MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Nunca será bastante referirmo-nos às ameaças a nossas fronteiras escancaradas pela política frouxa executada pelo PT-governo, por leniência ou de propósito, favorecendo o contrabando de armas e de drogas trazidas dos países vizinhos contra os quais se levantam suspeitas de atividades ilegais.
Falar de fronteiras nos leva à Antiguidade Clássica, quando os romanos chamavam de bárbaros todos os povos fronteiriços, que não falavam o latim, não mantinham seus costumes, nem respeitavam a sua legislação.
O Direito Romano tão invocado pelo mundo jurídico, ratifica o princípio de cidadania e territorialidade. Seus princípios nortearam o direito positivo brasileiro e a diplomacia do nosso País, fixada pelo Barão do Rio Branco nas questões de fronteira.
Rio Branco foi diplomata, advogado, geógrafo e historiador brasileiro. Atuou com brilho defendendo os interesses nacionais contra a Argentina ao Sul, no litígio sobre o Amapá com a França, e conduziu brilhantemente as negociações entre o Acre e a Bolívia.
A defesa da nossa soberania, do espaço político e econômico indesviável da geopolítica a ser seguida pelo Estado e o Governo. Preocupou Getulio Vargas com a sua “Marcha para o Oeste” e ao regime militar (1964-1985) com a política de integração nacional, criando municípios fronteiriços para a ocupação e a preservação de limites ao Oeste.
A Constituição de 1988 preocupa-se em preservar nossas fronteiras incluindo no seu artigo 144 e parágrafos, a prevenção e repressão dos tráficos ilícitos. É com revolta que vemos o descaso do Partido dos Trabalhadores com a Constituição, ferindo a soberania e a segurança nacional.
Com o PT-governo, nossas fronteiras são complacentes, como certas ocorrências de elasticidade observadas na morfologia anatômica... Isto está patenteado no lúcido e contundente artigo sobre a Estratégia Militar da Defesa publicado no UOL por Luiz Eduardo Rocha Paiva.
Para o articulista “A defesa do país é tratada como algo irrelevante e gerida na base do faz de conta”; e vai além, considerando que “as informações sobre a situação da defesa do País não podem se restringir às transmitidas pelas fontes oficiais e autoridades governamentais, que jamais questionam as próprias estratégias e omitem deficiências e vulnerabilidades.”
Concordo com Luiz Eduardo Rocha Paiva em gênero, número e grau, principalmente com relação à necessidade do Brasil de possuir um poder militar capaz de enfrentar quaisquer países que venham a ameaçar ou acometer contra os interesses brasileiros.
A análise não se refere apenas aos limítrofes do Oeste, mas lembra que a França e a Inglaterra, com influência nas Guianas, sempre mantiveram o olho grande sobre a Amazônia, principalmente a calha norte do Rio-Mar.
Luiz Eduardo Rocha Paiva tem autoridade de sobra para abordar o tema da soberania; além de respeitado conhecedor da geopolítica, é general da reserva. Como tal, democraticamente, mapeou a real fragilidade das Forças Armadas diante de um perigo efetivo e iminente.
O PT-governo, que distribui milhões de reais em espécie a ditadores africanos e narco-populistas sul-americanos e caribenhos, nega verbas para as FFAA disporem de sistemas operacionais estratégicos, como recursos para as essenciais e indispensáveis pesquisas tecnológicas e científicas.
O pior de tudo é que em vez de resguardar o País dos bárbaros além fronteiras, que é a sua missão constitucional, as FFAA estão fazendo papel de polícia... Agora mesmo, o Exército – quem diria! – cria um órgão específico para monitorar manifestações populares...
Desconfia-se ser proposital fronteiras abertas para beneficiar vizinhos narco-populistas, como o ‘cocalero’ Evo Morales, com quem Lula da Silva, chefe do PT, se exibiu cortejado com colar de folhas de coca.
Contribui para tal descalabro a diplomacia anã do Itamaraty, cortejando “ideologicamente” governos comprometidos com o tráfico de drogas e de armas. E isso é revoltante. Para concluir, retornamos ao patriótico texto do general Rocha Paiva:
“Todos os projetos estratégicos de defesa não recebem recursos suficientes para cumprir o cronograma ou eles são contingenciados. Se algum dia forem concluídos, já serão antiguidades. Descaso com a defesa!”.
