sábado, 28 de fevereiro de 2015

O Brasil só tem um Exército: o de Caxias!



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gilberto Rodrigues Pimentel

Na terça-feira, dia 24 de fevereiro, nas ruas centrais do Rio de Janeiro, pudemos assistir o despreparo dos petistas com as lides democráticas. Reagiram inconformados como se só a eles coubesse o "direito" da crítica aos atos de governo. Doeu aos militantes petistas, e os levou à reação física, ouvir os brados alheios de "Fora Dilma".

Entretanto, o pior estava por vir! Ao discursar para suas hostes o ex-presidente Lula, referindo-se a essas manifestações, bradou irresponsáveis ameaças: " ..também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas".

Esta postura incitadora de discórdia não pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua qualquer. É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação. Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca patrões na busca de objetivos classistas.

O que há mais por trás disso?

Atitude prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso?

Algum recado?

O Clube Militar repudia, veementemente, a infeliz colocação desse senhor, pois neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas.


Gilberto Rodrigues Pimentel, General na reserva, é Presidente do Clube Militar.

A Marmota e seu Janota



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Depois de muita lorota, vendo que o tempo se esgota com a paciência do povo idiota, o bolo fofo janota, à frente do forno do inferno, prepara o seu listão, com dor no coração.

Tanta gente bacana não pode assobiar e chupar cana. Vivem em grandes palácios e não numa simples cabana.

Os pagadores da conta, desta vez de grande monta, acham a pizza um acinte ao pobre contribuinte.

Os remédios tradicionais estão com o prazo de validade vencido.

Há que consultar Esculápio pra tratar do grão larápio.

Ainda que seja amargo é o único prestante para o caso. Indicado pra cefaléia também serve pra diarréia de prestígio em ocaso. Sem embargo do que incuba um grande gato na tuba.

Nada será como dantes depois de certos purgantes.

A causa: molusco apodrecido; o efeito, cada um pense a seu jeito.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O Incrível "exército" de $talinácio: Bolsonaro representa contra Lula na PGR por crime contra segurança nacional



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O sapientíssimo Comandante $talinácio só pode estar sob forte influência daquele lendário Marechal comunista chinês, o Massariko no Ku. Só uma pressão muito grande o fez cometer a maior cagada verbal nunca antes vista na história deste País. Convocar o tal "exército do Stédile" - que a inteligência do tradicional Exército de Caxias acompanha detalhadamente - foi um ato falho psicológico de desespero, mas também de arrogância e pleno conhecimento de como o PT e demais partidos radicalóides de esquerda no Brazil articulam e financiam seu projeto corrupto de revolução investindo em organizações criminosas e nos elementos marginais que ajudam a fabricar - com dinheiro público e muita demagogia.

O que o mito em decadência $talinácio proclamou merece ser levado muito a sério. Não foi uma bravata, ou apenas um ato falho de um sujeito pressionado. Prova disso é que o presidente do PT no Rio de Janeiro, o discípulo de José Dirceu, Washington Quaquá, deu sequência ao que o chefão proclamou na ABI, na histérica terça-feira, 24 de fevereiro do ano sem graça de 2015. Quaquá, falando sério, repetiu ontem a ordem unida aos militantes nazicomunopetralhas: "Agrediu, devolvemos dando porrada". A linha de faniquito do Quaquá Massaranduba, que deveria contratar o frenético Theo Pereira para assessor de imprensa, é o assassinato da política no Brasil.

Já que o Procurador-Geral da República não denuncia, alguém precisa denunciar: Luiz Inácio Lula da Silva, com sua declaração nazifascista de guerra aos opositores e inimigos, cometeu um assassinato da atividade Política. Ainda bem que os dignos representantes do Exército de Caxias reagiram à altura ao crime institucional cometido por Lula. O presidente do Clube Militar detonou: "É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação". O curioso é que a suposta "oposição" não pede a responsabilização penal de Lula pela incitação à violência e à ilegalidade que ele pregou na ABI.

