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sábado, 1 de agosto de 2015
Lava Jato investiga Mercadante
sábado, 1 de agosto de 2015
O antagonista Claudio Dantas publica na IstoÉ: “Outro provável foco de irregularidades na área sob controle de Othon Pinheiro da Silva é o projeto do submarino nuclear, o Prosub. Coube ao presidente da Eletronuclear a elaboração do projeto de aquisição de submarinos franceses. O pacote orçado em 28 bilhões de reais inclui a compra de quatro Scorpéne de propulsão a diesel e o desenvolvimento conjunto com a estatal DCNS de um modelo de propulsão nuclear, que será montado num estaleiro em Itaguaí, no Rio de Janeiro. A Odebrecht foi escolhida pela Marinha para construir o estaleiro, mas não houve licitação. Esse negócio foi conduzido por outro militar, o coronel Oswaldo Oliva Neto, irmão do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. A investigação do Ministério Público Federal reúne indícios de que Oliva Neto possa ter atuado como operador de Mercadante, que ao assumir a pasta de Ciência e Tecnologia pressionou para a realização de uma nova licitação para Angra 3. Coronel reformado, Oliva Neto ocupou até 2007 o cargo de chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência. Desde então, ele reativou a Penta Prospectiva Estratégica e passou a prestar consultoria em todos os grandes projetos do governo do PT na área de defesa, não só na compra dos submarinos, mas dos helicópteros franceses EC-725 e em projetos da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Em 2010, Penta se uniu à Odebrecht Defesa e Tecnologia, criando a Copa Gestão em Defesa. Depois foi adquirida a Mectron, que igualmente firmou sem concorrência contrato com a Amazul Tecnologias de Defesa, estatal de projetos criada por Dilma para atuar no Prosub. A Lava Jato puxará agora o fio desse novelo que pode levar a identificar possível tráfico de influência de Mercadante e eventual uso da empresa de consultoria de seu irmão para recebimento de propina”.
A relação de Othon Pinheiro, da Eletronuclear, e o lobista do escândalo do Metrô de SP
Posted: 31 Jul 2015 06:36 PM PDT
Pedro Marcondes de Moura, Aline Ribeiro e Harumi Visconti - EpocaPreso na Lava Jato, Othon Pinheiro tem um sócio investigado no Brasil e na Suíça pelos escândalos da Alstom e do Metrô paulista
Não eram nem 6 horas da manhã da terça-feira, dia 28, quando uma caminhonete preta estacionou em local proibido num centro comercial em Barueri, na Grande São Paulo. Convencidos do direito de permanecer na vaga, seus quatro ocupantes discutiram com os manobristas do prédio e, só depois de o quiproquó esquentar bem, decidiram se identificar. Eram policiais federais à paisana, cumprindo um dos 30 mandados de busca e apreensão da 16ª fase da Operação Lava Jato. Estavam ali para investigar a Aratec Engenharia. Até fevereiro, a empresa pertencia ao vice-almirante da Marinha Othon Pinheiro da Silva, presidente licenciado desde abril da estatal Eletronuclear. Seu envolvimento levou as investigações dopetrolão à área de energia, num desdobramento já apelidado deeletrolão. Enquanto parte da operação se desenrolava em Barueri, Othon se tornava, no Rio de Janeiro, o primeiro militar preso na investigação. Ele é também um dos pais do programa nuclear brasileiro.
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Othon é acusado de ter usado o cargo na Eletronuclear, que assumiu em 2005, para exigir propina de empreiteiras. Em troca, acreditam os investigadores, facilitava a obtenção de contratos da construção da Usina Nuclear de Angra 3, estimada em R$ 15 bilhões. Só nas contas da Aratec, Othon recebeu R$ 4,5 milhões, pelo que indica a investigação até agora. Naquela manhã de terça-feira, os agentes da PF passaram seis horas na empresa. Saíram de lá com um malote cheio que, a depender do conteúdo, poderá complicar a situação de Othon. O vice-almirante e sua Aratec são sócios da Epcint, do lobista José Amaro Pinto Ramos, suspeito de pagar propina a administradores públicos nos dois principais escândalos decorrupção nas gestões tucanas no Estado de São Paulo: o caso Alstom e o cartel dos trens do Metrô. Documentos obtidos por ÉPOCA mostram a conexão comercial entre os dois. Por meio de suas empresas, Othon e José Amaro são sócios na companhia Hydro Geradores e Energia. No quadro social da Hydro há outras duas empresas, BBT Energia e Emexport.
