quinta-feira, 3 de abril de 2014

MARANHÃO? FICA NO BRASIL?


Anhangüera


 Não. É uma capitania hereditária que fica no… brasil. E nesse tal de Brasil ideal, que não sei onde fica, tem uma lei que PROÍBE que sejam dados nomes de pessoas VIVAS à logradouros.  Infelizmente a lei não previu os mortos-vivos…

Tem uma outra lei também que obriga a mais alta autoridade militar (abaixo da presidanta) a CAÇAR e CASSAR – pegar de volta medalhas militares concedidas à pessoas que venham a ser condenadas… como (se não me malha a femória) as de Pacificador, concedidas a Zé Dirceu e Genoíno.

Ao que eu saiba, autoridade que não cumpre a lei está cometendo CRIME DE PREVARICAÇÃO, né não?

Família Sarney
Família Sarney

- Para nascer, Maternidade Marly Sarney;
- Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola  Sarney ou Roseana Sarney;
- Para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto,  Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney e José Sarney;
- Para pesquisar, apanhe um táxi no Posto de Saúde Marly Sarney e vá  até a Biblioteca José Sarney, que fica na maior universidade  particular do Estado do Maranhão, que o povo jura que pertence a um tal de José Sarney;

- Para inteirar-se das notícias, leia o jornal O Estado do Maranhão, ou ligue a TV na TV Mirante, ou, se preferir ouvir rádio, sintonize as Rádios Mirante AM e FM, todas do tal José Sarney.

Se estiver no  interior do Estado ligue para uma das 35 emissoras de rádio ou 13 repetidoras da TV Mirante, todas do mesmo proprietário;

 - Para saber sobre as contas públicas, vá ao Tribunal de Contas Roseana Murad Sarney (recém batizado com esse nome, coisa proibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor);

 - Para entrar ou sair da cidade, atravesse a Ponte José Sarney, pegue  a Avenida José Sarney, vá até a Rodoviária Kiola Sarney. Lá, se  quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, ande algumas horas pelas ‘maravilhosas’ rodovias maranhenses e aporte no município José  Sarney.

Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum José Sarney, procure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney…

Seria cômico, se não fosse tão triste….

terça-feira, 1 de abril de 2014

Governo da Venezuela obriga proprietários a vender imóveis a inquilinos


  • Medida vale para propriedades alugadas há mais de 20 anos
  • Donos têm 60 dias para fazer a oferta; multa inicial é de US$ 40 mil
Tópicos da matéria:


Manifestantes entram em confronto com policiais em Caracas, na noite de domingo
Foto: FEDERICO PARRA / AFP
Manifestantes entram em confronto com policiais em Caracas, na noite de domingoFEDERICO PARRA / AFP
CARACAS — O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, decidiu obrigar os proprietários de imóveis alugados há 20 anos ou mais a vendê-los a seus inquilinos. A medida, já publicada no Diário Oficial, determina que os donos terão 60 dias para fazer a oferta dos apartamentos, cujo preço será determinado por um órgão estatal. A medida provocou polêmica no país: apesar de o deficit de imóveis na Venezuela ser alto e afetar mais de 3,7 milhões de famílias, críticos tacharam a ação de inconstitucional.

