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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Corregedoria afasta juiz flagrado dirigindo Porsche de Eike Batista
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, decidiu pelo afastamento imediato do juiz Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Federal do Rio de Janeiro, das ações criminais em curso contra o empresário Eike Batista. Na terça-feira, o juiz foi flagrado dirigindo um Porsche Cayenne que havia sido apreendido na casa de Eike Batista. Na garagem do edifício do juiz, além da Cayenne, estava também uma Range Rover, e na casa de um dos vizinhos havia um piano de cauda apreendido na mansão do ex-bilionário. O despacho da Corregedoria foi publicado no fim da tarde desta quinta-feira. A Cayenne havia sido apreendida juntamente com pelo menos outros seis carros do empresário, depois que o juiz determinou o bloqueio de 3 bilhões de reais em bens do empresário. Também foram apreendidos uma Lamborghini, um Smart Fortwo e três picapes Toyota Hilux que iriam a leilão nesta quinta. Contudo, depois do episódio envolvendo o juiz, o certame foi suspenso. Souza, que determinou a apreensão dos bens de Eike Batista, foi visto na terça-feira pela manhã dirigindo o automóvel, um Porsche Cayenne turbo placa DBB 0002, no centro do Rio de Janeiro, próximo à sede do Tribunal Regional Federal. O juiz se justificou afirmando que levou Porsche Cayenne para a garagem do seu prédio, na Barra da Tijuca, zona Oeste da cidade, por falta de vagas no pátio da Justiça Federal e por causa da lotação do depósito da Polícia Federal. O juiz será alvo de uma sindicância. O processo foi instaurado pela Corregedoria Regional da Justiça Federal da 2ª Região, por determinação do corregedor regional em exercício, desembargador federal José Antonio Lisbôa Neiva. O procedimento vai investigar a conduta do juiz.

Diplomacia da picuinha - O ESTADO DE S. PAULO
A presidente Dilma Rousseff parece mesmo ter tomado como ofensa pessoal a soberana decisão do Judiciário da Indonésia de executar brasileiros condenados por tráfico de drogas. Sem conseguir entender seu papel como chefe de Estado nem o efeito de suas atitudes destrambelhadas para a imagem do Brasil no exterior, Dilma preferiu o caminho da picuinha para lidar com o governo indonésio. Somente isso explica o constrangimento público a que a presidente submeteu o novo embaixador da Indonésia, ao despachá-lo do Palácio do Planalto sem receber suas credenciais. Gestos como esse mostram que a diplomacia brasileira não atingiu o atual estado lamentável por acidente ou em razão de contingências econômicas, mas por ação deliberada de Dilma.
Na sexta-feira passada, a presidente da República deveria receber as credenciais do embaixador Toto Riyanto, entre outros embaixadores. Essa cerimônia oficializa o início do trabalho do representante diplomático no País. Não é, portanto, um ato qualquer, pois, enquanto o embaixador não entrega as credenciais, ele exerce suas funções em caráter provisório e não pode firmar acordos. Por essa razão, a entrega das credenciais é solene, manifestando a aceitação de boas relações entre os países.
Riyanto seria o primeiro embaixador a entregar as credenciais a Dilma naquele dia. Ele já estava na cerimônia quando foi informado de que a presidente não o receberia. Foi retirado pela entrada lateral do palácio, enquanto os demais embaixadores cumpriram a formalidade normalmente.
Riyanto poderia ter sido avisado com antecedência sobre a decisão de Dilma de não receber as credenciais. Essa providência não teria diminuído a descortesia da presidente, mas ao menos tiraria do episódio a sensação de molecagem, que não se coaduna com as tradições da diplomacia brasileira. A resposta da Indonésia foi à altura da ofensa: chamou de volta seu embaixador, entregou ao embaixador brasileiro em Jacarta uma nota de protesto e qualificou a atitude de Dilma como “hostil” e “inaceitável”.
Dilma está levando longe demais seu engajamento no caso dos dois brasileiros condenados à morte na Indonésia. Nunca é demais lembrar que ambos foram sentenciados porque eram traficantes de drogas. Um deles, Marcos Archer, foi executado no mês passado. Ele havia entrado no país, em 2003, com nada menos que 13 quilos de cocaína. Não é algo trivial - e as leis indonésias são claríssimas a respeito. Mesmo assim, logo depois que Archer foi fuzilado, Dilma, que pedira clemência, chamou o embaixador brasileiro em Jacarta para consultas - uma reação muito dura no mundo da diplomacia - e disse que a relação com a Indonésia estava “gravemente” afetada.
