segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


9 passos para atingir as metas profissionais


Ser dono do próprio negócio, alcançar a posição de principal executivo da organização ou, ainda, ocupar um cargo fora do Brasil. Quando se fala em futuro profissional, muitos são os objetivos dos executivos que ocupam hoje uma posição de liderança nas organizações. Apesar disso, boa parte desses líderes não sabem qual o caminho que precisam traçar para atingir suas metas.

De acordo com a consultoria especializada em gestão estratégica de recursos humanos Career Center, na busca pelo sucesso no mundo dos negócios é preciso ter determinação e processos voltados à gestão da própria carreira. Para tanto, vale seguir o seguinte caminho:

1. Tenha objetivos claros: o primeiro passo para conquistar o mercado de trabalho é saber qual a posição que quer alcançar e quanto tempo, aproximadamente, deve levar para isso. É importante traçar metas de curto, médio e longo prazos para todas as fases da vida profissional.

2. Conheça a si mesmo: além de saber o exatamente o que procura, é preciso que cada profissional tenha em mente quais são suas limitações, bem como suas maiores competências. Assim, a busca por aperfeiçoamento e capacitação específicos torna-se mais ágil e válida, aumentando a visão crítica do próprio profissional em relação ao seu perfil.

3. Reavalie as metas periodicamente: conforme o mercado muda, os objetivos profissionais e seus prazos para execução também devem ser revistos. Só assim é possível manter um plano de carreira factível e condizente com a realidade do segmento no qual o executivo atua.

4. Continue estudando: por meio do acompanhamento do mercado é possível identificar quais habilidades serão necessárias para os próximos momentos da carreira. Tente prever as necessidades de sua área de atuação e busque formação o mais rápido possível.

5.  Mantenha contato com seus pares: o relacionamento é tão – ou mais – importante do que muitas habilidades. Conhecer as pessoas certas pode ser um enorme diferencial competitivo na busca pelos objetivos profissionais. Resgate seus cartões de visita, mande e-mails para antigos conhecidos, cadastre-se nas redes sociais e esteja nos eventos do setor no qual atua.

6. Invista na comunicação interpessoal: conheça seu próprio estilo de comunicar-se e também o de outras pessoas, procurando sempre expressar-se de maneira clara e objetiva. Seja bom ouvinte e não hesite em tomar atitudes diferentes, mas positivas, até que se tornem habituais.

7. Tenha sempre o currículo atualizado: nunca se sabe quando o documento poderá ser solicitado. Não se pode contar com a sorte de poder atualizá-lo antes do envio, por isso é importante mantê-lo com as informações corretas e, se possível, em diversos padrões – de acordo com perfis das diferentes vagas que o profissional busca.

8. Seja flexível: as empresas procuram profissionais que tenham flexibilidade para desenvolver diferentes atividades e conviver com situações inusitadas. Ao ser flexível você pode ter novas oportunidades de atuação e ampliar seus conhecimentos.

9. Desenvolva sua capacidade de liderança: saiba trabalhar em equipe, respeitando as opiniões dos demais e sabendo como confrontá-los quando necessário.

Fonte: Computerword

3 maneiras simples de atrair mais clientes


Atrair clientes é um desafio para todo tipo de negócio e a busca por eles é incessante. O maior desafio para os profissionais é atrair os clientes ideais para sua marca, mas quando você sabe claramente qual a visão para o seu negócio, torna-se fácil para os seus clientes ideais vê-la também.


As primeiras coisa a saber são: quem é seu cliente ideal, por que você os considera ideal e quais os problemas que eles têm que você pode fornecer uma solução. Quanto mais específico você for para determinar o seu foco, mais eficaz suas estratégias de marketing serão.

Lembre-se de que planos sem ação são inúteis. Então delineie um plano de marketing de modo que suas ações de melhorias sejam diárias, semanais e também mensais. Desta forma, você poderá se conectar com seus clientes ideais regularmente. Abaixo damos três dicas simples e que podem ser rapidamente colocadas em prática para atrair novos clientes.