O comandante do Incrível "exército" do $talinácio parece ter a blindagem de um tanque de guerra de última geração. O motivo desta capacidade de resistência é bem simples. Lula tem a maior central de informação e produção de dossiês contra seus adversários e inimigos. Sua capacidade de assassinar as reputações de quem ousar enfrentá-lo é sem limites. Além disso, conta com seus "exércitos" invisíveis - que o Exército Brasileiro de Verdade mapeia, mas não atua, efetivamente, para neutralizar e destruir. Será que vai esperar que um General de Quatro Estrelas tome um tiro na cara para reagir? Ou que a mesma tragédia aconteça com um Supremo Magistrado, Procurador da República ou algum político de "oposição"?

O corrupto esquema de poder no Brasil tem um exército marginal bem treinado à disposição do projeto revolucionário. Isto não é paranóia. Os fatos objetivos comprovam que a ameaça é real. No meio de Movimentos Sociais aparentemente justos e inocentes, existem verdadeiros marginais treinados em ações de guerrilha e armados com mais qualidade que o "Exército de Caxias" - que recebe cada vez menos investimento do governo, que prefere fazer crescer a "Força Nacional". O aparato revolucionário tem o reforço de guerrilheiros de Cuba, Angola, Haiti e Bolívia - sob as bençãos do Foro de São Paulo. Milícias e outros grupos radicalóides cumprem o mesmo papel. Concorrem com os narco-comerciantes tradicionais, também muito bem armados, que ora são tratados como inimigos, ora como aliados eleitorais em comunidades carentes, dependendo do grau de cinismo da conjuntura.

Generais de renome já cansaram de denunciar isto nas redes sociais. Mas tudo fica como dantes nas imediações do Quartel do Abrantes... A inteligência das Forças Armadas sabe, detalhadamente, como funciona o financiamento da atividade criminosa de guerrilha urbana e rural no Brasil. No entanto, prefere apenas "acompanhar", produzir relatórios de inteligência, que se perdem na burocracia e não geram uma ação efetiva contra as ações criminosas que afrontam a soberania nacional, o que os obriga a agir conforme o artigo 142 da Constituição Federal (ainda em vigor). Nesta passividade, os militares conseguem dar um golpe neles mesmos e na própria Nação Brasileira.

No começo da década de 30 do século passado, a República de Weimar assistiu, passivamente, à formação das SAs do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores da Alemanha. Logo que Hitler chegou ao poder, elas se transformaram nas SS e na Gestapo - e deu no que deu... A situação brasileira é muito mais assustadora. O radicalismo político, combinado com a violenta marginalidade, ameaça sair de controle. No Brasil, mais de 50 mil pessoas são assassinadas, anualmente, em crimes violentos. Curioso é que a mídia ideologicamente pautada só atira contra a Polícia Militar - acusada de responsabilidade por cerca de 400 destas mortes...

O esquema nazicomunopetralha e seus demais "primos" esquerdistas promovem a sistemática desmoralização das Forças Armadas e das Polícias Militares, sempre contando com a conivência da mídia que recebe seus "mensalões" ou tem simpatia romântica pelas causas "ideológicas". Esta facção hegemônica da imprensa vendida - como era esperado - não reagiu contra a apologia ao crime pregada, abertamente, por Lula - que assassinou a Política na ABI, e continua solto, porque nenhum Procurador, Magistrado ou Militar da Ativa teve a mínima coragem de denunciá-lo formalmente. Pelo menos o deputado Jair Bolsonaro entrou com uma representação na PGR (7106/2015) contra Lula, por crime contra a segurança nacional e a ordem política-social... Mais um pepino para o Rodrigo Janot descascar...

O Brasil da omissão caminha para uma onda de intolerância e violência que pode nos levar a uma guerra civil declarada. Na "não-declarada" já estamos sobrevivendo há muito tempo. O incrível exército de $talinácio vem com tudo... Até a hora que nem o seu "Criador" conseguirá controlá-lo - da mesma forma como ocorreu na Alemanha de Adolf Hitler e, depois, se tornou uma realidade ainda mais triste na Alemanha Oriental do pós-guerra, até a queda do Muro de Berlim (que, no Brasil, ganha um tijolinho novo de concreto a cada dia...). A STASI nazicomunopetralha não perdoa ninguém... O lema dela é: "Aos amigos, tudo; aos inimigos, nem a Lei"...

Quando a situação sair completamente do controle, não adianta convocar para a ativa o lendário Marechal Massariko no Ku... A casa já estará arrombada, mesmo que pareça ter a ilusória segurança de um presídio a céu aberto...