A presidente perdeu a noção de que seu papel nesse caso era o de apenas pedir clemência e respeitar a decisão soberana dos indonésios. O exagero se repete agora, com o caso de outro brasileiro que está no corredor da morte na Indonésia pelo mesmo crime, Rodrigo Gularte. Dilma mobilizou o Itamaraty para interferir no processo e adotou a patética decisão de não receber as credenciais do novo embaixador.
A presidente tentou se explicar: “Nós achamos importante que haja uma evolução na situação para que a gente tenha clareza em que condições estão as relações da Indonésia com o Brasil”. Traduzindo: se a Indonésia resolver cumprir suas leis e executar o outro brasileiro, há grande chance de que as relações entre os dois países caminhem para a ruptura.
Tudo indica que Dilma resolveu usar a Indonésia - um país distante, com participação pífia na balança comercial do Brasil - para exibir o que supõe ser a firmeza na defesa dos interesses brasileiros no exterior. Enquanto isso, e em meio ao brutal sucateamento do Itamaraty, assuntos mais urgentes que o destino de um traficante de drogas - como a violação sistemática de direitos humanos e a ruptura da normalidade democrática na Venezuela, que deveriam resultar em punição no âmbito do Mercosul, do qual o Brasil é o atual presidente - recebem de Dilma apenas seu mais profundo silêncio.
BRASIL ESTÁ EM ATOLEIRO, DIZ ECONOMIST EM MANCHETE DE CAPA
Postado por Polibio Braga on 2/26/2015 07:24:00 PM
A revista The Economist volta a dedicar a capa para o Brasil. Na edição latino-americana que chega às bancas, uma passista de escola de samba está em um pântano coberta de gosma verde com o título "O atoleiro do Brasil". Em editorial, a revista diz que a antiga estrela da América Latina "está na maior bagunça desde o começo dos anos 1990". A capa da edição da Economist para o restante do mundo não tem o País como tema principal e dá destaque a outro assunto: o avanço dos telefones celulares.
A Economist diz em editorial que, durante a campanha, Dilma Rousseff "pintou um quadro rosa" sobre o Brasil e a campanha teve o discurso de que conquistas como o emprego, aumento da renda e benefícios sociais seriam ameaçados pela "oposição neoliberal". "Apenas dois meses do novo mandato, os brasileiros estão percebendo que foi vendida uma falsa promessa".
Para a revista, "a economia do Brasil está em uma bagunça, com problemas muito maiores do que o governo admite ou investidores parecem perceber". Além da ameaça de recessão e da alta inflação, a revista cita como grandes problemas o fraco investimento, o escândalo de corrupção na Petrobras e a desvalorização cambial que aumenta a dívida externa em real das empresas brasileiras.
"Escapar desse atoleiro seria difícil mesmo para uma grande liderança política. Dilma, no entanto, é fraca. Ela ganhou a eleição por pequena margem e sua base política está se desintegrando", diz a revista.
A Economist nota que boa parte dos problemas brasileiros foram gerados pelo próprio governo que adotou uma estratégia de "capitalismo de Estado" no primeiro mandato. Isso gerou fracos resultados nas contas públicas e minou a política industrial e a competitividade, diz o editorial. A revista cita que Dilma Rousseff reconheceu parte desses erros ao convidar Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. "No entanto, o fracasso do Brasil em lidar rapidamente com distorções macroeconômicas deixou o senhor Levy com uma armadilha de recessão".
Entre as medidas para que o Brasil retome o caminho do crescimento sustentado, a revista diz que "pode ser muito esperar uma reforma das arcaicas leis trabalhistas". "Mas ela deve pelo menos tentar simplificar os impostos e reduzir a burocracia sem sentido", diz o texto, ao citar que há sinais de que o Brasil pode se abrir mais ao comércio exterior.
O editorial termina com a lembrança de que o Brasil não é o único dos BRICS em apuros e a Rússia está em situação pior ainda. "Mesmo com todos os seus problemas, o Brasil não está em uma confusão tão grande como a Rússia. O Brasil tem um grande e diversificado setor privado e instituições democráticas robustas. Mas seus problemas podem ir mais fundo do que muitos imaginam. O tempo para reagir é agora".
Um conceito abastardado: a “burguesia” - por Ricardo Kohn
Sobre o ambiente da Burguesia
Na Idade Média o termo “burguês” referia-se aos moradores de um burgo, que eram povoados protegidos por muradas onde habitava a chamada burguesia (do francês, Bourgeoisie). Os burgos eram povoados pobres que circundavam os castelos medievais da nobreza e a Igreja.
