terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Em escuta da Polícia Federal, Rosemary Nóvoa compara Lula a um 'velho caquético'


Sidney Rezende (Do Blog SRZD)

Escutas da Polícia Federal de uma conversa entre Rosemary Nóvoa Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência da República em SP, e Paulo Vieira, ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), mostram a suspeita se referindo ao ex-presidente Lula como um “velho caquético”.

Lula adotou um visual mais jovem
Na conversa grampeada, Rosemary se diz preocupada com a imagem pública de Lula devido a um tombo que o ex-presidente teria levado em casa. “É, eu já falei pra ele. Ele tem que parar de se expor em público enquanto a perna dele não ficar boa… Ele levou um tombo domingo passado dentro de casa… Ele tá parecendo um velho caquético”.
A ex-chefe de gabinete da Presidência e Paulo Vieira foram descobertos pela PF em um esquema de falsificação de pareceres técnicos que beneficiava empresas privadas.
A operação Porto Seguro descobriu ainda que Rubens Vieira trocou e-mails com Rosemary para ser indicado ao cargo de diretor nacional da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Rosemary articulou ainda a nomeação de Paulo Vieira à direção da ANA e de sua filha ao cargo de assessora da Anac.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Enfim, está explicado por que Lula decidiu pintar o cabelo e o bigode... (C.N.)

ANÁLISE DE RETORNO FINANCEIRO



Charge de Roque Sponholz e Texto de AnciãoVeja…Se você tivesse comprado em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da Nortel Networks, um dos  gigantes da área de telecomunicações, hoje Teria R$  59,00!
Se você tivesse comprado em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da Lucent Technologys, outro gigante da área de telecomunicações, hoje teria R$ 79,00!roque ancião
Agora; se você  tivesse em janeiro/2006, gasto R$ 1.000 ,00 em Skol (entenda em Cerveja, não em ações), tivesse bebido tudo e vendido somente as  latinhas vazias, hoje teria R$ 80,00!!!
Conclusão:
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado e bebendo cerveja o dia inteiro…
Mas É Importante  Lembrar, Quem Bebe Vive MENOS:
a) Menos triste;  b) Menos  deprimido; c) Menos tenso;  d) Menos puto da  vida!
Pense nisso… e…  se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama!
Se não me chamar, pelo menos me manda as  latinhas vazias!
QUE EU VENDO TUDO

A VETUSTA ÁRVORE FALA



Magu
O Estadão de sábado passado, 24/11, na coluna Notas e Informações, trouxe um artigo interessante. Trata-se de matéria sobre o primeiro-ministro brasileiro, onde veio chorar as pitangas. Como o artigo é longo, dou apenas uma degustação do início. Gostei mesmo foi do melífluo. Aliás, lá tem gente que sabe escrever bem. gilberto-carvalhoProfligar, sanha, iracundo, melíflua, rubor, só no primeiro parágrafo, já dá a nota. O título do artigo é estrondoso, como convém a um jornalão:
“Gilberto solta o verbo”. Quem não se comunica, se trumbica, já dizia o Velho Guerreiro. O PT de Lula leva a recomendação de Chacrinha a sério. Não é de admirar que esteja no poder há 10 anos, sustentado por uma enorme popularidade alimentada a verba farta e verbo solto. Ao contrário do que fazem os oposicionistas, o lulopetismo tem sempre, no momento certo, o discurso certo na ponta da língua certa. Quando se trata, por exemplo, de denunciar a perversidade das elites, profligar os interesses escusos da mídia conservadora e cerrar o punho em ataque à sanha imperialista, é convocado o iracundo Rui Falcão, o amigo de José Dirceu alçado à presidência nacional do partido. Mas quando convém a fala mansa, melíflua, capaz de proferir os maiores disparates sem o mais leve rubor nas faces, entra em cena o ex-seminarista Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Para não gastar muito o espaço da primeira página, vejam a íntegra no link:  Gilberto solta o verbo