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domingo, 3 de agosto de 2014
Fronteiras - MIRANDA SÁ
Petralhas temem que Fábio Barbosa, ex-Santander e hoje na Abril, deponha sobre Petrobras na Lava Jato
Posted: 02 Aug 2014 05:02 AM PDT
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O ex-presidente do Santander no Brasil, atualmente dirigente do grupo Abril, Fábio Coletti Barbosa, corre o risco de sofrer ameaças e pressões espúrias da petralhada para que nunca revele – e nem deixe as revistas Veja ou Exame publicar - os segredos que guarda sobre os erros gerenciais e irregularidades da gestão PT-PMDB na Petrobras. Tal ameaça contra Fábio Barbosa voltou a circular esta semana nos bastidores econômicos, em meio a rede de intrigas do mercado no rescaldo da guerra do governo Dilma contra o banco Santander.
Fábio Barbosa pode até ser convocado pelos promotores que investigam a Operação Lava Jato. O Juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, já foi informado que Fábio Colleti Barbosa teria a memória de todos os problemas na Petrobras. O motivo é simples e técnico: ele foi Conselheiro de Administração da Petrobras, entre 2003 e 2012, repetidamente eleito como suposto “representante dos acionistas minoritários”, graças às manobras de votação entre o acionista controlador (o governo da União), BNDES, BNDESpar e os fundos de pensão Previ, Petros, Funcef.
Nos longos anos em que foi conselheiro da Petrobras nas administrações federais de Lula da Silva e Dilma Rousseff, acumulando a presidência do Santander, o prodigioso gestor Fábio Barbosa também acumulou outros cargos de conselho dentro do conglomerado da estatal petrolífera de economia mista. Barbosa foi conselheiro da PFICO (Petrobras Internacional Finance Company) e também da BR Distribuidora – empresa que teve o capital fechado pelo time de Lula em 6 de janeiro de 2003, em um dos primeiros atos do presidente petista. Barbosa também foi o perito financeiro da Petrobras responsável pela empresa perante a Bolsa de Nova York. Também coordenou as atividades dos auditores internos e dos auditores independentes externos, bem como a área de controladoria. Barbosa também aprovou a capitalização da Petrobras.
Fábio Barbosa se transforma em um estratégico depoente para a Operação Lava Jato uma vez que, cumprindo rigorosamente sua função de conselheiro, perito e auditor, deveria ter acompanhado de perto a atuação de outro colega no conselho de empresas do sistema Petrobras: o engenheiro Paulo Roberto Costa, atualmente preso por causa do escândalo que apura operações bilionárias de lavagem de dinheiro. Além de diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Costa foi conselheiro da BR Distribuidora, da Brasken (joint venture petroquímica com o grupo Odebrecht) e cuidou, pessoalmente, das obras da Refinaria Abreu e Lima e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – empreendimentos em que o Ministério Público Federal e a Justiça investigam fortes indícios de superfaturamentos em contratos.
Fábio Barbosa foi forçado a sair dos conselhos que ocupava na Petrobras por causa da pressão de investidores minoritários, que denunciaram as repetidas eleições dele Comissão de Valores Mobiliários. Enquanto foi dirigente do Santander, Barbosa interessou aos petistas. Agora, que é dirigente da Abril (empresa que faz oposição editorial aos governos petistas), Barbosa é tido como “inimigo” e “inconfiável”. A petralhada o enxerga como uma “ameaça-viva”. Basta que revela tudo que sabe para a Justiça ou para publicar, como notícia-bomba, nas revistas da empresa em que preside o Conselho de Administração
Treinamento midiático petista
A Veja divulga uma gravação que demonstra a farsa armada por Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff para manipular depoimentos na CPI da Petrobras.
A revista reproduz trechos da gravação de um diálogo do chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Barrocas, no qual se dá nomes aos bois:
“Eu perguntei quem é o autor dessas perguntas. Oitenta por cento é do Marcos Rogério (assessor da liderança do governo no Senado). O Carlos Hetzel (assessor da liderança do PT) fez alguma coisa; o Paulo Argenta (da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República) fez outras. As do Gabrielli eu digitalizei e passei para a Graça (Foster, presidente da Petrobras)”.
Comunismo em ação
O velho autoritarismo comunista continua mais vivo que nunca na Rússia.
Uma nova lei que entrou em vigor ontem na Rússia dá às autoridades um maior controle sobre blogueiros e ativistas digitais.
Todos ficam obrigados a fazer seu registro junto ao órgão governamental regulador da mídia, o Roskomanadzor, quando solicitados.
Que inveja...
O novo entulho autoritário do presidente Vladimir Putin também obriga que companhias telefônicas e empresas de internet cedam informações de usuários quando requisitadas.
Desde fevereiro as autoridades russas podiam bloquear o acesso a sites no país sem a necessidade de nenhuma explicação oficial.
Imagina se a petralhada tivesse uma regulamentação russa para se divertir contra seus opositores na internet...
Vamos lewando…
Ricardo Lewandowski, desde ontem, poderá ficar dois anos no mandato de presidente do Supremo Tribunal Federal, tendo Carmem Lúcia como vice.
