quarta-feira, 27 de março de 2013

Como usar caixotes de madeira na decoração da casa



25/03/2013
Sabe quando você sente que a decoração da sua casa precisa de uma repaginada, mas não há dinheiro suficiente para comprar móveis novos? Não se aborreça ou se entristeça com esses momentos. Isso porque há soluções simples, práticas e econômicas que podem dar uma nova cara à sua casa ou apartamento.
Em tempos de sustentabilidade, a tendência em decoração de interiores é reaproveitar diferentes materiais, o que, além de ser mais vantajoso para o meio ambiente, proporciona maiores possibilidades, facilitando a criatividade e a originalidade na hora de decorar.
Seguindo essa ideia, os caixotes de madeira têm conquistado um espaço cada vez maior dentro de casa. O objeto que costuma ser utilizado nas feiras, para carregar frutas, ou nas adegas para transportar garrafas de bebidas, agora também pode ser usado para dar um toque mais original na decoração de interiores.
O segredo para criar ambientes equilibrados e bonitos com esses artigos tão rústicos está na customização das peças, que deve ser feita de acordo com o visual e o estilo dos cômodos da sua casa. Com criatividade, tintas coloridas e pequenos acessórios, os caixotes podem se integrar à mobília como mesinhas de centro, prateleiras, estantes, banquinhos, mesas de cabeceira, entre muitas outras utilidades.
Basta juntar alguns caixotes na horizontal e colori-los para criar uma mesinha de centro moderna e sustentável | Foto: Cria design blog.
Para a sala, a dica é usar os caixotes como uma mesinha de centro. Basta unir dois ou quatro na horizontal e colorir a madeira com a cor de sua preferência e que combine com os demais móveis do cômodo. A união das caixas pode ser usada também para organizar livros, revistas, jornais e outros pequenos itens que às vezes ficam espalhados pelo ambiente.
Já na parte do home office, para citar outro exemplo, é possível adaptar o caixote de madeira como porta trecos, jornais ou até revistas. Além disso, basta colocar umas rodinhas na parte inferior e, assim, um novo móvel funcional será criado, permitindo ainda que o espaço seja melhor aproveitado.
No quarto, o caixote também pode ser usado de diversas maneiras. Disposto na horizontal, ele pode ser transformado em uma mesa de cabeceira, servindo de suporte para um abajur, vasinho com flores ou outros objetos que você gosta de ter ao lado da cama.
Com uma mão tinta e um papel de parede no fundo, os caixotes de madeira são capazes de transformar a decoração | Foto: Coisas de Ingrid.
Outra ideia é usá-los no quarto, como prateleiras. Basta fixar algumas peças de maneira que unidas criem um designer semelhante ao suporte de uma estante. Para que o novo móvel fique ainda mais bonito, uma possibilidade é enfeitar o fundo da caixa com papel de parede e então usá-la para guardar livros, plantas, fotografias, relógio ou outros artigos decorativos.
Múltiplo e funcional, os caixotes podem ser usados ainda no banheiro, fazendo a diferença na decoração e na organização do ambiente, principalmente para quem tem pouco espaço. Num cantinho, ao lado do lavabo, por exemplo, é possível improvisar armários feitos com caixotes. Eles são boas opções para deixar sempre por perto itens como papel higiênico, toalhas, entre outros.
Essas são apenas algumas dicas sobre como usar os caixotes de madeira de um modo sustentável, funcional e decorativo. E você, tem alguma outra sugestão? Compartilhe suas ideias com a gente!

terça-feira, 26 de março de 2013

Como declarar no imposto de renda benfeitorias em imóveis


O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda com ano-base 2012 termina no dia 30 de abril de 2013. Até a data, o contribuinte deverá prestar contas à Receita Federal, fornecendo informações como, por exemplo, dados relacionados à compra e venda de imóveis.
Especificamente se tratando da declaração de imóveis, uma das maiores dúvidas entre os brasileiros diz respeito ao lançamento de benfeitorias feitas no bem, após a sua aquisição.
Nesse caso, é importante que o contribuinte saiba que os gastos com melhorias no imóvel são considerados uma espécie de “desdobramento” da compra do bem. Por esse motivo, as reformas devem ser acrescentadas na declaração, sendo agregadas ao custo de aquisição do imóvel.
Tais informações devem ser preenchidas no programa desenvolvido e fornecido gratuitamente no site da Secretaria da Receita Federal do Brasil, no menu chamado Ganho de Capital referente ao ano da venda do bem.