A medida faz parte de uma série de intervenções econômicas chefiadas por Nicolás Maduro. O presidente venezuelano alega ser vítima de uma “guerra econômica” de especuladores que pretendem derrubar seu governo. Ele já pediu — e conseguiu — do Parlamento superpoderes para legislar sem obstáculos no campo econômico durante um ano. Desde então fixou valores máximos para aluguéis comerciais, estabeleceu limites de lucros para lojas e ordenou a diminuição de preços.A novidade prevê que os inquilinos tenham prioridade sobre a compra, mas, se não o fizerem, o imóvel deve ser vendido mesmo assim. Os proprietários que descumprirem o prazo para anunciar a venda serão multados em 2.000 unidades tributárias, o equivalente a 254 mil bolívares, ou US$ 40 mil. O valor deve ser pago em cinco dias; caso contrário, a multa será dobrada. Depois disso, o apartamento pode ser embargado.
Metro quadrado defasado desde 2013
Para Roberto Orta, presidente da Associação de Proprietários de Imóveis Urbanos (Apiur), a nova medida “destitui” a propriedade de seu dono, e desrespeita a Constituição, que só prevê a expropriação e o confisco de um imóvel com o pagamento de uma indenização. Outro problema, alegou, é que o governo ainda não fixou o valor do metro quadrado, defasado desde novembro de 2013 e que, devido à inflação acumulada — a uma taxa alarmante de 57,3% — não se ajustaria à realidade.
— Muitos desses edifícios são ocupados por pessoas da terceira idade, e o banco não concede crédito a idosos — acrescentou Orta.
A medida foi publicada na sexta-feira, mas só anunciada nesta segunda. No mesmo dia, Caracas amanheceu mergulhada em novos protestos, e ruas foram fechadas. A onda de manifestações já dura quase dois meses no país.
— Claro que nos incomoda a atitude do governo. Os estudantes presos, mortos, detidos, a falta de justiça — disse o estudante Andrés Núñez, de 28 anos.
A tensão também voltou a San Cristóbal, capital do estado de Táchira, e berço dos protestos antichavistas. Houve confrontos depois que militares e policiais tomaram as ruas para remover as barricadas levantadas por manifestantes.
— As forças de segurança usaram gás lacrimogêneo e balas de borracha, atacaram a população, entraram em casas e prenderam pessoas — denunciou o prefeito Sergio Vergara.
Ele assumiu o posto de Daniel Ceballos, condenado a um ano de prisão por “não evitar as barricadas”. Segundo Vergara, tropas do Exército e da Guarda Nacional permaneceram nas ruas para evitar a instalação de novos bloqueios.
Do estado de Lara, no Norte, o governador opositor Henri Falcón fez um apelo por diálogo à Mesa de Unidade Democrática (MUD):
— Já basta de tantos erros e violência. É preciso sentar-se numa mesa de diálogo e, como dirigentes da MUD, apresentar propostas e exigências ao governo nacional diante da incerteza no país.


em http://oglobo.globo.com/mundo/governo-da-venezuela-obriga-proprietarios-vender-imoveis-inquilinos-12045262#ixzz2xdS79OoO 

OBRA-PRIMA DO DIA (PINTURA) Giotto: Cenas da Vida de São Joaquim e Sant'Ana


A Capela:
A capela onde Giotto nos deixou o tesouro de seus afrescos foi mandada erguer por Enrico Scrovegni, um comerciante rico, politicamente ambicioso, que em 1300 adquirira as ruínas de uma antiga arena romana, em um terreno adjacente ao seu palácio.
Rico e poderoso, mas também usurário e orgulhoso, parece que seus contemporâneos não o tinham em muito alta conta. Mas o dinheiro sempre abrandou as antipatias e em março de 1302 ele obtém do bispo de Pádua autorização para erguer uma capela familiar.
O documento da autorização episcopal não mais existe, mas em 1304 o papa Bento XI publica uma bula concedendo aos visitantes da capela uma indulgência de um ano e quarenta dias se as visitas fossem feitas nos dias das festas da Natividade ou da Purificação e Assunção de Maria.
Em 1305 é publicada uma nota papal sobre a consagração de um dos altares da capela.

A Obra de Giotto:
A história de Joaquim e Ana é muito linda. Ele um dia vai ao Templo fazer oferendas e rezar para que Deus abençoe sua união com Ana e lhes dê o filho que aguardam há vinte anos, numa união que em tudo mais é feliz. O sacerdote o expulsa com rudeza, amaldiçoando-o por ser estéril.
Joaquim, deprimido, vai para o campo e se refugia entre pastores e rebanhos. Um dia um anjo lhe aparece e lhe diz que volte para Jerusalém e que vá se encontrar com Ana na Porta Dourada: os dois terão uma filha que se chamará Maria e que a menina, por sua vez, terá um Filho que mudará a face do mundo.


Joaquim segue a orientação do anjo e na Porta Dourada encontra sua mulher que também fora orientada por um anjo. Ana já carrega Maria em seu ventre. Os dois, num terno abraço, parecem se isolar dos outros à sua volta.
As pessoas ao redor são incapazes de fazer a distinção entre o sacro e o profano e não se dão conta, nem poderiam, que estão diante de um casal abençoado com a santidade. Os parentes e amigos se regozijam apenas com a felicidade daquele casal amigo.


O Encontro na Porta Dourada, em Jerusalém, é talvez o afresco mais conhecido de Giotto.
Muito se especulou sobre quem seria a mulher de preto, ao fundo da cena, que parece ser a única descontente com o que vê e que encobre o rosto. Estou convencida que é a fofoqueira da cidade.

O Sonho de Joaquim (dimensão: 2.00 x 1.85)
O Encontro na Porta Dourada, em Jerusalém (dimensão: 2.00 x 1.85)

Capella degli Scrovegni, Padova, Italia
Esta charge do Mario foi feita originalmente para o

segunda-feira, 31 de março de 2014

“A Petrobras É Nossa?”

