sábado, 10 de dezembro de 2011


O que é Follow Up de vendas?

O que é Follow Up de vendas?
Follow Up traduzindo para o português significa seguir, acompanhar. O Follow up de vendas possui basicamente três etapas:

1)      Antes da venda
2)      Durante a venda (negociação)
3)      Pós-venda

Antes da venda deveremos sempre conhecer o cliente que estamos com intenção de prospectar. Planejar é fundamental para que o inicio do contato seja eficiente, efetivo e construtivo. Lembrando que nem sempre quem nos atenderá será receptivo, ou seja, persistência meu amigo!
Algumas dicas que sugiro em uma prospecção são: Conhecer o ramo de atividade da empresa, quais produto que esta empresa trabalha, o que o produto oferecido pode ser útil para a empresa e principalmente com quem falar e apresentar seu produto/serviço, quais concorrentes fornecem. Caro leitor não adianta você vender determinado produto, pode até ser de boa qualidade, preço excelente, mas estar apresentando a pessoa errada, que não é a pessoa com nível de decisão sobre este produto.

Vejo com freqüência ligações no escritório oferecendo diversos produtos, entretanto reparem no dialogo: “ Bom dia, sou fornecedor de ferramentas posso falar com o responsável ou diretor da empresa?”, este vendedor nem se preparou ao saber se a empresa que trabalho realmente tem potencial para comprar estes produtos, perdendo muito tempo com isso e não sendo efetivo.

Durante a negociação é de costume as empresas ligarem para saber como anda a proposta comercial. É de suma importância fazer este acompanhamento, estar presente, mesmo que seja por ligação e se necessário visite o cliente. Um detalhe muito importante que devemos sempre nos atentar é que durante a conversa conseguimos detalhes importantes quanto a aprovação deste orçamento. Exemplo:
Pergunta: Esta cotação será fechada esta semana? Possui alguma previsão?
Resposta: Está em conclusão  o projeto, previsto para 60 dias.

Existe a necessidade de ligar para este cliente na próxima semana? A resposta é não. Tente fazer perguntas efetivas sobre a proposta, na minha visão ligar em 30 dias para ter uma idéia do status. Ligações diárias não marcam você com um diferencial, é chato ninguém gosta dessa “cobrança”. É claro q nem sempre as nossas propostas tem prazos longos, saiba mensurar se são projetos a curto, médio e longo prazo.

Pós-venda o próprio nome ja diz. Imagina você comprando um carro e em uma semana o vendedor liga perguntando se recebeu conforme combinado, preço correto, conforto? Surreal no mundo de hoje não é? Seja diferente, ligue, se importe com o cliente, mostre que você ligou para saber se deu tudo certo nesta aquisição! E não ligue “comercialmente”, não fale de negócios, a reação do outro lado da linha será surpreendente. Mostrará que ligou para ver se foi bem atendido e satisfeito com seus produtos e serviços. Visite este cliente a chance de ser ainda melhor essa reação é grande.
Sucesso e vendas!

FONTE: blogdevendedores

Imóvel de um quarto pode custar mais de R$ 1 milhão

Famoso “quarto e sala” ganha modernidade e conquista jovens independentes que buscam qualidade de vida

Interesse imobiliário é dos jovens, indo de estúdios compactos e sem divisórias aos sofisticados lofts

São Paulo - Sucesso nas décadas de 1960 e 1970, as quitinetes, ou “quarto e sala” estão recuperando a importância - a procura por imóveis pequenos, com um só quarto vem aumentando consideravelmente. Para João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), essa demanda é decorrente muito mais do comportamento da população economicamente ativa do que do preço dos imóveis.

Solteiros ou casais sem filhos devotam-se à carreira e à formação profissional. O interesse imobiliário desses jovens vai de estúdios compactos e sem divisórias, com 35 metros quadrados e sem vaga de garagem, perpassam os “quarto e sala” e se alçam aos sofisticados lofts de 100 metros quadrados e duas vagas.

Uns exigem preços acessíveis e dispensam equipamentos comunitários, fator preponderante para a redução da taxa condominial. Outros procuram condomínios adjacentes ao metrô e a corredores de ônibus, e valorizam funcionalidades como lavanderia coletiva.

