quinta-feira, 18 de julho de 2013

Agora, são 41 ministros, contando com o marqueteiro João Santana e o conselheiro Franklin Martins, para tentar a reeleição


Carlos Newton
Com a posse de Afif Domingos como ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, o 39º ministério, o governo da presidente Dilma Rousseff havia consolidado a conquista do recorde mundial, que antes estava com o Gabão.
Agora, Dilma avança para 41 ministros, se contarmos o marqueteiro João Santana, uma espécie de Rasputin imberbe no palácio do Planalto, e o jornalista Franklin Martins, ex-ministro da Comunicação Social, que se tornou conselheiro presidencial. Os dois são ministros ad hoc, ou seja, com propósito específico de fortalecer a candidatura de Dilma à reeleição, para evitar que o prestígio político-eleitoral dela continue despencando nas pesquisas.
Na revista Veja, o jornalista Otávio Cabral fez um relato sobre a principal conclusão a que chegou Franklin Martins, que considera o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, como a maior ameaça à reeleição de Dilma, se ele resolver ser candidato.  Isso, claro, se Lula desistir de ser candidato e permitir que a atual presidente busque a reeleição pelo PT, hipótese que está cada vez mais afastada, porque à medida que a crise aumenta, Dilma se enfraquece e Lula se fortalece dentro do partido.
BARBOSA E LULA
Franklin Martins acha que Joaquim Barbosa,  por haver comandado o julgamento do mensalão e não ter histórico partidário, tem potencial para conquistar os descontentes com o governo.Segundo o jornalista Otávio Cabral, para desgastar a imagem de Barbosa, Franklin agora quer mostrar que ele é “igual aos políticos”. Por isso, já escalou os sites e blogs financiados com recursos públicos (Caixa, Banco do Brasil, Petrobras etc), dando-lhes a missão de vasculhar a vida do presidente do Supremo, incluindo seus hábitos e suas despesas.  Mas vão quebrar a cara, porque Joaquim Barbosa é um homem de vida simples.
Quanto à candidatura de Lula, outro fantasma que assusta o governo Dilma, o ex-presidente decidiu ironizar os boatos de que estaria com câncer. A partir de agora, diz que passará a marcar reuniões no Hospital Sírio-Libanês, ao invés de frequentar o Instituto Lula, onde funciona o quartel-general de sua campanha de volta ao Planalto.

Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)


Eu também era contra a pena de morte


Francisco Vieira
Eu era contra a pena de morte.  Era… Até o dia em que, no Instituto Médico Legal de Brasília pude ver, sobre uma bandeja metálica, o que um ESTUPRADOR foi capaz de fazer com uma mulher usando UMA TRANCA DE VOLANTE, daquelas feita de vergalhão de aço e que prende o volante ao pedal do acelerador! Estuprar só não foi suficiente para ele!
Embora tenha passado vários anos, nunca pude esquecer a cena.
E duvido que nossos magistrados, mesmo com todos os erros da nossa Justiça, executem tantos inocentes quanto os bandidos estão executando atualmente! Das 50 mil execuções anuais, quantas são de inocentes? Quantas eram crianças e jovens com toda uma vida pela frente?
No Youtube tem a filmagem de um assalto em uma loja de conveniência, nos Estados Unidos, onde o assaltante empunha uma arma de fogo. Acontece que A VÍTIMA REAGE e se atraca com o bandido. Entretanto, este consegue se desvencilhar e, ao contrário do que faria na REPÚBLICA DA IMPUNIDADE, sai correndo com a arma na mão, pois sabe que o país onde ele mora é sério e que se ele matasse o comerciante pegaria a pena de morte ou a prisão perpétua… Sem direito a fazer sexo na cadeia.
Veja, ainda, parte de uma reportagem do Correio Brasiliense do ano passado:
“REINCIDENTES RESPONDEM POR 81% DOS HOMICÍDIOS REGISTRADOS NO DF
Entre 24 e 30/09/12, o número de homicídios se manteve estável em relação à média das últimas semanas – 16 assassinatos. De acordo com balanço da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) , em 88% das mortes, os suspeitos usaram armas de fogo e em 81% das ocorrências, as vítimas tinham antecedentes criminais.”
PS – Acho que foi Confúcio quem disse que “sob a forma humana, se escondem muitos animais!”