Na declaração do IR 2013, gastos com benfeitorias devem ser agregados ao custo de aquisição do imóvel | Via: Flickr.
Na guia “apuração do custo de aquisição”, o contribuinte deverá confirmar a existência de benfeitorias, incluindo informações como os gastos com ampliações, construções e reformas realizadas no imóvel. Aqui, também entram despesas com pequenas obras, entre elas pintura, encanamento, reparo em azulejos, pisos e paredes.
Com a declaração completamente preenchida, os dados deverão ser exportados e, em seguida, importados para o programa gerador de declarações da Receita. Para isso, é preciso seguir os seguintes passos: Menu ferramentas > exportar para IRPF do programa Ganho de Capital. Menu importações > ganho de capital > programa gerador das declarações.
Encerrando o processo, na lista de bens e direitos, o contribuinte deverá incluir o valor das benfeitorias realizadas no campo de discriminação do bem. Além disso, devem ser preenchidos os campos que dizem respeito ao valor de aquisição do imóvel e ao seu valor atual.
É válido ressaltar ainda que, todas essas informações só têm valor mediante a entrega de recibos e notas que comprovem os gastos, acompanhados dos devidos CPFs e CNPJs dos serviços e profissionais contratados.

Recursos do FGTS também podem ser usados para diminuir o valor das prestações da casa própria em até 80%



 

O imóvel tem que estar registrado para que a pessoa 
possa usar o FGTS


Se você está pagando as prestações da casa própria e, 
por algum motivo, se viu com o cinto apertado, há 
chances de aliviar o peso das parcelas. O Fundo de 
Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser usado 
para reduzir o valor da prestação por um período, e 
não somente para diminuir o número de parcelas do 
financiamento.


— A pessoa pega o saldo que tem no fundo e calculamos o valor que pode ser utilizado, dividindo o 
total por 12 (meses). Daí, abatemos esse valor da prestação atual — explica o gerente regional da 
Construção Civil da Caixa Econômica Federal no Rio, Renato Silva dos Santos.


Santos explica que o percentual máximo que pode ser abatido das parcelas com os recursos do FGTS é 
de 80%, mesmo que a pessoa tenha saldo suficiente para pagá-las na íntegra. Ele adverte que, caso o 
mutuário não tenha esse percentual disponível, mas esteja trabalhando com carteira assinada — e, 
consequentemente, acumulando mais recursos no fundo —, o dinheiro que entrar após o cálculo não 
poderá ser usado para completar os 80%. O percentual de abatimento na prestação, neste caso, será 
proporcional ao valor que ele tinha de saldo até a operação.


Há, ainda, a possibilidade de usar o fundo para diminuir o número de parcelas, mais utilizada e que 
encurta o prazo de pagamento, em anos. A melhor opção deve ser analisada caso a caso. Se o mutuário 
contrata o financiamento e o orçamento está em dia, com sobra de recursos, diminuir o número de 
parcelas é uma boa opção. Se ele passa por uma dificuldade e precisa diminuir os gastos mensais de 
imediato para não ficar no vermelho, a redução do valor da parcela pode ser a melhor alternativa.


— O sistema faz a simulação para mostrar qual a melhor escolha — afirma o
gerente regional.





Fonte: Extra



O Poder e a Importância da Paciência



Por Luís Marins
Nunca como nos dias de hoje a virtude da paciência andou tão falta. Tudo corre e deve correr. O tempo urge. Os compromissos se multiplicam. O excesso de informação nos faz ter a sensação de eternos atrasados – no tempo, no espaço, na vida.
Perdemos a noção do tempo da natureza – de que as coisas devem nascer e crescer. De que a semente leva um tempo para germinar. A planta um tempo para crescer. O fruto um tempo para amadurecer. Queremos tudo já! Imediatamente Já! Para ontem!
Empresários querem que seus negócios dêem resultado em poucos meses. Funcionários querem ser promovidos em poucas semanas de emprego.  Clientes querem o produto entregue em algumas poucas horas após o pedido.
E se tudo não ocorrer na estonteante velocidade que imaginamos…. “perdemos a paciência!”  Perdemos aquela que já estava perdida em nossa consciência ingênua (e pouco crítica) há muito tempo. Na verdade o homem e a sociedade contemporâneos estão “perdendo a paciência”.
Com a virtude da paciência “perdida”, o homem fica um ser estressado, à mercê de suas emoções explosivas. Não sabendo esperar o “fruto amadurecer”, os come sem sabor, amargos, pois que ainda não amadureceram e não estavam prontos para serem consumidos com o sabor do açúcar que só o tempo é capaz de dar.
Saber “dar tempo ao tempo” é sabedoria de poucos. Ter a paciência histórica de dar tempo ao tempo para ver suas ações converterem-se em resultados, é sabedoria de poucos. Manter-se, pacientemente, no foco, até que o mercado reconheça sua empresa e seus valores, é sabedoria de poucos empreendedores – os de sucesso! Saber esperar a tempestade passar para continuar caminhando no rumo certo é sabedoria de poucos.
A massa ignara gasta toda a energia lutando contra o inimigo errado, no campo errado, com armas erradas, no momento errado – e em seguida chora a própria derrota. Sem paciência não têm capacidade de analisar, cismar, questionar, pensar e decidir com sabedoria.
A paciência é irmã gêmea da sabedoria. A paciência é o solo fértil onde a sabedoria germina. Sabedoria sem paciência é tão ilusória quanto será sempre vil a paciência sem sabedoria. Mas como gêmeas, a maior sabedoria está justamente na paciência. A paciência é a própria sabedoria no tempo. É o saber o tempo de semear, o tempo de colher, o tempo de ser para alguém, aquele alguém sereno que sabe o que quer e para onde vai porque sabe esperar o momento certo de ir.
Não perca a sua paciência!

