segunda-feira, 17 de março de 2014

10 MAIORES ERROS COMETIDOS POR LÍDERES DE VENDAS


 
O trabalho de conclusão do módulo de Comunicação do GEC, meu curso online de Gestão de Equipes Comerciais, pede que os líderes façam uma pesquisa de avaliação com a equipe comercial. São 20 perguntas relacionadas exclusivamente à comunicação entre o empresário/diretor/gerente/supervisor e sua equipe.
Antes, porém, ele/ela tem que preencher sozinho a mesma pesquisa, e depois comparar os seus resultados com a média dada pela equipe.
Como era de se esperar, nunca os resultados são iguais.
Às vezes o líder é muito duro com si próprio (auto-crítica muito desenvolvida) e suas notas são mais baixas do que as do grupo. Ou seja, as coisas estão melhores do que ele/ela imagina.
Outras vezes acontece o contrário: o líder acha que está tudo bem, dá uma nota alta e depois descobre surpreso/a que a equipe deu uma nota bem mais baixa.
Essa comparação entre suas próprias notas e as da equipe levam a uma grande reflexão por parte do líder.
O que ele/ela tem feito de correto? O que precisa melhorar? O que precisa deixar de ser feito?
E é essa reflexão, junto com as conclusões, que os alunos precisam me entregar para concluir o módulo.
Com base já nas duas turmas que passaram pelo módulo em 2012 e 2013, notei que existem 10 grandes erros que os líderes vêm cometendo e que podem ser facilmente evitados se tivermos atitude pró-ativa, flexbilidadade, inteligência emocional e, principalmente, a humildade necessária para reconhecer que podemos melhorar (e que para isso acontecer precisamos mudar algumas coisas).
10 maiores erros cometidos por líderes de Vendas
1)      A empresa sem valores: Não usar Missão, Visão e Valores para reforçar seus diferenciais competitivos.
Este é, disparado, o maior erro que aparece durante o curso. A verdade é que concorrentes podem até vender produtos iguais, oferecer serviços similares, etc. E por um preço menor. Mas se você realmente quiser posicionar-se pela diferenciação (que é o caminho oposto do preço baixo), você precisa começar pela raiz de toda diferenciação, que é a MISSÃO da empresa e, principalmente, seus VALORES. Se a sua equipe comerciais não tem claros seus diferenciais, preço é o que vai ser trabalhado. Diferenciação passa necessariamente por Missão, Visão e VALORES.
2)      O ataque das piranhas assassinas: Agilidade para resolver pendências/tomar decisões/dar respostas
Por serem bastante centralizadores e por faltarem padrões e processos claros, muitos líderes de vendas passam a acumular micro-decisões que precisam ser tomadas diariamente. Isto aqui pode ou não pode? Aquilo ali libera ou não libera? Aquilo outro fazemos ou não fazemos? O resultado é que o líder começa a sentir-se como naquele filme das piranhas assassinas: 50.000 micro-problemas atacando ao mesmo tempo. E, como conseqüência, o líder começa a procrastinar e demorar para tomar algumas decisões, indo contra a agilidade que ele/ela mesmo exige da equipe.
3)      Bússula quebrada: falta ou excesso de indicadores
Relatórios demais são um problema (pelo excesso de tempo que levam para ser feitos e pela confusão que criam com o excesso de informação) mas relatórios de menos TAMBÉM são um problema, pela falta de objetividade na tomada de decisões.
Quando não existe informação útil e confiável e nem cultura de decidir baseando-se em indicadores fica difícil de tomar rapidamente decisões de maneira consistente, já que é basicamente tudo baseado em ‘achismos’ de uns x ‘achismos’ de outros.
Da mesma forma, exigir relatórios da equipe comercial como forma de controle, e não como instrumento de melhoria contínua, faz com que a equipe fique desnecessariamente lenta, improdutiva e descontente.
4)      Buraco negro: Pauta clara para reuniões
Por alguns meses, como hobby, tive um blog nos EUA, só com entrevistas de autores e especialistas sobre produtividade no ambiente de trabalho. Invariavelmente o assunto “pauta para reuniões” surgia como grande dica.