Leia o artigo, de Carlos Azambuja: A STASI e o Terrorismo

  
"Data venha"...

Já que o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, reclamou ontem que foi obrigado a transformar sua casa em um presídio, depois que ela foi arrombada por bandidos, fica uma sugestão pragmática:

Por que Janot não leva logo, para sua casa-presídio, os políticos ladrões do Petrolão...

Daqui a pouco, vai ter bandido processando a PGR por causar ansiedade pela lista negra nunca divulgada, ferindo os direitos humanos fundamentais dos corruptos que esperam a hora de saborear mais uma pizza bem indigesta para o povo brasileiro...

Releia: Golpe na Lava Jato: Tática é culpar dirigentes de empreiteiras, para poupar políticos que chefiavam roubos


Mentira Global

Na Bahia, já se tem certeza de que os marginais que quebraram o carro de reportagem da Rede Bahia, afiliada da Rede Globo, eram sindicalistas que pretendiam sabotar o justo movimento de reivindicação dos caminhoneiros.

O Jornal Nacional de ontem, a própria rede Bahia e várias entidades de defesa do jornalismo embarcaram na desinformação, tentando criminalizar os caminhoneiros que são vítimas da fracassada política econômica do desgoverno Dilma - que fica mais escrota ainda com o pacote de maldades do Joaquim Levy.

As milícias (ou o exército paralelo) do PT está agindo com prontidão para sabotar, neutralizar ou até matar os inimigos, mas a imprensa chapa-branca, estadodependente de verbas de estatais, prefere não denunciar a verdade...

Encontros e desencontros


Foi ele...


Por sugestão do senador tucano Cássio Cunha Lima, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso tirou uma foto em que aparece segurando um cartaz (feito à mão pelo presidente do PSDB, senador Aécio Neves) com uma nota de R$ 2, onde estava escrito: “Foi FHC”.

A brincadeira, numa referência à criação do Plano Real, em 1994, que trouxe estabilidade econômica ao País, foi para sacanear a Dilma - que joga a culpa de todos os seus erros no FHC...

Agora, brincadeira mesmo foi FHC insistir que o PSDB não vai apoiar qualquer proposta de impeachment da Dilma, do mesmo jeito que ele salvou Lula de ser derrubado quando estourou o escândalo do Mensalão...

Aí sim, se pode dizer, que a salvação de Lula é inteira culpa do FHC...

Zorra Vermelha programada


Além do MST do Stédile, a nazicomunopetralhada contra com outros "exércitos" revolucionários...

Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), durante passagem por Uberlândia, Minas Gerais, prometeu que o movimento pretende paralisar o Brasil no dia 18 de março de 2015, data que está sendo chamada de “Dia Nacional de Luta pela Reforma Urbana”, ou “Quarta-Feira Vermelha”.

O movimento reivindica “moradia” e “reforma urbana”, mas seu real objetivo é realizar a revolução socialista-comunista. Boulos já declarou publicamente que as invasões e paralizações, os “protestos” e as “manifestações” promovidos pelo MTST têm justamente esse propósito político.

O grupo também conta com um núcleo de comunicação, responsável pela confecção de bandeiras e camisetas e por elaborar os gritos de ordem.

Clube das Desesperadas


Sabedoria caminhoneira

Do caminhoneiro Ivar Schmidt, líder do Comando Nacional do Transporte, em entrevista ao site da Veja:

"Nós estamos com lucro zero, aí o governo nos propõe de ficar tendo lucro zero mais seis meses. Eu acho que eles não regulam certo da cabeça. Devem estar com problema."

"O nosso movimento abomina sindicato, associação, federação, confederação. E esses segmentos tentaram nos representar nas últimas décadas e nunca resolveram nosso problemas. Então, a gente está aqui. Vou ficar em Brasília até resolver isso."

Adeus, Spock


Vida longa e próspera ao grande ator Leonard Nimoy - o famoso meio-humano, meio-vulcano Spock, de Star Trek.

O ator e diretor de cinema faleceu aos 83 anos, de crônica obstrução pulmonar, embora tenha parado de fumar há 30 anos.

Todos os Jedis estão de luto com esta grande perda cinematográfica e, por que não, filosófica...


É Poda mesmo!

Do consagrado apresentador de televisão, Marcos Hummel, em seu Facebook:

"Viver em São Paulo, com a ameaça das árvores que podem cair a qualquer momento.... é Poda".

