domingo, 26 de janeiro de 2014

Lixo, camas estragadas, desordem: é o Hospital Conceição

Transcrito do Blog do Políbio Braga

Ao lado, fotos da UTI do Hospital Conceição em Porto Alegre.Trata-se de um hospital federal. Ele integra um grupo que inclui também o Cristo Redentor. A primeira foto é dos boxes dos pacientes, sendo que a seguinte flagra camas estragadas, amontoadas no corredor da UTI.

. Lixo acumulado dentro dos boxes dos pacientes por causa de falta de pagamento do serviço de limpeza que é "terceirizado", camas estragadas se acumulando no corredor da UTI e desordem administrativa generalizada, colocando em risco a vida dos pacientes e demonstrando
a falta de compaixão com doentes e familiares.

. Os médicos ou funcionários que se insurgem contra isso ou denunciam ló que acontece, são perseguidos.
Com isso aparecem as infecções hospitalares, algumas deles de enorme gravidade e repercussão nacional.

Não se vê infecção hospitalar no Albert Einstein e nem no Sírio Libanês em São Paulo, onde se internou Lula algumas vezes. O presidente disse sempre que a "Saúde" dos brasileiros estava quase perfeita, mas jamais se internou fora destes dois hospitais.

CHARGE DO RENATO

Esta charge do Renato foi feita originalmente para o

Tolerância religiosa


Posted: 25 Jan 2014 04:56 AM PST
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net 
Por João Baptista Herkenhoff

É sempre oportuno refletir sobre o diálogo entre as crenças e a possibilidade de ações em comum baseadas em ideais éticos partilhados por numerosas religiões. 

Houve um tempo em que o Brasil era um país de maioria solidamente católica. Hoje as religiões adotadas pela população brasileira diversificaram-se grandemente. Inúmeras crenças cristãs, que não apenas a religião católica, têm amplo número de adeptos.  Religiões africanas e indígenas, que uma visão equivocada de Cristianismo pretendeu sufocar, ressurgem como afirmação da dignidade de raças oprimidas. O Judaismo, o Islamismo, o Budismo, o Taoísmo, o Confucionismo estão presentes no mosaico religioso do Brasil contemporâneo.

Ouvi de Dom Luís Gonzaga Fernandes, que foi Bispo no Estado do Espírito Santo, esta singela colocação: “toda verdade, toda Justiça provém de um único Deus, um Deus com muitas faces, um Deus com muitos nomes.”

Em período de estudos que passei na França, tive especial interesse pela questão das religiões em face dos desafios éticos. Li inúmeros autores. Dialoguei com crentes de diversas confissões. Concluí que as maiores religiões e sistemas filosóficos da Humanidade afinam, nos seus grandes postulados, com as ideias centrais que caracterizam um conjunto de princípios que poderíamos denominar como Ética das Relações Humanas Fundamentais.

Cornelius Castoriadis observa que as religiões em geral têm uma pretensão universalista, no sentido de que sua mensagem endereça-se à Humanidade inteira. Não obstante esse caráter "universalista da religião", acreditamos que um elo de compreensão pode estabelecer-se através do diálogo e da tolerância.

Os valores do Bem, da Justiça, da Fraternidade são reverenciados nas mais diversas tradições religiosas da Humanidade. Não são monopólio do Ocidente ou propriedade cristã, e muito menos pertencem a um credo particular.

Que haja comunicação entre as diferentes crenças, entre as pessoas que aderem a essas crenças. Não se trata da falsa comunicação, totalitária e impositiva. Trata-se da verdadeira comunicação, baseada no respeito ao outro e na abertura para ouvir. É a esta comunicação que se refere François Marty. É a comunicação bipolar, que supõe um elo entre as pessoas que se falam.

Que haja humildade. Só a humildade permitirá às Igrejas a aceitação da historicidade de suas formas concretas de existência. 

No que se refere aos católicos, tudo indica que o Papa Francisco ampliará o abraço fraterno de todos os crentes.

No Brasil, de maneira particular, será de bom conselho o comportamento tolerante em matéria religiosa. Que cada um siga sua consciência e respeite a consciência do próximo.


João Baptista Herkenhoff, Juiz de Direito aposentado (ES), professor e escritor. E-mail:jbherkenhoff@uol.com.br - CV 

Não pagamento de taxa de proteção pode ter motivado operação de policiais na Cracolândia

Pista para análise do Ministério Público Estadual sobre a ação do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico) na Cracolândia.
 
