quarta-feira, 17 de junho de 2015

CHARGE DO SANTO - JÔ Soares vindo do planalto


terça-feira, 16 de junho de 2015

PETISTA GRAZIANO LEVA FAO AO RIDÍCULO PREMIANDO MADURO

terça-feira, 16 de junho de 2015


O lulismo e o bolivarismo desmoralizam a FAO, organismo da ONU para agricultura e alimentos. Seu diretor, brasileiro José Graziano, ex-aspone de Lula, premiou o governo da Venezuela pelas supostas “vitórias” na “luta contra a fome”. Graziano e a FAO têm sido alvo de deboche internacional: desde a semi-ditadura de Hugo Chávez, a Venezuela enfrenta a maior crise de escassez de alimentos do mundo. Além de caótico e autoritário, o governo venezuelano é também considerado um dos mais corruptos do planeta. De tão absurdo, o “prêmio” à Venezuela parecia outra mentira do fanfarrão Nicolás Maduro, até a constrangida confirmação da FAO. A “premiação” de Graziano ao governo de Nicolás Maduro foi também ridicularizada, com abundância de números, pela rede de TV CNN. 

VENEZUELA FAZ DOBRASIL UMA PIADA DIPLOMÁTICA


fonte - http://cristalvox.com.br/2015/06/16/venezuela-faz-do-brasil-uma-piada-diplomatica/


dilma maduro diplomacia
 dilma maduro diplomaciaPor Cláudio Humberto em Diário do Poder!
Se a Venezuela fosse uma democracia, não teria presos políticos.  Se a Venezuela fosse uma democracia, não se incomodaria que um grupo de senadores de um país vizinho e amigo fosse visitá-la para se entrevistar com quem quisessem, assim como fazem as autoridades venezuelanas que amiúde estão no Brasil  para cumprir os programas que bem entendem.
Agora mesmo, o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Diosdado Cabello veio ao Brasil – em avião oficial do governo de seu país -, sem que ninguém o tivesse convidado, para manter encontros com o ex-presidente Lula, a presidente Dilma Rousseff e o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros.
Para quê? Para convencer nossos governantes a impedir a ida de uma delegação de senadores da oposição e da base do governo a Caracas, para visitar presos políticos (que não deveriam existir numa democracia)!
Aos venezuelanoss oferecemos homenagem, prestígio e reverência. Em troca recebemos caneladas e golpes baixos. Viramos mesmo uma piada  diplomática, e isso em nossa própria região!
O Ministro da Defesa, Jaques Vagner, faz-se de desentendido. De manhã liga para os senadores e promete colocar uma avião da FAB à disposição da comitiva, para horas depois dizer que é muito difícil que a Venezuela conceda autorização de sobrevoo e pouso à aeronave.
Difícil? Que país  viramos nós? Que diplomacia de segunda classe é essa, que fica impassível, atarantada, quando um sócio do Mercosul nos faz desfeitas e nos ameaça? Não há pedido de igual natureza feito pelo governo da Venezuela que não seja prontamente atendido.
O Itamaraty busca disfarçar-se de poste, para ver se a confusão passa ao largo, sem afetá-lo.  Obviamente isso não será possível. Por alegações de quebra de democracia, nossos diplomatas ejetaram por algum tempo o Paraguai do Mercosul para que a Venezuela pudesse entrar na organização (entrada essa a que se opunha o Congresso paraguaio). E agora, o que nossos diplomatas vão sugerir que façamos com a Venezuela? Na percepção de número expressivo de Senadores, ela deveria igualmente ser suspensa.
Mais uma vez, é a dignidade do Brasil e os interesses do Estado brasileiro que são jogados na lata de lixo, para que não se altere a agenda do  PT. Percebemos que a influência do aspone Marco Aurélio “Top Top” Garcia, que pouco se lixa para o interesse nacional de longo prazo, continua intacta.
Doravante, não espere o Itamaraty a boa vontade dos senadores para fazer avançar sua agenda no Senado

China tenta comprar a América Latina: atrás dos milhões, os grilhões - LUIS DUFAUR


Mídia sem Máscara

Desde o ano 2000, a China comunista aumentou mais de 20 vezes seu comércio com a América Latina, calculou o jornal El País, de Madri.
Como se isso fosse pouco para as ambições hegemônicas do socialismo chinês, no discurso de inauguração da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) em Pequim, o presidente Xi Jinping falou de um novo ponto de partida para construir uma visão estratégica de longo prazo no relacionamento com o continente latino-americano.