Os burgueses eram indivíduos incultos e rústicos que começaram a produzir roupas, especiarias, artefatos artesanais, bem como prestar serviços em geral. Portanto, ao buscarem alguma independência, não foram benquistos pela nobreza que, suportada pela Igreja, era a efetiva detentora do poder no Reino.
Sendo assim, a burguesia teve origem em grupos de vassalos do poder medieval (séculos 11 e 12). Alguns deles, para não permanecerem submissos ao poder vigente e por terem iniciativa própria, dedicaram-se a atividades comerciais, criando uma fórmula real de produção que, séculos mais tarde, serviu como base para a escola do livre mercado.
Em suma, os burgueses já eram a “classe média” de outrora. Sem eles, a nobreza não poderia realizar seus gastos, às vezes inexplicáveis tal como os atuais. Mas foi justamente usando o trabalho dos burgueses que a nobreza encontrou os meios para repor seu capital, através da “cobrança ostensiva de taxas para manter os dispêndios do Reino”.
Por fim, cabe ressaltar que as escolas da Idade Média eram todas de propriedade da Igreja e somente ensinavam a “devoção aos preceitos religiosos e nobres”. Foram os burgueses que criaram as primeiras escolas livres do poder do clero. Foram eles que ensinaram, construíram e divulgaram os conhecimentos ocidentais. Também foram os “burgueses classe média” que comandaram as necessárias revoluções, culminando com a Queda da Bastilha(Revolução Francesa), datada de 14 julho de 1.789, que veio a inaugurar a Idade Contemporânea.
Sobre o ambiente da Nobreza
Na Europa medieval a nobreza teve origem, essencialmente, na estrutura feudal ou senhorial dos Estados. A camada social superior era constituída pelos detentores da riqueza, sobretudo a fundiária, e do poderio militar. Durante todo esse período, os nobres mantiveram-se na condição de classe superior por seu poder econômico-político, ao lado do clero, que a este juntava “seu poder espiritual”, que alimenta a ignorância.
Desde o século 12, a nobreza dividia-se em “ricos-homens e fidalgos”, desfrutando todos de privilégios especiais, tais como a representação nas Cortes, a exclusiva dependência do rei, isenção tributária, imunidades especiais, etc. Contudo, a nobreza não constituía propriamente uma classe fechada, visto que o acesso a títulos nobiliárquicos era possível a um burguês que fosse detentor de grandes riquezas, mas somente após obter a concessão real (do rei). Em outras palavras, era mais fácil perder todas as riquezas que acumulara do que se tornar um nobre titulado.
Mantendo-se unidos por laços de “fidelidade e amizade recíprocas“, bem como de vassalagem, quando fosse o caso, os nobres asseguravam a continuidade do poder de suas famílias, transmitindo seu patrimônio e poder ao filho primogênito.
Na Idade Contemporânea a nobreza começou a definhar, em especial a partir da Revolução Industrial. Atualmente são poucos os países ocidentais que possuem dinastias e monarcas ativos. Mesmo assim, quase todos adaptados ao modo de vida capitalista, com liberdade para investir, trabalhar, produzir e gerir a nação de forma democrática.
Entretanto, a partir de século 20, no lugar de reis e monarcas elevaram-se alguns ditadores, e a tomada do poder deu-se, sobretudo, através de forças revolucionárias e guerras civis. Até agora seus resultados foram duas guerras mundiais, crimes contra a Humanidade, tensões geopolíticas crescentes, “primaveras” violentas visando à troca de ditadores, risco de mais guerras civis e regionais, disparidades econômicas, ameaça de extinção da “classe média” e povos vivendo em absoluta miséria.
Conclusões do blog
Nos dias de hoje, é um engano razoável, senão grave, importar conceitos do século 19 para julgar pessoas e comportamentos livres no século 21. Tentar manter a dicotomia “burguesia versus proletariado” é simplesmente ridículo. Por sinal, o filósofo Karl Marx provinha de família relativamente abastada, que lhe deixou boa herança patrimonial e meios de trabalho privado.
Portanto, segundo sua própria teoria (seita), pertencia à “burguesia capitalista” de sua época, mas optou por ser crítico, fundando-se na defesa de políticas socialistas e comunistas, propondo a luta de classes sangrenta e, tal como umidealista utópico, criar um mundo ideal, “limpo de classes sociais“.
