segunda-feira, 14 de abril de 2014

Casa dos sonhos é vendida nos EUA por US$ 120 milhões


Trata-se da propriedade mais cara já vendida no país americano


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Bandeira dos Estados Unidos em uma casa
Casa nos Estados Unidos foi vendida por US$ 120 milhões
Um imóvel de 20 hectares localizada na Costa Leste dos Estados Unidos, à beira do Atlântico, foi vendida por 120 milhões de dólares, um preço recorde no país, anunciou o corretor responsável pelo negócio.
A venda da Copper Beech Farm, localizada em Greenwich, Connecticut, foi concluída nesta sexta-feira, segundo o jornal "Greenwich Time".
"É a propriedade mais cara já vendida nos Estados Unidos", disse ao jornal o corretor David Ogilvy.
O preço de venda havia sido fixado inicialmente, em maio de 2013, em 190 milhões de dólares.
A casa principal, de 1.256 m², construída em 1898 e de estilo renascentista, tem 12 quartos, nove banheiros, 10 lareiras, uma biblioteca, um solário, uma adega e uma ala destinada aos funcionários.
O terreno conta com duas ilhas, mais de 1,5km de praia, uma quadra de tênis, uma piscina de 22m, um spa e jardins com vista para o Atlântico, segundo o site da imobiliária Christie's International Real Estate. A identidade do comprador não foi revelada.
O recorde anterior de venda de uma casa para uma única família foi registrado em janeiro de 2013, quando uma propriedade foi comercializada por 117,5 milhões de dólares no Vale do Silício, Califórnia.

NOTÍCIA VELHA

Blog do Giulio Sanmartini

João Carlos


86lgeeEm nossas terras altas pindorâmicas a coisa é assim. Os escândalos vão se sucedendo de maneira tão atabalhoada que as notícias vão ficando velhas e caem no esquecimento rapidamente. Tal é o que está acontecendo com a morte do cinegrafista. Há tanta merda no ar que não dá tempo de limpar. Isso quando querem.

Mas não divulgamos o texto de Cidinha Campos, deputada estadual pelo Rio de Janeiro, licenciada e atualmente Secretária de Defesa do Consumidor.

“Mesmo quando o vandalismo tomou conta das passeatas e se tornou protagonista das mídias, não faltou quem desse apoio aos chamados black blocs. Grupos de direitos humanos estavam sempre de plantão nas delegacias para livrar arruaceiros da prisão — agora, sabe-se bancado pelo meu, pelo seu, pelo nosso dinheiro. Isso mesmo: somos nós que pagamos os salários de pelo menos três servidores lotados no gabinete do deputado Marcelo Freixo e que atuam diretamente no auxílio aos black blocs em apuros com a lei.

Thiago de Souza Melo, assessor de Freixo, salário de R$ 5.600, é tesoureiro da ONG Instituto Defensores dos Direitos Humanos. Foi essa ONG que, por duas vezes, livrou da prisão Fábio Raposo, coautor do disparo que matou o cinegrafista Santiago Andrade. Outro é Tomas Fernandes Prisco Paraiso Ramos, membro do conselho deliberativo do IDDH, também lotado no gabinete de Freixo na Alerj. E o terceiro é Pedro Daniel Strozenberg, que trabalha nessa dupla função.

O presidente do IDDH, advogado João Tancredo, que não está na folha da Alerj, doou R$ 2.200 para a campanha do deputado do Psol. Vários outros membros da ONG fizeram o mesmo, como Marcelo Murteira de Salles, funcionário de Freixo até 2009.
Na sua página no Facebook, o IDDH convoca ativistas para manifestações oferecendo serviço completo: acompanhamento às delegacias para os que forem detidos e advogados para defendê-los. Para isso, disponibiliza on-line os telefones dos advogados de plantão. Uma banca de respeito. Um estímulo à quebradeira. Tipo: “Pode quebrar tudo que a gente garante.” Só que, agora, surgiu o primeiro cadáver. E agora, companheiro?

Era tragédia anunciada. Evidente que, em algum momento, alguém ia morrer. Se fosse a cabeça de um PM estourada, dificilmente haveria a mesma comoção. Mas calhou de ser um jornalista, e desta vez não deu para culpar a polícia. Fosse um estudante a vítima e o algoz, um policial, seria a revolução. Edson Luís do século 21. Mas o destino foi caprichoso, e os radicais deram azar. O morteiro partiu de um dos seus. Por essa o Freixo não esperava.

Coube a uma moça com apelido de fada puxar o fio da meada. Sininho falou demais e revelou portar um pó mágico que fazia brotar advogados de defesa do chão. Assim a farsa foi finalmente revelada. Os advogados, na verdade, brotavam do gabinete de um parlamentar enfant gaté da esquerda e da mídia. Apesar de tantas evidências, o deputado Marcelo Freixo diz que não tem nada a ver com isso. Ele é o Peter Pan. Com Sininho, faz parte do Reino da Terra do Nunca, onde meninos mimados nunca são punidos. São garotos perdidos, sem noção do que significava a palavra limite”.