Com escritórios nos Estados Unidos e na França, José Amaro figura entre os principais lobistas do Brasil. Trabalha para multinacionais, em especial em contratos com o poder público. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, ele foi o responsável por colocar em contato, em 1994, a equipe de campanha do então candidato à Presidência Fernando Henrique Cardoso com o estrategista político americano James Carville, integrante da campanha vitoriosa do ex-presidente americano Bill Clinton. José Amaro é investigado na Suíça por usar contas bancárias do país europeu no cartel do Metrô paulista – em que, com anuência de agentes públicos, multinacionais se associaram para superfaturar licitações do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), entre 1998 e 2008. O prejuízo ao Erário foi estimado em R$ 834 milhões. Há investigações paralelas em andamento na Polícia Federal e nos Ministérios Públicos estadual de São Paulo e federal, para elucidar o envolvimento de José Amaro na fraude metroferroviária. No caso Alstom, existe uma ação do Ministério Público paulista contra José Amaro. A acusação é que José Amaro fez parte de um esquema de pagamento de propina da multinacional francesa, em troca de um contrato com a estatal Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE). Nesse caso, até agora, 11 envolvidos, como ex-dirigentes da estatal de energia, tornaram-se réus na Justiça Federal. Aguardam julgamento. Segundo o advogado de José Amaro, Thiago Nicolai, seu cliente não é lobista nem está envolvido com os casos de corrupção. ![]()
Na terça-feira, dia 28, a reportagem esteve nos endereços informados na Junta Comercial de São Paulo como sedes da Aratec e da Hydro. Ambas estão registradas no mesmo endereço, mas nenhuma delas funciona no local nem é conhecida por quem trabalha ali. ÉPOCA procurou sócios e administradores da Hydro. A empresa foi fundada em 2007, com o propósito de fabricar geradores. O advogado de José Amaro e um representante da Emexport afirmam que a Hydro parou de funcionar por volta de 2010. Segundo os registros na Junta Comercial e na Receita Federal, no entanto, a companhia se mantém ativa e apta a emitir notas fiscais até hoje.
>> Delação da Camargo Corrêa envolve Angra 3
No Ministério da Fazenda, a Aratec informa outro endereço: o tal centro comercial em Barueri, visitado pela PF. Segundo quem trabalha no local, a sala é usada uma ou duas vezes por semana. Entre 2010 e 2012, a Aratec não tinha funcionários. Passou a ter um em 2013, de acordo com a PF. Em fevereiro, Othon transferiu sua parte na sociedade a familiares – fato que intrigou os investigadores. O período coincide com as primeiras notícias sobre o teor da delação de Dalton Avancini, ex-diretor presidente da empreiteira Camargo Corrêa. Ele afirmava ter pagado propina a Othon. Procurado, o advogado Helton Marcio Pinto, responsável pela defesa do vice-almirante, não foi localizado. A filha de Othon e sócia administradora da Aratec, Ana Cristina Toniolo, não quis falar com a reportagem.
>> PF mira irregularidades em Angra 3 em nova fase da Lava Jato
A prisão do vice-almirante, de 76 anos, constrange a Marinha não apenas por sua patente. Othon é um engenheiro nuclear com pós-graduação pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e ocupou cargos-chave no programa nuclear brasileiro desde 1979. Aposentou-se em 1994 e é uma referência intelectual para os colegas. Retirou-se após 39 anos nas Forças Armadas. Era uma carreira brilhante que chega, agora, a uma encruzilhada sombria. |
CRITICAR O PT, AGORA, É FÁCIL - Percival Puggina.
Com a crise multiforme se expandindo em todas as dimensões da vida política, econômica e social, com os escândalos vindo a lume como saem os lenços, amarradinhos um ao outro, da cartola do mágico, com a crise pedindo passagem a bordoadas e deixando pelo caminho as vítimas da inflação, da recessão e do desemprego, aí, meu caro leitor, é muito fácil criticar o governo petista.
Dureza foi apontar os males do petismo quando, antes de assumir poder político real, ele era o megafone de todas as reivindicações, perante os portões das fábricas e dos palácios. Difícil era confrontá-lo quando, como grande inquisidor das condutas de seus adversários, orientava os mais candentes sermões em favor - lembram? - da moralidade e da austeridade. O petismo, então, se vestia de justiça, solidariedade, direitos humanos, superação dos desníveis sociais; e atraía multidões. Os ouvidos da CNBB, por exemplo, se encantaram para sempre. A partir de então, vá o partido para onde for, a entidade marcha ao seu lado. Até frei Betto largou o PT de mão. Mas a CNBB, não.