Segundo avaliação de analistas da Prefeitura de São Paulo, a ação do Denarc na Cracolândia deveu-se ao não pagamento de proteção.
 
A Operação Cracolândia reduziu a demanda por crack. Houve a suspensão temporária do consumo. Era certo que hoje, dia de pagamento, os dependentes iriam adquirir suas pedras de crack - já que nao se supõe que o vício possa ser extirpado da noite para o dia. Mas durante a semana houve queda sensível de venda e os traficantes não tiveram como pagar a taxa de proteção.
 
Considera-se, em círculos próximos ao prefeito Haddad, que o governador Geraldo Alckmin não foi informado da operaçao. Então, qual o motivo para tê-la endossado? A alternativa seria politicamente traumática: as demissões do Secretário de Segurança e da diretora do Denarc por incompetência e falta de controle sobre a polícia.

Objeção sobre o preço do imóvel o que fazer



Na hora da negociação o corretor de imóveis e costuma ouvir varias objeções, porem uma das maiores dificuldades que muitos profissionais encontram é quando ele ouve do comprador a frase fatídica “seu preço esta muito alto já vi um imóvel por um menor preço em uma imobiliária”. 

Nesse caso muitos corretores se enrolam e até encerram a negociação por não saber como agir. Porem quando o cliente faz esse tipo de pergunta geralmente ele esta muito interessado no imóvel e esta vendo se realmente o imóvel vale isso mesmo ou apenas quer um desconto.

Uma excelente maneira de lidar com essa objeção é pensar em você como comprador, pois sabemos que nem sempre o fator preço pesa na hora de fazer uma aquisição as vezes compramos produtos muito mais caros da marca A sendo que a marca B é quase similar. 

Antes de iniciar a venda o corretor deve mostrar ao cliente que o preço é justo e esta dentro da média da região e se não estiver demonstre que é o melhor investimento a longo prazo para ele e sua família e destaque o diferencial para os outros imóveis. Um dos segredos para se conseguir vender um produto ou um serviço que tenha um valor alto é planejar cada etapa da negociação de forma a transformar o valor em beneficio na mente do cliente.

Boas Vendas

Autor: Rony de lima meneses,

Corretor de Imóveis - A arte do dialogo com o cliente



A maioria dos corretores de imóveis  tem dificuldade de lidar com clientesque querem apenas pesquisar e saber mais sobre os imóveis, principalmente aqueles clientes que visitam o plantão somente para ver o apartamento decorado. Fazendo assim que o corretor perca sua vez no atendimento.

Esses visitantes mesmo que não comprem o imóvel são clientes em potencial pois tem o desejo da compra e em uma oportunidade futura poderá ser seu cliente, ou também pode indicá-lo para uma amigo que queira adquirir um imóvel, para isso basta que você crie empatia com esse cliente.

Muitos corretores de imóveis apenas entregam um cartão de visitas ao cliente e dizem para ele procurá-lo futuramente se decidir comprar e nem sequer se preocupam em ouvir o cliente pois já avaliam que ele não gostou do imóvel ou não pode comprá-lo. Com toda certeza assim que sair do estande ou da imobiliária o cliente vai jogar o cartão fora e ir a outra imobiliária ou estande.

A grande dificuldade desses corretores de imóveis é envolver e fidelizar o cliente na hora da visita, pois muitos já partem para negociação sem saber o real desejo do cliente, o que faz com que o cliente vá a procura da opinião de outro profissional.

Algumas dicas para fidelizar seus clientes

Mostre ao cliente que você esta interessado em ajudá-lo a encontrar um imóvel ideal, converse com o cliente e anote na frente dele tudo o que ele procura, como pretende pagar, opções. Isso cria um compromisso mental com o cliente pois ele vai sentir que vc realmente esta preocupado em ajudá-lo a adquirir um imóvel e não terá necessidade de procurar tanto.

Entre em contato com o cliente quando encontrar o imóvel que ele procura. Mas muito cuidado com os contato estipule com o cliente quando e como você pode entrar em contato, pois a melhor maneira de perder um cliente é entrar em contato na hora errada ou da forma errada.

Esteja sempre bem vestido pois isso mostra ao cliente que você se cuida e também e seja pontual pois assim você também passa confiança ao cliente.