DESCENDO A LADEIRA


Giulio Sanmartini
Com o desenvolvimento do escândalo Operação  Porto Seguro, as notícias mesmo chegadas a conta-gotas, permitem começar a montar esse enorme quebra cabeças.
Em princípio não acreditei muito que o mau humor da “presidenta”, durante a posse do ministro Joaquim Barbosa como presidente do Superior Tribunal Federal STF, era motivado , como se contou, por ter sido informada poucas horas antes dessa operação, realizada pela Polícia Federal  PF. Pensei que sua cara de cachorro querendo brigar, era devido a ter que ir à solenidade, contra sua vontade.121201-BRA-Eduardo-Cardozo
Mas uma notícia que chegou ontem, fez-me mudar de pensamento. Foi publicado, à noite, pela  imprensa  um fato  realmente preocupante; a operação pegou ministro já Justiça José Eduardo Cardozo (Foto) e o chefe da Polícia Federal, Leandro Daiello, de surpresa Já que foi feita pela superintendência da Polícia Federal de São Paulo, sem comunicação a Brasília.
Vem logo uma pergunta: Por que a PF quebrou a hierarquia, haja vista que é subordinada ao ministério  da Justiça, planejando e dando início a uma operação  tão importante e tendo comunicado ao ministro, quando o fato já estava praticamente iniciado?
Me faz parecer que a PF, temendo que autoridades palacianos impedissem a  ação, agiu dessa forma.
Por esse motivo  não posso deixar de dar razão ao senador Álvaro Dias, que vai pedir a criação de  CPI para  investigar as denúncias sobre a venda de pareceres fraudulentos por autoridades do governo federal e,  sem meias palavras, explicou porque: “Esse é um governo desonesto! Esse é um governo desavergonhado! Esse não é um governo, mas é um desgoverno para a infelicidade do Brasil!”.
O tão poderoso e prepotente Partidos dos Trabalhadores, por ser totalmente amoral e despreparado para exercer o poder, aos trambulhões e espalhando merda para todos os lados, vai descendo inexoravelmente e ladeira que o levará ao fundo poço.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Conheça 10 cubas bonitas e diferentes para dar personalidade ao seu banheiro ou lavabo



O Pense Imóveis selecionou alguns modelos de cubas para inspirá-lo a investir nessa peça da casa que, muitas vezes, fica em segundo plano

Na hora de decorar a casa, os banheiros e lavaboscostumam ser deixados em segundo plano. Quartos, salas e cozinhas acabam ganhando mais atenção dos moradores quando chega o momento de decidir cores, planejar móveis e comprar acessórios. Para instigar o seu interesse neste ambiente da casa muitas vezes esquecido, selecionamos dez modelos de cubas atraentes e inusitadas, que poderão dar o charme especial que o espaço merece.



Origin Eco Logic é uma empresa preocupada com o tipo de material que utiliza. A cuba Assimétrica 320 é feita de madeira maciça certificada, para sobrepor em lavabo ou banheiro. Para garantir total impermeabilização, a peça é revestida por dez camadas de seladores e vernizes. A Origin também produz materiais para outras peças da casa. Informações aqui

Divulgação / Origin Eco Logic



As cubas artesanais de louça são em porcelana Stone Ware, o mais resistente dos porcelanatos, matéria-prima importada dos Estados Unidos. Totalmente moldadas a mão, podem ser customizadas. Texturas e esmaltações em prata, cobre, ouro, grafite, com padronagens delicadas, foram criadas pela artista Rejane Hirtz Trein. Vendidas exclusivamente na Spazio del Bagno

Divulgação / Spazio del Bagno



A cuba folha foi desenvolvida pela Brascor Countertops, assinada pelo designer de produtos Ricardo Antônio Studio. É fabricada em corian na cor Glacier White, mas há possiblidade de produção em outras cores. Mais informações no site.

Divulgação / Bascor Countertops


As peças abaixo são fabricadas pela empresa inglesa Victoria + Albert e importadas com exclusividade para o Brasil pela Doka - Bath Works. Com um designcontemporâneo, o modelo Barcelona traz curvas suaves é produzida em Quarrycast, material desenvolvido com uma rara rocha vulcânica misturada à resina, as cubas têm como cor natural o branco, possuem brilho intenso e não amarelam. Informações no site.

Divulgação / Doka Bath Works



A madeira usada nas cubas Samauma é o Louro Preto. As peças são elaboradas com pedaços de troncos e raízes revitalizados, deixados expostos ao tempo por mais de vinte anos. Nesse tempo, a ação do sol e da chuva esculpe fendas em sua superfície, produzindo irregularidades que conferem beleza e originalidade às peças. As cubas são revestidas em poliuretano. Mais informações aqui.