Lewandowski também passará a comandar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Com José Dias Toffoli no comando do Tribunal Superior Eleitoral, os petistas sentem o clima mais leve para eles no Judiciário...
Raínha de Sabá honorária
Releia: Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, coordena doação de R$ 10 milhões à reeleição de Dilma
Avesso do AvessoDo Eduardo Campos, presidenciável do PSB, metendo o pau nas contradições verbais de Guido Mantega, Ministro da Fazenda desprestigiado até pela Presidenta Dilma:
“Em primeiro lugar o ministro da Fazenda não deveria usar esse tipo de termo. Em segundo, se ele está dizendo que não vai ter tarifaço, é porque vai ter. Tudo o que ele diz acontece ao contrário. Disse que o juro não ia subir, o juro explodiu. Disse que o Brasil ia crescer, o Brasil está caindo. Disse que não ia ter desemprego, e está tendo. Se ele está dizendo que não vai ter tarifaço, pode anotar aí que já está na gaveta para depois da eleição”.
Marco Civil em destaque
O programa Direito e Justiça em Foco, domingo, 22h, na Rede Gospel, discute o tema “Ciência, Tecnologia e o Marco Civil na Internet”.
O desembargador Laercio Lairelli entrevista a advogada Daniela Pellin.
Sagrada Família
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 2 de Agosto de 2014.
MAIS INVESTIMENTOS… EM CUBA
03/08/2014
Malafa
De repente, não mais que de repente, em algum dia de um futuro que espero não distante, a festa petralha vai acabar. E então algum órgão perceberá que talvez tenham sido cometidos uma série de crimes contra a Nação. Coisas como evasão de divisas, peculato, traição à Pátria, crimes contra a Constituição, concorrências com cartas marcadas… Mas será tarde demais. Os criminosos já não terão residência neste País… A outra opção possível é que em vez disso tenha sido implantada aqui uma ditadura de esquerda, nos moldes cubanos ou chineses, e os editores deste blog já tenham sido todos fuzilados. Então, reze uma oração por nós. (Anhangüera)
O BNDES aprovou um financiamento para a modernização de aeroportos cubanos, que será feita pela Construtora Odebrecht.
Embora o banco não forneça o valor, a data de aprovação e quais aeroportos serão beneficiados, fontes do negócio confirmam que serão destinados US$ 150 milhões (cerca de R$ 336 milhões) e que o acordo foi fechado há cerca de 30 dias. O banco confirma, apenas, que o financiamento está em fase de contratação. É provável, segundo fontes do mercado, que os valores comecem a ser liberados ainda neste ano.
O financiamento para a melhoria dos aeroportos cubanos está dentro da linha de exportações brasileiras de bens e serviços de engenharia. O banco afirma que isso é uma tendência internacional e que beneficia empresas brasileiras, com o BNDES auxiliando a competitividade das companhias nacionais. “Os desembolsos de recursos são efetuados em reais, no Brasil, diretamente ao exportador brasileiro, com base nas exportações efetivamente realizadas e comprovadas”, informou o banco.
O modelo de financiamento aprovado pelo BNDES é o mesmo utilizado pelo banco para que a Odebrecht modernizasse o porto de Mariel, também em Cuba. Na época, o financiamento foi de US$ 802 milhões (cerca de R$ 1,796 bilhão pelo câmbio atual). A primeira parte do dinheiro foi liberada em 2009. Em sua recente visita à ilha, em janeiro, a presidente Dilma Rousseff anunciou outro financiamento de US$ 290 milhões (cerca de R$ 650 milhões) para a criação de uma área especial industrial junto ao porto.
Na ocasião, a presidente lembrou que esse tipo de operação beneficia empresas brasileiras, é estratégico e gera uma relação “ganha-ganha”, lembrando que esse financiamento não significa que o país não está investindo em portos no Brasil. O BNDES não informou o valor total dos financiamentos em empreendimentos de empresas brasileiras em Cuba.
O governo brasileiro também está apoiando a construção de um grande porto no Uruguai, que poderá, até, concorrer com terminais do Sul do Brasil, conforme noticiou O GLOBO em maio. Embora esse apoio ainda esteja em fase inicial, a operação pode significar mais um empréstimo do BNDES para alguma construtora brasileira, e, segundo fontes, o valor do negócio pode chegar a US$ 1 bilhão (R$ 2,24 bilhões).
No momento, o Brasil está apoiando o país vizinho com informações técnicas, mas operadores portuários brasileiros reclamam dessa parceria, por se tratar de um concorrente direto dos portos brasileiros, que terá uma capacidade maior e menos custos burocráticos.