Procure estar atualizado sobre o mercado e a região onde você atua pois assim terá mais ferramentas para dialogar com o cliente e responder possíveis duvidas a respeito dos imóveis, da economia, infra-estrutura e do crescimento da região.

Autor: Rony de lima meneses,
Responsavel pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária
Autorizo usar este artigo desde que mantenha os links e faça referência ao autor:

sábado, 25 de janeiro de 2014

Cracolândia: Laboratório do narco-populismo


by mirandasa08
MIRANDA SÁ, (E-mail: mirandasa@uol.com.br )
Pela estreita parceria entre o PT-governo e os produtores de cocaína na Bolívia, através do presidente Evo Morales e com as fronteiras escancaradas para o tráfico na Transmaconheira ligando o Paraguai ao Brasil, marchamos para a solução final do narco-populismo.
O laboratório dessa estratégia é a Cracolândia, na capital de São Paulo, é a experimentação do “humanismo eleitoral” no programa “Braços Abertos” criado pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Que não se dê crédito às pesquisas de opinião, algumas simplesmente desmoralizadas, mas, por uma questão de informação, temos amostragens com 86% dos entrevistados brasileiros considerando a segurança pública o maior problema do País.
A chamada grande mídia não dá repercussão desse número assustador, que reflete o desamparo social; e não há nos governos federal, estaduais e municipais uma autoridade que assuma com coragem o enfrentamento do problema.
Posso parecer exagerado, mas entre os governos, seus titulares e partidos, e os políticos em geral, só há uma posição convergente: a incompetência. No plano federal, temos omissão à beira da cumplicidade; os estados não investem nas polícias civis e militares e nos municípios, cá prá nós, vê-se total leniência diante da miséria e o consumo de drogas.
Sampa é emblemática no seu aniversário de 460 anos. Uma das maiores metrópoles do mundo, de população trabalhadora e produtiva, assiste a ocorrência de uma média diária da prisão de três traficantes por dia na área batizada popularmente de Cracolândia.
Os moradores de rua, os vadios e os viciados se ajuntam ali e, como não podia deixar de ser, sob o protesto dos que moram e/ou trabalham naquela circunscrição territorial. Exigem o cumprimento da legislação que condena o tráfico de drogas, e a atuação da polícia civil, que é combater o crime.
Na Cracolândia, os últimos acontecimentos tiveram a cobertura de repórteres de vários órgãos de comunicação presentes, e por eles temos um testemunho razoavelmente correto: Assistiu-se uma blitz do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), que incomodou traficantes e usuários provocando uma reação deles que foi revidada com uso de bombas de efeito moral e balas de borracha.
O atrito resultou em três policiais e dois dependentes feridos e a prisão de 34 crackeiros para averiguação; entre eles, quatro traficantes ficaram detidos. Será que esta ação policial, mesmo com exageros, foi errada?
Ocorre que moradores, trabalhadores e passantes na região central de São Paulo, estão fartos em assistir a exibição de zumbis, sem dúvida doentes, explorados pelo narcotráfico, e não será o eleitoralismo do prefeito Haddad que calará as manifestações contrárias.
Cobrindo jornalisticamente a situação da Cracolândia, o Estadão publicou semana passada uma reportagem sobre o programa da Prefeitura de assistência aos drogados e colheu um depoimento interessante. Identificada como Daiane, uma dependente do crack que está grávida de três meses, fez um depoimento que merece uma reflexão.
"Com a diária que recebo, vou comprar um condicionador, desodorante, um vestido que custa R$ 10, lindo, que vi numa loja, mas não vou mentir, se algum dinheiro sobrar vou comprar uma pedra das boas". É possível que o dinheiro arrancado do contribuinte por pesados impostos sirva para isto?
A “Bolsa-Crack”, além de condenável justifica a intervenção policial. Se eu fosse paulistano de nascimento ou pela livre escolha de adotar a cidadania da bela e pujante capital de São Paulo, ficaria contra a montagem de um laboratório do narco-populismo no coração da cidade.
Sou humanista, mas o meu humanismo é dirigido ao recolhimento e assistência para todos que quiserem se libertar do vício, mas não pagar-lhe diárias numa experiência pseudo-científica que, na realidade, é política narco-populista, equivocadamente “social”.