1- Parcerias poderosas: Juntar-se com alguém que você considera como seu concorrente pode criar uma situação de ganho triplo (você, seu parceiro e seus clientes) e é uma ótima maneira de atrair pessoas interessadas na sua marca. Você tem uma enorme oportunidade de chegar até seus clientes ideais se aproveitar dessas redes de contatos em acordos de parceria através de promoção cruzadas uns nos serviços  dos outros.

2- Reconectar com os clientes antigos: Estudos têm demonstrado que é muito mais fácil voltar a fazer negócios com um cliente que já você já trabalhou do que com um novo. Uma boa ideia é criar um pacote especial ou mostrar os serviços feitos no passado e incentivá-los a apostar neles mais uma vez.

3- Estabeleça uma rede de contatos: Você deve ir pescar no lago certo! Quando você está confiante em quem são seus ‘prospects’ ideias, você pode pesquisar exatamente onde este tipo de pessoa está e só gastar o seu tempo em eventos onde eles se reúnem em grande número. Ao aparecer, sua intenção é ser útil, um recurso informado, simpático e ouvir como você pode resolver os problemas de perspectivas do grupo.

Implementação é a chave – então qual dessas estratégias você vai colocar em ação no seu negócio esta semana?

Por Magali Pereira

Fonte: Sucessonews

Sylvio Lindenberg*

O mercado imobiliário passa por um bom momento de venda de imóveis em lançamentos e de imóveis usados, causados por uma conjugação favorável de fatores. O crédito imobiliário está acessível. Em nenhum outro período da história, as pessoas de baixa renda estiveram com tão boas condições de financiamento imobiliário como atualmente. Diante do aumento da procura, os lançamentos estão oferecendo itens de lazer e diferenciais que antes só eram entregues em prédios de classe média-alta. Para quem tem dificuldades em adquirir um imóvel na planta, por causa de ter que conciliar as parcelas com o aluguel, os imóveis de revenda aparecem como uma opção interessante de compra.

Com o mercado imobiliário em alta, a concorrência torna-se cada vez mais acirrada. Embora os preços ainda se mantenham em elevação e os profissionais fechando negócios, percebe-se uma certa cautela por parte dos clientes compradores. Os interessados em adquirir casas ou apartamentos têm demonstrado mais tempo para formalizar as transações. Eles estão estudando melhor as possibilidades de financiamento, pesquisando preços. A cautela pode ser explicada pela volta da inflação e a consequente redução do poder de compra das famílias.

Conhecimento e experiência do corretor de imóveis passam a ter valor

Os corretores de imóveis em épocas passadas, na sua grande maioria, foram profissionais que empreenderam o seu negócio de forma intuitiva e calcado no seu toque pessoal. Por meio de iniciativas próprias, formados na “escola da vida”, entre acertos e erros, conseguiram marcar a sua presença no mercado imobiliário, enquanto que outros não obtiveram o mesmo sucesso. As mudanças que ocorriam no mercado não eram tão rápidas e nem tão marcantes. De certa forma, as empresas trabalhavam com todos os tipos de imóveis e em todos os bairros da cidade, nas atividades de compra, venda e locações. O espírito que prevalecia era de concorrência direta com outras empresas que atuavam na mesma cidade ou localidade.

Com o advento da internet, aliado à graduação superior que muitos profissionais possuem, alguns com cursos de empreendedorismo e com a expansão e diversificação do mercado imobiliário, novas práticas e especializações começam a surgir na área imobiliária. Para se habilitar a participar desta nova “onda” de oportunidades de trabalho, o critério que prevalece é o conhecimento e experiência do corretor de imóveis. Hoje, há empresas da área imobiliária, que estão à procura de profissionais que possam orientá-las na formulação de alianças estratégicas entre empresas imobiliárias. Outras precisam de apoio e orientação para tornar uma pequena imobiliária em uma rede de franquias; de corretores de imóveis especialistas em fusão de empresas da área imobiliária; de corretores de imóveis para gerir rede de imóveis; de corretores de imóveis com conhecimento de fundos de investimentos imobiliários; de corretores de imóveis com a especialização de elaborar o Sumário do Imóvel à Venda; além da busca tradicional de profissionais competentes e habilidosos para gerir empresas de corretagem de imóveis; empresas de loteamento; imobiliárias, entre outras.