A Odebrecht confirma as negociações para o Projeto de Ampliação e Modernização da Infraestrutura Aeroportuária de Cuba, mas a empresa não conseguiu, até o fechamento desta edição, informar detalhes do projeto e quando as obras devem começar. A empresa divide a liderança no ranking de financiamento do BNDES nessa modalidade de crédito com a Embraer desde 2009.
Em 2013, a construtora obteve financiamentos que somam US$ 908 milhões, abaixo do US$ 1,072 bilhão da Embraer, sendo que esta linha somou, no total, US$ 2,5 bilhões. No primeiro trimestre de 2014, dos US$ 367,2 milhões liberados nesse tipo de financiamento, a Odebrecht recebeu US$ 153 milhões, contra US$ 142 milhões da fabricante de aviões.
A reforma dos aeroportos cubanos é importante para a economia combalida do país. No ano passado, o setor gerou US$ 1,8 bilhão (R$ 4 bilhões) para a ilha de 11 milhões de habitantes. No total, entraram no país 2,851 milhões de turistas, número 0,5% acima do registrado no ano anterior, mas ainda distante da meta de 3 milhões de turistas por ano. Os canadenses são o principal grupo de turistas do país – com mais de um milhão de viajantes –, seguidos de residentes do Reino Unido, Alemanha, França, Argentina, Itália, México, Espanha, Rússia e Venezuela.
O Hamas é o califado do malandro-agulha: espeta os outros, mas ele é quem leva no buraco…
Conhece o malandro agulha? Espeta todo mundo, mas no fim é ele que acaba levando no furo….
O bom povo árabe está sendo contaminado, em sua imagem, pelo malandro-agulha do Hamas. O tiozinho da esquina já acha que Hamas é igual a árabe: o populacho nivela por baixo.
Hamas em árabe significa zelo ou entusiasmo. O vocábulo entusiasmo tem uma presença significativa no nosso panteão pop: é falando: “Enthusiams” que, numa cena de Os Intocáveis, Robert de Niro, como mafioso, reduz ao sonho ruim de alguém, com golpes de taco de beisebol, o cérebro de um traidor. Confira a cena:
Nosso vocábulo “entusiasmo” procede do grego. E significa “ter deus dentro de si”.
O grupo terrorista Hamas procura ter um deus dentro de si que corresponde ao diabo.
O Hamas é considerado como grupo terrorista pelo Canadá, União Européia, Israel, Japão e pelos EUA. Austrália e Reino Unido consideram como organização terrorista somente o braço militar da organização , as Brigadas Izz ad-Din al-Qassam. Brasil (pátria dos cordiais) Rússia (pátria dos mafiosos), África do Sul (terra do apartheid) e Noruega (terra dos deslumbrados e culpados) não consideram o Hamas uma organização terrorista.
Os Hamas são terroristas errantes.
O rei Abdullah fechou a sede do Hamas na Jordânia e expulsou seus líderes.
Em maio de 2011, o líder do Hamas Ismail Haniya condenou a operação norte-americana que matouOsama bin Laden, responsável pelos Ataques de 11 de setembro de 2001, denominando bin-Laden de "guerreiro sagrado", e a operação como um assassinato.
“É Tutto fango”, (é tudo lama), notava Carducci.
Maiores odiadores de judeus, financiados pela tilintantes da Síria e do Irã, o Hamas sunita e o Hezbollah xiita têm sido aliados.
Em 25 de julho passado Grupo islâmico xiita Hezbollah anunciou apoio ao Hamas nas ofensivas de Israel à Faixa de Gaza. A crise começa aí.
Desde o início de 1990, quando Israel exilou a liderança do Hamas no Líbano, os dois grupos têm mantido elos que moldam o Oriente Médio.
Esse bando de saqueadores são o restolho, o rebotalho, que sobrou da tão falada Primavera Árabe, iniciada em 2010.
O que foi a Primavera Árabe? (http://pt.wikipedia.org/wiki/Primavera_Árabe) Foi a queda dos ditadores árabes colocados ali, pelos EUA, para evitarem o crescimento do comunismo no Oriente Médio.
É famosa a frase de Franklin Delano Roosevelt: que, ao apoiar o primeiro ditador nicaraguense Somoza, dizia a seus assessores “ele é um grande filho da puta, mas pelo menos é o NOSSO filho da puta”(our s.o.b., son of a bitch).
Os FDP’s que os EUA apoiaram a vida toda caíram com a Primavera Árabe. No vácuo, os espaços foram preenchidos pelois criminosos do Hamas et caterva.
É a clássica indagação latina: cui bono? (quem lucra com isso?)
O Hamas fez do ódio ao judeu um taxímetro. É o mesmo que sequestradores latino-americanos (como os de Abilio Diniz) faziam nos anos 80: usavam seus passados de comunistas para disfarçar um puro negócio, com tintas ideológicas do velho blá-blá-blá do combate ao capital).
