da casa. Informações aqui.

Divulgação / Origin Eco Logic



As cubas artesanais de louça são em porcelana Stone Ware, o mais resistente dos porcelanatos, matéria-prima importada dos Estados Unidos. Totalmente moldadas a mão, podem ser customizadas. Texturas e esmaltações em prata, cobre, ouro, grafite, com padronagens delicadas, foram criadas pela artista Rejane Hirtz Trein. Vendidas exclusivamente na Spazio del Bagno.

Divulgação / Spazio del Bagno



A cuba folha foi desenvolvida pela Brascor Countertops, assinada pelo designer de produtos Ricardo Antônio Studio. É fabricada em corian na cor Glacier White, mas há possiblidade de produção em outras cores. Mais informações no site.

Divulgação / Bascor Countertops


As peças abaixo são fabricadas pela empresa inglesa Victoria + Albert e importadas com exclusividade para o Brasil pela Doka - Bath Works. Com um designcontemporâneo, o modelo Barcelona traz curvas suaves é produzida em Quarrycast, material desenvolvido com uma rara rocha vulcânica misturada à resina, as cubas têm como cor natural o branco, possuem brilho intenso e não amarelam. Informações no site.

Divulgação / Doka Bath Works



A madeira usada nas cubas Samauma é o Louro Preto. As peças são elaboradas com pedaços de troncos e raízes revitalizados, deixados expostos ao tempo por mais de vinte anos. Nesse tempo, a ação do sol e da chuva esculpe fendas em sua superfície, produzindo irregularidades que conferem beleza e originalidade às peças. As cubas são revestidas em poliuretano. Mais informações aqui.

Divulgação / Spazio del Bagno



Fango, fábrica argentina, combina produção artesanal com um acabamento industrial. As cubas são feitas em um torno por um ceramista e são decoradas por um decorador que pinta uma por uma a mão. A fabricação artesanal oferece ao produto um alto valor adicional que o faz único e diferente. Há possibilidade de entrega no Brasil. Acesse osite para outras informações.

Divulgação / Fango



Outro modelo da Fango, feito de forma totalmente artesanal. Interior com pigmentos cerâmicos e esmalte transparente mate sem chumbo. Exterior com pigmentos cerâmicos dando aparência semelhante à pedra.

Divulgação / Fango



Outro produto importado exclusivamente pela Doka - Bath Works e projetado pela inglesa Victoria + Albert é a cuba Edge, linha 2012. O design tem estilo futurista, com linhas retas e marcadas. As peças são feitas em Quarrycast, uma mistura de rara rocha vulcânica e resina. No caso de riscos ou arranhões, basta um simples polimento para restauração do material. Outros produtos e informações pelo site empresa.

Divulgação / Doka Bath Works



Cuba de apoio Licenza, levemente suspensa em relação à bancada. Possui fita de LED não aparente em sua parte inferior, permitindo a emissão de suave facho de luz através da borda. Produzida em corian, matéria-prima de altíssima resistência com a qualidade Du Pont. Disponível nas cores branco, bege claro ou cinza claro. Um fino disco perfurado se posiciona em sua base interna, encobrindo a válvula de escoamento da água. À venda pelo site.

Divulgação / Du Pont



Fabricada pela Tramontina em aço inox de alta durabilidade e com acabamento em alto brilho, a cuba Ronda foi concebida para gerar uma atmosfera elegante para os lavabos. A instalação pode ser feita tanto para apoio quanto para embutir no tampo com borda sobreposta. Acompanha válvula pop-up. Outras informações e modelos diferenciados no site da marca.

Divulgação / Tramontina

Irlanda ensina Rio como fazer Olimpíada



O presidente da Irlanda, Michael D. Higgins (foto), está no Rio de Janeiro tratando com a prefeitura e o governo do estado que tipo de contribuição o país pode dar às Olimpíadas de 2106. Os irlandeses vão transferir ao Brasil informações sobre a organização dos jogos. Nas Olimpíadas de Londres, a Irlanda teve importante participação. Essa parceria faz parte da tentativa de aproximação política e comercial com o Brasil.

Se Carminha tivesse foro privilegiado…


 

- Peça do Maurício Ricardo, via charges.com.