Em grandes centros, as imobiliárias, as empresas de corretagem de imóveis e os corretores de imóveis autônomos devem saber se posicionar e encontrar uma ou mais áreas de especialização. Estas áreas de especialização podem ser determinadas pelos seguintes critérios:

• Funcional – Atua de forma convencional e comercializa todos os tipos de imóveis.

• Por área geográfica – Atua em diferentes bairros ou regiões. Facilita o conhecimento do bairro e o atendimento às especificidades do local.

• Por produtos – Atua com determinados tipos de produtos. Torna possível maior proximidade à clientela, o que facilita o conhecimento e domínio dos produtos similares que a concorrência oferece.

• Por clientes – Atua junto a diferentes tipos de clientes em função dos perfis e das necessidades deles.

• Por valor – Atua em função da variação do valor e dos tipos de clientes atendidos.

• Misto – Atua combinando mais de uma forma de segmentação.

A empresa ou o corretor de imóveis que escolher atuar como especialista é um profissional que se ocupa exclusivamente de um segmento específico do mercado. Estratégia recomendada para aqueles que desejam ser o “melhor no mercado”, iniciativa que os ajuda a se diferenciarem e a se destacarem no mercado.

Exs.: Especialista em apartamentos de 4 dormitórios (Por produto).

Especialista em apartamentos de 4 dormitórios, no bairro Higienópolis (Misto – combina a especialização Por produto e Por área geográfica).

A importância do treinamento – Uma experiência de sucesso

A Arnel Imóveis, uma imobiliária de médio porte, localizada na cidade de Passo Fundo (RS), a partir de um planejamento estratégico, pôs em execução um programa de treinamento. Com mais de 60 horas/aula, as atividades de aprimoramento profissional foram dirigidas a oito corretores de imóveis e oito profissionais que atuam na área de locação. O treinamento ministrado seguiu uma metodologia exclusiva, baseada nas “fases do processo da venda de imóveis”: Abordagem – Entrevista – Apresentação/Demonstração – Objeção – Fechamento.  Com a preocupação de mudar as práticas pouco apropriadas para a venda de imóveis e já incorporadas no estilo de vendas dos participantes, introduziu-se uma série de recursos didáticos de apoio, que visavam à fixação dos temas abordados. Assim, combinado com as aulas expositivas, houve discussão de casos, simulações práticas de abordagem, de entrevista, de argumentação de vendas e, por último, simulações de venda. As atividades de simulação foram gravadas em vídeo. Ao final de cada atividade, eram debatidos com o grande grupo os pontos fortes e pontos fracos identificados. Todas as atividades foram apoiadas por textos explicativos e por recursos didáticos tipo “reforço de aprendizagem” como o Passatempo do Corretor de Imóveis e o Jogo Memória Imobiliária.  O esforço empreendido no treinamento foi aplicado durante a realização do Feirão da Casa Própria em Passo Fundo, nos dias 14 e 15 de maio do corrente ano. Nos dois dias de realização do Feirão, 31 empresas construtoras e imobiliárias ofertaram mais de 1200 imóveis, nas modalidades: novo, usado e na planta.  No balanço final da Feira, a Arnel Imóveis, que comercializou dois empreendimentos com exclusividade, fechou a venda de 9 unidades do empreendimento Residencial Itália I e de 45 unidades do empreendimento Bela Vista, além de outros negócios concretizados, após o evento.

É preciso treinar e investir na capacitação profissional

Hoje, não prevalecem mais os mitos existentes de que:a) os corretores de imóveis já nascem feitos; b) os corretores de imóveis devem ser bons de conversa; c) vender imóveis é uma questão de conhecer os truques certos.
Mesmo quando o que está à venda é um imóvel novo ou imóvel usado, são os serviços que induzem a decisão de compra.
Portanto, para a venda de imóveis novos ou usados, os dirigentes das empresas do ramo imobiliário precisam dar uma atenção especial: a) à seleção, b) ao treinamento ec) à motivação dos corretores de imóveis.  Para vender imóveis em um mercado em alta concorrência é imprescindível a participação de corretores de imóveis com atitude, habilidade e conhecimento.  Na atual circunstância do mercado imobiliário, os corretores de imóveis precisam colocar em prática os princípios da excelência na prestação de serviços – vantagem competitiva.  Os profissionais que ocupam a “linha de frente” e que são a “fonte de lucro” precisam ser mais qualificados para poderem vender mais e melhor.