Os judeus, mais uma vez, estão sendo usado por bandidos que cultivam o ódio a eles para ganhar dinheiro.
O fato de os maiores gênios da humanidade terem sido judeus não fica barato para essa gente. Esse ódio ao sucesso alheio, na filosofia de Schpenhauer, tinha um nome: Schadenfreude, (http://pt.wikipedia.org/wiki/Schadenfreude )
O Hamas apenas busca uma carteira recheada.
Vejamos: Hassan Nasrallah, o secretário-geral do Hezbollah, sempre lembra aos palestinos que na guerra Israel-Hezbollah de 2006 e na Operação Chumbo Fundido em Gaza (2008-2009), a Síria forneceu armas a ambas as organizações como nenhum outro Estado árabe.
O Hamas procura quem lhe pague: não importa quem. Odiar judeus é uma desculpa para fazer negócios sujos (bahane, em árabe). Odiariam a eles mesmos, se alguém lhes pagasse para tal…
O Hamas vai de déu em déu, buscando grana. Por exemplo: em dezembro de 2011, o Hamas fez um movimento hollywoodiano para mover seu escritório político da Síria ( estava lá desde o 1999)– para o Qatar, (de resto um repassado financiador dos rebeldes sírios), e também e para o Egito pós-Mubarak, apostando numa onda de ódio contra judeus alimentada pela Irmandade Muçulmana.
A febre do Islã
Há um problema bem maior de esses canalhas ressusciterem o neonazismo: eles estão destruindo também a imagem do islamismo
A grande verdade é que as minorias de todo o mundo estão se convertendo em massa ao islamismo, de resto a religião que mais cresce no planeta, com 1,5 bilhão de adeptos. Em 25 anos, ou seja, em uma geração, a cultura europeia, como a conhecemos, começará a ser varrida do planeta: tudo porque, a cada 25 anos em média, uma mulher europeia gera 1,3 filho e uma mulher muçulmana entre seis e oito filhos. É óbvio que a direita americana quer fazer crer ao mundo que essa nova cultura será do talibanato. Eis a nova farsa contra a qual a humanidade tem de lutar. Quando o arcanjo Gabriel começou a aparecer para o profeta Maomé, no ano de 610, diz a tradição islâmica, uma das prédicas reveladas dava conta de que o profeta deveria promover um grande jihad em prol de estabelecer no mundo uma grande UMA, comunidade pacífica em que todos são iguais independentemente de etnia, religião ou nacionalidade. Quando Cassius Clay ganhou o cinturão mundial de boxe em 1968 e o teve confiscado por se negar a ir ao Vietnã, ele se converteu justamente à UMA. E assim, já cidadão do mundo, pois a UMA se supõe supranacional, reconquistou o título mundial dois anos depois com o nome de Mohamed Ali – na tentativa que hoje empolga as fantasias de todas as minorias do mundo: o igualitarismo pelo sentimento de supra-nacionalidade.
A direita norte-americana traduz “jihad” como “guerra santa aos infiéis” e não no seu significado original, que é algo parecido com “esforço”. Talibãs subscrevem que jihad é “guerra santa contra os infiéis”. Naquele distante ano de 610, o arcanjo Gabriel também notou ao profeta Maomé que “só há um deus que é Alá e Maomé é seu profeta”. Destruindo a linguagem original, destecendo significados em prol de loucuras, talibãs e xiitas dizem que os infiéis são os católicos, porque admitem a trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), e que portanto estariam combatendo ferozmente o conceito de que “só há um deus que é Alá”. Talibãs e xiitas também referem que judeus merecem ser combatidos porque se auto-regulam como “o povo escolhido de Deus” – o que iria radicalmente contra o conceito igualitário da UMA.
Lembremos: desde a saída de Israel do Líbano em 2000, xiitas não cometeram mais atentados suicidas.Vou lembrar de uma claríssima exploicação do jornalista e expert Gustavo Chacra:
“Não há nenhum xiita preso em Guantánamo. Nenhum xiita integra a rede terrorista Al Qaeda. Quando ocorreu o recente atentado em Boston, ninguém desconfiou de xiitas – e os suspeitos não são mesmo seguidores desta vertente do islamismo.
O terrorismo, neste caso, acabou se tornando mais comum entre os sunitas nas últimas décadas. O Taleban, o Hamas, Bin Laden e a Al Qaeda são sunitas, não xiitas. A Arábia Saudita, que possui um Apartheid contra as mulheres, também é sunita. Todas as monarquias travestidas de ditaduras no Golfo Pérsico são controladas por sunitas.
