segunda-feira, 12 de dezembro de 2011


Investimentos no Minha Casa mantém o mercado aquecido

12 DEZEMBRO 2011  |  NOTÍCIAS
A presidente Dilma Rousseff disse que, a partir de 2012, 60% das moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida serão destinadas a famílias de baixa renda que recebem até R$ 1,6 mil.
A previsão do governo é que 1,2 milhão de unidades sejam entregues a essa faixa da população brasileira.
Dilma apresentou ontem, em seu programa semanal de rádio, um balanço do Minha Casa, Minha Vida em 2011. Segundo ela, foram assinados 354 mil contratos para a construção de moradias.
O levantamento indica ainda mais de 500 mil casas e apartamentos em fase de construção e mais de 400 mil obras concluídas este ano. Até aqui, o programa contabilizou 1,5 milhão de moradias.
Para a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, estão previstos investimentos de R$ 125,7 bilhões para a construção de 2 milhões de moradias até 2014.
Os investimentos na construção civil beneficiam a todos nós porque esse é um setor que gera muitos empregos. Ele ajuda a manter o mercado de trabalho aquecido, mesmo com a crise econômica internacional”.
Sem mudanças
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PT-AC) disse ontem que tem pedido a parlamentares da base aliada para que não assinem emendas ao projeto que prorroga a Desvinculação das Receitas da União (DRU) – o que poderia atrasar a tramitação do texto.
Jucá afirmou, no entanto, que o governo não está disposto a negociar a liberação de emendas individuais ao Orçamento (sugestão de gastos) para contar com o apoio da base.
“Estamos fazendo apelo para que a base não assine emendas, e, se assinou, retire. Mas não vai haver negociação [de emendas ao Orçamento] com o governo. O que há é explicitação da sua posição”, afirmou Jucá, após participar de reunião de coordenação do governo no Palácio do Planalto, com a presidente Dilma.
A presidente está preocupada com os prazos para aprovação da DRU”, mas tem certeza de que vamos conseguir aprovar porque sem a DRU fica difícil governar em tempo de instabilidade econômica”, disse Jucá.
A DRU dá liberdade ao Executivo para gastar como quiser 20% das receitas orçamentárias – em 2012, esse percentual corresponderá a R$ 62,4 bilhões.
O mecanismo, em vigor desde 1994, perde sua validade no dia 31 dezembro.
Por isso, o Planalto se apressa para aprovar no Congresso sua manutenção por mais quatro anos.
A oposição tentou obstruir a votação da DRU na comissão especial que cuida do assunto e no plenário da Câmara. Agora, ameaça apresentar emendas diminuindo seu prazo de validade. Como é uma Proposta de Emenda à Constituição, para cada emenda protocolada, são necessárias 27 assinaturas. Se alguma emenda for apresentada, a proposta volta para a Comissão de Constituição e Justiça, antes de ser apreciada em plenário.
O assunto preocupa o governo porque a votação em segundo turno no Senado está prevista para 22 de dezembro, um dia antes do recesso parlamentar. Se a oposição atrasar a tramitação com emendas, o governo pode convocar votação extraordinária durante a folga da Casa. “Existe a possibilidade concreta de convocação extraordinária se aparecerem emendas à DRU”, disse Jucá.
Fonte: Revista Grandes Construções


Lareira é coisa do passado?

Lareira é coisa do passado?

É fato que hoje em dia quase não ouvimos mais falar das lareiras como item indispensável nas casas e construções. As lareiras, feitas por materiais que suportam o calor do fogo, geralmente revestidas de pedras e tijolos eram utilizadas para cozinhar, aquecer os lares e iluminar as casas que não tinham energia elétrica.Sabe aquela época do ano em que sempre desejamos estar bem aquecidos, acompanhados de um bom vinho, um queijo e daquela pessoa especial? Pois bem, só falta a lareira para a cena parecer a de um filme de romance, não é? Hoje vamos falar um pouco sobre a lareira, este que hoje pode ser considerado um item de decoração, mas que antigamente era necessidade nas casas eimóveis  localizados em regiões mais frias. A maioria dos imóveis em Porto Alegre e no sul do país ainda possuem lareiras e são diferenciais nas construções.
Hoje em dia as lareiras ainda estão presentes principalmente nas casas de campo, nas construções mais antigas e também nas casas modernas como peças de decoração e com uma construção e utilização um pouco mais refinadas. Procuramos algumas imagens de lareiras modernas, para servir de inspiração na construção de seu novo lar. Confira:

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Mercado imobiliário está de olho no envelhecimento da população

 Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991 o número de idosos aumentou 2,6% e hoje a quantidade de pessoas com 65 anos, ou mais, ultrapassa os 14 milhões de pessoas. “Com as mudanças nas características demográficas da população brasileira o mercado imobiliário tem que adequar constantemente”, ressalta Elizabeth dos Santos Silva Freitas, vice-presidente da Primar Administradora de Bens.

E os mais velhos vão engordar ainda mais as estatísticas, pois o IBGE afirma que a expectativa de vida dos brasileiros em 2020 será de 76,1 anos e em 2050 deve chegar a 81,3 anos. Para atender esta parcela da população o mercado imobiliário utiliza diferentes tipos de estratégia. “Levando em consideração as principais queixas dos idosos em relação à moradia, as construções passaram a ser planejadas de maneira que se adaptem as necessidades das pessoas da terceira idade e que sirvam também para outras faixas etárias”, destaca.

Entre as reclamações de quem vive a melhor idade estão à ausência de elevadores e rampas nos prédios e edificações, acessos que dificultam a entrada nos imóveis, portas estreitas – o que dificulta a movimentação de um idoso que utilize andador, bengala ou cadeira de rodas -, banheiros com poucos ou sem pontos de apoio para facilitar a hora do banho e a falta de pisos antiderrapantes. “Fechaduras sem alça, iluminação precária dos ambientes e áreas comuns que não são adaptadas para a circulação de idosos também estão entre as insatisfações”, aponta.

Os novos empreendimentos têm que se adaptar a realidade deste nicho de mercado, que além de exigente possui um nível de renda bem maior do que muitos jovens e adultos ativos economicamente. “A demanda é o que mais atraiu a atenção do mercado. Para não perder nenhum negócio há imóveis que não são feitos especialmente para os idosos, mas são construídos pensando no futuro. Ou seja, os espaços são mais amplos e com a estrutura adequada para que na velhice dos proprietários eles já estejam prontos para atendê-los”, observa.

É preciso considerar ainda as constituições familiares contemporâneas, na quais moram sob o mesmo teto gerações diferentes. “Muitos idosos moram com seus filhos, netos e até bisnetos. Em uma mesma moradia pode-se ter vários perfis, com crianças e pessoas mais velhas ao mesmo tempo. Por este motivo os projetos estão mudando de perfil e se adequando para atender a diferentes idades de apenas uma só vez. Além disso, em qualquer etapa da vida todos buscam mais conforto e segurança”, pontua.

Considerado como um público com alto potencial de compra, quem está na terceira idade também ganha alguns mimos em condomínios que estão de olho na qualidade de vida dos seus moradores mais velhos. “Muitos empreendimentos estão consolidando uma cultura de inclusão dos idosos e não apenas das crianças, jovens e adultos. Salões de festas, piscinas e outras áreas comuns ganham áreas de circulação mais amplas e acessórios que facilitam a vida dos idosos. A capacitação dos funcionários para atender melhor os mais velhos é outra estratégia utilizada”, conta.

Todas estas alterações na estrutura e a qualificação profissional voltada ao atendimento dos mais velhos têm como objetivo evitar as quedas em ambientes domésticos, prestar socorro rápido em situações de emergência e tornar o contato entre os profissionais e os idosos mais agradável. “Em geral as pessoas mais velhas gostam de atenção, gentileza e não tem tanta pressa. Por isso é fundamental que os funcionários saibam como lidar com este público, até mesmo pelas diferentes características, como o passo mais lento e o uso de cadeiras de rodas”, acrescenta.

sábado, 10 de dezembro de 2011


O que é Follow Up de vendas?