À luz da história, analisando partidos políticos com condutas semelhantes, era fácil perceber para onde estávamos sendo conduzidos. Ante o que acontecia no Brasil, não. Aqui, tendo em vista a fragilidade das nossas instituições e a pouca credibilidade dos partidos políticos já afeitos ao exercício do poder, era mais complicado perceber que o petismo significava o canto das sereias, atraindo a nação para os rochedos e para o naufrágio.
Em 2003, o PT chegou ao poder e em 2005, quando estourou o mensalão, tornou-se comum encontrar com leitores que me paravam na rua para afirmar que eu profetizara. Mas era bem o contrário. Bastavam as entrelinhas e o entreouvido e, principalmente, ler o passado. Aquelas ideias e aquele modo de fazer política, em toda parte, produziram o resultado que passávamos a observar por aqui. Não obstante, foram necessários outros 12 anos, um descomunal estrago, e uma crise do tamanho da que aí está, para que, finalmente, ampla maioria da população compreendesse o que já deveria estar bem sabido.
"Coxinhas! Golpistas! Lacerdinhas! Ultradireitistas! Fascistas!". É assim que argumentam, hoje, muitos defensores do governo. Xingam os que afirmam algo tão óbvio quanto que o governo, acabou e que as instituições precisam resolver a encrenca. Conduta rasteira, chã, mas eu os entendo. Não há argumento lhes lave as mãos e lhes limpe os calçados. Outros, depois de haver preparado o caminho do petismo ao poder como esfregadores de gelo no jogo de curling, e segurado a barra ao longo de 13 anos, agora se posicionam contra. Mas não mudam de lado! Para estes, o governo não serve. E a oposição tampouco. São os mais perigosos porque se alinharão, ao fim e ao cabo, com algo ainda pior do que isso que aí está.
* Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.
Feitiço do Tempo - MIRANDA SÁ
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br )
“A única razão para o tempo é para que não aconteça tudo no mesmo instante.” (Albert Einstein)
Einstein demonstrou que o tempo é relativo, numa dimensão variável conforme o espaço; seja, não é uma linha reta e imutável. Comprovamos essa relatividade na política brasileira assistindo a derrocada do projeto dos vinte anos de poder petista, por si só, implodindo pela incompetência e corrupção.
Esta conjuntura desastrosa foi considerada em editorial do jornal britânico ‘Financial Times’ como um “filme de terror sem fim”. O realismo dos ingleses é tenebroso; tentando a mesma definição da situação nacional, prefiro a versão hollywoodiana de alta comédia através do filme de 1993 dirigido por Harold Ramis, ‘Feitiço do Tempo’.
A produção foi registrada como historicamente significativa pelo National Film Registry dos Estados Unidos. Adoro e recomendo aos amigos. Não me canso de assistír a correta interpretação de Bill Murray e Andie MacDowell.
Já vi umas dez vezes a história do repórter do tempo de canal de TV, Phil Connors (Murray), um chato de galocha que foi fazer a cobertura do Dia da Marmota na cidadezinha interiorana de Punxsutawney. A Marmota é sua homônima, também se chama Phil, e profetiza o fim ou a continuidade do Inverno.
Com a sua equipe, a produtora Rita (Andie MacDowell) e o câmera Larry – que não suportam seu egocentrismo –, grava a cerimônia tradicional, mas fica preso em Punxsutawney por causa de uma nevasca; daí em diante fica repetindo o mesmo dia várias vezes. Sempre que acorda no dia seguinte, não é o dia seguinte, mas a repetição do Dia da Marmota.
A esta situação estranha de déjà vu, comparo com a degringolada do Partido dos Trabalhadores com seus membros e simpatizantes assistindo a cada dia o repeteco dos roubos do Erário pelos seus companheiros, descobertos pelo Ministério Público Federal e a Polícia Federal.
Começou muito antes, mas a nova série – a Lava-Jato – já está na 16ª temporada, no capítulo da Radioatividade, que ultrapassa o assalto e a ruína da Petrobras, com um trailer para a extorsão no setor elétrico, outra versão do ‘Mensalão’ e do ‘Petrolão’. É o começo do ‘Eletrolão’, que já levou um vice-almirante e vários executivos de empreiteiras para a cadeia.