Os EUA ajudam
Veja você que todos os assessores de imprensa da Casa Branca nos últimos 25 anos têm uma profunda formação nos vagidos da dita neurolinguística: são os chamados “spin doctors”. Logo depois do ataque às torres gêmeas, o presidente George W. Bush começou a mostrar ao mundo as fotos de 19 terroristas que planejaram os ataques. O truque é simples: e é baseado no conceito de Martin Heidegger a diferenciar medo de angústia. O medo se constrói sobre um objeto palpável, seja o tubarão de Spielberg ou o terror de Jason. A angústia, refere o filósofo, se erige sobre o nada (por isso que os ventos e sussurros de “Bruxa de Blair” fizeram tanto sucesso em Hollywood. Eles eram a expressão do nada). A humanidade paga o que for para seguir o líder que lhe tire o sentimento de angústia e lhe coloque no sentimento de medo. Gostamos, de resto, de um medo para chamar de nosso e de um bode expiatório sobre o qual possamos lançar nossas adagazinhas.
Veja você também, retomando, que num primeiro momento o George W. Bush do 11 de setembro nos mostrava as 19 potentes fotos dos terroristas: estava nos dando um objeto fóbico, algo palpável, a figura do “terrorista”. Num segundo momento, um mês depois do ataque, o discurso de George W. Bush, sob conselho dos “spin doctors”, retira o objeto fóbico: Bush deixa de falar o vocábulo “terrorista” e bota no lugar dele a palavra “terrorismo”. É quando entra em cena o vocábulo “terrorismo” que a situação fica feia. Porque era o sinal verde para que se invadisse qualquer país em busca do “terrorismo”: a farsa que foi a invasão do Iraque, em busca de armas nucleares, foi antes de tudo um golpe e linguagem ( “talvez a história universal seja a história da vária entonação de algumas metáforas”, notou Jorge Luis Borges).
A nova guerra é a da linguagem e suas nuances. O vocábulo “terrorismo” serve a todos, porque prescinde de um objeto palpável. Ou como notou Pascal “uma esfera terrível, cujo centro está em toda a parte e a circunferência em nenhuma”.
Os atentados do Hamas não são apenas contra os judeus: são contra o Islamismo.
Como se diz, agora “é um palito” para que a política externa dos EUA procure, novamente, “terrioristas islâmicos” onde os interessar.
Afinal, agora o terrorismo, como sob Bush, volta a ser ““uma esfera terrível, cujo centro está em toda a parte e a circunferência em nenhuma”.

Claudio Julio Tognolli é jornalista há 35 anos e já passou por “Veja”, “Jornal da Tarde”, “Caros Amigos”, “Joyce Pascowitch”, “Rolling Stone”, “Galileu”, “Consultor Jurídico”, rádios CBN, Eldorado e Jovem Pan e “Folha de S. Paulo”. Ganhou prêmios de jornalismo e literatura como Esso e Jabuti. É diretor-fundador da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e membro do ICIJ (International Consortium of Investigative Journalism). Professor da ECA-USP, escreveu 12 livros.
sábado, 2 de agosto de 2014
Essa gente é muito ordinária — Os salários que o Sesi paga aos apadrinhados do PT
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As remunerações a indicados por Lula e pelo partido chegam a R$ 36 mil — e alguns deles nem precisam aparecer para trabalhar
FANTASMAS A filial do Conselho do Sesi em São Bernardo, São Paulo. Os funcionários deveriam trabalhar lá, mas ninguém conseguia vê-los antes da visita dos caça-fantasmas
Um espectro ronda a casa 787 da Rua José Bonifácio, numa esquina do centro de São Bernardo do Campo, em São Paulo — o espectro do empreguismo. De longe, vê-se apenas uma casa amarela, simples e estreita como as demais da região. De perto, subitamente, tudo o que é sólido se desmancha no ar e — buuu! — sobram somente os fantasmas. Naquele endereço, na cidade paulista onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mora e fez sua carreira, funciona o “escritório de representação”, em São Paulo, do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria, o Sesi. A casa amarela mal-assombrada fica a 40 metros do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em que Lula se projetou como um dos maiores líderes políticos do Brasil. O sindicato mais famoso do país continua sob o comando de Lula e seus aliados. A casa amarela foi criada por esses aliados no governo de Lula. Quem a banca são as indústrias do país. Todo ano, elas são obrigadas a financiar as atividades do Sesi, cuja principal finalidade é qualificar os trabalhadores das indústrias. A casa amarela é um dos melhores lugares do Brasil para (não) trabalhar. O escritório é modesto, mas os salários são inimagináveis — e as jornadas de trabalho, imaginárias. Difícil é entrar. É preciso ser amigo de petistas poderosos.