A verdade é que reuniões mal-conduzidas são um grande buraco negro sugador de tempo e energia.  A forma mais fácil de resolver isso é ter pauta definida para as reuniões, com horário para começar e terminar. E manter o foco na pauta!
5)      Samba do crioulo doido: ata das reuniões
Outra grande dica dos especialistas (e conclusão dos meus alunos no GEC): as pessoas têm memórias completamente diferentes sobre o mesmo assunto. Exemplo claro disso é quando 10 pessoas vêem um acidente acontecer. Todo mundo estava no mesmo lugar, viram a mesma coisa acontecendo, mas na hora de recontar cada um tem uma versão diferente.
Com reuniões acontece a mesma coisa: se não tiver ata de reunião, vira o samba do crioulo doido. Ninguém mais lembra direito do que ficou decidido, quem ia fazer o que, quando era para ser entregue, etc. Ou seja, parece o Samba do Crioulo Doido, aquela música antiga dos Demônios da Garoa.
Toda reunião então começa com pauta, com horário para começar e acabar, e termina com ata do que ficou decidido.
6)      “Não foi isso que eu quis dizer”: Enviar e-mails longos demais
O e-mail não é a melhor forma de comunicar coisas longas, complicadas ou emocionalmente ‘carregadas’. Uma boa parte da comunicação humana se dá através da linguagem não verbal – mudanças no rosto, na voz, no corpo da pessoa. Isso tudo ‘some’ no e-mail. E-mail é ótimo para ser curto e objetivo. Para o resto, muito melhor e mais produtivo pegar o telefone (ou pessoalmente) e FALAR com a pessoa.
7)      Socorro, preciso saber como estou indo: Feedback mais estruturado
Vendedores são, antes de mais nada, seres altamente emocionais. E humanos! Por mais que eu defenda planilhas e indicadores para tomada de decisão, você também sempre vai me ver defendendo o tratamento mais justo em relação aos vendedores, principalmente na parte de feedback.  Não são incompatíveis, pelo contrário (geralmente quem fala que são é por que não sabe como fazer e/ou tem algum medo interior ou problema mal-resolvido em relacão a algum dos assuntos envolvidos: números, dar e ereceber feedbck abertamente, etc.).
A verdade é a seguinte: pouquíssimos gerentes ou líderes foram realmente treinados/desenvolvidos para dar feedback. Ou seja, vão dando do seu ‘jeitão’, que às vezes pode funcionar, mas muitas vezes não só não funciona como PIORA a situação. Não pode.
O processo de coaching já mostrou que existe ciência por trás disso e que podemos criar padrões e processos que melhoram muito a produtividade de uma reunião um a um para discutir performance e plano de desenvolvimento/melhoria. (Ou seja: recomendo um bom curso de coaching!).
8)      Champagne na geladeira: Comemorar mais as vitórias
A frase “não fez mais do que a obrigação” é o maior vampiro energético tirador de tesão em vendas que existe.
Com a pressão do dia a dia, muitos líderes passam a focar muito mais no negativo – o que está errado, no que deveria ter sido feito, no que não está funcionando do que no positivo – o que já está funcionando, o que está certo e o que foi feito.
Note que um equilíbrio entre as duas coisas é fundamental e necessário para exercer plenamente a missão de líder. Um bom líder não foge dos problemas: encara-os. Da mesma forma, precisamos aprender a relaxar um pouco mais e comemorar as vitórias também. Elas existem! Estamos rodeados de coisas positivas, basta ter o foco correto.
Comemorações também reanim a equipe, melhoram o moral, desenvolvem o espírito de equipe.
Minha mãe tem sempre na geladeira uma garrafa de champagne, pois ela diz que sempre temos motivos para comemorar. Adoro esse espírito e o recomendo a todo líder que queira energizar positivamente sua equipe.
9)      Contando histórias: Compartilhar casos de sucesso
Dentro de uma equipe comercial tem sempre uma ou duas pessoas destacando-se naquele mês em alguma área. Pode ser na prospecção de clientes, na reativação de inativos, nos seus índices baixíssimos de inadimplência, na superação da meta, no mix de produtos/serviços sendo trabalhados, margens de lucratividade… enfim, indicadores para encontrar o que chamamos de ‘melhores práticas’ não faltam.