* SYLVIO LINDENBERG 
– Atua no mercado imobiliário, há mais de 25 anos como corretor de Imóveis e consultor de empresas do Ramo Imobiliário. Ministra cursos in company, planeja e realiza convenções de vendas, prepara corretores de imóveis para a comercialização de imóveis em lançamentos (novos) e/ou avulsos (usados ou seminovos) e realiza trabalhos de coaching. Escreve artigos para diversas revistas: Venda Mais, Diário das Leis e sites. Autor dos livros: Venda de Imóveis: Um Ato de Negociação. Porto Alegre: Editora Sagra, 1990, Guia Prático do Corretor de Imóveis: Fundamentos e Técnicas. São Paulo: Editora Atlas, 2006 – 8ª tiragem, www.editoraatlas.com.br, Negociação e Processo Decisório. Curitiba: IESDE, 2007, livros que tratam especificamente sobre venda de imóveis, assunto de escassa bibliografia no Brasil.

Paulo Niemeyer Filho - O Que Fazer Para Melhorar o Cérebro ?
Texto recebido por email pelo meu amigo Rhobleu Gonçalves

Parte da entrevista à Revista PODER, do neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, abaixo, quando lhe foi perguntado:
O que fazer para melhorar o cérebro ?

Resposta:
Vc. tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

PN: Eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.
PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?

PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

PN: O exagero.
Na bebida, nas drogas, na comida.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra.
É muito difícil um cérebro muito bem num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?

PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?
PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem de saúde, de aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?

PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

Você acredita em Deus?

PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz:
"Ele está salvo".
Aí, a família olha pra você e diz:
"Graças a Deus!".
Então, a gente acredita que não fomos apenas nós.

Quatro tendências do marketing digital para 2012 que você precisa saber
Quarta-feira, 14/12/2011 às 09h00, por Silvio Tanabe

Fazer previsões é tão tradicional em finais de ano quanto amigo secreto, árvore de Natal, panetone, ceia e troca de presentes. Então para não fugir à regra também vou fazer o meu exercício de futurologia para 2012 em relação ao marketing digital.

Minhas previsões têm um grau de certeza muito maior que a de outros palpites por aí. Infelizmente, não porque a minha bola de cristal seja melhor (quem dera, estaria vendendo cada uma por alguns milhões de dólares!), mas porque não se tratam de conjecturas, e sim de realidade. A verdadeira previsão na verdade é que as quatro tendências mencionadas aqui devem se tornar ainda mais importantes para as empresas em 2012 e nos próximos anos. Vamos a elas. 

1. Vídeo é rei: Muitos especialistas estão dizendo que até 2015 cerca de 90% do conteúdo da Internet será em vídeo, e não é difícil de acreditar. Mensalmente são postados no YouTube cerca de 900 mil horas de imagens e, à medida que câmeras e filmadoras se tornam cada vez mais acessíveis (já é possível fazer material de qualidade inclusive nos celulares mais simples), esse volume deve realmente aumentar.

Por outro lado, a popularização da banda larga e a integração com a TV (já existem aparelhos que permitem o acesso direto) começa a despontar, cresce também a audiência por esse tipo de conteúdo, criando oportunidades também para sua empresa. É o momento para investir, ou atualizar o vídeo institucional, gravar depoimentos de clientes, divulgar produtos e serviços e colocar tudo à disposição no YouTube, com compartilhamento no site, no blog e nas redes sociais.

Se você atua em alguma área de especialidade, estética, por exemplo, é importante gravar vídeos de orientação sobre como se cuidar no verão etc. Esse conteúdo serve não só para gerar referências, como também mais credibilidade.

2. Marketing digital na nuvem: Pouco a pouco o conceito de cloud (nuvem), já bastante difundido nos EUA, começa a chegar no Brasil. Sites como UOL e Terra já oferecem a opção de se assistir a filmes e ouvir música sem a necessidade de mídias físicas, bastando baixá-las da “nuvem”. Fornecedores de tecnologia como a Locaweb possibilitam às empresas armazenar todos os seus dados na “nuvem”, acabando com a necessidade de possuir e manter dispendiosos servidores.

