quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O grande larápio ataca até em Santa Catarina


 


Fundada pela filha de Lula, Lurian, a ONG "Rede 13 Santa Catarina", de Blumenau, recebeu mais de R$ 20 milhões, foi aberta em abril de 2003 e fechada em seguida, em agosto de 2003.

 
                         Lurian sorri na certeza da impunidadeUsada apenas como fachada para pagar as contas de Lurian e... para comprar o seu magnífico apartamento em Florianópolis, o esquema operacional era coordenado por Eurides Mescolotto, que Presidente do BESC e ex-marido de Ideli Salvatti (olha ela aí de novo).


  Lurian dá gargalhadas diante da facilidade para enriquecer

Em Florianópolis, é comentário em todas as rodas, de que Lurian, anda cercada por um aparato de 20 pessoas e 8 automóveis, e que comprou o seu apartamento "com dinheiro do Fome Zero". 
   



Lurian já rica em traje de festa,olha desconfiada.Consciência a acusa!

Aluno brasileiro levará 25 anos para ter nota de país rico


Para Andreas Schleicher, vice-presidente para Educação da OCDE, os brasileiros, no ritmo de evolução atual, levarão 25 anos para atingir a média de notas dos estudantes dos países ricos

Divulgação
Andreas Schleicher, vice-presidente para Educação da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
Andreas Schleicher, vice-presidente para Educação da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
São Paulo - Se estivesse na escola, o Brasil repetiria de ano com o resultado do Pisa, exame promovido pela ­Organização para a Coope­ração e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as economias mais ricas do mundo. O Pisa avalia os alunos de 15 anos de idade em ma­temática, ciências e leitura.
De acordo com os resultados divulgados no início de dezembro, as notas dos brasileiros pioraram em leitura e ficaram na mesma em ciências. Houve melhora emmatemática, mas o país ainda ocupa o 58º lugar (perdeu uma posição) no ranking formado por 65 países.
Para o alemão Andreas Schleicher, vice-presidente para Educação da OCDE e coordenador do exame, no ritmo atual os brasileiros só vão atingir as médias dos alunos de países mais ricos em 25 anos. Ainda assim, ele vê avanços. De 2003 a 2012, o Brasil reduziu de 35% para 22% a parcela de estudantes que não concluem o ensino fundamental.
“Agora é o momento de adotar ­po­lí­ticas públicas que acelerem o ganho de qualidade.” Nestaentrevista a ­EXAME, ele dá exemplos de como outros países vêm superando desafios similares aos do Brasil e do que fazer para andar mais rapidamente.
EXAME - O Brasil perdeu posições no último ranking do Pisa. Como avaliar esse desempenho? 
Andreas Schleicher - Embora tenha perdido posições nos últimos três anos, o Brasil melhorou em comparação a 2003. Em relação a outros países, a média em matemática dos brasileiros foi a que mais avançou em dez anos. No período, o país pôs muito mais crianças e adolescentes na escola.
Por isso, no relatório global do Pisa, o Brasil é citado como exemplo de como transformar aeducação em pouco tempo. Evidentemente ainda há um longo caminho a percorrer. Mas acredito que em breve os brasileiros atingirão as médias dos melhores países no ranking.
EXAME - Quanto tempo é “em breve”?
Andreas Schleicher - No ritmo atual, em 25 anos as notas do Brasil poderão se igualar à média dos países da OCDE. E é preciso ter em mente que é possível adotar políticas públicas para melhorar o nível da educação ainda mais rapidamente.
EXAME - Como melhorar mais rapidamente? 
Andreas Schleicher - A qualidade do ensino no Brasil nunca será melhor do que a de seus professores. Por isso, atrair jovens talentosos para o magistério e investir para torná-los excelentes instrutores deve ser uma prioridade. Na China, os melhores professores são levados para ensinar em escolas nas regiões mais atrasadas
Com isso, garante-se a todas as crianças do país acesso a um ambiente de aprendizagem de alto nível. Essa é uma lição para o Brasil, onde estudantes vindos de famílias mais ricas alcançam boas notas facilmente, mas há grande dificuldade de levar ensino de qualidade para crianças mais pobres. 