Quem tem amigo não fica na prisão?




© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Fevereiro de 2015.

Ajuste previdenciário é prolongamento de um sistema falido


previdenciaUm dos principais pontos do ajuste fiscal a ser promovido pelo PT para tentar conter a sangria de dinheiro público criado pelo próprio partido é uma diminuição das concessões de benefícios previdenciários, criando-se o sistema 85/95. De acordo com o Ministro da Previdência Social, o atual sistema previdenciário é bom e só precisa de ajustes, sendo um desses ajustes a implantação de um sistema onde as mulheres se aposentam com 85 anos e os homens com 95 anos, pois, também de acordo com o Ministro, a expectativa de vida do brasileiro é de 84 anos e um brasileiro se aposenta, em média, com 54 anos.
Podemos começar argumentando que, embora estudos da iniciativa privada e do setor público apontem que um brasileiro realmente se aposenta na média com 55 anos, a expectativa de vida do brasileiro não é de 84 anos, mas de 74,0 anos, sendo a expectativa de vida dos homens de 71,3 anos e das mulheres de 78,6 anos. Com esses dados, já podemos refutar alguns argumentos do Ministro.
A primeira refutação se dá no tempo médio de aposentadoria, que não é de 30 anos, como argumenta o Ministro, mas de 20 anos. Além disso, um sistema em que um homem, que vive em média 7,3 anos a menos que as mulheres, passaria a se aposentar dez anos depois das mesmas, praticamente condena o homem a uma vida de trabalho, sendo descontado dele um custo previdenciário que nunca lhe será retornado.
Apresentadas essas pequenas correções pontuais, o raciocínio seguinte é mais intrigante: qual o problema em se aposentar? Quando o Ministro conclama ser um absurdo que alguém se aposente e fique 30 anos sem trabalhar (ou 20, se considerados os números aqui apresentados), o Ministro dá a entender que ser um aposentado é um fardo para a sociedade, e que a aposentadoria de alguém é algo intrinsecamente ruim. O problema é que isso só é ruim por conta do sistema previdenciário que adotamos.
O sistema previdenciário brasileiro padrão é o sistema de repartição. A ideia é bastante simples: um trabalhador ativo paga a aposentadoria dos aposentados de hoje na expectativa de que, quando ele vier a se aposentar, o trabalhador da ativa de amanhã pague pela sua aposentadoria. Esse sistema transforma, obviamente, o aposentado em um fardo para o trabalhador da ativa, assim como o aposentado de outrora foi um fardo para o trabalhador de outrora.
Um sistema previdenciário alternativo é o sistema de capitalização, utilizado no Brasil apenas marginalmente em contratos de previdência privada e complementação de previdência pública acima do teto. A ideia é que o trabalhador poupe parte do seu dinheiro, e esse dinheiro vai para um fundo de aplicações para, quando o trabalhador assim desejar, ele possa se aposentar usando o dinheiro que ele próprio poupou, ainda que compulsoriamente.
Nesse segundo sistema, se a pessoa quiser se aposentar com 40, 50, 60 ou 100 anos é problema do próprio indivíduo, pois arcando ele com os custos dessa previdência, se no futuro faltar dinheiro para sua própria aposentadoria, a responsabilidade será dele mesmo. A previdência se torna automaticamente sustentável, ao contrário do sistema de repartição, onde quanto mais o padrão de de vida e a expectativa de vida melhoram, mais prejuízo a sociedade tem.
Ficar reformando um sistema que não tem salvação é perda de tempo. Uma nova visão precisa ser implementada com urgência, sob pena de, na prática, a previdência social deixar de ser uma contribuição com finalidade de retorno para ser um simples tributo não retornável, já que nenhum brasileiro viverá o bastante para atingir a idade de aposentadoria a ser estipulada pelo governo.
OBS: para ler mais a respeito do sistema de repartição, recomenda-se esse artigo.

Sobre o autor

Bernardo Santoro
Diretor do Instituto Liberal
Mestre em Teoria e Filosofia do Direito (UERJ), Mestrando em Economia (Universidad Francisco Marroquín) e Pós-Graduado em Economia (UERJ). Professor de Economia Política das Faculdades de Direito da UERJ e da UFRJ. Advogado e Diretor-Executivo do Instituto Liberal.