O que está faltando é COMPARTILHAR essas melhores práticas entre a equipe inteira. Isso pode ser facilmente realizado em reuniões semanais, mensais, por Skype/conference call, por e-mail (uma entrevista padrão de 3 a 5 perguntas com o campeão/campeã, por exemplo).
E se você juntar tudo isso depois, tem um manual maravilhoso de treinamento de novos vendedores, um livro, uma apresentação para ser feita na convenção anual ou em reuniões de planejamento, etc.
Compartilhar tem outra grande vantagem: a carga de ‘genialidade’  sai das costas do líder e é distribuída entre os membros da equipe.
Primeiro, é uma forma muito forte de reconhecer o mérito de alguém. Segundo, é completamente diferente a equipe ouvir que tem que fazer mais ligações/visitas da boca do diretor/gerente/supervisor ou da boca de um colega que senta ao lado e que vendeu 2x mais do o resto naquele mês.
Compartilhar é muito forte – está no nosso DNA e é um dos motivos pelos quais o ser humano evoluiu. Ou seja, se você realmente quiser que sua equipe continue evoluindo, compartilhe!
10)   Seja humilde: ouça as sugestões da equipe de vendas
Vendedores e vendedoras, por estarem em contato direto com clientes e, geralmente, com outros departamentos da empresa, sabem rapidamente o que funciona e o que não funciona, quem ajuda e quem atrapalha, quem é rápido e quem é lento.
Como são inteligentes e gostam de falar (é raro encontrar um vendedor que nào gosta de falar), começam a dar palpites e sugestões para melhorar.
O problema é que nem todos os vendedores têm o traquejo social e a técnica correta de dar sugestões tanto para seus líderes quanto para o resto da empresa. Por isso parece que estão sempre reclamando. Pior que estão mesmo!
Mas é por três grandes motivos:
a)      Primeiro, por que nunca lhes ensinaram a dar sugestões corretamente.
b)      Segundo, por algum motivo inexplicável, os vendedores esquecem todas suas técnicas de vendas ao dar sugestões de melhoria interna (ou seja, não ‘vendem’ corretamente suas idéias).
c)      Terceiro, também é verdade, por que temos uma imensa quantidade de diretores, gerentes e supervisores FRACOS. Emocionalmente fracos e inseguros e também levemente incompetentes (levemente…). Para estes, aceitar uma sugestão de alguém ‘inferior’ hierarquicamente é quase um hara kiri profissional. Significa que eles/elas não sabem o que estão fazendo, ou encaram a sugestão como uma crítica (os dois primeiros motivos só pioram isso).
Moral da história: a equipe comercial cheia de idéias e sugestões para melhorar e nada acontece. Isso acaba desmotivando tremendamente os vendedores. O ser humano é uma máquina de resolver problemas. É isso que somos. Tanto que, quando não temos problemas, criamos problemas. Precisamos ter problemas para resolver – é assim que nosso cérebro funciona.
Se eu tenho a solução para alguma coisa mas ninguém me escuta, ou finge que escuta mas não faz nada, a impressão que tenho é de estar num hospício. De novo: não pode.
O resultado é que as pessoas desanimam e aí o gerente reclama da equipe desanimada, sem entender que muitas vezes ele/ela é que acabou criando essa situação.
Sugestão: que tal criar um sistema interno onde os vendedores apontam problemas mensalmente a serem resolvidos, um comitê interno com 5 pessoas de vários departamentos é criado e depois o comitê se reporta à todos na empresa (principalmente comercial, o principal interessado nestes casos) sobre as melhorias?
O líder não precisa ter todas as idéias. Não precisa executar todos os passos. Não precisa pensar em tudo, em todos, ao mesmo tempo, aqui agora.
Isso não é liderança – é uma bomba.
Líder inteligente coordena, supervisiona, cobra, motiva, premia.
Evitar estes 10 erros de liderança é um grande caminho para a Alta Performance em Vendas.
Abraço e boa$ venda$,
Raul Candeloro

