sábado, 28 de fevereiro de 2015

Belo Monte, bela propina

Brasil 

Os dois executivos da Camargo Corrêa que assinaram acordos com a Lava Jato se comprometeram a denunciar todos os políticos que embolsaram propinas da empreiteira.
Aqueles sem foro privilegiado serão investigados em Curitiba, os outros poderão contar com a cumplicidade do STF.
Mas não é só isso.
O presidente da construtora, Dalton Avancini, e o diretor do setor de óleo e gás, Eduardo Leite, concordaram também em falar sobre pagamento de propina para as obras da usina de Belo Monte.
Abre-se uma nova frente na Lava Jato, tão suculenta quanto a da Petrobras: o setor elétrico.
E quer saber? Não vai parar aí.

Belo Monte e seus suculentos R$ 30 bilhões
fonte - http://www.oantagonista.com/posts/belo-monte-bela-propina

INDIVIDUALIZAÇÃO DE ÁGUA E GÁS NOS CONDOMÍNIOS. QUAL O QUÓRUM PARA SUA APROVAÇÃO?



A sustentabilidade tema de primeira necessidade e, palavra de ordem na vida moderna, vem se tornando um dos maiores anseios da humanidade.

Neste sentido, os condomínios como grande fonte consumidora de recursos naturais, necessitam se engajar nesta causa.

Na edificação dos edifícios modernos, geralmente, as construtoras preveem a possibilidade de se individualizar o consumo de água e gás por unidade autônoma.

Esta individualização objetiva a busca por um consumo mais racional destes insumos.

Contudo, para que esta individualização seja implementada, necessário se faz a aprovação pelos condôminos através de uma assembleia específica e regularmente convocada.

Surge então, questão fundamental.

“Qual o quórum necessário para aprovação desta individualização”?

A individualização do consumo de gás e água, nos condomínios pode ser vista como uma alteração na propriedade do condômino visto que, em tese, haverá uma modificação da unidade imobiliária em sua forma original que antes, previa o consumo rateado entre todos os condôminos.

Neste caso, o quorum para a aprovação da individualização, pode pautar-se na alteração definida pelo artigo 1.351 do Código Civil, ou seja, demanda a concordância unânime dos condôminos sejam adimplentes ou não.

Há ainda, uma corrente doutrinária que defende a tese de que, para a concretização da implementação dos registros de consumo individuais, haverá uma alteração na área comum do edifício, valendo então, a regra do artigo 1.342 do Código Civil, que impõe a anuência de 2/3 dos condôminos, novamente, desconsiderando-se a adimplência ou não destes.

A se considerar quaisquer um dos quóruns especificados anteriormente, teríamos uma grande dificuldade na aprovação da individualização do consumo.

Contudo, a situação atual do planeta, clama por um consumo responsável, ou seja, sustentável, dessa forma, resta evidente que a individualização, trará uma maior economia destes recursos visto que, o condômino, buscará equilibrar a utilização a partir do momento que for, diretamente, responsável pelo seu pagamento.

Levando-se em consideração esta imperativa necessidade de reserva dos recursos elencados, não podemos, simplesmente, nos valer dos caprichos de alguns condôminos que, por mera conveniência, não comparecem nas assembleias.

Neste sentido, entendemos que a assembleia regularmente convocada e com a inclusão na pauta do assunto a ser deliberado pode, pela maioria simples de seus participantes, aprovar a individualização com a instalação dos medidores próprios.

Certamente, caberá a administração do condomínio, demonstrar as vantagens auferidas com a aprovação da individualização que, além de estimular o consumo consciente, irá conferir uma distribuição de despesas mais justa aos condôminos, notadamente, quando uma unidade for ocupada por um ou dois moradores, enquanto o apartamento vizinho acomoda um casal com 3 filhos.

Paulo Paes - Advogado, sócio da Paes & Moreira Advogados.
Fonte: Artigos JusBrasil