Há ainda os que valorizam arquitetura moderna, espaços abertos, raia de natação, espaço gourmet, proximidade com o local de trabalho, universidades, cinemas, bares, restaurantes e baladas. Para esse público, preço não é o fator decisivo para a compra do imóvel.

A diversidade da demanda encontra respaldo na diversidade de ofertas: nas regiões periféricas da cidade de São Paulo, há procura por unidades menores e disponíveis por aproximadamente R$ 100 mil. Em regiões mais centrais, há aquelas disponíveis por R$ 250 mil e dependendo da localização e dos atributos, encontram-se as que ultrapassam R$ 1 milhão.

FONTE: Exame Imóveis

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


Avenida Paulista comemora 120 anos hoje

Frenética, apressada, barulhenta e eclética. A Avenida Paulista, que completa 120 anos nesta quinta-feira (8), continua a cara de São Paulo. É múltipla. E até a festa vai do erudito ao popular. A programação oficial está por conta da Associação Paulista Viva, entidade que desenvolve ações em prol da avenida. O público assistirá a um concerto de músicas eruditas, tocadas por uma orquestra, e em seguida a uma apresentação de samba.

Na ocasião, também será lançado o Guia da Paulista, com dicas para paulistanos e visitantes sobre o que há de melhor na avenida. O evento será na Livraria Cultura, que fica no Conjunto Nacional. O prédio é um dos símbolos da Paulista e fica na esquina com a Rua Augusta.

O que não falta na Paulista é gente. De acordo com o Data Popular, instituto com pesquisas no chamado mercado popular, transitam diariamente pelos 2,8 km da avenida cerca de 1,5 milhão de pessoas. Desse total, 883 mil vão a trabalho.

A pesquisa do Data Popular, realizada em junho deste ano, mostra que a avenida mais charmosa de São Paulo tem as mulheres como as maiores frequentadoras: seis em cada dez pessoas que transitam pela avenida são do sexo feminino. Os dados foram baseados em entrevistas com 200 pessoas que passavam pela avenida. Apesar de ser um forte centro financeiro, a Paulista tem alguns poucos edifícios residenciais. 
Ao todo, abrigam 5 mil moradores. A escritora Isabel Vasconcellos é um deles.

“Moro na Paulista há 26 anos e, para mim, não mudou quase nada. Agora tem mais prédios comerciais. A calçada e a iluminação estão melhores”, afirma Isabel, que mora a poucos metros da Alameda Joaquim Eugenio de Lima, chamada assim em homenagem ao engenheiro uruguaio que criou a Paulista em 1891. No livro “O Fantasma da Paulista”, Isabel põe o ‘fantasma’ do engenheiro para vagar pela avenida e acompanhar seu progresso no decorrer dos anos.

Isabel diz que percebeu um aumento no número de pessoas transitando pela avenida, que liga os bairros do Paraíso à Rua da Consolação, abriga três estações de Metrô e 44 linhas de ônibus municipais. “Tem muito mais gente. A Paulista já tinha museu, banco, teatro e comércio, mas agora vieram as grandes lojas de departamento. A maioria detesta, mas eu amo.”

Arquitetura

A arquitetura da Paulista também é muito diferente. Casarões históricos dividem a mesma calçada com prédios altos, espelhados e alguns menos modernos, mas bastante tradicionais, como o Conjunto Nacional, que é tombado pelo patrimônio histórico. Segundo a Secretaria de Estado da Cultura, o Museu de Arte de São Paulo (Masp), o Parque Trianon, a Casa das Rosas e um casarão do início do século XX também foram tombados.

“A transformação da avenida foi total. [Quando foi inaugurada] Era um grande descampado. Aos poucos, foram sendo construídos os casarões. Todos os arquitetos que batalhavam pelo estilo moderno para romper com o neoclássico participaram do processo de transformação da avenida com uma arquitetura mais simples e democrática”, diz o arquiteto Eloy de Souza, que acabou de lançar o livro “Arquitetura Avenida Paulista”.