O que é Follow Up de vendas?
Follow Up traduzindo para o português significa seguir, acompanhar. O Follow up de vendas possui basicamente três etapas:

1)      Antes da venda
2)      Durante a venda (negociação)
3)      Pós-venda

Antes da venda deveremos sempre conhecer o cliente que estamos com intenção de prospectar. Planejar é fundamental para que o inicio do contato seja eficiente, efetivo e construtivo. Lembrando que nem sempre quem nos atenderá será receptivo, ou seja, persistência meu amigo!
Algumas dicas que sugiro em uma prospecção são: Conhecer o ramo de atividade da empresa, quais produto que esta empresa trabalha, o que o produto oferecido pode ser útil para a empresa e principalmente com quem falar e apresentar seu produto/serviço, quais concorrentes fornecem. Caro leitor não adianta você vender determinado produto, pode até ser de boa qualidade, preço excelente, mas estar apresentando a pessoa errada, que não é a pessoa com nível de decisão sobre este produto.

Vejo com freqüência ligações no escritório oferecendo diversos produtos, entretanto reparem no dialogo: “ Bom dia, sou fornecedor de ferramentas posso falar com o responsável ou diretor da empresa?”, este vendedor nem se preparou ao saber se a empresa que trabalho realmente tem potencial para comprar estes produtos, perdendo muito tempo com isso e não sendo efetivo.

Durante a negociação é de costume as empresas ligarem para saber como anda a proposta comercial. É de suma importância fazer este acompanhamento, estar presente, mesmo que seja por ligação e se necessário visite o cliente. Um detalhe muito importante que devemos sempre nos atentar é que durante a conversa conseguimos detalhes importantes quanto a aprovação deste orçamento. Exemplo:
Pergunta: Esta cotação será fechada esta semana? Possui alguma previsão?
Resposta: Está em conclusão  o projeto, previsto para 60 dias.

Existe a necessidade de ligar para este cliente na próxima semana? A resposta é não. Tente fazer perguntas efetivas sobre a proposta, na minha visão ligar em 30 dias para ter uma idéia do status. Ligações diárias não marcam você com um diferencial, é chato ninguém gosta dessa “cobrança”. É claro q nem sempre as nossas propostas tem prazos longos, saiba mensurar se são projetos a curto, médio e longo prazo.

Pós-venda o próprio nome ja diz. Imagina você comprando um carro e em uma semana o vendedor liga perguntando se recebeu conforme combinado, preço correto, conforto? Surreal no mundo de hoje não é? Seja diferente, ligue, se importe com o cliente, mostre que você ligou para saber se deu tudo certo nesta aquisição! E não ligue “comercialmente”, não fale de negócios, a reação do outro lado da linha será surpreendente. Mostrará que ligou para ver se foi bem atendido e satisfeito com seus produtos e serviços. Visite este cliente a chance de ser ainda melhor essa reação é grande.
Sucesso e vendas!

FONTE: blogdevendedores

Imóvel de um quarto pode custar mais de R$ 1 milhão

Famoso “quarto e sala” ganha modernidade e conquista jovens independentes que buscam qualidade de vida

Interesse imobiliário é dos jovens, indo de estúdios compactos e sem divisórias aos sofisticados lofts

São Paulo - Sucesso nas décadas de 1960 e 1970, as quitinetes, ou “quarto e sala” estão recuperando a importância - a procura por imóveis pequenos, com um só quarto vem aumentando consideravelmente. Para João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), essa demanda é decorrente muito mais do comportamento da população economicamente ativa do que do preço dos imóveis.

Solteiros ou casais sem filhos devotam-se à carreira e à formação profissional. O interesse imobiliário desses jovens vai de estúdios compactos e sem divisórias, com 35 metros quadrados e sem vaga de garagem, perpassam os “quarto e sala” e se alçam aos sofisticados lofts de 100 metros quadrados e duas vagas.

Uns exigem preços acessíveis e dispensam equipamentos comunitários, fator preponderante para a redução da taxa condominial. Outros procuram condomínios adjacentes ao metrô e a corredores de ônibus, e valorizam funcionalidades como lavanderia coletiva.

Há ainda os que valorizam arquitetura moderna, espaços abertos, raia de natação, espaço gourmet, proximidade com o local de trabalho, universidades, cinemas, bares, restaurantes e baladas. Para esse público, preço não é o fator decisivo para a compra do imóvel.