O REBANHO ILETRADO


Zé Maria


Mesmo que o Aécio ou Eduardo apresentem algo de novo, mudanças, etc., não conseguem vencer as eleições.

O PT esta ancorado numa infinidade de eleitores amarrados por medidas populistas e assistencialistas, como bolsas, etc e funcionários públicos que dão uma enorme frente para Dilma. Eu compreendo  a posição destes bolsistas e funcionários.


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A Folha mostrou uma pesquisa onde 47% dos eleitores de Dilma na faixa de 18 a 25 anos tem baixa escolaridade. A maioria dos eleitores, de baixa e media renda, é  desinformada. É só analisar as pesquisas quando feitas por classes de renda. Mas não os culpo, isto é devido a baixa qualidade do ensino.

Veja: a Província de Buenos Aires tem 14 mil livrarias, o Brasil inteiro tem 4 mil. Tem cidades no Brasil que nem livraria tem. Estive recentemente no Chile e fiquei impressionado com pessoas nos cafés, metrôs, etc lendo livros e jornais. Estudante fazendo protestos pela melhoria da qualidade de ensino.

Poeta diz que bolivarianos implantaram um Circo de Horrores na Venezuela

BLOG DO POLIBIO BRAGA




O texto a seguir é do poeta venezuelano Gustavo Tovar. Ele reflete bem o cenário de opressão ao mesmo tempo patética e terrível que ocorre no seu País. Leia em espanhol. O material está disponibilizado no glob Dolar Today deste domingo: 

En Venezuela, nuestros tiranos y sus comparsas no sólo han perdido sensibilidad, también han perdido el buen gusto. Se sientan sobre una mesa a debatir escalofriantes naderías, apoltronados y circunspectos, como si el país no hubiese vivido quince años de cuchilladas, disparos, golpizas y humillaciones, como si la nación no supiese que este enésimo encuentro de “diálogo”, ya no tutelado por Carter o la OEA, sino por ese mojón -en su sentido escatológico- llamado UNASUR y con la bendición de la Santa Sede, no es más que otra manera de sofocar nuestra apocalíptica realidad social, de apaciguar nuestras llamas.Han escogido el circo como política. Son malabaristas, trapecistas, tragafuegos, domadores y payasos que intentan distraer y marear una inmensa arrechera popular. Vemos a las vacas cansadas de la MUD meter la cabeza en la boca de la hiena y vanagloriarse por haber salido vivos -pese al gargajo que les cuelga el rostro- de la hazaña. Hemos visto tanto este circo, hemos presenciado tanto estos malabares y acrobacias, estas payasadas, que nos resulta triste, vergonzoso, inútil, que persistan. Ya no distraen, fastidian. La vergüenza es insoportable venga de donde venga.

Hay que rebelarse.

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Alteração da lei da micro e pequena empresa incluirá os corretores de imóveis no simples




Ficou definido na abertura da comissão geral que debateu na manhã desta quarta-feira, 9/4, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 221/12, que a atualização da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa será votada no próximo dia 29 de abril. O projeto, que prevê mudanças como a universalização do Simples Nacional, enquadrando as empresas no regime especial de tributação apenas por critério de faturamento, independente da categoria profissional, é uma vitória para os corretores de imóveis. 

“A inclusão do corretor de imóveis no Simples  premia os esforços de entidades dedicadas à categoria, como a Fenaci, e traz uma tributação mais justa para profissionais e empreendedores de um segmento que hoje reúne mais de 300 mil pessoas no País”, comemora Joaquim Ribeiro, presidente da Federação Nacional de Corretores de Imóveis. 

O deputado federal Guilherme Campos, presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa e que também liderou uma frente no Congresso a favor da inclusão dos corretores de imóveis nesse sistema de tributação destacou o Simples como a verdadeira e única reforma tributária realizada no Brasil e que a vida do empreendedor deve ser simplificada "A empresa deve ser um sonho e não um pesadelo de burocracia e dificuldades", concluiu. 

O ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif, declarou que todo o processo de votações na Câmara, Senado e sanção presidencial tem que ser finalizado até junho para a lei entrar em vigor em 2015: “A presidente Dilma está ansiosa por sancionar este projeto e esperamos uma aprovação por unanimidade", afirmou.

O texto é um substitutivo do relator, deputado Cláudio Puty (PT-PA), e permite a inserção de quase meio milhão de micro e pequenas empresas, que faturam até R$ 3,6 milhões por ano, no Supersimples, além de uma redução média de 40% em suas cargas tributárias.

Permite ainda que empresas tenham um CNPJ único no país e não mais um registro estadual e outro municipal como acontece atualmente.

Segundo dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, quase 3 milhões de Microempreendedores Individuais (MEI) serão atingidos pela alteração.