CHARGE DO YKENGA




segunda-feira, 25 de março de 2013

Pare de lutar contra as mudanças. Lute pelas mudanças





A mudança acontece quer você queira, quer não. Esta é a maneira que o universo funciona. Ou você trabalha mudando algo, ou alguma coisa vai mudar você
Sim. A mudança é inevitável. A cerejeira fica verde, com folhas, brotos se formam, então as flores crescem com cores vibrantes, em seguida, as flores e folhas caem e ciclo volta a se repetir.
A cerejeira não pode evitar essas mudanças.
Às vezes a mudança é imposta a nós por eventos externos e de outras pessoas que não temos controle.
Em outros casos, as escolhas que fizemos nos colocou em uma situação que se clama por mudanças, embora possamos querer resistir. De qualquer maneira, a força da mudança implacavelmente nos move pra frente.
Enquanto não podemos impedir a mudança em nossa vida, podemos controlar como reagimos a essas mudanças e as escolhas que fazemos. Podemos melhorar significativamente a nossa vida, tornando-se a força da mudança, em vez de lutar contra ela.
Tudo começa com a maneira como vemos as situações desenrolarem em nossa vida.
Nós podemos olhar para a mudança como algo a ser evitado a todo custo ou uma oportunidade de fluir com as correntes e seguir em frente criando coisas novas.
Assim como a cerejeira, somos incapazes de lutar contra as mudanças.
Assim como a cerejeira, somos incapazes de lutar contra as mudanças.

Os obstáculos à mudança

Nós temos várias barreiras humanas que se impõem como obstáculos à mudança e precisamos nos tornar conscientes de que elas são necessárias.

#1. Zona de conforto

Este é o lugar em que as coisas são boas o suficiente para que nós não queiramos mudar, ou nos esforçando para isso. Nós podemos viver com o que temos.
Zonas de conforto são também sobre o nosso apego à forma como as coisas estão agora. Podemos nos tornar muito emocionais sobre a nossa vida, o modo que ela funciona, as pessoas ao redor e etc.
A alteração desse cenário pode parecer como uma perda para nós. Ninguém quer jogar por terra tudo que tem e começar algo novo e diferente. Ou quase ninguém.
No entanto, a força da mudança continua a trabalhar no seu ritmo. Quanto mais nos apegamos, quanto mais tempo ficamos na zona de conforto, mais difícil será a mudança para nós.
O mundo continua a mudar em torno de nós. Se aprendermos a aceitar a mudança a vida vai funcionar melhor em todos os níveis. Aí seguiremos o fluxo da mudança.

#2. Temos medo do desconhecido

Podemos preferir menos em uma situação ideal, do que uma situação completamente nova que não sabemos o suficiente. Que surpresas estão nos esperando?
Mais uma vez, se mantermos a atual situação por muito tempo ela vai se deteriorar. Quanto mais cedo você puder se mover para a frente, melhor. Porque em algum momento, a mudança vai bater na sua porta.

#3. Não estamos cientes em como as mudanças ao nosso redor podem afetar o nosso futuro

Podemos segurar o que temos por muito tempo fora da ignorância. Mas, o que não sabemos pode nos deter e nos machucar.
Fora da zona de conforto, com medo, podemos muito facilmente sintonizar todos os sinais que nos rodeiam demonstrando que  a mudança está prestes a bater em nossa porta.
Precisamos manter a janela da consciência aberta às mudanças. É isso que nos permite estar sempre à frente.
Precisamos manter a janela da consciência aberta às mudanças. É isso que nos permite estar sempre à frente.