A Ira Santa - Miranda Sá


by mirandasa08
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )
Na sua antológica “Oração aos Moços”, o grande Rui Barbosa, tão vilipendiado pelos maus juízes que tanto condenou, deixou uma lição a ser seguida sempre, mas principalmente agora quando sentimos a cólera pelas ações indignas de um governo corrupto e corruptor.
Ensinou Rui: “Nem toda ira é maldade. Quando verbera o escândalo, a brutalidade, ou o orgulho, não é agrestia rude, mas exaltação virtuosa; não é soberba que explode, mas indignação que ilumina, não é raiva desaçaimada, mas correção fraterna. Então, não somente não peca o que se irar, mas pecará não se irando.”
Somos tomados pela “ira santa” enfrentando as ameaças à liberdade da expressão do pensamento na internet. Defendemos, sem temor ou amarras político-partidárias ou opção ideológica, a imprensa, que infelizmente, por razões várias, nem sempre manifesta os protestos da sociedade; só nas Redes Sociais que evolui o pensar independente dos homens e mulheres bem informados deste País.
Não é por acaso que uma pesquisa do Ibope, patrocinada e amplamente divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência exaltou a “confiança do povo” nos jornais impressos (53%), rádio (50%), televisão (49%) e revistas (40%), deixando para as redes sociais míseros (24%), sites (28%) e blogs (22%).  O PT-governo quer impor a mentira de que o povão lê jornal e tem dinheiro de sobra para assinaturas da TV a cabo...
“Eles” querem assim, mas na realidade são as redes sociais que expressam a opinião pública. Recordemos o julgamento da Ação Penal 470, o popular Mensalão. As inserções no Facebook e as hastags do Twitter exigiram que corruptos e quadrilheiros fossem julgados, e essa pressão levou-os à prisão, inclusive a alta hierarquia do PT.
A decisão colegiada do STF teve indiscutível legitimidade. O PT-governo, corrupto e corruptor interveio, nomeando Luiz Roberto Barroso e Teori Zavascki para provocar a reversão das sentenças. Com o voto deles, Dirceu, Delúbio e Genoino escaparam da condenação por formação de quadrilha e a absolvição de João Paulo Cunha da acusação de lavagem de dinheiro.
Jornais, rádios e TVs minimizaram a falta de ética nessa “maracutaia jurídica” da última sentença e a conseqüente desmoralização do Supremo. As redes sociais não se omitiram. Denunciaram e não se conformaram, principalmente exaltando o aviso do ministro Joaquim Barbosa, que as novas apreciações “eram apenas o começo”.
Assim, esperemos o que vem de pior. Os mais pessimistas já projetam que tramas advocatícias cheguem ao STF para livrar os corruptos petistas da ficha suja para que venham a ser eleitos a qualquer cargo eletivo.
Nenhum juízo crítico – apenas casos pontuais – veio dos jornais impressos, das tevês e do rádio, quando Lula – O Barba – disse ao jornal italiano “La Republica”, que emprego é mais importante que inflação, mesmo sabendo que o tal “pleno emprego” é uma sórdida fraude que inclui aparelhados, bolsistas e estagiários, e que o Dragão da Inflação corrói a economia e prejudica toda Nação.
Essa denúncia prosperou nas redes sociais, que também divulgam a vexatória política externa diante da repressão ditatorial na Venezuela; as verbas destinadas a Angola e Cuba; o perdão das dívidas de sobas africanos, e a suprema canalhice de atrasar o pagamento das aposentadorias e pensões, para falsear a contabilidade fajuta do PT-governo.
Finalmente, é pela internet que cresce a onda de alegria e chistes por se ver Dilma fugindo das vaias, sem discursar na abertura do torneio que o seu marqueteiro batizou e ela repetiu que seria a “Copa das Copas”. Até o maldito Putin abriu as Olimpíadas de Inverno na Rússia...
E tem mais. Pelos comentários aqui feitos, vê-se a necessidade de reforçar e ampliar, com “ira santa” a luta contra o marco civil, em qualquer de suas versões.

Digo tudo que penso. Vale a pena agir assim?

