sábado, 13 de dezembro de 2014

CHARGE DO SPON

OS SILVA...


Inquietações…

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by fernaslm
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Já tinha batido super mal em meus ouvidos essa história dos promotores do Paraná descreverem como “vítima” essa Petrobras que se deixa gostosamente roubar na denuncia oferecida ontem contra 36 envolvidos na roubalheira do século. Essa Petrobras que deixa-se roubar mas é implacável com todos quantos traem a “omerttá” que se exige dos “da casa” e ousam denunciar de dentro essa bandalheira, como foi o caso dessa Venina Velosa da Fonseca, demitida em 19 de novembro, agora, que está hoje no Valor mostrando farta documentação que prova que todo mundo foi avisado na atual diretoria blindada por dona Dilma desde pelo menos 2008, não só das falcatruas já conhecidas graças à Lava Jato mas também de outras que ela teve oportunidade de descobrir no exílio que pagou em Cingapura por ter insistido candidamente em pedir providências contra a ladroagem a Sérgio Gabrielli, Graça Foster e, finalmente, o fresquíssimo Jose Carlos Cosenza, substituto de Paulo Roberto Costa.
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A história dela é de longe a mais arrasadora publicada até agora pois dá provas de como os criminosos não apenas perseveraram no crime como desdobraram-se em mais e mais manobras para seguir praticando-os enquanto a polícia corria atrás deles, o Ministério Público estava enfiado dentro da empresa e o país “se convulsionava”, para usarmos a expressão do Procurador Geral, Rodrigo Janot, com o que lhe ia sendo dado a conhecer.
Para a denunciante, abordagens na rua, à noite, "arma na cabeça", ameaças à sua vida e às de suas filhas...
Não ha limites para essa gente e nada autoriza ilusões quanto a que tipo de afronta às instituições e ao próprio regime eles serão capazes de recorrer para continuar eternamente em condições de se lambuzar.
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Daí o grau de alarme que me sobe ao constatar que todos os vícios e mentiras fundamentais do “sistema” que roubou o futuro à minha geração aparecem reafirmados, de alguma forma, neste que tantos querem que venha a ser o ataque que finalmente lhe quebrará as pernas.
Estão lá, indisfarçavelmente presentes, não só no que vem das autoridades judiciárias envolvidas mas também no modo como a imprensa descreve o que se tem passado, um ranço primitivo de “luta de classes” no tratamento inversamente “privilegiado” dispensado aos empreiteiros ladrões face aos políticos e funcionários ladrões ainda que estejam todos democraticamente irmanados no mesmíssimo crime; está lá a intocabilidade dos amigos do rei transfigurada no absoluto silêncio em relação aos políticos de cujos proventos os empreiteiros faturam meras comissões; está lá o privilégio dos amigos dos amigos do rei na persistente blindagem dos funcionários envolvidos, exceção feita aos “traidores” que denunciam a roubalheira que, estes sim, são execrados.
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Resume todos esses maus sinais a severidade dos juízes e procuradores autorizados a lidar com a “gentalha” aqui de fora do Estado posta ao lado do silêncio obsequioso, só interrompido por ordens de soltura e proibições de acesso aos fatos, dos juízes encarregados de julgar e acusar as “excelências”, ou seja, os pau-mandantes sem o comando dos quais rigorosamente nada desse monumento ao escracho poderia sequer sonhar com instalar-se no seio da República e em todas as intersecções dela com o dinheiro grosso.
E tudo isso apesar de já nem os “da casa” merecerem o perdão dos ladrões pois há ramos da quadrilha situados nas mais altas instâncias do partido no poder especializados em roubar a poupança dos funcionários aposentados depositadas em fundos de pensão, em golpear empregados do Estado cooperados para comprar casa própria e até, em tungar antigos “sem-terra” contemplados com lotes que hoje estão no meio de áreas valorizadas.
Tudo isso o país e sua imprensa tragam, não direi já sem o escândalo que seria de esperar, mas sem sequer identificar tais “nuances” claramente como o que são, o que autoriza os criminosos a negar o crime diante da prova do crime ou até, a apresentar a prova do seu próprio crime como uma espécie de álibi, como se estivéssemos vivendo um sonho sem sentido.
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Sim, ok, dizem que a coisa virá por etapas sucessivas e que chegará a vez das matrizes depois da execração pública e das condenações das filiais, e eu acredito mesmo que entre os supostos paladinos do MP haja paladinos de fato. Mas a persistência desse “respeito” a essa hierarquia dos bandalhos não me desce pela garganta sem engasgar. Não é tanto a defesa intransigente dos diretores que se deixaram roubar porque isso é bandido segurando as pontas de bandido. Mas é o condenado que continua sendo “excelência” até durante as seções de acusação e a leitura da sentença; é essa rigorosa “ordem na fila” dos bandidos segundo a sua “estirpe”, como nos tempos do feudalismo, que me dizem que os poucos meses de prisão para os zés dirceus e genoínos contra os 40 anos dos marcos valérios podem não ser a última bofetada na cara dos brasileiros que ganham o pão com o suor do seu rosto.
Queira deus, mesmo não sendo brasileiro como já provou que não é, que desta vez eu esteja errado!
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O Tempo e a Paciência


MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

Tolstoi: “O tempo e a paciência são dois eternos beligerantes.”
A mitologia grega nos oferece o melhor exemplo da guerra entre a paciência e o tempo com o mito do rebelde Sísifo, que desafiou os deuses. Conta a saga da velha Grécia que Sísifo foi o mais astuto dos mortais, enrolando vários deuses.O maioral do Olimpo, Zeus, jamais perdou-o pela habilidade que tinha de iludir, seduzir e enganar. Quis puní-lo pela malícia atrevida que desmoralizava o poder divino.
Por um raro contra-senso na Mitologia, Sísifo morreu de velhice; inconformado, Zeus resolveu castigar a sua alma, condenando-a a rolar uma grande pedra com as mãos até o cume de uma montanha, sendo que quando chegava ao pico, a pedra descia montanha abaixo, para que a cena se repetisse eterna e pacientemente..
Assim nasceu a expressão “trabalho de Sísifo”, que inspirou Albert Camus a criar uma metáfora sobre os modernos prestadores de serviço cumprindo diariamente as mesmas tarefas. Quando fui bancário conscientizei-me desta situação, a enfadonha (e revoltante) rotina.
O pensar da vida vai de um átimo à eternidade, designando pouca duração como os insetos da família dos efemerídeos que só vivem 72 horas após atingir o estado adulto, ou completando os 500 e tantos anos na idade das tartarugas.
Confúcio, na sua sabedoria, abordando a dicotomia do breve e do prolongado, ensinou: “Mil dias não bastam para aprender o bem; mas para aprender o mal, uma hora é demais”. Este pensamento derruba todos os argumentos cúmplices em favor da quadrilha que assalta o País, saqueando tudo o que encontra pela frente e esgotando a empresa ícone do povo brasileiro, a Petrobras.
Durante vinte três anos a hierarquia do Partido dos Trabalhadores combateu a corrupção na administração pública; mas bastou apenas um ano após a eleição de Lula da Silva e a ocupação do poder, para que sufocasse os princípios da ética e da moralidade. A virtude e a honradez “delles” duraram de 10 de janeiro de 1980 a 1º de janeiro de 2003…
Quanto à militância petista, que teve destacada atuação no capítulo histórico do impeachment de Collor, murchou com os abraços sorridentes do impichado com Lula e Dilma. Aplaudiu por sem-vergonhice ou silenciou por vergonha.
Em minha opinião, Lula esbanjou honestidade nos seus discursos, mas levou no bolso a gazua de assaltante, que usou com perícia e arte.
Como 50 milhões de patriotas brasileiros, sinto a ânsia de acabar com o festival de roubalheira que o PT e seus sabujos implantaram no Brasil; mas pacientemente me pego a um pensamento de Howard Fast: “Esperemos, esperemos. A História tem seu próprio modo de ser verídica”.
Sinto, porém, que é duro esperar pelo fim do reinado dos pelegos, da roubalheira desenfreada e da impunidade, porque o tempo pode ser desmedido. Pode vir em dez dias, um mês, quem sabe, um ano, que o povo nas ruas com apoio das forças vivas do patriotismo, acabe com a corrupção generalizada nas instituições republicanas.
Na batalha da paciência contra o tempo, há uma medida unipessoal; o cronista Pittigrilli escreveu que “para uma criança uma semana tem a duração de um ano e para o velho o ano tem a duração de uma semana”…A explicação lógica para isto vem do gigante da literatura russa, León Tolstoi: “Para um menino de cinco anos, um ano é a quinta parte da sua vida; para um homem de oitenta anos, é a octogésima parte…”
Com essa divagação, abro e fecho um parêntese na minha permanente luta contra a corrupção lulo-petista e suas ameaças fascistas à liberdade de expressão. Quero homenagear as amizades feitas no Twitter com as sábias palavras de Machado de Assis: “Que importa o tempo? Há amigos de oito dias e indiferentes de oito anos”.