EXAME - Estudantes de países com nível de desenvolvimento econômico semelhante ao do Brasil, como o México, continuam obtendo notas melhores. O que explica a diferença? 
Andreas Schleicher - No Brasil, os governos passaram a levar educação a sério muito tarde. Outros países, como a China, começaram mais cedo e hoje ocupam as primeiras posições do ranking. 
EXAME - Os dados do Pisa também mostram que o Brasil tem poucos alunos considerados excelentes em matemática e em ciências. Por que esse número não tem melhorado?
Andreas Schleicher - Até agora, o Brasil concentrou investimentos na melhoria das condições básicas. O próximo passo é se empenhar no desenvolvimento de grupos de excelência. Mais tarde, esses alunos serão profissionais com capacidade para contribuir para o desenvolvimento.
EXAME - É possível avançar simultaneamente no fortalecimento do ensino básico e nos grupos de excelência?
Não há contradição nisso. Xangai é um exemplo de como fomentar a excelência e a equidade ao mesmo tempo. Mas os brasileiros fizeram a escolha certa ao dedicar primeiro atenção à melhoria da base do ensino. É difícil ter excelência onde há grandes disparidades.
EXAME - Como fomentar o surgimento de mais grupos de excelência? 
Andreas Schleicher - É relativamente fácil ensinar conceitos básicos de ciências. Mas, se o objetivo é estimular as pessoas a pensar cientificamente, é preciso ter professores capazes de instruir suas turmas de modo especial, o que não significa separar os alunos. Eles têm de ser bons em personalizar o ensino, em identificar e nutrir os jovens mais talentosos.
O ambiente tem de ser exigente e ambicioso. É preciso ter um clima propício para fazer experimentos. No Brasil, ainda parece haver um grau de expectativa baixo em relação aos resultados do sistema educacional. A falta de ambição pode ser um problema. Além disso, temos de considerar que é mais fácil obter ganhos num sistema fraco do que sair de um patamar bom para um nível excelente.
EXAME - Mesmo países afetados pela crise econômica desde 2009, como Itália e Portugal, avançaram no Pisa. O que isso demonstra? 
Andreas Schleicher - A crise evidencia algo interessante. A Itália precisou diminuir os gastos com educação, mas passou a aplicar o dinheiro de forma mais eficiente. O sistema italiano tradicionalmene contava com muitos professores, quase todos com salários baixos. Com a crise, a Itália teve de cortar o número de profissionais. Mas, ao mesmo tempo, melhorou as condições de trabalho dos que permaneceram e criou um sistema de avaliação para comparar o desempenho das escolas.
EXAME - Isso significa que a qualidade da educação não está ligada necessariamente ao volume de investimentos?
Andreas Schleicher - O Vietnã, cujos estudantes participaram pela primeira vez da avaliação do Pisa, é um exemplo notável. As notas dos vietnamitas os colocaram na 17a posição no ranking. Trata-se de um país pobre, com uma economia eminentemente rural, mas que elegeu a educação como prioridade e agora está colhendo os frutos dessa escolha.
Hoje, mesmo as crianças das regiões mais afastadas das cidades vão à escola. Para ensiná-las, houve um trabalho bem-sucedido de atração de alguns dos melhores talentos para a carreira de professor. Como resultado, os vietnamitas estão saindo da pobreza e provando que o mundo não precisa ser dividido entre nações ricas e bem instruídas e países pobres com nível educacional baixo.
EXAME - Por que no Brasil um a cada três alunos repete de ano até os 15 anos de idade?
Andreas Schleicher - Esse é um dos maiores problemas do Brasil. A resposta para dificuldades em aprender não é fazer com que os estudantes repitam de ano, mas descobrir quais são os bloqueios e trabalhar especificamente na superação deles. Nos sistemas educacionais de alto desempenho não existe repetência. Os professores e as escolas têm a responsabilidade de achar o que fazer para ajudar os alunos a aprender.

CASO DO DEPUTADO PRESIDIÁRIO: O que escrevi há dias está valendo mais do que nunca agora. Não adianta só reclamar: quem coloca os deputados malandros na Câmara SOMOS NÓS!!! É preciso votar melhor e com mais responsabilidade!!!