Para ele, o Conjunto Nacional, uma mistura de unidades comerciais e residenciais, “é um dos exemplos mais bem sucedidos de escala urbana da cidade”. Souza conta que o térreo do prédio foi pensado para uma circulação livre de pessoas. “Uma grande marca é permitir que as pessoas passem de uma rua para outra vendo vitrines, comprando livros, ouvindo música ou conversando. É um espetacular centro de convivência.”

Mas há quem more na região e, apesar de poder desfrutar de todas as facilidades que a avenida oferece, prefira a tranquilidade ao agito. “A Paulista às 8 horas da manhã é simplesmente o paraíso. Quando não tem aquela agitação você consegue ver os prédios”, afirma a estudante Letícia Fávero, de 22 anos.

Fonte: G1 


Corretor de Imóveis - O atual mercado imobiliário exige profissionalização

O mercado imobiliário passa pela sua melhor fase em muitos anos.

Sempre, ao longo do tempo, faltava algum elemento para que o mercado progredisse e atendesse tanto as necessidades dos incorporadores, bem como as do mercado imobiliário. Quando havia produto, faltava crédito e uma política econômica viável para atender as necessidades.Via de regra, aos longos dos anos, só se conseguiu atender as camadas sociais mais abastadas, sendo que as demais sempre ficaram à margem e muitas vezes não eram atingidas.

Pela primeira vez existe uma política econômica estável, com uma valorização do poder de compra das classes menos favorecidas, uma estrutura bem formalizada nos crescimentos, com a inflação do País controlada e com perspectiva de melhoras nos próximos anos.

Pela primeira vez também ouvimos que estamos atraindo capital estrangeiro para investimento no País, recursos estes sérios e não especulativos, quando na primeira oscilação do mercado internacional, o capital se retirava mais rápido do que havia entrado.

Hoje, estamos entrando na melhor era do mercado imobiliário, com uma política econômica e inflação controlada, com um projeto econômico focado na habitação popular (Minha Casa Minha Vida), com taxas de juros reais favorecidas para atender estes programas e possibilitando a uma camada social, que até então não tinha como comprar seu imóvel, adquiri-los.

- A conseqüência direta disto é a entrada de novos participantes no sistema, através de fusões, de aberturas de capitais e de partners (parceiros) estrangeiros que vêm em busca de novos mercados.

- Com um mercado mais seguro que o de outros países, e com um mercado consumidor potencial imenso, o qual representa riscos menores, os investidores aumentaram e com isso o mercado imobiliário evolui.

- Com a competitividade de um mercado mais ativo, aumentaram também a eficiência e eficácia de seus participantes, necessárias para atender as novas exigências de mercado um profissional mais capacitado, com uma visão mais ampla e conhecimentos mais profundos, além, é claro, de se ter nas equipes tomadores de decisão mais bem preparados.

Juntamos a isso novo meios de comunicação e de divulgação, além de uma linguagem de mercado em franca mudança e evolução, e chegamos a clara conclusão de que os profissionais de hoje tem de ser muito mais completos que os de outrora.

Para vencer neste mercado, não basta fazer apenas o que nossos pais e avós faziam, mas sim, o que eles faziam e muito mais. A capacitação profissional passa a ser primordial e, mais do que isso, torna-se necessária para o crescimento de um grupo.

Saber escolher bem um terreno, realizar uma pesquisa adequada para ver a vocação do mesmo, que tipo de produtos e projetos ele poderá receber, bem como desenvolver uma campanha de marketing adequada para que no lançamento imobiliário do mesmo as vendas sejam um sucesso, e que isso não seja resultado do acaso, mas sim de um planejamento, essencial ao mercado imobiliário.

Grandes organizações investem hoje em seus profissionais, com treinamentos em salas de aulas próprias, e oferecendo cursos de pós-graduação (MBAs, cursos de especialização etc.).

Importante saber que num mercado que provavelmente crescerá de 10% a 20% nos próximos anos, profissionalizar ou não suas equipes será a diferença entre fracassar ou não.

O importante no profissional de hoje não é somente fazer, mas também saber como, quando, onde e porque fazer. Além disso, quando o mesmo se expressar, deve saber o que falar e sobre que aspecto, qual mensagem passar e qual meio de comunicação utilizar.