Em função disso, ele anunciou um investimento de 250 bilhões de dólares na região na próxima década. Como se a China não estivesse à beira de um colapso financeiro que poderá arrastar todo o planeta.

Mas ideologia é ideologia, independente do bom senso, e as instruções do fundador do comunismo chinês devem ser executadas, ainda que à custa da vida de 300 milhões de chineses, segundo o próprio Mao Tsé-Tung.

A China comprou importante parte da dívida externa da Costa Rica, onde criou o Instituto Confúcio. Também construiu um estádio de futebol com tecnologia avançada, com o qual o país só podia sonhar.

O estádio custou mais de 100 milhões de dólares e foi inaugurado em março de 2011 com um jogo simbólico entre as seleções da China e da Costa Rica, que acabou num diplomático empate.

Na Nicarágua, a China passou a ser a parte principal, porém dissimulada, do projeto faraônico de construir um canal transoceânico que faça a competência ou até supere o Canal de Panamá.
Com o novo canal e o eventual controle de algum dos portos de acesso, talvez no Caribe, a China obterá uma posição estratégica incomparável nas barbas dos EUA.

Em novembro de 2014, o Brasil, o Peru e a China assinaram um acordo para construir uma estrada para unir o Atlântico e o Pacífico.
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Brasil: protestos contra os danos da penetração econômica chinesa no país.
Em julho de 2014, durante sua visita à Argentina, Xi Jinping assinou cerca de 20 enigmáticos acordos, entre eles a polêmica estação espacial na Patagônia, que ficaria sob controle como que exclusivo chinês e serve para usos militares.

Santiago A. Canton, diretor executivo do Robert F. Kennedy Human Rights, diz que esta é apenas uma “pequena amostra” da aliança estratégica que a ditadura de Pequim quer estabelecer com a América Latina.

Canton defende que a ofensiva chinesa não deve ser entendida só do ponto de vista comercial.

Um estudo da Universidade Cornell, EUA, sustenta que o comércio chinês com a esfera latino-americana e a África entre 1992 e 2006, foi ‘pago’ com um crescente apoio dessas regiões à política exterior de Pequim nas votações na ONU.

Também não foi por um acaso que o estádio de futebol na Costa Rica foi construído logo após aquele país romper relações diplomáticas com a China livre de Taiwan.

Tampouco foi um acaso que em seu discurso na cúpula China-CELAC o presidente comunista chinês tenha omitido qualquer menção aos direitos humanos e à democracia.
Nesse silêncio, afinaram com ele os presidentes Solís, da Costa Rica, Correa, do Equador, e Maduro, da Venezuela. Que Correa e Maduro não tenham ousado fazê-lo, acrescenta Canton, não surpreende.

Mas que o presidente da Costa Rica, que se apresenta como paladino dos direitos humanos e das liberdades, tenha feito um esforço notável para silenciar esses conceitos condenados na China, é um indício perturbador.

A China está reescrevendo a história latino-americana. Segundo investigações encomendadas pelo regime maoista, o almirante chinês Zheng He teria sido seu verdadeiro descobridor em 1421.

Esse almirante – por sinal um muçulmano eunuco – teria aqui aportado por indicação do imperador Zhu Di, da dinastia Ming. Este monarca, após anunciar a instalação da felicidade perpétua, morreu numa campanha contra os mongóis.

Xi Jinping proclamou o estabelecimento da “sociedade harmoniosa”, não muito antes de mandar perseguir o cristianismo e reprimir como criminoso e sabotador do regime todo aquele que falasse em direitos humanos, democracia e liberdade. As analogias parecem risíveis, mas patenteiam que foram encomendadas.