Divulgação / Spazio del Bagno



Fango, fábrica argentina, combina produção artesanal com um acabamento industrial. As cubas são feitas em um torno por um ceramista e são decoradas por um decorador que pinta uma por uma a mão. A fabricação artesanal oferece ao produto um alto valor adicional que o faz único e diferente. Há possibilidade de entrega no Brasil. Acesse osite para outras informações.

Divulgação / Fango



Outro modelo da Fango, feito de forma totalmente artesanal. Interior com pigmentos cerâmicos e esmalte transparente mate sem chumbo. Exterior com pigmentos cerâmicos dando aparência semelhante à pedra.

Divulgação / Fango



Outro produto importado exclusivamente pela Doka - Bath Works e projetado pela inglesa Victoria + Albert é a cuba Edge, linha 2012. O design tem estilo futurista, com linhas retas e marcadas. As peças são feitas em Quarrycast, uma mistura de rara rocha vulcânica e resina. No caso de riscos ou arranhões, basta um simples polimento para restauração do material. Outros produtos e informações pelo site empresa.

Divulgação / Doka Bath Works



Cuba de apoio Licenza, levemente suspensa em relação à bancada. Possui fita de LED não aparente em sua parte inferior, permitindo a emissão de suave facho de luz através da borda. Produzida em corian, matéria-prima de altíssima resistência com a qualidade Du Pont. Disponível nas cores branco, bege claro ou cinza claro. Um fino disco perfurado se posiciona em sua base interna, encobrindo a válvula de escoamento da água. À venda pelo site.

Divulgação / Du Pont



Fabricada pela Tramontina em aço inox de alta durabilidade e com acabamento em alto brilho, a cuba Ronda foi concebida para gerar uma atmosfera elegante para os lavabos. A instalação pode ser feita tanto para apoio quanto para embutir no tampo com borda sobreposta. Acompanha válvula pop-up. Outras informações e modelos diferenciados no site da marca.

Divulgação / Tramontina

PEDE PRÁ SAIR, TOFFOLI! - por Percival Puggina


                Sempre me pareceu que o provimento de vagas no STF por indicação presidencial não era um modelo de todo mau. Mesmo que tal discricionariedade tornasse inevitável a designação de juristas alinhados com as posições ideológicas do governante, o pêndulo dos processos sucessórios, indo ora para cá, ora para lá, ajudaria a estabelecer certo pluralismo dentro da Corte. Era o que eu pensava. Todavia, a reeleição introduzida por FHC e o petismo no poder travaram o pêndulo na posição esquerda. E o pluralismo acabou.
             Por isso, não consigo entender as manifestações da elite e da militância petista no sentido de que o julgamento do mensalão está politizado. Quem conhece o partido sabe que ele pode ser descuidado em muitas coisas, jamais, porém, quando se trata de prover cargos importantes. Como regra quase geral, as indicações ao Supremo, feitas por Lula e Dilma, seguiram um alinhamento nem sempre partidário, mas política e filosoficamente compatível com as posições do partido. Por isso, o STF, nos últimos anos, definiu diversos temas polêmicos em conformidade com os gostos do petismo. Listo alguns: as posições relativas ao caso de Cesare Battisti, transferindo a decisão a Lula e, depois, determinando que o terrorista fosse posto em liberdade; o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo; a orientação sobre a aplicação de algemas em presos; o beneplácito ao uso de células-tronco embrionárias para pesquisas; a aceitação da constitucionalidade das cotas raciais no ensino superior; a determinação relativa à reserva Raposa Serra do Sol; a liberação da marcha dos maconheiros; o reconhecimento da constitucionalidade da lei do piso do magistério.
             Nesses casos, e certamente noutros, os juízos emitidos agradaram politicamente o PT e contrariaram valores relevantes para uma parcela da sociedade que pensa diversamente. Tais entendimentos do STF decorrem dos critérios de escolha adotados pelos governos petistas. Lula e Dilma, ao apontarem nomes para as cadeiras vacantes, olham à sua volta. Ou olham para o lado esquerdo.
             Numa democracia - a menos que seja esquizofrênica - o partido do governo fala como o governo fala. Pois eis que, recentemente, o PT reagiu às condenações proferidas na Ação Penal 470 através de um manifesto, no que foi seguido por dura entrevista em que o presidente do partido declarou "politizados" os votos dados pelos ministros. Ora, de todas as decisões polêmicas do STF cujos votos acompanhei, essa é a única que não está politizada! O que o partido e o governo não entenderam é algo muito simples: uma coisa é os ministros indicados votarem como o PT gostaria matérias do tipo a que me referi antes. Afinal, os politizados ministros nomeados e o politizado partido nomeante sopram a mesma partitura em flautas diferentes. Outra é pretender que numa ação criminal os ministros decidam contra a razão, a lei e as evidências dos autos para satisfazerem as conveniências do partido. 
             Seria gravíssimo! Tão grave que tal suspeita recai sobre apenas dois. Mas um deles ao menos conhece Direito. O outro nem isso. Jamais deveria estar naquela Corte e, em hipótese alguma, poderia participar do julgamento da Ação Penal 470. Só ele, no país, não sabe o quanto está impedido de julgar pessoas de cuja intimidade privou e para as quais trabalhou. Graças à toga que Lula lhe deu, mais cedo ou mais tarde, a roda das cadeiras o fará presidente do Supremo. Meu Deus!
 Zero Hora02/12/2012