Dilma, pelo visto, terceirizou o governo; o arrendatário da hora é Joaquim Levy


Eu nunca fui fã, por motivos óbvios, de desonerações. Eu defendo é um regime tributário não confiscatório, que deixe mais dinheiro para a sociedade, que sabe geri-lo melhor do que o Estado. O mal essencial da política de desonerações é sua seletividade. Mas sigamos. Num cenário de crescimento do desemprego e de baixa geração de postos de trabalho, o governo resolveu pôr fim a desonerações da folha de pagamento. A Fiesp, por exemplo, alerta que a medida pode gerar mais desemprego, o que parece lógico. Quando menos, desestimula novas contratações, não é mesmo? O ministro Joaquim Levy afirma: “Você aplicou um negócio que era muito grosseiro. Essa brincadeira nos custa R$ 25 bilhões por ano, e estudos mostram que ela não tem criado nem protegido empregos”. O ministro diz que o governo gasta R$ 100 mil para manter cada emprego e que isso “não vale a pena”. E emenda: “É por isso que a gente está reduzindo, pela relativa ineficiência dessa política. Ela não tem alcançado os objetivos para que foi desenhada. É saber ajustar quando uma coisa não está dando resultado. A intenção era boa, a execução foi a melhor possível, mas temos de pegar as coisas que são menos eficientes e reduzir”. 
Ah, bom! Então tá. Nem vou polemizar com o ministro. Até dou de barato que esteja falando a verdade, que o tal estudo exista, que tudo se passe como ele diz. Mas esperem: ele é hoje a principal figura do governo Dilma e está desfazendo uma política adotada pelo governo… Dilma! Um juízo convencional afirmaria que Dilma admite o erro e está voltando atrás. Mas cadê a admissão do erro? Não há. Parece que Dilma terceirizou o governo. Cabe a Levy desfazer as bobagens perpetradas no… governo Dilma. Às vezes, a gente tem a impressão de que o ministro é uma espécie de interventor. Não que isso seja necessariamente mau. É que a presidente é a petista, e isso é mau. Por Reinaldo Azevedo

A herança realmente maldita do PT no Distrito Federal

sábado, 28 de fevereiro de 2015


O Distrito Federal está na pindaíba. Se vocês querem um retrato do que é o modo petista de governar, atentem para a herança que Agnelo Queiroz deixou para Rodrigo Rollemberg. E olhem que algumas das despesas do Distrito Federal ficam na conta da União, como é o caso do salário dos policiais, por exemplo. Agnelo conduziu um governo ruinoso, o pior da história, desde que existem eleições diretas ali. Era tão óbvio. Era tão evidente. Era tão certo que isso iria acontecer. Abaixo, vocês leem o post que escrevi aqui no dia 31 de outubro de 2010, quando ele venceu a disputa. É profético.


Como se nota, eu fazia alusão ali a um post intitulado “Pobre Distrito Federal! Tão perto do PT, tão longe de uma solução”.


Tratava-se de um texto do dia 28 de outubro de 2010, que vinha acompanhado de dois vídeos. Duas pessoas denunciavam um esquema escabroso de desvio de recursos envolvendo uma ONG chamada Instituto Novo Horizonte. A maioria do eleitorado do Distrito Federal, no entanto, entendeu que Agnelo tinha condições de ser governador. E assim se fez. Agora, a Justiça decreta pela segunda vez a indisponibilidade de seus bens. O caso deveria virar tese acadêmica. A gestão petista no Distrito Federal soma tudo o que é de mais perverso na política e na administração. Trata-se de um exemplo do que não se deve fazer e do que não se deve eleger. Por Reinaldo Azevedo

Filme que conta a história de Lula foi patrocinado por empreiteiras investigadas na Lava Jato



Cena do filme "Lula, o Filho do Brasil" 
(Foto: Reprodução)


LEONEL ROCHA 
 Felipe Patury
Época

No início do filme Lula, o Filho do Brasil, dirigido por Luiz Carlos Barreto e lançado em 2010, anuncia-se que a obra “foi produzida sem o uso de qualquer lei de incentivo fiscal federal, estadual ou municipal, graças aos patrocinadores”.

Na lista de patrocinadores, no entanto, constam as empreiteiras Odebrecht, Camargo Corrêa e OAS, as três maiores do país e que são investigadas na Operação Lava Jato, da Polícia Federal e do Ministério Público. 
Policiais e promotores apuram desvios de até R$ 10 bilhões no esquema do petrolão.

A cinebiografia também foi patrocinada pela EBX, do empresário Eike Batista. 

fonte -  http://resistenciademocraticabr.blogspot.com.br/2015/02/filme-que-conta-historia-de-lula-foi.html

