sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ministra prevê entrada de 56 mil estudantes negros por ano nas universidades federais



Luana Lourenço (Agência Brasil)
A ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, disse que a Lei de Cotas deverá ampliar de 8,7 mil para 56 mil o número de estudantes negros que ingressam anualmente nas universidades públicas federais.
A lei determina que as universidades públicas federais e os institutos técnicos federais reservem, no mínimo, 50% das vagas para estudantes que tenham cursado todo o ensino médio em escolas da rede pública, com distribuição das vagas entre negros, pardos e indígenas.
Segundo a ministra, a associação de critérios sociais e raciais para as cotas foi a solução “politicamente possível” para tentar reverter a desigualdade no acesso ao ensino superior público.
“Todo o esforço ao longo do tempo foi no sentido de se constituir cotas para negros, independentemente da sua trajetória escolar. Mas as propostas são colocadas de acordo com o grau de maturidade política da sociedade. Dentro dessa medida, conseguimos um resultado que eu considero positivo”, avaliou.
As universidades e institutos federais terão quatro anos para implantar progressivamente o percentual de reserva de vagas estabelecido pela lei, mesmo as que já adotam algum tipo de sistema afirmativo na seleção de estudantes. As regras e o cronograma para a transição ainda serão estabelecidos pela regulamentação, que deve sair ainda este ano.

COTAS EM UNIVERSIDADES



Plínio Zabeu
Depois de muitos anos de tramitação no poder legislativo,  eis que finalmente a presidente Dilma sanciona a Lei que estabelece o indesejável sistema de cotas para escolas superiores federais.  Ainda bem que as estaduais não foram incluídas.  Muitos termos foram usados como a chamada “meritocracia”,  ou seja, um sistema que privilegiaria os que  terão direitos exclusivamente por merecimento e não devido a leis ou regulamentos de fundo mais demagógico que democrático.
Há tempos, mais de  meio século, alguns países vêm mostrando que a base real de progresso e qualidade de vida de um povo deve ser resultado de investimentos seguidos na área de  instrução começando pelo ensino fundamental. O maior exemplo vem da Coréia do Sul que, ao contrário do vizinho do norte, após a terrível guerra entre eles,  seus sucessivos governos vêm aplicando a maior parte da arrecadação na formação educacional.  Os resultados são surpreendentes. O vizinho do norte preferiu investir em armas, exércitos, dispositivos atômicos e mantendo, no setor administrativo um sistema ditatorial incrivelmente forte,  dando poderes supremos ao governante do momento.   É impressionante o nível alcançado no progresso do país sempre baseado no investimento na educação.  Outros países estão agindo assim e com futuro bastante seguro para suas populações.
E aqui no Brasil o que vem sendo feito com a instrução?  Quem  iniciou seu aprendizado, desde a alfabetização em meados do século passado, com ensino público  em alto nível, hoje se decepciona com a qualidade oferecida pelas escolas oficiais.  O ensino privado, particular, mesmo de ato nível, nunca chegava ao do gratuito. As vagas nas Universidades sempre foram conquistadas na maioria pelos que tiveram sua  educação inicial na escola pública.
O tempo foi passando e sucessivos governos foram descuidando da parte mais importante para uma nação.  A qualidade do ensino foi caindo na rede pública,  a começar pela desconsideração ao principal artífice da formação: O professor.  Não faltaram as cobranças seguidas através dos meios de comunicação e de parte dos legisladores e governantes.  Mas o descuido foi geral e chegamos à atual situação de queda na qualidade do ensino basicamente no  fundamental e com reflexos no superior.
E o que o governo faz então?  Ao invés de investir mais no setor, cria uma lei de cotas que certamente agravará muito mais a qualidade dos que se graduarão nas universidades federais.  O novo decreto estabelece que, no máximo em quatro anos, todas as  faculdades reservarão metade das vagas para alunos provindos do ensino fundamental e médio públicos. Parte das vagas serão para    índios e os negros.  Ora, no vestibular vale o mérito, o conhecimento, a qualidade do ensino e não fatores que nada têm a ver com o  mérito.   Ao contrario do que o governo justifica, a nova lei criará uma espécie nova de preconceito que poderá gerar problemas entre os alunos que serão, de agora em diante, “diferentes” entre si.
Como acontece em outros setores como saúde, segurança, progresso industrial, crescimento, moeda e outros setores tão descuidados nos últimos anos, com a nova lei a educação também passa a ser de  menor qualidade e quem vai sofrer com isso tudo é o povo brasileiro.
Seria bem melhor considerar fatores positivos deixando  de lado a demagogia   que infelizmente tem sido prioridade dos recentes governantes.