VÍDEOS / Sua Carreira

Atitude | 01m27s


17/03/2014 09:14
São Paulo - Sinceridade e transparência são atributos louváveis em qualquer ambiente. Mas até que ponto vale a pena expressar tudo que lhe vem à mente? Em mais um dosvídeos de carreira, Eduardo Ferraz, autor do livro "Seja a pessoa certa no lugar certo, dá alguns conselhos. 

Mudança FGTS aumenta taxas financiamento imobiliário


em: FGTS   |  tags: Juros , SFH , Tarifas/Taxas   |  fonte: Lugar Certo

Ações na Justiça pedem a substituição da TR na remuneração do FGTS por correção por índices de inflação dos saldos das contas do FGTS  aumenta taxas financiamento imobiliário

20140317144211560672i : Mudança FGTS aumenta taxas financiamento imobiliário
A estimativa é que as taxas de financiamento imobiliários aumentariam para cerca de 11% ao ano, caso o FGTS passe a ser corrigido pelo IPCA
A mudança na remuneração dos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)  aumenta taxasfinanciamento imobiliário, na avaliação do procurador-geral o Banco Central (BC), Isaac Sidney Menezes Ferreira, em petições enviadas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Diversas ações na Justiça pedem a substituição da Taxa Referencial na remuneração do FGTS por correção por índices de inflação dos saldos das contas do FGTS dos trabalhadores. O empregador deposita todo mês o valor correspondente a 8% do salário do empregado. O valor pode ser sacado pelo empregado em caso de demissão sem justa causa ou para comprar a casa própria, por exemplo.
Na petição, o procurador-geral pede que o BC participe do processo porque é o órgão responsável por calcular a TR. Além disso, diz o procurador, a taxa remunera não somente o FGTS, mas diversos setores da econômica, tendo portanto, importância para o funcionamento do sistema financeiro.
De acordo com a petição enviada ao STF, a estimativa é que as taxas de financiamento imobiliários aumentariam para cerca de 11% ao ano, caso o FGTS passasse a ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Essas taxas atualmente variam entre 6% e 8,66% ao ano.
“Tal revisão, por certo, tornaria as operações de crédito do FGTS mais onerosas, e, por consequinte, financeiramente inviáveis e inacessíveis a significativa parcela da população, porquanto menos favorecida”, diz Ferreira, no documento.
Ainda de acordo com a petição, não haveria como remunerar os fundistas, com correção pelo IPCA, em patamares superiores ao que o fundo aufere a títulos de receitas. Com isso, para Ferreira, “a sobrevivência do sistema dependeria imperiosamente da revisão de todos os contratos firmados com recursos do FGTS”. Isso porque não haveria como remunerar os fundistas em patamares superiores aos que o próprio fundo aufere a título de receitas.
O procurador-geral argumenta ainda que a Lei 8177 de 1991 determinou que os saldos das constas do FGTS devem ser “remunerados” e não corrigidos. “Desse modo, está-se diante de uma decisão legal e soberana do Parlamento, que vige há mais de duas décadas, no sentido de adotar a TR como parâmetro para a remuneração das contas do FGTS”, destaca. Ferreira acrescenta que se a Justiça aceitar a mudança, a decisão afetaria o princípio da independência dos poderes da União, uma vez que o Congresso aprovou a lei estabelecendo a TR como remuneração do FGTS.
Ainda na petição, Ferreira diz que o Congresso não se omitiu de analisar o assunto. O Projeto de Lei do Senado 193 de 2008 pedia a substituição da TR pelo IPCA para remuneração dos depósitos de FGTS. Mas esse projeto foi arquivado após parecer desfavorável da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
Ferreira diz ainda que “não há direito fundamental à correção monetária ou uma espécie de direito adquirido à inflação”. “Os agentes econômicos e os cidadãos, nas relações contratuais informadas por normas marcadamente de ordem pública, não têm o direito assegurado de eleger um índice de correção monetária que melhor lhes convenha, sob pena de desordem econômica, uma realidade que seria francamente afrontosa à Constituição”, acrescenta.
Segundo o procurador-geral do BC, tendo em vista que as contas do FGTS têm a finalidade de formar uma poupança para o trabalhador, o legislador vinculou essa remuneração mínima ao sistema dos depósitos de poupança, acrescidos de juros de 3% ao ano.
Para Ferreira, as ações na Justiça são motivadas por “pela expectativa de ganhos fáceis, notadamente quando instigada por entidades, inclusive sindicais e partidárias, que promovem a cultura das as ações em massa em tempos de estabilidade monetária”.
Fonte: Lugar Certo - Agência Brasil