Enfim, o mercado imobiliário continua como existiu no passado e como existirá no futuro. O que mudou e muda a cada dia é o profissional que atuará nele!

Fonte: Maurício Fernandes Lima

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


Trabalho aprova nova figura para corretor de imóveis

Aprovado na Comissão de Trabalho o projeto que altera lei de regulamentação da profissão de corretor.

Divulgação/Imovelweb

A proposta modifica a Lei 6.530/78, que regulamenta a profissão de corretor de imóveis, para permitir que esse profissional se associe a imobiliárias, sem vínculo empregatício, mediante contrato específico
Brasília - A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou (30, novembro, 2011) o Projeto de Lei (PL) 1872/07, que cria a figura do corretor de imóveis associado.

A proposta modifica a Lei 6.530/78, que regulamenta a profissão de corretor de imóveis, para permitir que esse profissional se associe a imobiliárias, sem vínculo empregatício, mediante contrato específico.

O texto do PL 1872/07, de autoria do deputado Edinho Bez (Pmdb-SC), foi aprovado com emenda do relator, deputado Laércio Oliveira (PR-SE). O texto original previa o registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis, sendo que a emenda determina registrar o contrato no Sindicato dos Corretores de Imóveis.

Onde não houver sindicato instalado, diz a emenda, o registro será na delegacia regional da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (Fenaci). O relator afirma que o projeto atende ao crescimento do mercado de imóveis no Brasil, às exigências dos consumidores e à maior rapidez das transações.

A aprovação definitiva do projeto, que já recebeu parecer favorável também na Comissão de Desenvolvimento Econômico, depende somente de manifestação da Comissão de Constituição e Justiça.
O desafio de vender um imóvel.


O desafio de vender um imóvel. Documentação em ordem e avaliação correta ajudam a fazer um bom negócio

O corretor assegura: Placa parada é sinônimo de avaliação incorreta

Imóvel é um excelente investimento. Fato! Sempre há retorno financeiro e, com o tempo, vem a valorização. Mas, quando chega a hora de repassar o bem, é preciso que o vendedor entenda que nem tudo é tão simples como parece. A venda de uma casa, apartamento ou terreno envolve documentação em ordem, avaliação correta e exige até o momento ideal para realizar a transação e maximizar os lucros. Para começar, a ajuda de um corretor de confiança pode ser a grande chave do bom negócio. Mas como saber quem é o “bom corretor”?

Paulino Teixeira, diretor da imobiliária Teixeira de Carvalho, avalia que encontrar uma empresa idônea com profissionais igualmente corretos é um dos caminhos mais seguros para o processo de compra e venda. “O problema é que se o proprietário não confiar no corretor, ele sempre achará que o imóvel vale mais do que a avaliação. Neste caso, o que fazer?”, questiona. Fábio Henriques, corretor e tecnólogo em negócios imobiliários, explica que tudo depende do proceder do profissional.

“Muitos olham para a casa e dizem: vale tanto. Isto é errado, porque toda avaliação exige um estudo e uma pesquisa que levam ao valor final”, comenta. Segundo ele, a avaliação verdadeira parte do tipo de imóvel, se é casa, se é apartamento ou terreno-nu - sem construção. Em seguida, a metragem e o tipo de acabamento são avaliados. Feito isto, o corretor chegará ao primeiro preço do imóvel.

O segundo tem a ver com a localização e com as benfeitorias. Faz-se, portanto, uma comparação entre imóveis semelhantes e as ofertas da região. “Os bons corretores tem uma noção, às vezes, até uma pesquisa completa de quanto custa o metro quadrado em certo bairro e quanto custou o último imóvel vendido lá”, acrescenta.

Documentação na ponta do lápis

O diretor comercial da imobiliária Cobrás e corretor de imóveis, Sérgio Soares, alerta para outro ponto: a documentação. Imóveis alienados são aqueles que mantêm saldo devedor com alguma instituição financeira, ou seja, que ainda não foi quitado.