O PT APOSTOU NA IMPUNIDADE E PERDEU, ou



O MENSALÃO EXISTIU SIM SEU LULA!
Giulio Sanmartini
O Partido dos Trabalhadores, com Lula “et caterva”, em seu percurso no poder acabou perdendo a tramontana  e passou a pecar pelos excessos cometidos. Foi com muita sede ao pote, e lambuzou-se com o melado que não estava acostumado a comer. Para fartar-se abusou e vem abusando descardamente do peculato, a desonestidade de seus elementos parecia institucionalizada pela impunidade, mas acabou cometendo um erro primário que acontece com aqueles que se supervalorizam. Sentiram-se acima do bem e do mal, pelo fato dos magistrados que compõe a suprema corte do país terem sido nomeados durantes seu governo, tiveram a ilusão que estes, por gratidão, tinham o dever de absolvê-los, de fato dois dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal, seguiram esse equivocado raciocínio: o imbecil José Antonio Dias Toffoli e o venal Ricardo Lewandowiski. Todavia estes foram marginalizados pelos seus próprios pares, que sob a batuta do ministro Joaquim Barbosa, condenaram o primeiro grande peixe graúdo dessa súcia. Uns por dever profissional e outros poucos por temor do clamor público que já lhes bate à porta (Saiba quem são os acusadosdo mensalão), mas o fato é que, o deputado Federal (PT-SP) João Paulo Cunha, foi condenado no dia 29/8. Nesse mesmo dia, na redação da revista Veja, os jornalista Augusto Nunes, Carlos Graieb, Reinaldo de Azevedo e mais o historiador Marco Antonio Villa, fizeram uma analise desse condenação histórica, que traz o país de volta à ordem. (segue o vídeo abaixo)
 (1) Foto: Marcos Valério, Delúbio Soares, José Dirceu e José Genoino

A FUGA DO PARAISO



Ralph J. Hofmann
Tal qual os boxeadores cubanos vilmente recambiados a Cuba pelo atual governador do Rio Grande do Sul, na época Ministro da Justiça (prova viva de que um diploma de direito não garante que seu portador seja  realmente um arauto e defensor das leis do país), há uma longa lista de desportistas, músicos, escritores e poetas que optaram por votar com os pés, ou seja, foram embora de Cuba.
Há algumas semanas uma jovem de vinte e poucos anos cruzou a fronteira do México para os Estados Unidos, em Laredo no Texas.
Imediatamente dirigiu-se ao posto da imigração e identificou-se como Glenda Murillo Diaz, filha do vice-presidente de Cuba ( e possível sucessor de Raul Castro). Pediu asilo sob o regulamento de que cubanos que alcancem terra firme estadunidense têm direito automático à residência no país.
Estivera num congresso de psicologia no México e aproveitara para abandonar o paraíso castrista.
O que levaria uma pessoa beneficiaria do sistema da Nomenklatura cubana a abandonar o país não sabemos. Talvez seja a consciência de que vive uma vida encantada às custas de uma população que exercita verdadeiros malabarismos para vencer as necessidades mínimas de cada mês. Sabe-se lá o tipo de frustrações que se acumulam para uma pessoa assim. Certamente sua posição lhe permitia vislumbrar as liberdades gozadas por cubanos que não vivem em Cuba.
Imagino que a convivência do seu pai, no centro do poder  possa ser uma faca de dois gumes. Como economista progressivo, ao menos em termos cubanos, sua estrela pode cair assim como subiu. Pode de uma hora para outra ser visto como uma ameaça a Raul Castro. E sabemos o que ocorre com as pessoas que perdem a confiança do líder em países stalinistas como Cuba. Tornam-se os culpados por tudo que esteve errado no país pelos últimos cinqüenta anos.
De qualquer forma, boa sorte para Glenda, agora albergada na casa de uma tia em Tampa na Flórida.
(1) Fotomontagem: Glenda e o pai Marino Murillo