O RETRATO DA VERGONHA: depois de não ser cassado por seus pares, o deputado Natan Donadon, ALGEMADO, é reconduzido para o camburão que o levaria de volta à Penitenciária de Papuda. O que estarão pensando do Brasil no exterior? (Foto: Pedro Ladeira / Folhapress)
Publicado originalmente em 30 de agosto de 2013
campeões de audiência 02Amigas e amigos do blog, infelizmente o Brasil hoje está sendo motivo de chacota e de espanto no mundo civilizado.
Tornamo-nos objeto de escárnio merecido, por obra e graça de um determinado número de deputados que, na quarta-feira, 28, votaram contra, se abstiveram ou desapareceram na hora de cassar o deputado corrupto Natan Donadon, condenado a mais de 10 anos de cadeia — pelo Supremo Tribunal Federal — por ladroagem e formação de quadrilha.
Há um clamor nacional contra os deputados responsáveis pela pouca vergonha — nas casas, no trabalho, nas ruas, na imprensa.
E, no entanto, essa gente foi colocada em Brasília por NÓS. Mais do que nunca, vale o post que escrevi no começo do mês, e que repito agora. Não poderia haver ocasião mais adequada.
Post publicado originalmente a 8 de agosto de 2013, às 17h40
Salve-se quem puder!
Sabem quem é o candidato favorito a governador do Distrito Federal neste momento?
Sim, ele mesmo: José Roberto Arruda — o primeiro governador na história do país a ir para a cadeia, por corrupção, no curso do mandato, em 2010.
Que teve seu mandato de governador cassado pela Justiça Eleitoral.
Que foi condenado a mais de 5 anos de prisão, em regime semiaberto, por roubalheira.
Que já em 2001 renunciara ao mandato de senador para não ser cassado pelos colegas por fraude no painel de votação do Senado.
E o homem está lá, de novo, brilhando nas pesquisas de intenção de voto! (Leiam no Radar on-line).
Então deixem-me começar este comentário do começo.
Sempre que posso tenho insistido, ao longo de minha já larga carreira na imprensa, que é um paradoxo — para não dizer, também, uma manifestação de hipocrisia — a gritaria geral contra os políticos, que, a cada eleição, fica pior.
Sem-vergonhas, ladrões, safados, corruptos, imorais.

José Roberto Arruda: cassado, condenado por corrupção, envolvido no escândalo do painel do Senado — mas favorito nas eleições para o DF (Foto: O Globo)
Não há palavra feia que não se aplique à generalidade dos políticos — de presidente da República ao último dos vereadores. E, como ocorre com toda generalização, esta também é eivada de injustiças.
Porque há, SIM, políticos bons, decentes, trabalhadores, corretos, voltados para o bem público.
Ninguém me contou e não é história da Carochinha.
Como comecei a carreira em Brasília, ainda com 18 anos incompletos, foca de uma agência de notícias que não existe mais, convivi desde cedo com a atividade política, sem contar que minha família, no Paraná, era fundamentamente envolvida com a coisa.
Lembro-me de, pequeno, junto com meu falecido irmão Arnaldo, termos o hábito de acompanhar, pela janela do fórum da pequena cidade em que nos criamos, embora nascidos em São Paulo, a apuração de eleição para prefeito, voto a voto em papel — nem cédula oficial da Justiça Eleitoral existia, então.
Lembro-me de meu Pai, admirador incondicional do Presidente Juscelino Kubitschek, com quem havia trabalhado, mandando os filhos, na escola, apostarem com os amigos na vitória do candidato de JK, marechal Henrique Lott, na eleição presidencial de 1960 — tal era o horror paterno diante do que para ele significava para o Brasil o candidato favorito, Jânio Quadros (de quem foi contemporâneo na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco), como em poucos meses se comprovaria.
Durante os anos em que trabalhei como repórter em Brasília, testemunhei políticos sacrificando brutalmente a vida pessoal por algo que caiu de moda mencionar, mas que existe: o bem público. Depois, já instalado em definitivo em São Paulo, continuei acompanhando profissionalmente a política e indo constantemente a Brasília — em especial durante a Constituinte (1987-1988). Por obrigação profissional, conheci, ao longo dos anos, vários presidentes, dezenas de governadores e prefeitos de grandes cidades, senadores, deputados, vereadores.
Claro que, em meio deles, havia de tudo. Mas um percentual de gente séria e preocupada com o Brasil que provavelmente deixaria surpreso os descrentes na política.
Hoje, parece que ninguém presta. É, pelo menos, o que se ouve e vê nas ruas, nos protestos, nas conversas, na imprensa.
Pode ser, sim, que o nível dos políticos que temos haja piorado muito com o correr dos anos. Atribuem ao dr. Ulysses Guimarães — um dos políticos que sempre honraram o mandato e que exerceu o ofício até a morte sem uma mancha sequer em sua honra — a afirmação de que, se o Congresso em exercício era tido como ruim, que esperassem pelo próximo… pior ainda.

Comício no interior de Pernambuco: queixas generalizadas contra os políticos fazem supor que alguém mais os elegeu — mas fomos nós, brasileiros (Foto: Jornal do Commercio)
Pode ser, repito.
Mas então chego à pergunta que venho fazendo pela carreira profissional afora: QUEM ELEGE os políticos que TODOS criticam?
Os neozelandeses? Os habitantes de Papua-Nova Guiné? Os italianos? Os búlgaros?
NÃO! Somos nós, brasileiros, os que ”colocam” onde estão os políticos que criticamos.