Recorde de impostos, por Miriam Leitão



Respire fundo antes de ler o texto a seguir: nunca antes a sociedade brasileira pagou tantos impostos como nos dois últimos anos. O IBPT fez as contas e passou para a coluna. A média da carga tributária na era Dilma deve chegar a 35,89%, em 2011 e 2012. Nos oito anos de Lula, ficou em 34,03%. Nos anos FHC, foi de 28,63%. O PIB esfriou, mas a máquina de arrecadação continuou quente.
Uma vez por ano, sempre depois da divulgação do PIB do terceiro trimestre, o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) faz a projeção para medir o peso dos impostos na economia. O cálculo foi feito na sexta-feira, após o IBGE ter divulgado os dados de julho a setembro. Também leva em conta a arrecadação até o mês de novembro.
O presidente do Conselho Superior do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, explica que depois de bater em 36,02% em 2011 — a maior da história — a carga tributária deve ter um pequeno recuo este ano, para 35,77%. Não dá nem para comemorar, trata-se da segunda maior:
— Dilma teve a maior carga tributária da história em seu primeiro ano de governo. Terá a segunda maior no segundo ano. A média é de 35,89% e isso supera todos os outros.
Esse pequeno recuo de 2011 para 2012 acontecerá por um motivo ruim. O PIB esfriou este ano e será mais fraco do que o do ano passado. A indústria fechará 2012 no vermelho e, por isso, a incidência de impostos sobre a sua produção será menor.
Além disso, há uma série de impostos que foram reduzidos de forma temporária, como o IPI dos automóveis, da linha branca, de materiais de construção. Não se trata de um alívio definitivo, mas sim de um paliativo para um ano de baixo crescimento.
A arrecadação deve cair 2% este ano, em termos reais — descontada a inflação —, depois de disparar 9% em 2011. Segundo Gilberto Amaral, fechará 2012 em R$ 1,57 trilhão.
— Tivemos uma alta muito grande da carga tributária em 2011 e, agora, uma pequena queda. Quando há recuo na arrecadação, é pequeno, quando há alta, é significativa — explicou.

O percentual de 35% leva em consideração impostos federais, estaduais e municipais. Olhando apenas para os federais, a conclusão é a mesma. Recorde no ano passado, em 25,32%, com pequeno recuo para 25,07% este ano.
A alta carga tributária é um problema crônico que acompanha o país há vários governos. Vejam no gráfico abaixo. Subiu muito no de Fernando Henrique, continuou em alta no do Lula e segue batendo recordes no governo Dilma.
Impostos, multas, juros e encargos
Segundo Gilberto Amaral, do IBPT, a Receita Federal não contabiliza contribuições corporativas, multas e juros ao calcular a carga tributária. Por isso, há uma pequena diferença entre as taxas. Em 2011, por exemplo, a carga medida pela Receita ficou em 35,31% do PIB; pelo IBPT, em 36,02%. Mas ele explica que a tendência é sempre a mesma nas duas medições.