O bom e o mau cliente para um corretor de imóveis


Cada vez mais informados  sobre o mercado imobiliário, os clientes tornaram-se capazes de questionar as informações passadas pelos corretores em relação à qualidade e o preço dos imóveis. Essa dinâmica aumentou o poder de negociação do consumidor, na procura por melhores preços. 
No entanto, essa “alfabetização do consumidor” - em relação à demanda, aos preços praticados no mercado, aos custos do fornecedor - deixou parte dos compradores soberbos, tornando o trabalho do corretor uma árdua tarefa. 

Nesse contexto, está presente a figura do bom e do mau cliente. De acordo com o texto de Pedro Monir Rodermel, apresentado no livro “Desenvolvimento gerencial, estratégia e competitividade”, o bom cliente “é aquele que pede que você faça o que você sabe fazer; valoriza o que você faz e está disposto a pagar por isso”. 

Na contramão, Rodermel também apresentou o mau cliente, “é aquele que pede que você faça o que você não está preparado para fazer; continua insatisfeito com o que você faz, apesar do esforço para atendê-lo dentro de sua expectativa”.

Sobre o tratamento aos maus clientes, o corretor deve, inicialmente, descobrir quais são e depois tentar transformá-los bons clientes. Se isso não for possível, o corretor não deve hesitar em cedê-los para outro profissional. O tempo gasto com clientes ruins é maior e pode ser aproveitado de uma melhor forma com outros compradores.

Sobre o tratamento com os bons clientes, a ideia é sempre buscar a fidelização. Afinal, essa é a estratégia de marketing mais infalível para um corretor de imóveis.

William Cruz - Colunista do PortaisImobiliários.com.br uma rede de portais de imóveis, como o portal de imóveis eimobiliárias em Ponta Grossa | imóveisPontaGrossa.com, presente em mais de 240 cidades do Brasil.

O estilo Ambev de gestão invade os bares


Como um ex-funcionário da Ambev e seus sócios levaram o estilo de gestão da cervejaria para 34 bares e restaurantes em um ano e como planejam transformar outros 250 estabelecimentos

Mariana Amaro, da 

Omar Paixão / VOCÊ S/A
Cauê Zaccaroni, João Paulo Badaró e Marco Argiona, da CanAll
Cauê Zaccaroni, João Paulo Badaró e Marco Argiona, da CanAll: time qualificado para fazer choque de gestão em bares e restaurantes
São Paulo - Administrar bem um bar é um dos trabalhos mais complicados que existem”, diz Paulo Solmucci, presidente nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