Fonte: FENACI 

Adaptações nos imóveis facilitam acessibilidade


Tarefas simples do dia a dia podem ficar complicadas quando a mobilidade é reduzida, mas algumas adaptações podem ajudar a tornar a casa funcional e acessível


Funcionalidade e mobilidade são fundamentais em uma casa, mas não são simples de se alcançar quando o morador é usuário de cadeira de rodas, andador ou muletas. Manter uma distância adequada para circulação entre os móveis e objetos é essencial para evitar acidentes e permitir a acessibilidade dentro de casa. Além disso, a altura do mobiliário também deve ser alterada. 

Uma das primeiras dificuldades, aponta o arquiteto André Sell, são os desníveis, que foram comuns e até moda anos atrás. “Os chamados 'ambientes em desnível' eram até fator de valorização de um imóvel", lembra Sell, especializado em acessibilidade.

Esses desníveis têm sido amenizados por rampas, "uma opção bem interessante, mas muitas vezes difíceis de serem adaptadas devido à inclinação de 6% a 8% que as normas de acessibilidade estabelecem”.

Outro empecilho são os vãos de passagem, ou seja, as portas e corredores. A norma NBR 9050 da AssociaçãoBrasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata de acessibilidade, estabelece que sejam respeitados 80 centímetros de vão livre para circulação. "Muitas casas antigas tinham as portas dos banheiros com apenas 60 ou 70 centímetros, impedindo que a pessoa pudesse ter acesso na cadeira", lembra Sell. 

Em imóveis antigos ou muito pequenos podem haver espaços impossíveis de serem corrigidos, como corredores muito estreitos, ressalta o arquiteto. Ele defende, no entanto, que só um profissional saberá fazer as adaptações de acordo com as normas e decidir o que é mais adequado para cada caso.

O piso deve ser necessariamente antiderrapante quando o morador tem mobilidade reduzida. No banheiro, é recomendado não instalar boxes com vidros. É preferível uma cortina ou outro material que não traga risco de acidente, assim como evitar grandes desníveis e qualquer barreira de acesso. A instalação de barras de apoio dentro do box e um banco para o banho sentado, além de barras próximas aos sanitários e lavatórios, auxiliam o morador a utilizar os equipamentos sozinho. "A arquitetura tem que atender ao uso, juntamente com liberdade de locomoção independente, sem que outra pessoa tenha que ajudar", diz Sell.

Para o presidente da Associação de Deficientes Físicos de Londrina, Paulo Lima, as necessidades dos deficientes físicos são muito particulares, mas se as construções respeitam o mínimo de acessibilidade exigido pelas normas - que são banheiros maiores e com barras de apoio, portas largas e piso em nível - permitem, se necessário, que sejam adaptados apenas pontos específicos, atendendo às peculiaridades de cada caso.

Lima, que é cadeirante, construiu sua casa com detalhes que a tornam funcional, com portas de 82 centímetros de largura, piso nivelado, garagem ampla, barra de apoio no banheiro e até uma elevação na borda da piscina. "Alterações no mobiliário vão depender da pessoa, mas é importante que a construção siga as normas. Barras de apoio no banheiro, por exemplo, é aconselhável para qualquer pessoa, pode evitar acidentes."

Nara Chiquetti

Fonte: Jornal de Londrina  

Lembram do SOFRENILDO do cartunista SAMPAULO? Aí vai algumas imagens

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sofrenildo, o eterno companheiro


http://sampaulocartunista.blogspot.com.br/2013/01/sofrenildo-o-eterno-companheiro.html
Assim SamPaulo contava a história da criação do Sofrenildo:
"Ele nasceu por acaso. Um sábado de manhã, voltei ao Diário de Notícias para buscar algo que tinha esquecido. Ai, o Celito (Celito de Grandi, então secretário de redação do jornal) me pediu para criar um desenho, uma charge qualquer para preencher o espaço de uma matéria que não tinha chegado. Assim nasceu o Sofrenildo.
E nasceu diferente de todos os quadrinhos, nasceu no sentido vertical. A acolhida foi boa, o personagem voltou no domingo seguinte e só na terceira edição é que ganhou o nome, tendo como padrinhos Celito e a jornalista Vera Zilio."
Jamais poderia eu ter imaginado que aquele bonequinho que criei às pressas, no longínquo janeiro de 1966, pudesse ter tamanha durabilidade. "  trechos de entrevista publicada em dezembro de 1995, no "Rua da Praia Jornal" e de matéria da ZH, em fevereiro de 1999.)

SamPaulo em 1995, com Sofrenildo no colo:


A primeira tira, publicada no Diário de Notícias (de Porto Alegre), em 9 de janeiro de 1999

A segunda tira, ainda nome:

Já batizado, em 6 de fevereiro:









Publicado em 17 de abril:



Publicado em 21 de abril:

Férias!