CHARGE DO SPON

PIADA PARLAMENTAR, ou melhor, paralamentar…


Omissão Nacional da Verdade


Posted: 11 Dec 2014 03:28 AM PST

Segundo noticiado pelo UOL, ao receber o relatório da Omissão da Verdade, a Dilminha Bang Bang chorou ao recordar a morte de alguns de seus antigos companheiros que mataram, assaltaram, seqüestraram e justiçaram companheiros.. Mas quando a sua Organização mandou o Soldado MARIO KOSEL FILHO pelos ares, assassinou o Cap CHANDLER na frente  da sua mulher e de seus filhos, e assassinou o Ten MENDES, da PMSP, a coronhadas, em Registro, ela seguramente não chorou...

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

A Omissão Nacional da Verdade em seu relatório final, apresentado hoje à presidentA, a kamarada "Estela", que integrou três organizações de luta armada responsáveis por assaltos, justiçamentos, atos de terrorismo (como o que matou o Soldado MARIO KOSEL FILHO, o Cap CHANDLER, do Exército dos EUA, na frente de sua mulher e de seus dois filhos,  o Ten MENDES, morto a coronhadas no Vale da Ribeira, e o Major alemão, que cursava a Escola de Comando e Estado Maior do Exército), divulgou hoje uma relação de 377 militares e civís apontados como responsáveis por crimes na ditadura. 
Essa relação está eivada de inverdades e de presunções. Aponta como criminosos os presidentes da República que governaram o Brasil de 1964 a 1985; aponta como criminosos todos os oficiais-generais que chefiaram os órgãos de Inteligência militares; e aponta como criminosos vários militares pelo simples fato de terem sido designados para servir em Órgãos de Inteligência. Sobre os militares da Aeronáutica citados, que conheço bem, são várias as escandalosas mentiras, como a de que o Brig João Paulo Moreira Burnier tenha sido passado para a reserva após o desaparecimento do militante do MR8 Stuart Edgar Angel Jones que, tempos depois, veio a saber-se que abrigava em seu "aparelho" o terrorista Carlos Lamarca e sua companheira Iara Iavelberg.
Pelo visto, essa Omissão Nacional da Verdade, em seus quase três anos de funcionamento não apurou NADA! Limitou-se a chutar o que os militantes da luta armada, que lhes prestaram depoimentos, sopraram em seus ouvidos.
É uma VERGONHA NACIONAL e um acinte às Forças Armadas. Aguardo confiante que os atuais comandantes militares se pronunciem a respeito, defendendo os seus antecessores, companheiros de farda. Aqueles que derrotaram, nas ruas e nos campos, a luta armada, à custa de sangue, suor e lágrimas, possibilitando, assim, que os que os sucederam, sejam comandantes. Senão, na melhor das hipóteses, seriam comissários do povo!
Abaixo a relação dos "responsáveis por crimes na ditadura", publicada pela imprensa.
Eu não aceito isso!

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Revelações de "Garganta Profunda do Petrolão" forçará Dilma a detonar direção da Petrobras


Posted: 11 Dec 2014 03:48 AM PST

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Dilma Rousseff chorou ontem de emoção com o relatório da Omissão Nacional da Verdade, que culpou 377 agentes do Estado por crimes na tal Ditadura Militar, mas esqueceu das 126 vítimas reais do terrorismo da esquerda armada nas décadas de 60-70. Certamente, a Presidenta vai abrir o berreiro, de medo, quando a Operação Lava Jato promover uma devassa nas caixas pretas operadas pela Diretoria Internacional e pela Diretoria Financeira da Petrobras. A denúncia de um funcionário de carreira da empresa à Polícia Federal forçará Dilma a exonerar diretores da empresa.

A Presidenta insiste em proteger a amiga Graça Foster no comando da companhia. No entanto, torna-se insustentável a permanência no cargo de Almir Guilherme Barbassa. A poderosa figura acumula a Diretoria Financeira e a função de relacionamento com o mercado. Barbassa também foi o presidente da subsidiária Petrobras International Finance Company (PIFCo) - que foi alvo das revelações do empregado à PF. Como Barbassa foi o responsável por todos os pagamentos feitos pela Petrobras, ele fica na corda bamba, na avaliação de analistas do mercado. Só se sustenta se for preservado pelo lobby dos bancos, com quem rola a imensa dívida diária da Petrobras.