Malufar já foi crime - PLÁCIDO FERNANDES VIEIRA


CORREIO BRAZILIENSE - 28/02

O verbo malufar está definitivamente desmoralizado. Foi reduzido a pó. Perto do megaesquema de corrupção montado para roubar a Petrobras, as maracutaias atribuídas ao neocompanheiro, e que deram origem ao termo, parecem hoje café pequeno. Nunca antes na história deste país, políticos inescrupulosos zombaram tanto da inteligência alheia.

Imagine o ladrão cara de pau que rouba o leite das crianças e depois convoca a própria quadrilha para uma manifestação em defesa da creche assaltada? Ou o cinismo do bandido que, uma vez descoberto, invoca, em defesa própria, a existência da corrupção no Brasil desde o descobrimento? "Ora, a elite já rouba faz mais de 500 anos", argumenta.

Logo, a saída não pode ser a prisão dos "guerreiros do povo brasileiro". Pôr na cadeia a turma "que rouba, mas distribui" é coisa da "mídia golpista". Como a "esquerda" de Dilma, Lula, Temer, Renan e Maluf tem maioria no Congresso, a ordem é investigar tudo desde a chegada das caravelas e passar o Brasil a limpo. Igual ao que o PT pregava (e nunca fez) antes de chegar ao poder. Bons tempos aqueles em que malufar ainda era crime.

Hoje, crime é ser contra a sangria da companheirada aos cofres públicos. Afinal, na literatura que faz a cabeça dos "progressistas" reza que, para alcançar a "revolução" redentora, "os fins justificam os meios". Não à toa, boa parte dessa gente idolatra o obscurantismo jihadista do Estado Islâmico. Principalmente quando fuzila, incinera ou corta cabeças de defensores da tal liberdade de expressão, esse mi-mi-mi "pequeno burguês" que é um dos pilares da democracia.

Coordenador jurídico da campanha de Dilma fez ponte entre Cardozo e advogados da Lava Jato

sábado, 28 de fevereiro de 2015



Flagrado em conversas impróprias com advogados das empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tornou­-se alvo de um processo na Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Os integrantes do órgão deram dez dias para que explique seus encontros fora da agenda com advogados de empreiteiros presos no escândalo de corrupção na Petrobras. Na edição passada, VEJA revelou que Ricardo Pessoa, dono da UTC, preso em Curitiba, ouviu de seus advogados que partiu do ministro a iniciativa de chamar os defensores para uma conversa reservada, ocasião em que foram alertados de que havia uma reviravolta no processo. O ministro também argumentou sobre a inadequação de levar em frente o acordo de delação que Ricardo Pessoa negocia com a Justiça. O empresário é guardião de segredos letais para muitos figurões do governo. Dirigentes da empreiteira confirmaram que, apenas no ano passado, Pessoa entregou 30 milhões de reais para as campanhas do PT e da presidente Dilma Rousseff, dinheiro obtido por meio de propinas de contratos superfaturados da Petrobras.


​A conversa com os advogados em Brasília criou constrangimentos ao ministro porque, se admitida, caracterizaria uma interferência ilegal de uma autoridade no processo judicial. Cardozo, primeiro, negou. Depois, admitiu o encontro, que teria sido “casual”, mas não confirmou ter falado sobre delações ou investigações da Operação Lava-Jato. Há um novo personagem nessa história. Segundo executivos da UTC, para estabelecer um canal direto e seguro com os defensores da empreiteira, o ministro Cardozo recorreu a Flávio Caetano, secretário nacional de Reforma do Judiciário, que foi coordenador jurídico da campanha de Dilma Rousseff no ano passado. Caetano é velho conhecido dos advogados da UTC, Sérgio Renault e Sebastião Tojal, com quem chegou a trabalhar. Nos dias que antecederam o misterioso encontro de Sérgio Renault com Cardozo em Brasília, Caetano telefonou para Tojal para avisar que o ministro desejava encontrá-los. Procurado por VEJA, o secretário confirmou a ligação, mas negou que tenha repassado recados do ministro. “Flávio Caetano é amigo há mais de quinze anos do doutor Sebastião Tojal, com quem tem mantido ao longo do tempo parceria acadêmica. O telefonema em questão se deveu a um trabalho acadêmico a ser publicado que ainda está em curso”, informou o secretário por meio de uma nota.