 Blog do Miranda Sá


by mirandasa08

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )

Passando dos 80 anos de idade, minha memória (felizmente) ainda está fresca em relação aos anos 50 do século passado. Lembro que fui com o meu pai, patriota verde-amarelíssimo, a um comício d’ “O Petróleo é nosso” na Esplanada do Castelo, Rio, que foi dissolvido numa ação repressiva da Polícia Especial.
Jovem e afoito levei uma cassetetada que me doeu durante muitos anos. E com a dor, sedimentei meu amor pela Petrobrás (com assento agudo) que me acompanhou a vida toda. “A vida toda?”, não; cessou quando a empresa ícone do povo brasileiro foi privatizada pelos pelegos que ascenderam ao poder na eleição de Lula da Silva.
Queiram ou não queiram os aparelhados na administração pública e os intelectueiros chapas-branca, não se pode negar que os desmandos na Petrobras se fixaram e se ampliaram no PT-governo.
Chegou a ser convocada uma CPI para investigar as multifacetadas denúncias de que as ratazanas roíam o patrimônio da Petrobras. A CPI foi abafada com a compra de parlamentares, entre eles o impichado Collor, que terminou com diretorias e cargos de mando na empresa.
Agora, explodindo a bomba da impudente e desonesta compra da Pasadena, estalou as cabeças e a consciência dos brasileiros. Parece-me que chegou a hora de abrir a ‘caixa preta’ da indignidade praticada pela política governamental na gestão da empresa petrolífera.
O pior de tudo é que o escandaloso prejuízo na refinaria texana não resume os crimes. Eles se multiplicam e são revelados a cada dia que se passa desde o afloramento do episódio Pasadena. Vê-se escorrer no ralo da corrupção o loteamento da direção com partidos devassos, doações a ONGs, apadrinhamentos imorais, associações delituosas com empreiteiras e terceirizações.
Revoltante foi dar-se conhecimento da compra de outra refinaria, no Japão, nos mesmos moldes vergonhosos e rapinagem da ocorrência nos Estados Unidos. Tudo isto começado no Governo Lula e chancelados pela presidente Dilma, mamulengo que ele manipula e controla.
No processo das denúncias, assiste-se o malogro de Dilma, vendida ao eleitorado em campanha eleitoral como uma “Gerentona”.  Ela afirmou desconhecer as cláusulas do contrato de Pasadena – e certamente da japonesa... Depois, veio com nova versão também enganadora para explicar “que no momento não sabia”.
Tomou conhecimento depois? Porque não agiu contra? Porque se omitiu tanto tempo, no período em que transpareceu o caso? Foi traída pelos diretores que lhe apresentaram o relatório? Porque os manteve, e ainda promoveu-os? 
Esse contrato de compra da parte beneficiária dos belgas deu um prejuízo de mais de US$ 1 bilhão. E fez pior, abalou e desacreditou a empresa e seus executivos, por ser impossível encobrir uma transação desse tipo.
Tal situação além de desastrosa é a ponta do iceberg que representa somente 10% do seu volume; os 90% restantes oculto à vista traz no seu interior impurezas que causarão maiores danos econômicos e políticos.
Só em desconfiar do que está por vir no desdobramento das investigações mancha a administração da Petrobras e do PT-governo. Degrada a direção da empresa, subverte a confiança na chefia da Nação e profana a nacionalidade.
Então surgem pífias explicações e justificativas ordinárias e desprezíveis. Lemos nas entrevistas dos hierarcas do PT e do Ministério Dilma e nas mensagens da Rede Social a má qualidade dos argumentos que intentam asilar as tristes figuras do drama pátrio.
Para os escribas e fariseus hipócritas, os críticos e os que exigem o aprofundamento das investigações são maus brasileiros que querem manchar a Petrobras e destruí-la. São incapazes de ver que os ‘bons brasileiros’ que defendem, privatizaram a Petrobras em proveito próprio; infiltraram-se nas diretorias e se apossaram dela, que perdeu R$ 200 bilhões nos 12 anos de PT-governo e despencou no ranking das grandes empresas do mundo do 12º lugar para a 112ª posição.
Os que querem impedir uma punição exemplar dos causadores da tragédia nacional, são os mesmos que defendem o marco civil para censurar a internet e enterrar a CPI convocada pelos senadores.
A Petrobras que levou multidões às ruas em sua defesa nas manifestações d’ “O petróleo é nosso”, dos sonhos do meu pai e da minha adolescência, é o desenho de um logotipo e um nome no papel... Pertence hoje aos partidos que estão no poder com o PT à frente, e os pilantras que militam neles... Favorecendo-os, elevando-os e enriquecendo-os.
Vejo, como patriota, que à pergunta “A Petrobras é nossa?” a resposta pronta e resoluta é: “A Petrobras é deles”.