A diversidade da demanda encontra respaldo na diversidade de ofertas: nas regiões periféricas da cidade de São Paulo, há procura por unidades menores e disponíveis por aproximadamente R$ 100 mil. Em regiões mais centrais, há aquelas disponíveis por R$ 250 mil e dependendo da localização e dos atributos, encontram-se as que ultrapassam R$ 1 milhão.

FONTE: Exame Imóveis

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


Avenida Paulista comemora 120 anos hoje

Frenética, apressada, barulhenta e eclética. A Avenida Paulista, que completa 120 anos nesta quinta-feira (8), continua a cara de São Paulo. É múltipla. E até a festa vai do erudito ao popular. A programação oficial está por conta da Associação Paulista Viva, entidade que desenvolve ações em prol da avenida. O público assistirá a um concerto de músicas eruditas, tocadas por uma orquestra, e em seguida a uma apresentação de samba.

Na ocasião, também será lançado o Guia da Paulista, com dicas para paulistanos e visitantes sobre o que há de melhor na avenida. O evento será na Livraria Cultura, que fica no Conjunto Nacional. O prédio é um dos símbolos da Paulista e fica na esquina com a Rua Augusta.

O que não falta na Paulista é gente. De acordo com o Data Popular, instituto com pesquisas no chamado mercado popular, transitam diariamente pelos 2,8 km da avenida cerca de 1,5 milhão de pessoas. Desse total, 883 mil vão a trabalho.

A pesquisa do Data Popular, realizada em junho deste ano, mostra que a avenida mais charmosa de São Paulo tem as mulheres como as maiores frequentadoras: seis em cada dez pessoas que transitam pela avenida são do sexo feminino. Os dados foram baseados em entrevistas com 200 pessoas que passavam pela avenida. Apesar de ser um forte centro financeiro, a Paulista tem alguns poucos edifícios residenciais. 
Ao todo, abrigam 5 mil moradores. A escritora Isabel Vasconcellos é um deles.

“Moro na Paulista há 26 anos e, para mim, não mudou quase nada. Agora tem mais prédios comerciais. A calçada e a iluminação estão melhores”, afirma Isabel, que mora a poucos metros da Alameda Joaquim Eugenio de Lima, chamada assim em homenagem ao engenheiro uruguaio que criou a Paulista em 1891. No livro “O Fantasma da Paulista”, Isabel põe o ‘fantasma’ do engenheiro para vagar pela avenida e acompanhar seu progresso no decorrer dos anos.

Isabel diz que percebeu um aumento no número de pessoas transitando pela avenida, que liga os bairros do Paraíso à Rua da Consolação, abriga três estações de Metrô e 44 linhas de ônibus municipais. “Tem muito mais gente. A Paulista já tinha museu, banco, teatro e comércio, mas agora vieram as grandes lojas de departamento. A maioria detesta, mas eu amo.”

Arquitetura

A arquitetura da Paulista também é muito diferente. Casarões históricos dividem a mesma calçada com prédios altos, espelhados e alguns menos modernos, mas bastante tradicionais, como o Conjunto Nacional, que é tombado pelo patrimônio histórico. Segundo a Secretaria de Estado da Cultura, o Museu de Arte de São Paulo (Masp), o Parque Trianon, a Casa das Rosas e um casarão do início do século XX também foram tombados.

“A transformação da avenida foi total. [Quando foi inaugurada] Era um grande descampado. Aos poucos, foram sendo construídos os casarões. Todos os arquitetos que batalhavam pelo estilo moderno para romper com o neoclássico participaram do processo de transformação da avenida com uma arquitetura mais simples e democrática”, diz o arquiteto Eloy de Souza, que acabou de lançar o livro “Arquitetura Avenida Paulista”.

Para ele, o Conjunto Nacional, uma mistura de unidades comerciais e residenciais, “é um dos exemplos mais bem sucedidos de escala urbana da cidade”. Souza conta que o térreo do prédio foi pensado para uma circulação livre de pessoas. “Uma grande marca é permitir que as pessoas passem de uma rua para outra vendo vitrines, comprando livros, ouvindo música ou conversando. É um espetacular centro de convivência.”