OJERIZA AOS MESTRES



Walter Marquart
O pecado e a tuberculose matam em doloridas prestações. O desfecho é sempre cruel. Estudantes e jovens em geral passaram a ter ojeriza aos mestres, não ouvir os pais e fazerem até o impossível para chocar os conceitos. Agem plantando a idéia de que as leis, atos, palavras e obrigações, sigam as mesmas normas exigidas em uma agitada balada. Disputando quem irá chocar mais. O Brasil está colhendo o que plantou: na pesquisa realizada para avaliar o aproveitamento escolar, ficou patenteado que está instalada a ojeriza aos mestres e dos mestres.
Quando a fartura passa a causar transtornos e não são coibidos, pioram a cada dia e aumentam quando não há alertas, quem conteste ou questione. A tuberculose avança a AIDS ficou impregnada e a vitima, tarde demais, não têm mais a quem recorrer. A vítima não quis ouvir os contestadores. “O destemor, longe de ser virtude pessoal, é atributo institucional”. Desrespeito é violação aos direitos dos outros.
Não se ouve mais o bom dia! Prazer em vê-lo ou um simples gesto de ceder a cadeira à gestante ou mesmo ao idoso, mas o aumento vertiginoso de pessoas com alguma “caixinha” eletrônica buscando lazer, conhecimento, comunicar-se ou localizar-se. O pior dos mundos acontece quando a “caixinha” isola o portador dos seus iguais. Manipulada por adultos é uma ferramenta de trabalho, mas para as crianças passou a ser a escola do desperdício. Até a atenção não é mais dada aos professores, e logo a seguir aos próprios pais. É uma das sementes da ojeriza.
Uma comparação tosca seria afirmar que para a juventude o celular está sendo o mesmo que a masturbação foi em outros tempos. Os dois levam o praticante a isolar-se, torna-o solitário e afasta-o do convívio sadio, criativo e prazeroso. O resultado é a abertura das avenidas para o consumo de drogas, homossexualismo e a destruição da sua individualidade; cria uma nova e preocupante moral anti-social. A ojeriza é a cultura ideal para a sociedade “refugiar-se” na fuga: não ouvir o próximo, não repartir conhecimento ou dores; apenas fugir das responsabilidades, criar e defender subterfúgios para não participar dos problemas familiares ou da nação. Pior dos mundos, aumenta os problemas.
A figura que a sociedade usa para referir-se aos que se drogam é que eles se tornam perdidos zumbis. O celular (agora na mão de crianças) não causa os mesmo males, mas seu efeito é semelhante, causa o afastamento social. Aparta o portador da meditação e se a respiração não fosse automática, morreria porque chega a esquecê-la. O estudante, criança ou jovem, com o celular à mão, fica “tomado”, subjugado mesmo, com os efeitos da envolvente caixinha, tenha ela a potência ou colorido que for. Fico a imaginar o aluno deixando o professor monologando. Que incentivo. Facilitou as comunicações? Sim! Mas as crianças não estudam mais, os jovens não reconhecem textos maiores do que um torpedo. Passam o tempo vendo, ouvindo ou transmitindo oi! Ta! Legal!
No lugar de tanta atenção ao celular, crianças e jovens deveriam dar atenção à leitura, estudos, temperança, namorado (a) e eleger prioridades; se ainda não se sentir realizado, na falta de melhor opção, a universal e milenar masturbação para sentir-se o “super-super” (complete com o adjetivo). O que os jovens precisam, urgentemente, é fugir das frustrações, das individualizações ou das companhias contrárias à natureza. Meninos precisam voltar a dar atenção às meninas e as meninas atraírem os meninos. Toda a glória e satisfação é não ser membro da sociedade Sodoma e Gomorra. A necessária orientação pode e deve ser obtida observando a natureza. Ela é ideal e é ela que deve iluminar o livre arbítrio de cada um.  (Não fale! Eu sei, eu nasci, há 10 mil anos atrás)
PS: O Ministro Peluso, que deixa o Tribunal, imposto pela compulsória, fará falta.