Gary Clark Jr and John Mayer - Born Under A Bad Sign

Governo Dilma sabota liberação de dinheiro da Caixa para que Fortunati toque as Obras da Copa - Polibio Braga


Ela cochicha, faz promessas, mas por baixo dos panos tira proveito da ingenuidade política e boa fé do prefeito José Fortunati, que não se acostuma a lidar com pilantras. 



A nota abaixo é da editora de Política de ZeroHora, Rosane Oliveira. Ela revelas na edição deste domingo do jornasl que já se foram os primeiros 75 dias de 2014, e a prefeitura de Porto Alegre não recebeu sequer um centavo do empréstimo de R$ 466 milhões da Caixa Econômica Federal para as obras da Copa e de mobilidade urbana. Esse dinheiro todo é para tocar as conhecidíssimas Obras da Copa, um conjunto de 14 grandes obras de mobilidade urbana iniciadas pelo prefeito José Fortunati, mesmo sem ter o dinheiro prometido por Dilma nas mãos. Ele foi ingênuo e impetuoso, porque acreditou na palavra de Dilma, coisa que não deveria ter feito.  Agora, ele enfrentas um claro boicote, todo ele que tem como epicentro a secretaria do Tesouro, comanda pelo petista gaúcho Arno Augustin, mas que tem a cobertura da presidente Dilma. Dilma, pela frente, adula e faz promessas ao prefeito, mas pelas costas não libera nada porque quer vê-lo - e também o PDT e seus candidatos Vieira da Cunha e Lasier Martins - desgastados até a medula. Arno Augustin e o governo anterior do PT fez manobras igualmente desgastantes com a governadora Yeda Crusius no caso do empréstimo que ela tomou com o Banco Mundial. José Fortunasti já deveria saber com quem está lidando, porque foi traído quando esteve dentro do PT (por isto foi embora) e viu o que aconteceu com Yeda. Dilma faz a mesma coisa com o metrô e com a ponte do Guaíba. Vai empurrando tudo com a barriga, ganhando tempo, envolvendo e enganando Fortunati e a população do RS. É um jogo sujo e eleitoreiro - mais um - do governo Dilma, que prejudica claramente toda a população de Porto Alegre. Leia tudo:

A espera se arrasta desde o ano passado, quando a desculpa para o atraso era a necessidade de fechar as contas de 2013. A liberação foi anunciada no dia 28 de dezembro, mas não se consumou.

Confiantes de que os obstáculos tinham sido removidos, o prefeito José Fortunati e o secretário de Gestão, Urbano Schmitt, fizeram um acordo com as empreiteiras para acelerar as obras durante os meses de janeiro e fevereiro.

– Vamos fazer em dois meses o equivalente a quatro, aproveitando que a cidade está mais vazia – planejava Fortunati.


O contrato com a Caixa foi assinado no dia 14 de janeiro, e as empreiteiras se prepararam para retomar as obras que estavam paralisadas. O Ministério da Fazenda deu o aval, criando a expectativa de liberação. Janeiro e fevereiro passaram e nada de o dinheiro chegar. Quando a prefeitura cobrava, sempre faltava um detalhe. Na quinta-feira, dia 6, surgiu um novo e gigantesco obstáculo no caminho: a prefeitura foi inscrita no CAUC, o Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias, uma espécie de SPC do setor público. Quem está inadimplente ou com alguma prestação de conta de convênio pendente não pode receber financiamentos de bancos oficiais nem contratar empréstimo externo com aval da Fazenda.

A prefeitura foi informada de que havia uma prestação de contas pendente de 2009, de um convênio de R$ 780 mil, que envolveu o Grêmio Náutico União. Urbano garante que encaminhou para Brasília as provas de regularidade da prestação de contas, mas a semana terminou e nenhum sinal chegou do Planalto. Fortunati apelou para o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e para o chefe de Gabinete da presidente Dilma Rousseff, Giles Azevedo, que deixou o cargo na sexta-feira sem ajudar a desatar o nó no Ministério da Fazenda.