Israel e Alemanha estão preocupados com crise na Ucrânia


Posted: 29 Mar 2014 08:29 AM PDT
Israel e Alemanha estão preocupados com crise na Ucrânia
Israel e Alemanha manifestaram preocupação com o agravamento da situação na Ucrânia. O Knesset (parlamento israelense) aprovou uma resolução de solidariedade à comunidade judaica naquele país e às suas lideranças religiosas, declarando que a crescente onda de antissemitismo e a expansão de grupos neonazistas causam justificada apreensão e insegurança entre a coletividade judaica ucraniana.
Na Alemanha, o secretário de imprensa da Chanceler Angela Merkel, Stefeen Seibert, declarou que as recentes declarações da ex-Primeira-Ministra Yulia Timoshenko, defendendo a destruição de 8 milhões de russos com armas nucleares, devem ser repudiadas por todo o mundo.
Pré-candidata à eleição presidencial de 25 de maio, Yulia Timoshenko foi libertada da prisão em 22 de fevereiro, mesmo dia em que Viktor Yanukovich foi destituído da Presidência da Ucrânia.

domingo, 30 de março de 2014

DILMA SEM O SAPO BARBUDO


CARLOS CHAGAS -
Pelas pesquisas, ao menos até agora, a presidente Dilma tem sua reeleição assegurada. A pergunta que se faz é se confirmada no segundo mandato, preservará sua ligação umbilical com o ex-presidente Lula ou se, no reverso da medalha, dará seu grito de independência e governará conforme seus próprios padrões, pessoas e objetivos. Porque Dilma exerceu um poder pela metade, desde que assumiu. Suas principais decisões seguiram a orientação do antecessor. Não poderia ser diferente porque, jamais tendo sido candidata sequer a vereador, viu-se de repente eleita presidente da República por obra e graça do Lula, que poderia ter escolhido um poste para sucedê-lo.
Mesmo sem maiores ligações com o PT, já que foi fundadora e fiel escudeira de Leonel Brizola, do PDT, a presidenta só virou companheira quando em vias de tornar-se ministra de Minas e Energia do Lula. Jamais integrou-se ideologicamente no Partido dos Trabalhadores e sempre desempenhou suas funções, depois na Casa Civil, conforme concepções próprias, mas subordinada e submissa ao então presidente da República. Empossada no palácio do Planalto, manteve a submissão, fosse aceitando as indicações para o ministério, fosse subordinando-se aos permanentes conselhos do chefe.
O diabo é que com o passar dos meses e dos anos, prevaleceu a natureza das coisas. Não há duas pessoas iguais. Muito menos dois pensamentos. Continuou a relação de identidade entre o antecessor e a  sucessora na medida em que ele mandava e ela obedecia, mas diferenças de concepção se acentuaram. Lula sugeria e impunha uma estratégia de tolerância no trato da coisa pública, Dilma cada vez mais exacerbava sua intransigência, a ponto de demitir ministros impostos pelo chefe quando flagrados em mal-feitos óbvios. Mesmo assim, continuou a relação de subordinação, em especial quando se abriram as preliminares da sucessão presidencial. Prova de lealdade de pai para filho foi e continua sendo dada pelo ex-presidente quando rejeita propostas de interromper a cadeia de fidelidade partidária, não aceitando sua candidatura imediata para retornar  ao poder. Prefere aguardar 2018, entendendo direito de Dilma disputar o segundo mandato.
Como compensação ela segue em gênero, número e grau as recomendações do mestre, ainda que cada vez mais discordando de suas diretrizes. Chega o ponto inflexão: pelas pesquisas, será reeleita, quem sabe até no primeiro turno,  em função da identidade entre professor e aluna. Configura-se, porém,  o divisor de águas. Aproxima-se  a ruptura.  Na posse do segundo mandato, Dilma terá à sua frente quatro anos onde poderá ,se quiser, governar pelas próprias mãos. Sem agredir o tutor, até porque ele dispõe de condições excepcionais para sucedê-la, poderá romper o vinculo de subordinação que os ligou desde que assumiu. De preferência, sem agressões.
Numa palavra, depois de quatro anos, a presidente poderá compor seu próprio governo e imprimir ao país as diretrizes com que sonhava Leonel Brizola. Sem o sapo barbudo a seu lado.