Da mesma forma, os serviços de marketing digital tendem, também, a ser realizados na “nuvem”, e nada mais natural. Qual a diferença do trabalho de otimização do seu site, por exemplo, ser realizado por um técnico em São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande ou Manaus se o trabalho garantir resultados e for orientado por profissionais locais?

Ao contrário de ser um risco, os serviços de marketing digital em nuvem significam uma vantagem. Tanto os clientes quanto as próprias agências podem contar com profissionais de qualidade, independentemente de onde estiverem, e vão se tornar cada vez mais comuns.

3. Internet dentro da Internet: Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos sites que mais crescem no mundo em número de usuários (ultrapassou a marca dos 700 milhões este ano) já declarou que seu objetivo é transformar a rede social em uma “Internet dentro da Internet”. Isso significa que tudo o que é importante na web terá uma versão “facebookeada”. Pode parecer megalomania, mas o fato é que já está acontecendo.

Empresas estão substituindo seus sites por fan pages; novos aplicativos como o Like Store permitem que lojas de e-commerce abram “filiais” no Facebook; há, inclusive, ferramentas dentro do Facebook que substituem o MSN e o Twitter. Tudo para que o usuário encontre tudo o que precisa sem sair do site. 

É muito cedo para dizer se o Facebook vai se tornar sinônimo de Internet, mas por via das dúvidas é melhor você se preparar. Comece a fazer testes. Se ainda não possui, crie uma fan page da sua empresa. Tem um e-commerce? Monte um loja também na rede social. Integre tudo com seu site e outras mídias sociais e monitore o desempenho. Você pode descobrir novos e melhores canais de relacionamento com seus clientes e consumidores.

4. Fim do improviso no marketing digital: Há um pouco de otimismo nessa afirmação, mas à medida que aumenta a importância do marketing digital, igualmente aumenta a exigência por profissionais mais qualificados. E à medida que as ações se tornam mais complexas, ele também precisa planejar, coordenar e integrar as diferentes iniciativas (otimização, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, mídias sociais). Além de técnicos, os profissionais e as agências precisam ser estratégicos para garantir que o marketing digital realmente faça diferença.

Um exemplo dessa nova tendência é o surgimento de metodologias como os “8Ps” do marketing digital, cuja finalidade é fazer com que as empresas aumentem os resultados dos seus investimentos na internet através de ações estruturadas.

Dessa forma, além de acompanhar as previsões, aproveite também para estudar métodos para aumentar os resultados com marketing digital em seu planejamento para 2012.

Os mitos do Natal no mercado imobiliário 
Fonte: Guilherme Machado 

Você conhece o significado da palavra mito? De acordo com o Wikipedia, “o termo mito é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns”. E esse termo foi utilizado propositalmente no título do nosso post de hoje. Vamos conversar sobre um grande mito do mercado imobiliário: uma afirmação que é espalhada pelo boca a boca e que muitas vezes nós tomamos como verdade absoluta.

1º mito: Natal e mercado imobiliário não combinam
Você já ouviu falar que o Natal não é uma boa época para o mercado imobiliário? Normalmente as incorporadoras suspendem os lançamentos nesse período ou investem muito pouco em divulgação. E você, o que acha disso?

Acredito que não exista época para comprar um imóvel, mesmo porque o sonho de ter a casa própria ou de investir em um negócio é comum aos brasileiros. Cabe então aos profissionais do ramo imobiliário identificar as oportunidades de vendas.
O período natalino é considerado um dos melhores para o comércio, e por que não transformá-lo em um momento positivo também para o mercado imobiliário? As pessoas, além de já possuírem uma predisposição para as compras, ficam mais envolvidas emocionalmente com o espírito do Natal, o que favorece o mercado em geral.

2º mito: A publicidade deve ser diminuída nesse período
É necessário inovar, ou seja, fazer a mesma coisa de uma maneira diferente. Esse não é o momento de diminuir a divulgação, e sim dar um novo foco, fazendo com que as pessoas associem essa ocasião especial com o mercado imobiliário. Por exemplo, que tal aproveitar a ceia do Natal para brindar com os seus amigos e familiares a aquisição da casa nova ou do novo escritório?
Algumas incorporadoras já estão atentas ao potencial de vendas de imóveis nesse período e realizam promoções, mas ainda é necessário fazer um planejamento mais consistente das ações. As estratégias de marketing, por exemplo, devem convencer as pessoas de que esse é sim um período para adquirir um imóvel.