Ayres Britto: projeto de poder do PT era ‘golpe’




Último a votar no capítulo do mensalão que trata dos responsáveis pela compra de apoio político no Congresso, o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do STF, foi especialmente draconiano. Referiu-se ao mensalão como um “golpe” contra a democracia e os valores republicanos.
Ayres Britto mencionou a cifra movimentada pelo esquema: R$ 153.748.924,52, em valores da época. Disse que, com esse dinheiro, compraram-se “consciências” no Congresso, chegando-se a uma “coalizão argentária e pecuniarizada”, na qual “os acordos se fazem à base de propina, de suborno, de corrupção.”
Realçou o óbvio: esse tipo de coalizão “é repudiada pela ordem jurídica do país, pelos seus efeitos superlativamente danosos para os valores mais cuidadosamente protegidos por essa mesma ordem jurídica.”
Prosseguiu: “[...] Sob inspiração patrimonialista –velha, matreira e renitente—, um projeto de poder foi arquitetado. Não um projeto de governo, que é lícito, é quadrienal, é exposto em praça pública, [...] mas um projeto de poder que vai muito além do quadriênio, um projeto quadrienalmente quadruplicado.”
Foi além: “É um projeto de poder que, muito mais do que a continuidade administrativa, é seca e rasamente continuísmo governamental. Golpe, portanto, nesse conteúdo da democracia que é a Republica, o republicanismo, que postula a possibilidade de renovação dos quadros dirigentes e equiparação das armas com que se disputa a prefência do voto popular.”
Ayres Britto acompanhou o voto do relator Joaquim Barbosa. Condenou por corrupção ativa o núcleo petista do escândalo –José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares— e também o núcleo operacional-publicitário –Marcos Valério, Cristiano Paz, Ramon Hollerbach e Simone Vasconcelos.
Enfatizou que os dados contidos nos autos são fartos e inquestionáveis: “Esses fatos, esse entrelace de réus, de crimes, de figuras delituosas, esse imbricamento está documentado, está provado.”
Fez questão de dizer que os direitos dos réus foram respeitados durante a instrução do processo. Destacou o cuidado com que o julgamento é conduzido: “Tudo aqui foi feito atomizadamente, individualmente, passo a passo, reconstituindo-se a materialidade de cada fato e, depois, fazendo-se a conexão funcional desses fatos para a reconstituição de episódios, de acontecimentos e, finalmente, a composição de um mosaico, o tal conjunto da obra.”
Tudo isso feito “tecnicamente, cuidadosamente, com pleno respeito às garantias constitucionais do processo.” Quanto a Dirceu, Genoino e Delubio, disse que os próprios depoimentos dos réus converteram-se em prova de culpabilidade. Lei trechos das respostas dadas pelos três em inquirições judiciais.
No dizer de Ayres Britto, Dirceu foi o “regente da orquestra”. Era, “de fato, o primeiro-ministro do primeiro governo, instalado a partir de 2003. Ele deixa c;arop que tudo passava pelas mãos dele. Era plenipotenciário

Apesar do Supremo, ficha do PT demora a cair




O PT é um partido sui generis. Faz sempre sua autocrítica. De preferência a favor. Num instante em que o STF pendura no pescoço de José Dirceu, José Genoino e Delúblio Soares a tabuleta de “corruptos”, o partido faz pose de vítima.
Reunido em São Paulo, o diretório nacional do PT divulgou uma resolução política. No texto, celebra o resultado do primeiro turno das eleições municipais. E aproveita para praticar seu esporte predileto: arremesso de dardos contra a ‘direita’ e a ‘mídia’.
Anotou: “Nosso desempenho nas eleições municipais ganha ainda maior significado, quando temos em conta que ele foi obtido em meio a uma intensa campanha, promovida pela oposição de direita e seus aliados na mídia, cujo objetivo explícito é criminalizar o PT.”
Para o alto comando do PT, “setores conservadores” agem com “intolerância”. Falta-lhes “vocação democrática”. Sobra-lhes “hipocrisia”. São incapazes de “conviver com a organização independente da classe trabalhadora brasileira.”
O texto revela que o PT ainda não conseguiu enxergar a solução. Pior: não vislumbrou nem o problema. As más notícias chegam do STF, não da mídia. Quem ataca não é a oposição de direita, mas os ministros do Supremo –dos dez, sete foram indicados por Lula e Dilma Rousseff.
O problema não é a organização da classe trabalhadora. O que produz condenações em série é a organização criminosa. Apesar do desnudamento promovido pelo STF, a ficha demora a cair. A autocrítica disse ao PT: “Bom dia. Vim apresentar você a você mesmo”. O partido bateu a porta.