Editores de vídeos para dar mais visibilidade aos seus imóveis



Os vídeos, assim como as fotografias, são ferramentas que devem ser exploradas por profissionais do mercado imobiliário. Isso porque, conforme já dito aqui no Agente Imóvel, materiais visuais de boa qualidade e, sobretudo, bem editados ajudam transformar internautas em compradores ou inquilinos.
Os vídeos, inseridos dentro das possibilidades de marketing imobiliário, não precisam necessariamente ser longas gravações, com algum apresentador comentando o imóvel exposto. De um jeito muito mais fácil, imobiliárias, corretores e proprietários podem criar pequenas filmagens, com legendas de música de fundo, descrevendo a casa ou apartamento de forma mais interativa.
Outra possibilidade é criar slide shows – quando várias imagens formam uma sequência de ‘cenas’ – mostrando todos os cômodos do imóvel, também de modo interativo, sendo possível acrescentar legendas e música de fundo.
Os vídeos ou slides shows garantem maior visibilidade de casas e apartamentos, possibilitando o aumento de vendas de sucesso | Foto: Office Web.
Tais recursos são bem-vindos para fazer uma divulgação mais certeira na internet. Por isso, listamos, abaixo, alguns aplicativos e programas que facilitam a edição e compartilhamento de vídeos/slides shows. Confira.
Viddy: este aplicativo é bastante conhecido e permite que os usuários façam uploads de trechos de curta duração, adicionando filtros e efeitos. Além disso, ele permite o compartilhamento direto em várias redes sociais e é, por isso, considerado muito parecido com o Istagram;
Animoto: de fácil utilização, permite a criação de slides shows com alta qualidade, assim como vídeos em diferentes versões para a web, oferecendo ainda diferentes filtros e opções para animar as imagens;
Windows Live Movie Maker: disponibilizado pelo Windows, este programa é bastante simples de ser utilizado e possibilita a criação de vídeos curtos e slides shows. Seus filtros e aplicações são bastante funcionais e usuais, dispensando maiores conhecimentos técnicos;
Vídeo Toolbox: permite que o material seja dividido em outros pequenos vídeos, com a possibilidade de inserção de legendas, faixa de áudio e marca d’água. Além disso, é possível fazer uploads e edições direto no Youtube;
VirtualDub: um pouco mais complexo, aceita a inserção de filtros, aumentando ou diminuindo a saturação das imagens, o que significa vídeos com melhor qualidade. Possui ferramentas para gerenciamento de áudios, assim como a utilização de plugins adicionais.
Adobe Premiere Pro: melhor e mais completo editor de vídeo, possui todas as ferramentas necessárias para cortes e ajustes perfeitos, desde a criação de efeitos e edição de áudio e imagem.
Utilizando as ferramentas certas e de maneira correta, é possível criar diferentes formas de divulgação de imóveis. Lembrando que o recurso é uma das inúmeras possibilidades que existem para aumentar vendas e fechar mais contratos de aluguel. Como estratégias não faltam, basta usar a criatividade para se destacar cada vez mais no mercado imobiliário.

Folha denuncia mais uma irregularidade de Cabral, que dá verba a empresa de irmão de secretário


Marco Antônio Martins (Folha de S. Paulo)

Uma empresa administrada pelo irmão do secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes, obteve R$ 5 milhões de financiamento do governo do Estado.
O dinheiro para a DFV Comercial e Industrial Ltda foi liberado antes de a empresa possuir a licença completa para funcionar.
A verba saiu em 2 de dezembro de 2010, sendo que as autorizações de funcionamento foram concedidas pelas secretarias de Ambiente e da Saúde apenas em junho e dezembro de 2011, respectivamente.
A apresentação de toda a documentação é uma das exigências para que empresas ganhem o incentivo público no Rio, segundo informação passada no início da semana por Maurício Chacur, presidente do Investe Rio, programa de crédito do governo.
Após a reportagem constatar a situação insuficiente da documentação, voltou a entrar em contato com o órgão, mas a assessoria de imprensa deu versão diversa. Afirmou apenas que basta a licença de instalação para que haja a liberação. A Folha não conseguiu falar novamente com Chacur.
A DFV é administrada por Nelson José Côrtes da Silveira, irmão de Sérgio Côrtes. O secretário estadual de Saúde fez parte da comitiva do governador Sérgio Cabral, em 2009, em viagem a Paris.
Em uma foto dessa viagem, divulgada pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR), Côrtes aparece dançando, acompanhado de outros secretários, com um guardanapo na cabeça.
O financiamento de R$ 5 milhões à empresa administrada pelo irmão representou metade do valor, segundo cálculo da própria empresa, para a instalação da fábrica de microscópios, em Valença.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG É impressionante a garantia de impunidade ao governador Sergio Cabral e à quadrilha que ele formou para desviar recursos públicos. Nunca se viu nada igual por aqui. Esta é a realidade. As denúncias de irregularidades se multiplam e nada acontecerá. A Guangue do Guardanapo é inatingível.