A explicação é simples: essa é uma atividade que exige habilidades tão distintas como saber negociar com fornecedores, planejar e monitorar as vendas e zelar pelo atendimento. “Comandar esses três tipos de operação, para quem não tem experiência em administração, é muito difícil.” 
Ainda assim, a Abrasel estima que haja 1 milhão de bares e restaurantes em atividade no Brasil. Quase 400.000 a mais do que nos Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa feita pela consultoria de mercado americana NPD.
Essa diferença enorme não existe porque o brasileiro gosta mais de beber e comer fora do que o americano, mas, basicamente, porque 80% dos empreendimentos por aqui são pequenos negócios familiares, que não faturam mais de 15.000 reais por mês.
Consequentemente, a maioria desses negócios tem gestão amadora. É por isso que três em cada dez bares fecham todos os anos só em São Paulo e 27% dos estabelecimentos não ultrapassam a barreira dos dois anos de vida, segundo estudo do Sebrae. Cada bar que encerra as atividades representa, em média, menos 15 empregos no mercado. 
Foi observando os erros dos donos de bares que o administrador de empresas baiano João Paulo Badaró, de 38 anos, decidiu abandonar 15 anos de história dentro da Ambev para se lançar em um projeto pes­soal. João começou como gerente da Brahma, em Salvador, e chegou a diretor de novos negócios da companhia.
Há um ano, pediu demissão e criou a CanAll, empresa para gerenciar bares e restaurantes de todo o país seguindo o modelo de gestão da Ambev. A filosofia da cervejaria pode ser resumida em obsessão por controle de custos, definição de metas objetivas e meritocracia. 
O negócio da CanAll funciona assim: um dono de bar avalia suas contas e percebe que está com prejuízos seguidos. Em vez de fechar as portas, ele contrata a CanAll para analisar todos os processos do estabelecimento, desde o funcionamento da cozinha e a limpeza dos banheiros até o controle de estoque, o fluxo de caixa, a administração de pessoal e os procedimentos para compras.
“Estabelecimentos com uma operação saudável têm margem de lucro de 20%. Mas a grande maioria não consegue esse desempenho porque há um vácuo na gestão”, diz João.
Esse foi o trabalho desenvolvido no bar do comerciante baiano José Augusto Martins Junior, em Salvador. Um ano e meio depois de abrir o negócio com a mulher, um sonho do casal, eles concluíram que seria melhor fechar as portas para não perder mais dinheiro. Quando José Augusto soube da proposta de trabalho de João, resolveu fazer a última tentativa. “É uma auditoria. Eles fazem uma radiografia completa”, diz o comerciante.
Contas e processos analisados, era a hora de colocar o bar nos eixos. Para isso, o primeiro passo foi identificar todos os custos que poderiam ser cortados — começando pelo cardápio. Nem o prato preferido de José Augusto escapou. O escondidinho de rabada com agrião saiu do menu pela complexidade. Já a versão de bacalhau foi excluída porque era o único prato com o peixe.
“Não faz sentido comprar matéria-prima para fazer um prato só”, diz José Augusto. Outro ingrediente que deixou de ser oferecido foi a picanha. “Desenhamos o menu com base em uma pesquisa de preço nacional, mas foi muita burrice. A picanha na Bahia é bem mais cara do que em São Paulo. Quem não tem visão profissional do negócio demora mesmo para perceber isso”, afirma. Mas, para a alegria de baianos e turistas, o camarão foi mantido no cardápio. 
Como a complexidade nos processos da cozinha caiu pela metade, foi possível diminuir também o pessoal. Eram oito profissionais, ficaram quatro. Processo semelhante aconteceu com os garçons. Ao fim de seis meses, as despesas já haviam diminuído 15%. “Nós ainda estamos pagando algumas dívidas, mas até o fim do ano acredito que teremos um lucro estável.” José Augusto não fala no plural à toa.
Quando ele diz “nós”, refere-se não apenas à sua mulher mas também a João, já que as formas de pagamento aceitas pela consultoria são participação acionária ou ganho proporcional ao da margem de lucro.
Foi assim que o empresário conseguiu, em menos de um ano, expandir a CanAll para nove operações próprias, consultoria em gestão de 25 bares e três projetos para a expansão de três marcas, entre elas a do badalado Café de La Musique, em São Paulo, que já tem unidades espalhadas por todo o país.
Estão sob sua batuta o quiosque Chopp Brahma do aeroporto de Guarulhos, o bar Louis, em São Paulo, o Bar do Ferreira, em Brasília, o Bar da Boa, no Rio de Janeiro, e o Seu Boteco, em Salvador, entre outros. 
Cada um deles é visitado religiosamente ao menos duas vezes por mês. Com a rede atual, João fatura 70 milhões de reais por ano. Mas as metas são mais ambiciosas.
“Pretendo chegar, em quatro anos, a 250 unidades entre negócios próprios e geridos e a um faturamento de 400 milhões”, diz João, que tem 18 pessoas no escritório de São Paulo, uma equipe que conta com profissionais trazidos de empresas como Red Bull, Flying Horse, McDonald’s e Cacau Show. “Fui recrutando os melhores, porque o produto que tenho para oferecer é o conhecimento.” 
O mercado para empresas como a CanAll só deverá crescer nos próximos anos, já que a Abrasel estima que, num cenário cada vez mais competitivo, apenas sobreviverão bares e restaurantes com gestão profissional. A estimativa é que o número total de estabelecimentos se reduzirá em 20% em todo o país nos próximos dez anos, ficando em 800.000 empreendimentos.
Mas isso não significa que o dinheiro que circula por esse mercado vai encolher. Pelo contrário, a expectativa é que o faturamento do setor aumente 15% para os estabelecimentos que se mantiverem.
A Abrasel também estima que o setor vai recrutar 2 milhões de pessoas na próxima década. Para quem deseja trabalhar no setor, é um ótimo motivo para comemorar. Principalmente se for ao redor de uma mesa de bar. 