CPI DO CACHOEIRA — Senador Pedro Simon alerta: enquanto o país está orgulhoso do Supremo, o Congresso corre o risco de DESONRA pelas manobras destinadas a terminar a CPI sem investigar a fundo uma organização criminosa que “envolve agentes do Estado, empresários desonestos e políticos inescrupulosos”


Simon quer que Conselho de Ética investigue membros da CPI do Cachoeira (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)
Simon quer que Conselho de Ética investigue membros da CPI do Cachoeira (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) acaba de escancarar duas visões que o Brasil tem, hoje, da Praça dos Três Poderes.
Num canto da praça, no prédio do Supremo Tribunal Federal, a visão bonita da mais alta Corte de justiça do país condenando, com força e clareza, os mais altos dirigentes do mais importante partido político brasileiro, que ocupa o outro lado da praça, o Palácio do Planalto, e o Executivo federal há dez anos e três administrações petistas.
No centro da praça, no prédio do Congresso Nacional, a visão constrangedora de senadores e deputados se debulhando para encerrar, rapidinho, a CPI do Cachoeira, que devia investigar mundos e fundos do submundo do poder.
Pois os fundos parecem tão imundos que levaram governo e oposição a um inédito consenso na CPI: já que todo mundo se lambuza feio na lama de Cachoeira, os líderes da comissão tentam encerrar os trabalhos no prazo regulamentar, 4 de novembro, um domingo — ou seja, dentro de 23 dias, incluindo feriados e fins de semana.
O comportamento estranho e o desperdício de tempo da CPI
Em pleno trabalho, em setembro, a CPI estranhamento decidiu cruzar os braços, suspendendo os trabalhos por 40 dias, um prazo irrecuperável para quem tem tanta bandalheira a investigar.
O senador Simon estranhou este comportamento e pediu explicações ao Conselho de Ética e à Corregedoria do Senado Federal, imaginando ver nesta inércia indefensável uma forma esperta de inviabilizar seus trabalhos.
O livreto-libelo lançado hoje pelo senador Pedro Simon,com 102 páginas: "O Escândalo da CPI do Cachoeira"
Desperdiçando mais de um mês de investigações, suspeitava o senador gaúcho, a CPI não teria tempo hábil para quebrar sigilos e processá-los para o relatório final.
Diante desta grave suspeita, Simon pediu em 12 de setembro que a Corregedoria e o Conselho de Ética tomassem, urgentemente, a iniciativa de “analisar a atuação dos membros desta Casa que estão coniventes com as irregularidades apontadas”.
“Deltaduto” e 421 milhões desviados para financiar campanhas políticas
Uma semana depois, o senador Antônio Carlos Valadares, presidente do Conselho de Ética, respondeu a Simon pedindo que ele “nomine o(s) senador(es)” objeto da denúncia.
Na semana seguinte, Simon replicou a Valadares, justificando que seu requerimento não era algo parecido a uma ‘delação premiada’. A intenção de Simon, ao provocar o Corregedor e o Conselho de Ética, era mais elevada: forçar as instãncias internas do Senado a uma investigação que revigorasse a imagem abalada do Parlamento, num contraste brutal com o bom desempenho do Supremo.
Enquanto Simon cobrava atitudes de uma CPI paralisada, a imprensa continuava agindo. Em manchete de primeira página, em 24 de setembro, o jornal Correio Braziliense revelava um desvio de 421 milhões de reais pelo ‘deltaduto’ montado pela Construtora Delta para financiar campanhas políticas com dinheiro desviado de obras públicas, a partir de 18 empresas fantasmas, todas elas curiosamente já identificadas pela própria CPI do Cachoeira, que nada fez sobre elas.
“Corruptos foram punidos com a CPI do PC, os corruptores continuam impunes”
A CPI do Cachoeira, que hoje frustra os brasileiros, desfez também as ilusões de Pedro Simon: “A CPI do Cachoeira era a CPI dos meus sonhos, que eu tentei em vão promover em fevereiro de 1995, com um requerimento apresentado na esteira de duas CPIs importantes e conclusivas: a CPI de PC Farias, que levou ao impeachmente do presidente Fernando Collor, e a CPI do Orçamento. Os corruptos haviam então sido punidos, mas os corruptores continuaram impunes”.
A CPI dos Corruptores não saiu em 1995 e, pelo que se vê pela denúncia do senador Pedro Simon, está sendo enterrada em 2012.
A contracapa do libelo: "Pela honra do Parlamento"
Toda essa vergonhosa crônica parlamentar, que depõe contra o Senado e os políticos em geral, está contada, a partir de agora num didático livreto de 102 páginas lançado pelo senador Simon nesta quarta-feira, 10, sob um título e uma questão gritantes: E os corruptores? O escândalo da CPI do Cachoeira.
Investigar o envolvimento de Cachoeira com agentes públicos deve ser ponto de honra
Com olhar preciso, Simon identificou uma frase animadora no texto de justificação da CPI do Cachoeira, quando ela foi instalada, em abril passado: “Deve ser de particular interesse deste Parlamento investigar o envolvimento de Carlos Augusto Ramos com agentes públicos com vista a contornar óbices às suas atividades contravenientes (…) O enfrentamento desta questão é ponto de honra para o Congresso Nacional. Está em causa o resguardo da própria lisura do devido processo legislativo”.
No momento em que o Supremo honra a Justiça brasileira, as negaças da CPI do Cachoeira, considera o senador, só comprometem a honra do Parlamento.
O alerta do senador Simon coloca o Congresso Nacional diante de um desafio histórico, que o STF soube enfrentar e vencer.
O alerta de Simon pode ser resumido pelo texto da quarta capa do livreto, a seguir, na continuação deste texto.
Para ler a íntegra do texto do senador, clique aqui.