Cauteloso, o prefeito evita opinar sobre o que pode estar por trás da demora na liberação dos recursos, mas seus auxiliares trabalham com duas hipóteses: burocracia ou boicote. Há, de fato, indícios de sabotagem. Como explicar que só agora tenham sido descobertas falhas na prestação de contas de um convênio de 2009?

Enquanto os recursos federais não chegam, a prefeitura usa dinheiro dos impostos


Enquanto o governo federal não libera os R$ 466 milhões do empréstimo para as obras de mobilidade em Porto Alegre, a prefeitura vai se focar nas que têm relação com a Copa do Mundo: o corredor de ônibus da Padre Cacique, o entorno do Beira-Rio, o Viaduto Pinheiro Borda e o viaduto que liga a Júlio de Castilhos à Avenida Castelo Branco, o chamado xis da rodoviária. O resto vai ter de esperar sabe-se lá por quanto tempo.

O secretário de Gestão, Urbano Schmitt, garante que não há risco de as obras que integram a matriz de responsabilidade da Copa não ficarem prontas:

– Com ou sem empréstimo, essas serão concluídas. Vamos fazendo com recursos próprios, mas eles são limitados.

Já foram gastos R$ 97 milhões, que terão de ser repostos quando o empréstimo for liberado. Por conta da escassez de dinheiro, Urbano arquivou o sonho de chegar à Copa com o viaduto da Terceira Perimetral liberado ao tráfego no cruzamento com a Avenida Bento Gonçalves. A construtora chegou a acelerar as obras diante da perspectiva de liberação do empréstimo e tem R$ 18 milhões a receber por serviços já concluídos.

A ASSUSTADORA MENSAGEM DE FRANKLIN MARTINS PARA JOSÉ DIRCEU, QUE COMPLETOU 68 ANOS NESTE DOMINGO NA CADEIA

segunda-feira, 17 de março de 2014


Neste domingo o mensaleiro corrupto José Dirceu completou 68 anos. No lugar onde deveria estar. Na cadeia. Seus amigos e parentes gravaram vídeos para serem levados para ele, além de mensagens. Franklin Martins redigiu um texto assustador, tendo em vista o seu passado de terrorista e sequestrador. Leiam: "mais cedo ou mais tarde, a verdade prevalecerá. Quem julgou sem justiça e condenou sem razão, também será julgado e condenado um dia". Há na frase uma nítida ameaça aos ministros do STF e a confissão de que existe, em andamento, um projeto para dissolver o Supremo Tribunal Federal, cujos ministros são vitalícios, o que consiste em claro ataque à ordem constitucional. O que o STF julgou não tem retorno, a não ser com um golpe de estado.  Ninguém pode pregar que um ministro do Supremo será julgado e condenado, a não ser que defenda o fim do Estado de Direito. Franklin Martins, em 1969, integrou o grupo da Ação Libertadora Nacional e do Movimento Revolucionário 8 de Outubro que cometeu o crime hediondo de sequestro do embaixador americano Charles B. Elbrick. Foi ele que redigiu o manifesto lido à Nação, onde fazia a seguinte ameaça: "A ditadura tem 48 horas para responder publicamente se aceita ou rejeita nossa proposta. Se a resposta for positiva, divulgaremos a lista dos quinze líderes revolucionários e esperaremos 24 horas por seu transporte para um país seguro. Se a resposta for negativa, ou se não houver resposta nesse prazo, o sr. Burke Elbrick será justiçado". Os militares libertaram os quinze presos, entre os quais José Dirceu. Anos depois, o bandido petista mensaleiro José Dirceu está preso pelos seus crimes, por atacar frontalmente o estado democrático de direito em seu principal fundamento, o voto, manifestação da vontade popular, de onde deriva todo poder. Franklin Martins, que ameaça ministros do STF, vai coordenar a campanha de Dilma Rousseff. É assustador. (CoroneLeaks)