Mas há quem more na região e, apesar de poder desfrutar de todas as facilidades que a avenida oferece, prefira a tranquilidade ao agito. “A Paulista às 8 horas da manhã é simplesmente o paraíso. Quando não tem aquela agitação você consegue ver os prédios”, afirma a estudante Letícia Fávero, de 22 anos.

Fonte: G1 


Corretor de Imóveis - O atual mercado imobiliário exige profissionalização

O mercado imobiliário passa pela sua melhor fase em muitos anos.

Sempre, ao longo do tempo, faltava algum elemento para que o mercado progredisse e atendesse tanto as necessidades dos incorporadores, bem como as do mercado imobiliário. Quando havia produto, faltava crédito e uma política econômica viável para atender as necessidades.Via de regra, aos longos dos anos, só se conseguiu atender as camadas sociais mais abastadas, sendo que as demais sempre ficaram à margem e muitas vezes não eram atingidas.

Pela primeira vez existe uma política econômica estável, com uma valorização do poder de compra das classes menos favorecidas, uma estrutura bem formalizada nos crescimentos, com a inflação do País controlada e com perspectiva de melhoras nos próximos anos.

Pela primeira vez também ouvimos que estamos atraindo capital estrangeiro para investimento no País, recursos estes sérios e não especulativos, quando na primeira oscilação do mercado internacional, o capital se retirava mais rápido do que havia entrado.

Hoje, estamos entrando na melhor era do mercado imobiliário, com uma política econômica e inflação controlada, com um projeto econômico focado na habitação popular (Minha Casa Minha Vida), com taxas de juros reais favorecidas para atender estes programas e possibilitando a uma camada social, que até então não tinha como comprar seu imóvel, adquiri-los.

- A conseqüência direta disto é a entrada de novos participantes no sistema, através de fusões, de aberturas de capitais e de partners (parceiros) estrangeiros que vêm em busca de novos mercados.

- Com um mercado mais seguro que o de outros países, e com um mercado consumidor potencial imenso, o qual representa riscos menores, os investidores aumentaram e com isso o mercado imobiliário evolui.

- Com a competitividade de um mercado mais ativo, aumentaram também a eficiência e eficácia de seus participantes, necessárias para atender as novas exigências de mercado um profissional mais capacitado, com uma visão mais ampla e conhecimentos mais profundos, além, é claro, de se ter nas equipes tomadores de decisão mais bem preparados.

Juntamos a isso novo meios de comunicação e de divulgação, além de uma linguagem de mercado em franca mudança e evolução, e chegamos a clara conclusão de que os profissionais de hoje tem de ser muito mais completos que os de outrora.

Para vencer neste mercado, não basta fazer apenas o que nossos pais e avós faziam, mas sim, o que eles faziam e muito mais. A capacitação profissional passa a ser primordial e, mais do que isso, torna-se necessária para o crescimento de um grupo.

Saber escolher bem um terreno, realizar uma pesquisa adequada para ver a vocação do mesmo, que tipo de produtos e projetos ele poderá receber, bem como desenvolver uma campanha de marketing adequada para que no lançamento imobiliário do mesmo as vendas sejam um sucesso, e que isso não seja resultado do acaso, mas sim de um planejamento, essencial ao mercado imobiliário.

Grandes organizações investem hoje em seus profissionais, com treinamentos em salas de aulas próprias, e oferecendo cursos de pós-graduação (MBAs, cursos de especialização etc.).

Importante saber que num mercado que provavelmente crescerá de 10% a 20% nos próximos anos, profissionalizar ou não suas equipes será a diferença entre fracassar ou não.

O importante no profissional de hoje não é somente fazer, mas também saber como, quando, onde e porque fazer. Além disso, quando o mesmo se expressar, deve saber o que falar e sobre que aspecto, qual mensagem passar e qual meio de comunicação utilizar.

Enfim, o mercado imobiliário continua como existiu no passado e como existirá no futuro. O que mudou e muda a cada dia é o profissional que atuará nele!

Fonte: Maurício Fernandes Lima