COMANDANTE TERRORISTA NAZISTA TALEBAN ESCREVE UMA CARTA INFAME PARA A MENINA MALALA

quinta-feira, 18 de julho de 2013


Um destacado comandante do Taleban paquistanês escreveu uma carta à adolescente Malala Yousafzai, baleada na cabeça no ano passado em um atentado promovido pela organização islâmica nazista e terrorista, e disse lamentar o fato de não a ter avisado antes da tentativa de assassinato que deu repercussão internacional a seu ativismo pelo direito das mulheres à educação. Na carta, escrita durante o fim de semana, o nazista Adnan Rasheed não chegou a pedir desculpas pelo atentado de outubro do ano passado, que deixou Malala gravemente ferida, levando a sua transferência para um hospital na Inglaterra. O comandante islâmico terrorista e nazista, que é próximo dos principais líderes do grupo, disse que a tentativa de assassinato foi "chocante" e desejava que nada daquilo tivesse acontecido. "Ontem, em seu discurso, você disse que a pena é mais poderosa que a espada", escreveu o nazista Rasheed, referindo-se ao discurso proferido por Malala na Organização das Nações Unidas (ONU) na última sexta-feira: "Então eles a atacaram por causa da sua espada, e não por causa dos seus livros ou da escola". Ou seja, o terrorista nazista faz um jogunho de palavras infames para justificar o ato terrorista de seus comandados. Rasheed esclarece que a carta, recebida pela Associated Press na noite de terça-feira, expressa sua opinião pessoal, e não a do grupo. Um outro comandante do Taleban confirmou a autenticidade da carta. Segundo o terrorista nazista Rasheed, a menina Malala não foi atacada por defender a educação feminina, mas pelo fato de ter feito críticas ao grupo em relação ao período em que o Taleban controlou o Vale do Swat, entre 2008 e 2009. A versão coincide com declarações de outros líderes da organização terrorista nazista Taleban paquistanês na época do atentado. Rasheed encerra a carta com um pedido infame para que Malala regresse ao Paquistão e se matricule em uma escola islâmica para mulheres. Por que ela deveria se matricular em uma escola islâmica? Por que não em uma escola secular? O nazista não aceita isso: "Use sua pena pelo Islã e pelo sofrimento da comunidade muçulmana e revele a conspiração de uma pequena elite que quer escravizar a humanidade com uma pauta maligna em nome de uma nova ordem mundial". Assim pensam e agem os nazistas e islâmicos fanáticos.

Venda de imóveis residenciais aumenta em São Paulo


Na comparação com abril de 2013, quando as vendas chegaram a 3.488 unidades novas, a variação foi de -6,0%

Flávia Albuquerque, da 

Wikimedia Commons
Vista aérea de bairro em São Paulo
Vista aérea de bairro em São Paulo: na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) as vendas totalizaram 6.825 unidades, sendo que a capital participou com 48% do total vendido.
São Paulo – A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo aumentou 20,2% em maio na comparação com o mesmo período do ano passado. Houve 3.278 unidades comercializadas ante os 2.728 imóveis vendidos em maio de 2012.
Na comparação com abril de 2013, quando as vendas chegaram a 3.488 unidades novas, a variação foi de -6,0%. O volume negociado em maio foi de R$ 1,78 bilhão, 0,75 a menos do que em abril quando esse montante atingiu R$1,79 bilhão.
Os lançamentos (unidades não necessariamente vendidas) chegaram 2.372 unidades, 0,8% a mais do que em maio de 2012, quando formam laçadas 2.353 unidades. Na comparação com abril deste ano, quando os imóveis lançados chegaram a 2.716 imóveis, houve redução de 12,7% . Do total lançado, o segmento de um dormitório representou 43,9%, com 1.041 unidades.
Na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) as vendas totalizaram 6.825 unidades, sendo que a capital participou com 48% do total vendido, enquanto 52% (3.547 imóveis) se concentraram nas outras cidades.
No acumulado do ano as vendas totalizaram 13.628 unidades, alta de 34,5% ante as 10.135 unidades vendidas até maio de 2012. Os lançamentos atingiram 10.409 unidades 35,7% a mais do que o registrado no mesmo período em 2012. 
De acordo com o Secovi-SP, o comportamento do mercado residencial na cidade de São Paulo neste ano tem demonstrado consistência e tendência de crescimento, o que pode ser afetado pela dificuldade de viabilização de empreendimentos e de aprovação de projetos pode influenciar e alterar este cenário.