3º Mito: O ano já acabou e é hora de planejar o próximo
Temos o costume de achar que o ano já acabou com a proximidade do Natal e que não há mais tempo para realizar os nossos sonhos e metas. O ano só acaba no dia 31 de dezembro e, até que essa data chegue, ainda há tempo para realizar muitos sonhos e iniciar o novo ano com novos projetos. 

É importante mostrar aos clientes que os melhores produtos estão sendo ofertados nesse período: os melhores preços, maior facilidade de negociação. Ou seja, o mercado imobiliário deve estar atento às estratégias que o comércio em geral já utiliza há muito tempo.
Contudo, é necessário entender que as pessoas são diferentes umas das outras, cada uma com o seu tempo e forma de identificar a sua necessidade. Por isso, é sempre necessário conhecer o perfil dos seus clientes, entender onde ele está inserido, para então realizar uma comunicação mais eficiente e que colabore para o alcance dos objetivos dele, mantendo o mercado imobiliário aquecido durante todo o ano. Isso é fundamental para o crescimento e fortalecimento do setor.

Agora é hora de retomar o fôlego para encerrar mais um ano com os objetivos alcançados, fazendo as pessoas mais felizes com a aquisição da casa própria ou com seus investimentos no mercado imobiliário.

E você, acredita que o Natal não é um bom período para o mercado imobiliário?  O que pode ser feito para aquecer o setor nesse período? Comente, participe!

Investigando o perfil do cliente
Fonte: Rodrigo Barreto 

Identifique o problema. Pergunte!

É errado pensar que o corretor deve explicar, imediatamente, todas as dúvidas solicitadas pelo propenso comprador. Esse passo só deve ser dado a partir do momento que o profissional identifica qual o problema do cliente. Só assim poderá apresentar as possíveis soluções que atenda as necessidades de cada um.

Para identificar o problema não existe tática mais eficaz do que fazer perguntas. Com perguntas esclarecedoras e pertinentes, a investigação se torna muito mais fácil, mediante as respostas apresentadas. Com a identificação do problema o corretor poderá rapidamente identificar qual produto, disponível para venda, atenderá de forma mais satisfatória as necessidades apresentadas. Através das perguntas o corretor direciona a conversa. Claro que, tudo isso só acontece com consentimento do cliente. Para isso, ele deve perceber que é necessário ao corretor saber as necessidades dele e da família. Mas, certamente, isso não é uma regra com 100% de eficácia, pois cada cliente diverge em seus posicionamentos e receiam em repassar informações pessoais, até que tenham um mínimo de confiança para isso.

Diante do exposto, afirmo que é errado responder, automaticamente, às perguntas dos clientes. Dificilmente um cliente que compra um imóvel é totalmente fechado ou truculento. Normalmente é participativo e quer perceber o máximo de informação. Desta forma, quando estiver diante de uma situação onde o interlocutor se esquiva das perguntas e exige que responda o que foi perguntado (Exemplo: “cliente” - Só quero saber o preço. Por favor, qual o valor do imóvel?), saiba que, há 90% de chances de não estar diante de um cliente, e sim um especulador, corretor disfarçado, etc.

Dependendo das respostas, o corretor deverá mudar o discurso de apresentação para se adequar às necessidades de cada cliente. O corretor pode e deve treinar várias situações antes de fazer os atendimentos.
Tenham em mente algumas perguntas fundamentais para serem lançadas no meio da conversa. Obviamente que estas não precisam seguir uma sequencia, mas todas as perguntas expostas a seguir são fundamentais.

O que o corretor precisa saber sobre o cliente: O que, onde, e quando vai comprar?; Quem vai decidir?; Para quem é o produto?; Quanto pode gastar?; Como vai pagar? e, por fim: Por que quer ou precisa comprar?
E você, Corretor Imobiliário, está preparado para Investigar o perfil de um cliente? Consegue perceber as motivações que o cliente emite por meios das respostas?

Isso é de suma importância para a vida do profissional do ramo imobiliário. Reflita, treine e pratique.