O inimigo de todos os imperadores e mandarins do passado, Mao Tsé-Tung, foi o mais cruel imperador e mandarim supremo na extinção de proprietários, intelectuais e homens que se afastavam da igualdade absoluta ideal do império da estrela vermelha.

O histórico almirante Zheng regressou à China em 1423 e verificou que o novo imperador não se interessava por expedições marítimas. Como resultado da historinha chinesa, a América teria sido “descoberta” 70 anos depois por Cristóvão Colombo, que fez reinar no continente o signo da Cruz.
Xi Jinping não quer cometer o mesmo “erro” e pretende apagar os efeitos da conquista e da evangelização luso-espanhola.

E para isso prepara uma nova evangelização sob o signo da foice e do martelo, com os “evangelhos” de Marx, Lênin e Mao Tsé-Tung.

A velha Teologia da Libertação não consegue levantar voo, ainda que galináceo, nem com importantes apoios no Vaticano. Porém, os movimentos, partidos e políticos “bolivarianos”, que se dizem patriotas e nacionalistas, recebem de joelho em terra o novo descobridor.

Ele vem prometendo bilhões. No entanto, nos refolhos das promessas chegam dissimuladas as botas e os fuzis que chacinaram mais de cem milhões de chineses e os grilhões que escravizaram o povo mais numeroso da terra.

Quando os chineses perceberam o Leviatã socialista e tentaram reagir, era tarde demais. 


Será que o socialismo latino-americano do século XXI, a mídia e/ou a CNBB não sabem nada disso?

O PT PRECISA APRENDER A SE CALAR - PEDRO LUIZ RODRIGUES

No momento delicado em que vive o País,  quando uma nova equipe econômica tenta reparar o enorme estrago produzido pela incompetência da anterior, o PT, que deveria apoiar incondicionalmente o Governo, só trata de atrapalhá-lo.

É lamentável que o  presidente do partido,  o deputado estadual (por São Paulo) Rui  Falcão, não tenha aprendido lição importante nos anos em que foi chefe de redação da revista de negócios Exame:  para dar certo, as decisões na área econômica devem ser previamente acertadas com as partes envolvidas.
É que Falcão - talvez entusiasmado pelo clamor de seus correligionários , na reunião da semana passada em Salvador - defendeu a volta da da CPMF como forma de aumentar a arrecadação federal.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, que não consegue resolver os problemas mais elementares de sua própria pasta, também resolveu se meter onde não era chamado, e assegurou também a seus colegas petistas que uma nova CPMF estaria a caminho.
Perderam, ambos, excelente oportunidade de ficar calados, pois  foram irresponsavelmente dar pitacos em área na qual não têm competência nem autoridade para fazê-lo.
Todos sabem que quem de fato manda na área econômica, é o ministro Joaquim Levy, que se viu obrigado a desautorizá-los de imediato, eassegurando à opinião pública que o governo não trabalha com a hipótese de resuscitar a CPMF.
Mas não foi só o Ministro da Fazenda que se encarregou de desmentir as invencionices de Falcão e Chioro. O governo, percebendo os efeitos danosos das declarações dos dois petistas,  teve de mandar seu próprio líder na Câmara,  o deputado José Guimarães, se posicionar contra a ideia estapafúrdia de seus colegas, na mesma reunião.
Mais tarde, o Ministério da Saúde viu-se obrigado a desmentir as declarações de seu próprio ministro, e informar ao público de que  “não há, no âmbito do governo federal  nenhuma discussão em curso sobre o tema”. 
Antes de ficarem propondo iniciativas para aumentar a tributação,  os líderes do PT fariam melhor se começassem a se preocupar sobre como melhorar o desempenho de seus gestores, tornando-os mais eficientes e elevando seu nível de competência.
Deveriam todos ter também uma aula sobre a importância da credibilidade na esfera da atuação pública. Esse tipo de desencontro de informações sobre a CMPF é apenas um pequeno exemplo do desacerto de posições no PT, onde cada um fala o que quer, sem nenhum compromisso com a realidade ou com a verdade.
No mundo das coisas sérias, declarações irresponsáveis podem trazer danos irreparáveis.

CHARGE DO SID - e o dízimo petista


CHARGE DO SPON - TCU