“O comprador tem que ter ciência de que o vendedor é, de fato, o dono do imóvel, através das certidões. É preciso consultar também dos débitos do imóvel, desde questões relativas ao condomínio até a certidão de inteiro-teor, que mostrará, por exemplo, se o imóvel está alienado”, afirma.
Para ele, o corretor é fundamental. “O corretor é o profissional que vai identificar o perfil do cliente que deseja aquele tipo de imóvel. E uma maneira de garantir segurança é procurar profissionais credenciados e consultar se ele está em dia com o Conselho Regional”, aconselha. Fábio Henriques acrescenta ainda que, com o “boom” do setor imobiliário na Paraíba, “placa parada é sinônimo de avaliação incorreta”.

Imposto para vendedor

Outro ponto importante na hora de avaliar as vantagens da venda de um imóvel é fazer o cálculo dos impostos que o vendedor terá que arcar pela transação. “Se o vendedor não estiver atento a estes valores, pode acabar tendo um prejuízo grande”, assegura Fábio Henriques. E o principal deles é o “Imposto sobre Ganho de Capital”, que é cobrado pela Receita Federal, através do Imposto de Renda.

Segundo o Art. 2º da Instrução Normativa SRF nº 84, de 11 de Outubro de 2001, entende-se por ganho de capital “a diferença positiva entre o valor de alienação de bens ou direitos e o respectivo custo de aquisição”. Ou seja, “se há dois anos você comprou um imóvel por 100 mil reais e hoje ele custa 250 mil, significa que você obteve 150 mil reais de ganho de capital, em outras palavras, de lucro imobiliário”, explica.

Nesse caso, de acordo com o corretor, a Receita Federal cobra uma taxa que varia de 15 a 27% sobre o lucro que o vendedor obteve com o negócio. “Por isso é importante analisar bem essas taxas, para fazer a venda no momento mais propício possível. O corretor de confiança também precisará estar informado, assim, a venda poderá ser mais segura”, reintera.

Serviço

Em alguns casos, existe a exclusão ou redução do Imposto sobre Ganho de Capital. Para saber mais sobre a apuração e tributação de ganhos de capital nas alienações de bens e direitos por pessoas físicas, casos especiais e outros pontos, leia a Instrução Normativa SRF nº 84, de 11 de Outubro de 2001 na íntegra no site da Receita Federal.
Endereço eletrônico: www.receita.fazenda.gov.br

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


Maior fundo imobiliário brasileiro fica mais rentável

O BC Fund vai elevar em 25% a distribuição de aluguéis aos quotistas; da última vez em que isso aconteceu, o valor das quotas disparou na bolsa

João Sandrini, de Exame

O BC Fund possui 13 imóveis locados para dezenas de inquilinos e tem um patrimônio imobiliário avaliado em cerca de 2 bilhões de reais pela consultoria imobiliária Colliers. Entre os principais imóveis do portfólio estão o Eldorado Business Tower (ao lado do shopping Eldorado, em São Paulo), a Torre Almirante (no centro do Rio de Janeiro) e o Brazilian Financial Center (na avenida Paulista

Mesmo com a distribuição de dividendos maiores, o fundo promete manter a gestão ativa e a compra de novos ativos para engordar seu patrimônio imobiliário. O caixa atual alcança 70 milhões de reais. Mesmo a partir de janeiro de 2012, quando aumentará a distribuição dos aluguéis, o fundo espera conseguir reter a cada mês parte dos recursos para futuras aquisições.

A legislação brasileira garante às pessoas físicas que investem em fundos imobiliários a isenção de Imposto de Renda sobre os aluguéis distribuídos. Já os proprietários de um imóvel podem ter de pagar até 27,5% dos aluguéis à Receita Federal a título de Imposto de Renda.

Os investidores interessados devem notar que os fundos imobiliários têm um componente de renda fixa e outro de renda variável. Essas aplicações distribuem aluguéis mensais, que geralmente conseguem garantir aos investidores um retorno fixo próximo a 10% ou 11% ao ano.

O componente de renda variável é a possível valorização do patrimônio. Nos últimos anos, o Brasil passou por um impressionante boom imobiliário que multiplicou o valor das propriedades por percentuais bem superiores aos da inflação. Esse movimento foi bastante favorável a quem investe em fundos imobiliários. O retorno médio dos fundos foi o maior entre todas as aplicações financeiras brasileiras desde 2005.