O depoimento do "garganta profunda do Petrolão" detalhou negociatas na compra da refinaria Pasadena, causando prejuízo de US$ 792 milhões. Demonstrou supertafuramentos no afretamento de navios pela Petrobras America. Indicou sobrepreços no aluguel de plataformas pela Petrobras Global Trading, com sede na Holanda, mais conhecida como Petrobras Netherlands. Também explicitou o prejuízo milionário na venda de 50% dos ativos da Petrobras na África para o BTG Pactual, fechada em julho de 2013, além dos prejuízos superiores a US$ 700 milhões em blocos de exploração em Angola, causados por “ingerência” política. Se o depoente detalhou o funcionamento das Sociedades de Propósito Específico (SPEs) da Petrobras, o mundo virá abaixo da camada pré-sal.

O "garganta profunda" desvendou como funcionava o esquema na área Internacional da Petrobras, controlada pelo lobista Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema. Baiano deve acabar forçado a aderir a um acordo de "colaboração premiada". Se ele falar, não fica pedra sobre petróleo. Outro denunciado pelo revoltado funcionário de carreira da Petrobras foi o engenheiro maranhense José Raimundo Brandão Pereira, apadrinhado pelo ministro Edison Lobão (PMDB) - que, na verdade, é o homem de José Sarney no "condomínio" petista. Pereira, que deixou a empresa em 2012, foi diretor da Petrobras International Finance Company (PIFCo) e trabalhou com Paulo Roberto Costa na área de Abastecimento.

Assim que os processos da Lava Jato chegarem ao núcleo político, pela quantidade e poder dos envolvidos, Dilma Rousseff ficará politicamente ainda mais insustentável. O segundo mandato já nasce acabado, porque o primeiro tem um final melancólico - que só será salvo pelos festejos de final de ano, as férias do judiciário e o recesso do legislativo. Dificilmente, o governo escapará do Fevereiro Negro - a não ser que o carnaval dê uma aliviada. A partir das Águas de Março, a ingovernabilidade será fatal, com a enxurrada de indiciamentos dos corruptos do Petrolão, Eletrolão e outros escândalos menos votados.

Anticorrupção

"A responsabilidade dos administradores de companhias e a Lei Anticorrupção".

Eis o título da palestra-debate marcada para a próxima segunda-feira, dia 15 de dezembro, das 8h30min às 10h30min, na Av. Paulista, 1776, 1 andar.

Os debatedores são Haroldo Malheiros Verçosa, José Alexandre Guerreiro e Carlos Henrique Abrão, com moderação de Carlos Roberto Mateucci.

Brincadeira tem hora


Garotinho no BB? Não... A amiga Dilma deve indicá-lo para o BBB...

Estilo Jair Bolsonaro

"Fica aí, Maria do Rosário, fica! Há poucos dias tu me chamou [sic] de estuprador no Salão Verde e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece”.


Vídeo com a sinceridade grosseira do deputado Jair Bolsonaro faz sucesso nas redes sociais.

E a gracinha da Maria do Rosário, deputada radicalóide do PT gaúcho, que vive estuprando a realidade dos fatos, aproveita para posar de vítima...

Tadinho do Vargas...


O garotão na foto, ao lado da amada Dilma, agora perde o foro privilegiado e fica prontinho para um indiciamento na Lava Jato...

O deputado baiano Antônio Imbassahy celebrou em seu facebook o valor do voto aberto para resolver problemas na Câmara dos Deputados:

" O que o voto aberto faz – a Câmara cassou o mandato do deputado André Vargas por quebra de decoro pelo seu envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, que lavava o dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras. Temendo esse resultado, o PT até que tentou evitar que o processo contra Vargas fosse votado, mas não teve jeito. Placar da votação aberta: 359 votos a favor da cassação, um contra e seis abstenções. Com o voto secreto, o resultado poderia ser outro. O voto aberto foi instituído no ano passado depois que a Câmara, em agosto, em votação secreta manteve o mandato do deputado Natan Donadon, preso por peculato e formação de quadrilha".

Seu mundo caiu


Depois da macarronada...

A Presidanta Dilma Rousseff instituiu, através da Lei Nº 13.050, de 8 de dezembro de 2014, com apenas dois artigos, uma importante data nacional:

" Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional do Macarrão, a ser celebrado em todo território nacional, anualmente, no dia 25 de outubro".

Bem que a nazicomunopetralhada podia fazer uma lei com a numeração 13.051 e instituir o Dia Nacional da Pizza com Cachaça - ingredientes que ficam bem adequados às necessidades do atual desgoverno...


Indefensável


No escurinho do cinema





© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Dezembro de 2014.

CHARGE DO ZOP