Os burgueses, desde a Idade Média e através dos tempos, são os principais responsáveis pela libertação do cidadão ocidental, tanto do jugo da antiga nobreza, como de seus atuais similares políticos – ditadores, autocratas,populistas e apaniguados. Outro comportamento cidadão que deve ser atribuído às ações primitivas da burguesia, refere-se a formação e ampliação da cultura ocidental, as inovações tecnológicas ligadas à transparência da informação e a cultura do enfrentamento de ditadores-populistas, presentes em todo o planeta.
FONTE - http://ambiente.kohn.eco.br/2013/05/05/um-conceito-abastardado-a-burguesia/
O lar industrial de Kika Martinez - CASA VOGUE
Repórter do Domingão do Faustão abre a casa
19/01/2015 | TEXTO E VÍDEO MICHELL LOTT; FOTOS RAPHAEL BRIEST

Durante as tardes de domingo, a repórter Kika Martinez rouba a cena com beleza e elegância quando o apresentador Fausto Silva pede a opinião da plateia no Domingão do Faustão. Já nos dias da semana, a gaúcha faz as malas e volta para São Paulo, cidade que adotou como sua depois de rodar o mundo como modelo. É em um charmoso apartamento de 80,5 m² no bairro do Jardim América, onde mora com o namorado, o economista Marcio Hampe, que ela recebeu Casa Vogue.
“Na verdade moro aqui há 5 anos, mas o apartamento tinha uma cara muito diferente da que tem hoje", explica a ex VJ da MTV. A propriedade, comprada aos 27 anos – hoje Kika tem 32 – costumava ter outro mood. “Parecia uma casa de praia cheia de objetos, quadros, garrafinhas, xícaras, bibelôs… tudo muito feminino e colorido! Era uma bagunça de referências que não deixava a desejar no charme."

A virada para o estilo industrial aconteceu em 2013, quando Marcio se mudou para São Paulo. A profusão de objetos deu então lugar a espaços amplos, integrados e com itens bem escolhidos. "Viver junto pede que ambos se identifiquem com o lar. Quando o Marcio veio morar comigo, queria que ele se sentisse tão dono da casa quanto eu. Então decidimosreformar."
O desejo de colocar paredes abaixo já vinha de tempos, mas foi necessário o encorajamento de Hampe para que o retrofit começasse. "Meus pais fizeram várias obras enquanto morava com eles e eu fiquei meio traumatizado porque demorava muito e era horrível! Por isso, quando o assunto surgiu, falei para a Kika: se for para reformar, vamos fazer tudo de uma vez!", se diverte ele. Além de tal incentivo, o porto-alegrense também trouxe boas peças de design garimpadas na família para dar vida nova ao lar do casal: uma poltrona Jangada, assinada por Jean Gillon, e um aparador de Jorge Zalszupinadicionam perfume vintage aos ambientes contemporâneos. “Meus pais e avós não sabiam que eram peças com tanta história. E nem eu! Só descobrimos quando nosso arquiteto chegou aqui e reconheceu.”
O responsável pelo novo projeto, Paulo Castellotti, foi quem idealizou a planta do lar. Além de colocar abaixo a parede que separava o living da cozinha, criou portas de correr feitas de aço que podem separar ou não o quarto do casal da área social. Na cozinha, trouxe a ideia ecofriendly de construir armários com madeira de demolição pintada com spray – para não perder a textura do material. “Ele foi maravilhoso. Além de solidificar a ideia do estilo industrial, também foi o apaziguador das nossas discussões”, relembra Kika, com diversão. “O bom é que conseguimos chegar em um resultado que tem muito a minha cara e também a do Marcio – sem contar nas ótimas sugestões do Paulo.”
As coleções de vasos e as samambaias foram ideias dela. A parede preta, dele. E no percurso para eleger cada peça da casa, tudo foi muito bem escolhido – e discutido – em dupla. Além de contemporâneo, o espaço é cheio de histórias que eles adoram contar. “Nós apelidamos o banheiro social de lavabo do Jay Z”, conta ela sobre o cômodo coberto por pastilhas de aço escovado dourado e uma torneira que vem do teto como uma instalação de arte. “Logo no início da obra, nos apaixonamos por esse revestimento e gastamos, no impulso, uma boa parte do orçamento nele."
Enquanto a cama da suíte descansa sobre pallets de plástico reciclado, os baús antigos se transformaram em um novo sofá. “O Paulo sugeriu que não nos desfizéssemos dos móveis antigos, pois eles viriam a calhar. Muitos foram reaproveitados em um primeiro momento enquanto outros acabaram incorporados no novo lar. A nossa casa é um reflexo dessa fase da vida e provavelmente continuará mudando", explica Kika. "Em breve, quando decidirmos ter filhos, inevitavelmente teremos que nos mudar. Mas acho que conseguimos transformar o closet em um berçário por algum tempo", completa Hampe.