Hora de votar: sem escolha consciente, o nível dos políticos não vai melhorar (Foto: www.brasil.gov.br)
É claro que não ajuda em nada essa situação o fato de candidatos a presidente e a governador — cujo tempo de TV praticamente monopoliza as atenções do público durante as campanhas eleitorais –, JAMAIS explicarem ao povo, como seria de seu dever, a importância do Congresso e das assembleias legislativas (sem contar as  câmaras municipais) para sua administração e para a própria democracia.
O mesmo se pode dizer dos currículos escolares, que não ensinam NADA sobre como é, como funciona, para que serve e como é importante o Poder que representa o povo (daí a “democracia representativa” como forma de governo), de forma que, mesmo nas melhores escolas privadas, crianças e jovens atravessam séries sem ter a menor ideia do que são e para que servem o Congresso, as assembleias e as câmaras de vereadores.
Nada, contudo, muda o fato simples de que somos nós, brasileiros, que — com as exceções que confirmam a regra — votamos PESSIMAMENTE, em especial para o Senado e a Câmara dos Deputados, não prestando a mínima atenção nos currículos e folhas corridas dos candidatos.
Mas, quando um político com a folha corrida do ex-governador José Roberto Arruda ameaça voltar pelo voto popular para o cargo de GOVERNADOR, não se pode mencionar desconhecimento por parte do eleitorado.
O problema, aí, será muito, mas muito mais grave. Terá a ver com o nosso CARÁTER.

NOVO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DIZ QUE PRESSÕES DE MENSALEIROS NÃO ABALAM SUPREMO


Jorge Wamburg
Brasília – O juiz João Ricardo Costa, que tomou posse hoje (17) à noite na presidência da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), disse em entrevista coletiva que os protestos e ataques dos réus condenados na Ação Penal 470 (conhecida como mensalão) e do PT ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao seu presidente, ministro Joaquim Barbosa, não vão abalar a Corte “pois os juízes estão acostumados às pressões causadas por suas decisões, que sempre desagradam a alguém”.
“É evidente que cabe à AMB defender a soberania do Judiciário, mas essas pressões fazem parte do cotidiano dos juízes. Sempre há alguém que acha que eles cederam a pressões ou não entenderam os argumentos apresentados no processo. Por isso, não acho que os protestos contra o julgamento do mensalão representem uma ameaça ao Supremo, pois na justiça todos perdem e ganham”, disse João Ricardo, que defendeu como prioridades de sua gestão o diálogo com a sociedade e a democratização do Poder Judiciário.
O novo presidente foi eleito  com 59% dos votos dos associados da AMB, a maior entidade da categoria com 14 mil membros entre juízes estaduais, trabalhistas, federais e militares.
Um dos principais objetivos de sua gestão será a democratização do Judiciário e, para isso, João Ricardo defende a reforma do sistema por meio de um projeto apresentado pela Ordem dos Advogados do Brasil para tornar a justiça mais ágil e útil à sociedade. O juiz também defendeu a reforma eleitoral, com fim do financiamento de campanhas políticas por empresas privadas.
FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS
“O financiamento de campanhas políticas deve ser restrito a pessoas físicas e direcionado ao Fundo Partidário. Quando uma empresa financia campanha política, acaba sendo beneficiada por isenções fiscais, o que significa que quem está pagando o financiamento é a população, com dinheiro público. E depois [a empresa] procurará influir no Legislativo sobre a atuação de seu financiado, o que é indesejável para a democracia e a sociedade”, disse o presidente da AMB.
João Ricardo considera importante o diálogo com outras instituições que influenciam o desempenho do Judiciário e a interlocução com a sociedade por meio de uma política de comunicação que divulgue os interesses da magistratura, tais como eleições diretas para presidentes dos tribunais, como forma de democratizar o Poder. Outra medida defendida por ele é a atualização da Lei Orgânica da Magistratura, que data de 1979, antes da redemocratização do país com o fim do regime militar.
O novo presidente da AMB tem 53 anos de idade e 23 de magistratura. Ele é titular do 1º Juizado da 16ª Vara Cível de Porto Alegre, professor de Direitos Humanos da Escola Superior da Magistratura (ESM), além de membro do Tribunal Permanente dos Povos.(Agência Brasil)