Eu imagino como se sentem os membros da esquerda caviar acordando diariamente às seis horas da manhã com o rádio-relógio repetindo o estribilho da música de Lobão, trazendo notícias de mais corrupção descoberta pela PF.
São pelegos de sindicatos, diretores de fundos de pensão, grandes empreendedores com crédito no BNDES e ocupantes de cargos governamentais com altos salários. Estão no alto dos seus apartamentos de milhões de dólares, de frente para o mar, com a boca escancarada cheia de dentes mastigando slogans socialistas.
Deve ser um pesadelo repassar cotidianamente situações vergonhosas de um projeto que foi deturpado pela ideologia troncha da pelegagem. Não será confortável identificar-se com os ladrões do patrimônio público. Creio ser um castigo reviver situação de acumpliciamento com um partido que se tornou uma organização criminosa.
A cidade de Punxsutawney dos petistas pode ser Pelotas, Ponta Grossa, São Bernardo, Uberlândia, Maceió, Natal, Parnaíba ou Belém… Eles ficam sentados nas suas poltronas, esperando que a Marmota anuncie o fim do Inverno; mas, em vez disso, o animal sapiens sai da toca anunciando que não vai colocar meta.Vai deixar a meta aberta, e quando atingir a meta, dobrará a meta. Ele não entenderá, mas aplaudirá irracionalmente.
Estes extemporâneos esquerdistas deveriam fazer como o repórter do Feitiço do Tempo, que reviu seu egocentrismo. Para escapar da nevasca criminosa do lulo-petismo, precisam repensar a dialética idealista, a gravidez do sectarismo bastardo, o ruminar das idéias de Gramsci e a cumplicidade maléfica com o PT-governo em nome de um tempo que a muito ficou no passado…
República Bolivariana da Mandioca
31.7.15
FONTE - http://fuscabrasil.blogspot.com.br/2015/07/republica-bolivariana-da-mandioca.html
Nestes últimos meses, o teatro escabroso do absurdo tem apresentado atos vergonhosos com a escalada dos escândalos do lulopetismo, evoluindo do Mensalão ao PeTrolão e agora iniciando o Eletrolão, sempre com valores ascendendo em uma função geométrica, aumentando os zeros dos bilhões de reais desviados pelo desgoverno petista bolivariano.
Além dos já conhecidos atos vergonhosos, temos também as cenas escabrosas, com as declarações arrogantes, ininteligíveis e até cômicas, protagonizadas pela artista que figura como chefA de estado. O evidente escárnio da impostora em relação aos índios e povos humildes, comparando-os com hominídeos primitivos, levou à pérola da homenagem à mandioca como a maior conquista do Brasil (não se sabe exatamente qual o sentido "cultural" da manifestação da 'mandatária') e a comparação dos brasileiros com hominídios reclassificados pela ideologia do gênero, com a criação da "mulher sapiens" (SIC) numa improvisação inusitada da troglodita de plantão.
Não contente com o feito, dias depois a postA de Lulla desafiou as ciências exatas com uma análise progressista dialética marxista-bolivariana: "E nós não vamos colocar uma meta. Nós vamos deixar uma meta aberta. Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta.”
Só Dilmandioca Sapiens para discursar sem nunca perder a incoerência.
E para arrematar, os neurônios sobreviventes souberam repetir a ladainha oficial do regime lulopetista: a culpa da corrupção não é dos corruPTos, é da Operação Lava Jato. O problema não são os bandidos instalados no poder e nas estatais pela organização criminosa apelidada de PT.
A culpa é da polícia, dos promotores e dos juízes, em especial daquele que mais se destaca no empenho de esclarecer os crimes cometidos pela quadrilha do PT e aliados nos desgovernos Lula e Dilma.
Finalmente, temos os capítulos repugnantes protagonizados pelo imoralista-mor da história do Brasil, recém promovido a imoralista máximo da história mundial, graças às primeiras repercussões internacionais e avaliações globais do PeTrolão. Aguardamos as estimativas do Bancolão após a abertura parcial da caixa-preta do BNDES, lacrada pela tirania lulopetista.
Do alto do pódio de protagonista dos governos mais corruPTos da História da Humanidade, o presidente de facto teve a sordidez de esbravejar com sua voz das trevas que estava "de saco cheio do ódio e da mentira", duas coisas que ele se esmerou em fomentar e transformar em política de estado de sua camarilha.
