sábado, 18 de outubro de 2014

DE SACO CHEIO

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Alamir Longo, com charge de Roque Sponholz


‘DE SACO CHEIO’…000 roque Elle está de saco cheio
Eu ouvi Lula dizer
Que ‘anda de saco cheio’
E que vão investigar
Até o ventre d´onde veio
Fazendo seu teatrinho
Recheado de pavoneio.
Saco cheio está esse povo
De ver o país saqueado
Por um bando de pilantras
Muito bem apadrinhados
E ainda tendo que ouvir
Besteiras de um debochado.
Falou como sempre fala…
Sem um pingo de decência
De olhos esbugalhados
Tomado pela demência
Torturado pelo peso
Da sua própria consciência.
‘A culpa toda é da imprensa’
Sentenciou o vigarista
Pois sua mente doentia
Só condena jornalista
Jamais achou um culpado
Na patuleia petista.
Não é de estranhar seu gesto
Feroz e desatinado
Pois viu no primeiro turno
O povo deixar o recado
Que vai implodir nas urnas
Seu doce reino encantado.
Por isso que anda raivoso
Atirando pra todo lado
Quem tem culpa no cartório
Anda sempre atormentado
Maior medo desse pária
É um dia ser investigado.
Ao longo de seu governo
Nunca viu corrupção
Na maior cara de pau
Negou até o Mensalão
Também nunca ouviu falar
Da máfia do ‘Petrolão’.
Mas tua hora está chegando
Seu cabra dissimulado!
Será vinte e seis de outubro
O dia já está marcado
Eleito novo governo
Teu ciclo será enterrado
E a tua doce rainha
Terminará seu reinado
Teu passado de mentiras
Terá que ser revelado
E teu destino final
É ver o sol nascer quadrado.


Alamir é um poeta gaúcho quentíssimo, lá de Quaraí, no Rio Grande do Sul. E o Roque … é o Roque, ora bolas!

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