Agradecimento: cabelo e maquiagem Adan Mascigrande
O desejo de colocar paredes abaixo já vinha de tempos, mas foi necessário o encorajamento de Hampe para que o retrofit começasse. "Meus pais fizeram várias obras enquanto morava com eles e eu fiquei meio traumatizado porque demorava muito e era horrível! Por isso, quando o assunto surgiu, falei para a Kika: se for para reformar, vamos fazer tudo de uma vez!", se diverte ele. Além de tal incentivo, o porto-alegrense também trouxe boas peças de design garimpadas na família para dar vida nova ao lar do casal: uma poltrona Jangada, assinada por Jean Gillon, e um aparador de Jorge Zalszupinadicionam perfume vintage aos ambientes contemporâneos. “Meus pais e avós não sabiam que eram peças com tanta história. E nem eu! Só descobrimos quando nosso arquiteto chegou aqui e reconheceu.”
O responsável pelo novo projeto, Paulo Castellotti, foi quem idealizou a planta do lar. Além de colocar abaixo a parede que separava o living da cozinha, criou portas de correr feitas de aço que podem separar ou não o quarto do casal da área social. Na cozinha, trouxe a ideia ecofriendly de construir armários com madeira de demolição pintada com spray – para não perder a textura do material. “Ele foi maravilhoso. Além de solidificar a ideia do estilo industrial, também foi o apaziguador das nossas discussões”, relembra Kika, com diversão. “O bom é que conseguimos chegar em um resultado que tem muito a minha cara e também a do Marcio – sem contar nas ótimas sugestões do Paulo.”
As coleções de vasos e as samambaias foram ideias dela. A parede preta, dele. E no percurso para eleger cada peça da casa, tudo foi muito bem escolhido – e discutido – em dupla. Além de contemporâneo, o espaço é cheio de histórias que eles adoram contar. “Nós apelidamos o banheiro social de lavabo do Jay Z”, conta ela sobre o cômodo coberto por pastilhas de aço escovado dourado e uma torneira que vem do teto como uma instalação de arte. “Logo no início da obra, nos apaixonamos por esse revestimento e gastamos, no impulso, uma boa parte do orçamento nele."
Enquanto a cama da suíte descansa sobre pallets de plástico reciclado, os baús antigos se transformaram em um novo sofá. “O Paulo sugeriu que não nos desfizéssemos dos móveis antigos, pois eles viriam a calhar. Muitos foram reaproveitados em um primeiro momento enquanto outros acabaram incorporados no novo lar. A nossa casa é um reflexo dessa fase da vida e provavelmente continuará mudando", explica Kika. "Em breve, quando decidirmos ter filhos, inevitavelmente teremos que nos mudar. Mas acho que conseguimos transformar o closet em um berçário por algum tempo", completa Hampe.
Agradecimento: cabelo e maquiagem Adan Mascigrande


















PSDB INGRESSARÁ COM MANDADO DE SEGURANÇA NO STF CONTRA NOVA "FARRA DAS PASSAGENS" NA CÂMARA
Postado por Polibio Braga on 2/26/2015 05:41:00 PM
O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Carlos Sampaio (SP), anunciou esta tarde que pretende entrar com um mandado de segurança ainda nesta quinta-feira no Supremo Tribunal Federal para barrar a decisão da Mesa Diretora da Casa, que liberou o pagamento de passagens aéreas aos cônjuges dos parlamentares.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também autorizou ontem o aumento em todas as despesas dos deputados, incluindo verba de gabinete, auxílio-moradia e cota parlamentar, que dispõe sobre gastos com passagens aéreas e conta telefônica. A determinação não vale para namoradas, mas inclui parceiros de parlamentares homossexuais.
A bancada do PPS anunciou que abrirá mão das passagens destinadas aos companheiros e companheiras.
O reajuste, que passará a valer a partir de abril, representará impacto de cerca de R$ 110 milhões.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também autorizou ontem o aumento em todas as despesas dos deputados, incluindo verba de gabinete, auxílio-moradia e cota parlamentar, que dispõe sobre gastos com passagens aéreas e conta telefônica. A determinação não vale para namoradas, mas inclui parceiros de parlamentares homossexuais.
A bancada do PPS anunciou que abrirá mão das passagens destinadas aos companheiros e companheiras.
O reajuste, que passará a valer a partir de abril, representará impacto de cerca de R$ 110 milhões.
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