Golpe de jiu-jitsu

Artigo para O Estado de S. Paulo de 28/2/2015
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Não ha explosões nem rupturas. Não ha socos nem chutes fulminantes, à Anderson Silva. Golpe, hoje, é de jiu-jitsu. A luta é no chão, lenta e sufocante como aperto de cobra. Nada de muito espetacular acontece. Persistente, insidiosa e inexoravemente, os braços e pernas da cidadania no Legislativo e no Judiciário, vão sendo agarrados, torcidos, imobilizados; o país vai parando, exausto, e o estrangulamento econômico é que leva aos tres tapinhas no final.
É esse o script bolivariano. Depois vem o caos...
Mas em países da pujança e da complexidade do Brasil o buraco é mais embaixo. Tiroteio no morro é sempre impressionante mas diz pouco sobre o que rola no alto comando do crime organizado. Com o “petrolão” acontece coisa parecida. Se quiser saber onde é que essas guerras realmente são decididas, siga o dinheiro.
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A “caixa preta” do BNDES e dos fundos de pensão estatais está para o “petrolão” como o armamento nuclear está para as armas convencionais na guerra pela construção do “Reich de Mil Anos” do PT. Luciano Coutinho é a Dilma competente. O “true believer” que sabe o que faz. Mas por tras de tudo e por cima de todos paira Luis Ignácio Lula da Silva, o que não acredita em nada. A este, com seu faro e instinto fulminantes para o poder, não custou um átimo entender o potencial que tinha o fascínio do doutor Coutinho pelo sistema coreano dos Chaebol. “Aparelhar” esse fascínio foi brincadeira para o nosso insuperável virtuose na arte de servir doses cavalares de dinheiro para os ricos e de mentiras para os pobres enquanto atiça uns contra os outros e é amado por ambos, arte em que se iniciou, já lá vão 40 anos, frequentando a ponta da ponta do capitalismo cínico de seu tempo, aquele sem pátria das multinacionais automobilísticas do ABC paulista. Foi ali que ele aprendeu a comprar pequenos privilégios para a clientela dos metalúrgicos que o mantinha na linha de frente do jogo do poder a custa de garantir lucro fácil às multinacionais pondo o resto do Brasil andando de carroça paga a preço de Rolls Royce. Foi ali que ele entendeu a força que o dinheiro tem, a resiliência dos laços que ele cria e a conveniente característica de moto contínuo que os esquemas amarrados com ele engendram, realimentados pela corrupção e pela miséria que eles próprios fabricam.
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Do esquema coreano de “empresas-mãe” recheadas de dinheiro do estado entregues a um indivíduo ou a uma família, cercadas de pequenas “empresas-satélites” amarradas a elas pelo elo pétreo da sobrevivência econômica nasceu a versão macunaímica dos “campeões nacionais” do BNDES e dos fundos de pensão estatais dos quais hoje dependem cada vez mais o fornecimento de todos os insumos e a absorção de toda a produção – e portanto todos os empregos – da vasta periferia da economia que orbita esses ungidos do estado petista.
A diferença está em que se na Coréia a explosão da corrupção e a instrumentalização política da relação de dependência inerente aos monopólios de que até hoje, apesar do nível de educação conquistado por seu povo, aquele país não consegue se livrar, foi o corolário indesejável de uma vasta operação para criar a partir do zero um país e uma economia devastados pela guerra, aqui a trajetória foi exatamente a inversa. O PT não pensa no Brasil, o PT pensa no PT. Aqui, tudo começou para dotar um partido político de condições de impor sua hegemonia com o recurso à corrupção elevada à categoria de moeda institucionalizada de compra de poder e à criação de elos de completa dependência a monopólios politicamente manipuláveis de vastas áreas de uma economia pujante mas diversificada demais para o gosto de quem sonha com sociedades inteiras dizendo amém a um chefe incontestável que não desce nunca do trono.
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É essa segunda parte que decide o jogo e o resultado parcial está aí. Com pouquíssimas exceções, não ha mais força econômica de qualquer relevância fora do “esquema”. Só um rei e seus barões; tanto mais “relativos” estes quanto mais aquele se tornar “absoluto”. E se o agronegócio, calcanhar de Aquiles dos totalitários do passado, foi exceção por algum tempo, esse tempo passou. O universo da proteína animal, “chaebolizado” tornou-se galático; o da bioenergia, garroteado pelo golpe da “gasolina barata”, ou se multinacionalizou, ou não vive mais sem as veias pinçadas na UTI do governo. Eficiência empresarial? Esta “commodity” hoje compra-se. Os grandes “tycoons” do “setor privado” brasileiro que continuam voando em seus jatões cada vez mais obscenos são só os CEO’s a soldo de uma economia estatizada, ainda que vestindo roupas civis e não mais a farda militar de outrora.
Dilma Rousseff é um acidente de percurso. O “poste” plantado para ocupar o buraco que começou a acreditar que era ela que tinha sido eleita e quase pôs tudo a perder. Talvez ainda consiga, a prosseguir o patológico desemparelhamento entre seu discurso e a realidade. Mas já não é só nisso que se constitui o “pântano brasileiro” descrito pela Economist. O que está paralisando o Brasil é o PT real sem a anestesia chinesa, apenas acrescentado de extensas áreas de grave irritação cutânea provocada pela irrefreável pesporrência de madame.
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Para que os brasileiros encherguem com clareza de onde é que isso tudo vem vindo e disponham do mínimo necessário para opinar sobre o destino que lhe querem impor antes que seja tarde a imprensa terá de tirar o bisturi da gaveta, lancetar com suas próprias mãos o abcesso que corrói o país por baixo dos “campeões nacionais” e fazer muito barulho para chamar a atenção de todos para ele. Os membros do exclusivíssimo clube dos “campeões” do BNDES, balofos e engurgitados de dinheiro público, almoçam e jantam diariamente em Palácio onde todos se dão tapinhas amistosos nas costas. Ali ninguém vai atirar em ninguém, não haverá prisões nem delações premiadas e jamais nos será “dado acesso” ao câncer que ha por baixo da ferida que, com todo mundo hipnotizado pelo tiroteio do “petrolão”, o país ainda mal vê.
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Aprenda analisar o futuro dos seus concorrentes