Continue criando novas janelas para olhar para o seu mundo

Nunca aceite sua visão atual do mundo como a única visão sobre o mundo. É preciso adotar uma nova consciência para ajudar a alterar seu ponto de vista e motivá-lo a ser a força de mudança em sua vida.

A consciência alavanca o nosso potencial

E a partir do momento em que a nossa consciência cresce, nós crescemos. Vamos voltar para a cerejeira: o nível de ar e nutrientes do solo, bem como a maneira com que a árvore é regada e podada e a luz solar, afetam diretamente a sua flor.
O mesmo pode ser aplicado a nós. Prepare-se para lidar com qualquer mudança e transformá-la em algo melhor para a sua vida.
  • Expanda o seu conhecimento sobre si mesmo, sobre sua vida e seu mundo.
  • Construa novas janelas para que você possa ver o mundo sob novas maneiras.
  • Envolva-se em novas experiências que expandam ainda mais a sua consciência.
  • Continue a ter novas informações, ideias e experiências.
Tudo isso possibilita a perspectiva para nos ajudar a enxergar todas as nossas opções, afastar-nos do passado e assumir novos desafios pelo caminho, com mais confiança.
Enquanto não podemos saber o que vai acontecer no futuro, sabemos que o mundo que estamos tentando conquistar está mudando mais rápido do que imaginamos.
Movendo rumo ao desconhecido pode ser mais seguro do que nos agarrarmos ao passado. Quando você muda a si mesmo, o mundo começa a mudar com você.
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Este artigo foi adaptado do original, “Change Happens Whether You Want It to or Not”, do PositivelyPositive.

Autor

Enrico Cardoso – escreveu  posts no Jornal do Empreendedor.
Enrico Cardoso trabalha com criação de marcas online. Expert em marketing de conteúdo e branding, acredita que toda empresa tem uma única oportunidade de se transformar em uma grande marca: contando histórias e criando uma comunidade em torno de sua marca. "Por trás de uma grande marca sempre tem uma grande história".

Dora Kramer: há exigência de ficha limpa para poder entrar no Congresso — mas, lá dentro, deputados processados ou condenados podem ocupar altos postos



Da coluna de Dora Kramer no jornal O Estado de S. Paulo
Há a exigência de ficha limpa para candidatos, mas não há nos regimentos da Câmara e do Senado nada que diferencie um parlamentar do outro para a ocupação de postos importantes: presidências das casas, lideranças de bancadas, comando de comissões e conselhos.
De onde as barbaridades prosperam sem que nada se possa fazer além de pressão que gera desgaste político e pode, ou não, levar a um recuo. Investigações, denúncias e renúncias forçadas não impediram que Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves fossem eleitos presidentes da Câmara e do Senado.
Protestos e paralisação dos trabalhos da Comissão de Direitos Humanos reduzem as chances de o deputado Marco Feliciano continuar na presidência do colegiado, mas não garantem o desfecho.
Se o PMDB não quiser, nada impedirá o deputado Eduardo Cunha de seguir líder da bancada do partido, apesar de ser agora alvo de processo no Supremo Tribunal Federal. Assim como o PT não viu impedimento em indicar dois condenados à prisão pelo STF para a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Do ponto de vista das regras internas, estão todos e mais alguns com contas abertas na Justiça dentro da legalidade.
E a legitimidade? Esta não conta como critério na escolha dos partidos para a distribuição de posições, embora pudesse passar a valer a partir de um acordo (de cavalheiros?) conduzido pelos presidentes das Casas que prometeram investir na recuperação da credibilidade do Parlamento.
A instituição de uma espécie de norma da ficha limpa para o exercício dos mandatos seria uma sugestão algo utópica. Criaria uma enorme confusão e levaria os preteridos a invocar o princípio do “respeito” aos votos que os levaram ao Congresso.
Situação anômala, verdade. Ocorre, porém, que anomalia maior é a que se estabelece hoje em um Poder Legislativo onde o cardinalato é composto de gente que antes era da turma do baixo clero, não tinha pretensões a comandos nem ocupava espaços de destaque.
Passavam despercebidos, e suas máculas não chegavam a contaminar de todo o ambiente.
Hoje é diferente, esse pessoal manda. Isso determina que obedeçam a exigências mínimas de conduta e aconselharia o Congresso a levar em conta ao menos as aparências.