Na manhã da última quarta-feira, ÉPOCA reuniu coragem para bater à porta da casa amarela. Estava em busca de Marlene Araújo Lula da Silva, uma das noras do ex-presidente Lula. No papel e na conta bancária, ela trabalha ali. A reportagem encontrou apenas dois sindicalistas, além da copeira Maria e da secretária Silvana. Dona Maria parece ser a mais produtiva do lugar. Faz um ótimo café. Talvez por medo, não fala sobre as aparições. Assim que ÉPOCA perguntou pela nora de Lula, a secretária Silvana tratou de alertá-la por telefone. Cerca de 45 minutos depois, Marlene finalmente estacionava seu Hyundai Tucson preto na garagem.
Casada com o quarto filho de Lula, Sandro Luís Lula da Silva, Marlene raramente aparece no serviço, apesar de ter um salário de R$ 13.500 mensais. Diz ser “formada em eventos”. Questionada sobre o que faz no Sesi, onde está empregada desde 2007, Marlene foi vaga. Disse trabalhar em programas do Sesi na capital paulista e na região do ABC. “Trabalho com relações institucionais. Fico muito tempo fora do escritório. Tenho uma jornada flexível. Quem me contratou foi o Jair Meneguelli”, afirmou. Meneguelli é o presidente do Sesi. Sindicalista e amigo de Lula, ocupa o cargo desde que o PT chegou ao Planalto, em 2003. “Mas por que está fazendo essas perguntas? Se você está me procurando, deve ser pela ligação que tenho de sobrenome”, disse.
Marlene é apenas um dos fantasmas vermelhos que, segundo descobriu a Controladoria-Geral da União, a CGU, habitam a casa amarela. No começo do ano, funcionários do Sesi procuraram a CGU para denunciar a existência de fantasmas nos quadros da entidade. Todos indicados por Lula e outros próceres do PT. Os auditores da CGU, como caça-fantasmas, foram a campo. Encontraram apenas ectoplasmas. Estiveram na casa amarela e jamais flagraram a nora de Lula trabalhando. Experimentaram ligar em horários alternados, na tentativa de achá-la na labuta. Nenhum vestígio. Por fim, decidiram perguntar ao Sesi que atividades Marlene exercera nos últimos tempos. A resposta foi evasiva. Agora, a CGU trabalha num relatório sobre a caça aos fantasmas.
A rotina tranquila permitiu que Marlene se lançasse ao mundo corporativo. Em 2009, ela se tornou sócia do marido e de um cunhado, Marcos Luís, numa empresa de tecnologia que se diz especializada na produção de software, a FlexBr. Até hoje a empresa não tem site. Antes escanteada num imóvel da família do advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, em São Bernardo do Campo, a FlexBr mudou-se para um belo prédio no bairro dos Jardins, em São Paulo. ÉPOCA também esteve lá na semana passada. As atendentes do prédio disseram que a empresa não funciona mais lá há pelo menos um ano. Nunca viram Marlene ali.
Por que o emprego de Marlene no Sesi nunca veio à tona? Um servidor do Sesi afirmou que se deve à dificuldade de associar o nome de solteira de Marlene ao sobrenome Lula da Silva. Na relação de funcionários do Sesi, o nome dela é Marlene de Araújo. Sobram fantasmas na família Lula. Em 2005, o jornal Folha de S.Paulo revelou que Sandro Luís, o marido de Marlene, tinha sido registrado como funcionário do PT paulista, com salário de R$ 1.500. Sandro nem sequer aparecia no partido.
APARIÇÕES Marlene (à esq.), nora de Lula, só apareceu no trabalho depois de ÉPOCA perguntar por ela. Márcia (à dir.), mulher do mensaleiro João Paulo Cunha, estava em casa
O assessor Rogério Aurélio Pimentel deveria ser colega de Marlene na casa amarela. Até há pouco, estava lá apenas em espírito. Aurélio foi contratado no começo de 2011, para ser gerente de serviços sociais. Ganha R$ 10 mil por mês. O emprego no Sesi foi arranjado depois que a presidente Dilma Rousseff chegou ao Planalto e o dispensou. Aurélio, amigo de Lula, trabalhou no gabinete pessoal dele nos oito anos de mandato. No Planalto, dividia sala com Freud Godoy, ex-segurança de Lula. Godoy e Aurélio eram conhecidos no Planalto como “dupla dinâmica”. Freud se consagrou com o escândalo dos Aloprados, na campanha de Lula em 2006. Foi acusado de usar dinheiro sujo para comprar um dossiê fajuto com denúncias contra o tucano José Serra. ÉPOCA encontrou Aurélio na casa amarela. Ele disse não ter sido indicado por Lula. “Trabalho com Marlene assessorando projetos e também ajudo aqui no escritório”, disse. Não quis dar mais explicações. Desde as visitas dos caça-fantasmas da CGU, Aurélio passou a se apresentar no escritório do Sesi com mais regularidade.