CNJ ABRE INVESTIGAÇÃO CONTRA TRÊS JUÍZES ACUSADOS DE FRAUDES DE R$ 500 MILHÕES


Da Agência Brasil
Brasília – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu hoje (17) abrir processo disciplinar contra três juízes de Rondônia acusados do pagamento indevido de R$ 500 milhões em precatórios, títulos da dívida pública reconhecidos por decisão judicial definitiva. Os três magistrados já estavam afastados por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em função do inquérito criminal que apura os supostos desvios.
Por unanimidade, o CNJ decidiu abrir processo disciplinar contra o desembargador Vulmar de Araújo Coêlho Junior, do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, e os juízes trabalhistas Domingos Sávio Gomes dos Santos e Isabel Carla Piacentini. No processo administrativo, a punição máxima que os magistrados podem receber é a aposentadoria compulsória, com o pagamento dos salários.
De acordo com o conselho, o valor de R$ 500 milhões em precatórios foi pago de forma irregular para advogados e outras pessoas que não eram credores dos papéis.
A defesa dos acusados informou ao CNJ que eles não tiveram participação nas irregularidades do pagamento. O desembargador Vulmar de Araújo afirmou que as acusações são fantasiosas, e foram feitas em represália à sua atuação na corregedoria do tribunal. Domingos Sávio disse que sempre exerceu suas funções de forma correta. A juíza Isabel Carla declarou que foi vítima do “esquema fraudulento envolvendo advogados e membros do TRT”.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

SNOWDEN AGORA QUER ASILO NO BRASIL..... E DEIXA CLARO QUE É PARA CONTINUAR LUTANDO CONTRA OS ESTADOS UNIDOS. QUE VÁ PARA CARACAS!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013



Snowden: ele prefere Banânia, embora Venezuela, Nicarágua e Bolívia já tenham se oferecido
Snowden: ele prefere Banânia, embora Venezuela, Nicarágua e Bolívia já tenham se oferecido
O pilantra Edward Snowden, o delator do chamado “esquema de espionagem” da NSA, a agência americana, agora quer asilo no Brasil. Bolívia, Nicarágua e Venezuela já lhe ofereceram guarida. Mas ele prefere Banânia. Deve gostar de caipirinha, jabuticaba e pororoca. Redigiu uma carta, que fará parte de uma campanha do site de petições Avaaz, mais uma das organizações multinacionais criadas pelo multibilionário George Soros — aquele que financiou a campanha em favor da legalização da maconha no Uruguai. Segundo informa Fábio Zanin na Folha de hoje, Glenn Greenwald, o jornalista americano, ex-correspondente do Guardian, que mora no Rio, vai liderar a campanha. Foi ele o primeiro a divulgar os documentos roubados — o nome é esse — por Snowden.
Na carta, afirma:
“Muitos senadores brasileiros pediram minha ajuda com suas investigações sobre suspeita de crimes contra cidadãos brasileiros. Expressei minha disposição de auxiliar, quando isso for apropriado e legal, mas infelizmente o governo dos EUA vem trabalhando muito arduamente para limitar minha capacidade de fazê-lo”.
Ou por outra: ele se oferece abertamente para, tendo asilo no Brasil, fazer proselitismo contra um país com o qual mantemos relações diplomáticas. Talvez ignore as nossas leis. Asilados e refugiados não podem participar de manifestações políticas em nosso território. Aliás, todos os países do mundo têm legislação parecida. Snowden, é bom que fique claro, é um traidor de sua própria pátria. Ele trabalhava para uma agência de Inteligência. Imaginem se outros países estimulassem agentes brasileiros a entregar segredos do Brasil. Tipos assim são párias internacionais. Ele foi recebido na Rússia por razões óbvias. Em muitas décadas, os EUA não ficavam numa situação tão difícil com seus aliados. E isso é tudo o que queria o protoditador Vladimir Putin. Espero, sinceramente, que o governo Dilma não ceda à tentação, embora tenha cá meus temores. A política externa brasileira, sob o comando do PT, padece de um antiamericanismo primitivo, tosco e mixuruca, que já se revelou mais de uma vez. O que o Brasil ganharia dando abrigo a Snowden? Apenas relações mais tensas com os EUA. A troco de quê? Mas é compreensível que o espião faça essa essa aposta: “Pô, vou pra lá; eles recebem até terroristas!”. Deve esperar o mesmo tratamento de herói dispensado a Greenwald, que vai liderar a campanha, em parceria com o brasileiro David Miranda, seu namorado. O jornalista americano já usou o Brasil como plataforma de sua luta contra o governo dos EUA. Agora, quer que o país dê guarida a um espião traidor. É o fim da picada! A Venezuela de Nicolás Maduro o que quer. Ele que vá para Caracas! Por Reinaldo Azevedo

CHARGE DO ALPINO