Publicado a 27 Fevereiro, 2015 por 


Soccer - FIFA World Cup - Group 4 - Brazil v USSR - Ullevi Stadium
Conta a lenda que na Copa de 1958, durante a preleção antes do jogo contra a antiga União Soviética, o técnico brasileiro Vicente Feola reuniu os jogadores e combinou a estratégia da partida. Segundo Nelson Correa, foi algo assim:
No meio de campo, Nilson Santos, Zito e Didi trocariam passes curtos para atrair a atenção dos russos… Vavá puxaria a marcação da defesa deles caindo para o lado esquerdo do campo… Depois da troca de passes no meio do campo, repentinamente a bola seria lançada por Nilton Santos nas costas do marcador de Garrincha. Garrincha venceria facilmente seu marcador na corrida e com a bola dominada iria até à área do adversário, sempre pela direita, e ao chegar à linha de fundo cruzaria a bola na direção da marca de pênalti; Mazzola viria de frente em grande velocidade já sabendo onde a bola seria lançada… e faria o gol!
Garrincha com a camisa jogada no ombro, ouvia sem muito interesse a preleção, e em sua natural simplicidade perguntou ao técnico:
Tá legal, seu Feola… mas o senhor já combinou tudo isso com os russos?
Fazendo uma analogia dessa cômica história com o mundo empresarial, não é preciso dizer que uma parte fundamental de todo e qualquer plano estratégico envolve fazer uma análise criteriosa da concorrência. No entanto, o que mais costumo presenciar é que tais análises focam somente no passado dos concorrentes, como por exemplo: que tipo de publicidade eles já fizeram? Vídeo, infográficos, entrevistas? Em quais mídias? Quais promoções já foram feitas? Em quais datas comemorativas? Eles possuem algum tipo de programa de fidelidade? Trabalham com Email Marketing?
Porém, o que poucos ainda conseguem entender é que o que realmente conta não são apenas as páginas de dados sobre o que a concorrência fez no passado, mas o relato em tempo real do que ela está fazendo e provavelmente fará no futuro.
Como irão reagir às nossas promoções de produtos?
O que eles estão fazendo para ganhar participação de mercado?
A força de vendas deles é boa? Possuem representantes comerciais? E o site na internet, é bom?
O que sabemos sobre o histórico dos seus principais líderes e gerentes? (se forem de marketing, pode ser que reajam com novos programas de marketing; se forem da produção, podem tentar aumentar a qualidade; se não tiverem formação, pode ser que contratem algum especialista).
Quais alianças eles podem formar para atacar nossas vendas?
Ao analisar apenas o passado, sem pensar nas prováveis futuras ações dos seus concorrentes, o gestor poderá ficar míope, deixando de propor metas condizentes para alcançar os resultados estipulados pela empresa, alem de comprometer significativamente a inovação, visto que sua visão ficará totalmente comprometida com o que os outros estão fazendo.
Infelizmente, como Garrincha bem disse em 1.958, ainda não é possível adivinhar precisamente quais serão os principais passos dos nossos correntes, entretanto, simular cenários não é só possível, como também é uma inteligente forma de se precaver de futuras surpresas.
fonte - http://jovemadministrador.com.br/aprenda-analisar-o-futuro-dos-seus-concorrentes/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+JovemAdministrador+%28Jovem+Administrador%29