À espera da sentença, o condenado por corrupção resolveu furtar até título de livro



Condenado por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal, José Dirceu apertou de novo o gatilho do trabuco que só dispara bravatas. Num manifesto delirante, o único guerrilheiro do mundo que confunde cano com coronha acusa a elite reacionária e a mídia golpista de terem forçado o STF a enxergar um prontuário de bom tamanho onde existem uma folha de relevantes serviços prestados à nação e a biografia de matar de humilhação um Che Guevara.
Desde 1968, Dirceu nega com veemência qualquer pecado que lhe atribuam ─ é capaz de jurar de pés juntos que jamais cometeu sequer infrações de trânsito. É compreensível que simule indignação ao ser castigado por delinquências de grosso calibre que sempre debitou na conta da inventividade perversa da oposição. Com a placidez de um doutor em estelionato, ele nega até o que está registrado em vídeo.
Como demonstram o texto e as imagens na seção Vale Reprise, foi o que fez no programa Roda Viva quando entrou em pauta o episódio da agressão sofrida pelo governador Mário Covas em 1° de junho de 2000. Alguém que passou anos negando que era quem é jamais admitirá que foi chefe de quadrilha. Vai morrer murmurando que é uma vítima dos capitalistas selvagens aos quais hoje serve com muita aplicação fantasiado de “consultor”.
Surpreendentemente, o manifesto da semana poupou o Brasil que presta da ameaça recorrente: desta vez, permanecerão aquartelados os “movimentos populares” e as “forças progressistas” que o guerrilheiro de festim promete mobilizar há mais de 40 anos ─ e nunca foram vistas fora da imaginação do comandante. Desde a descoberta do mensalão, Dirceu só apareceu na rua à frente de uma multidão no último domingo. Eram companheiros incumbidos de escoltá-lo na rota da seção eleitoral para que pudesse votar sem ser constrangido por manifestações hostis.
Sozinho ou mal acompanhado, o ex-capitão do time de Lula garante que não vai sossegar até provar que é inocente. “Minha sede de justiça será minha razão de viver”, avisa a última frase do manifesto. A editora Record deveria ampliar-lhe a folha corrida com outra ação judicial: à espera da sentença, o condenado por corrupção resolveu furtar o título do livro de memórias de Samuel Wainer.