Na sede do Sesi, em Brasília, os caça-fantasmas entrevistaram funcionários (de verdade) e vasculharam os computadores dos fantasmas em busca de vestígios de que trabalhavam. Nada. Uma das que não entravam no próprio computador chama-se Márcia Regina Cunha. Ela é casada com o ex-deputado João Paulo Cunha, do PT de São Paulo, condenado no processo do mensalão. Foi Márcia quem buscou os R$ 50 mil, em dinheiro vivo, que João Paulo recebeu de Marcos Valério — ele dizia que ela fora ao banco pagar a conta de TV a cabo. No Sesi, Márcia está empregada como gerente de marketing desde 2003. Recebe R$ 22 mil por mês.
Na tarde da mesma quarta-feira em que procurou Marlene na casinha amarela, ÉPOCA flagrou Márcia a 1.000 quilômetros da sede do Sesi em Brasília, onde ela deveria estar. Márcia estava em sua casa, na cidade de Osasco, região metropolitana de São Paulo. A casa de Márcia e do ex-deputado João Paulo Cunha está em reforma. Márcia parecia acompanhar as obras. ÉPOCA quis saber por que ela não estava em Brasília. “Sou gerente de marketing. Trabalho lá (Brasília) e aqui em São Paulo. Tem uma unidade do Sesi aqui”, disse — e logo desapareceu.
Os caça-fantasmas tiveram dificuldade para encontrar também o advogado e jornalista Douglas Martins de Souza no Sesi em Brasília. Contratado para ser consultor jurídico, ganha R$ 36 mil. Filiado ao PT desde 2000, foi secretário adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no início do governo Lula. Marlene disse que Douglas “fica entre Brasília e São Paulo”.
Além de atender a pedido de amigos, Meneguelli, o presidente do Sesi, também emprega os seus. Um deles é o petista Osvaldo Bargas. No período em que Meneguelli presidiu a Central Única dos Trabalhadores (CUT), ligada ao PT, Bargas era seu número dois. No Sesi, recebe salário de R$ 33 mil. A sindicalista Sandra Cabral, amiga do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares, também conseguiu emprego lá. Recebe R$ 36 mil por mês.
COMPANHEIROS VAGABUNDOS Jair Meneguelli e o ex-presidente Lula. Nomeado por Lula, ele está há 11 anos no Sesi e ganha até R$ 60 mil mensais
Se alguém ganha bem no Sesi, é o próprio Meneguelli. Há meses em que ganha quase R$ 60 mil — somando ao salário uma “verba de representação”. Hoje, ocupa uma sala espaçosa num dos prédios mais luxuosos da capital federal. Meneguelli desfila num impecável Ford Fusion preto, modelo 2014, com motorista. Para não ficar a pé no ABC paulista, deu ordens para que um Toyota Corolla zerinho fosse transportado de Brasília a São Bernardo do Campo. Fica a sua disposição, com motorista. As despesas com esses e outros três bólidos do Sesi somam mais de R$ 150 mil por ano.
Meneguelli tem uma mania incorrigível de confundir o patrimônio do Sesi com o dele. Todos os finais de semana, recebia passagens pagas pelo Sesi para ir a sua casa em São Caetano do Sul, em São Paulo. Isso acabou quando uma auditoria do Tribunal de Contas da União, o TCU, vetou o procedimento. Outra auditoria da CGU também achou estranho que Meneguelli tenha criado uma representação do Sesi em São Bernardo do Campo — e não na capital paulista. Silvana Aguiar, secretária de Meneguelli em São Bernardo, disse que a casa amarela, antes de ser o escritório do Sesi, já abrigava o escritório político de seu patrão.
Por meio de sua assessoria, Meneguelli afirmou que Marlene, Márcia, Aurélio, Sandra e Douglas cumprem suas jornadas de trabalho normalmente, que os cargos são de livre provimento e que os carros usados por ele são compatíveis com “padrão executivo, adotado pela instituição desde antes da atual gestão, e a despeito de quem seja gestor”. Afirmou não enxergar conflito de interesses na contratação do amigo Bargas. Lula não quis comentar.
Murilo Ramos — ÉPOCA Online
No alvo
Delfim Netto, mais uma vez, acerta no alvo ao comentar o imbróglio entre o governo e o Santander por causa de um relatório do banco destinado a investidores.
No próximo Canal Livre a ser exibido pela Band, Delfim crava: “O que o banco escreveu é bobagem, mas suas consequências, não. A partir da politização do caso pelo governo e da demissão pelo banco do analista que produziu o relatório, ninguém mais vai acreditar em qualquer informe de banco sobre a economia brasileira”.
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