Obviamente ele não se referia ao ódio que ele e seus asseclas semeiam e às mentiras que disseminam pela mídia dominada, pela militância virtual e virulenta e pelos seus asseclas nos órgãos governamentais. Ele se referia a um fenômeno que só existe na imundície de sua mente e na esgotosfera de seus seguidores: o ódio e as mentiras da "elite branca de olhos azuis, da direita golpista invejosa".
Para reforçar a impressão dessa miragem, Lula se inspirou no auto-golpe de Rafael Corrêa do Equador, que justificou a implantação do Estado de Exceção para se eternizar no poder.
Assim, seus asseclas acabam de criar outro factóide ridículo que já ocupou o devido espaço em todos os meios de comunicação dominados pelo PT, em horário nobre de televisões e manchetes de primeira página nos jornais chapa-branca: uma "bomba de fragmentação" jogada "no" Instituto Lula. Na realidade, um coquetel de fabricação caseira (provavelmente uma garrafa de álcool) jogada na calçada em frente à fachada, deixando algumas marcas no portão do gabinete informal do presidente de facto.
Armação mais do que óbvia, pela cronologia (enquanto 93% do povo se perguntava a que ódio e a quais mentiras Lula se referia: a guerra de classes, gêneros e raças fomentadas pelo lulopetismo? As mentiras da campanha petista? O Brasil pintado pelo PT na propaganda?), a gangue tratou logo de criar um "fato" para abusiva exploração midiática na tentativa de "provar" que o "Brahma" do PeTrolão não estava inventando.
Numa tática mais do que manjada, criaram um "auto-atentado" para o repugnante mandatário posar de vítima.
E para desviar a atenção do saque que continuam perpetrando aos cofres públicos... e da mandioca que continuam enfiando no povo brasileiro.
Numa democracia, Dilma já teria sido destituída pela lei e Lula já estaria na cadeia, como é o caso, hoje, de seu parceiro, José Sócrates, ex-mandatário de Portugal que realizou negociatas superfaturadas com os desgovernos de Lula e Dilma.
Além dos já conhecidos atos vergonhosos, temos também as cenas escabrosas, com as declarações arrogantes, ininteligíveis e até cômicas, protagonizadas pela artista que figura como chefA de estado. O evidente escárnio da impostora em relação aos índios e povos humildes, comparando-os com hominídeos primitivos, levou à pérola da homenagem à mandioca como a maior conquista do Brasil (não se sabe exatamente qual o sentido "cultural" da manifestação da 'mandatária') e a comparação dos brasileiros com hominídios reclassificados pela ideologia do gênero, com a criação da "mulher sapiens" (SIC) numa improvisação inusitada da troglodita de plantão.
Não contente com o feito, dias depois a postA de Lulla desafiou as ciências exatas com uma análise progressista dialética marxista-bolivariana: "E nós não vamos colocar uma meta. Nós vamos deixar uma meta aberta. Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta.”
Só Dilmandioca Sapiens para discursar sem nunca perder a incoerência.
E para arrematar, os neurônios sobreviventes souberam repetir a ladainha oficial do regime lulopetista: a culpa da corrupção não é dos corruPTos, é da Operação Lava Jato. O problema não são os bandidos instalados no poder e nas estatais pela organização criminosa apelidada de PT.
A culpa é da polícia, dos promotores e dos juízes, em especial daquele que mais se destaca no empenho de esclarecer os crimes cometidos pela quadrilha do PT e aliados nos desgovernos Lula e Dilma.
Finalmente, temos os capítulos repugnantes protagonizados pelo imoralista-mor da história do Brasil, recém promovido a imoralista máximo da história mundial, graças às primeiras repercussões internacionais e avaliações globais do PeTrolão. Aguardamos as estimativas do Bancolão após a abertura parcial da caixa-preta do BNDES, lacrada pela tirania lulopetista.
Do alto do pódio de protagonista dos governos mais corruPTos da História da Humanidade, o presidente de facto teve a sordidez de esbravejar com sua voz das trevas que estava "de saco cheio do ódio e da mentira", duas coisas que ele se esmerou em fomentar e transformar em política de estado de sua camarilha.
Obviamente ele não se referia ao ódio que ele e seus asseclas semeiam e às mentiras que disseminam pela mídia dominada, pela militância virtual e virulenta e pelos seus asseclas nos órgãos governamentais. Ele se referia a um fenômeno que só existe na imundície de sua mente e na esgotosfera de seus seguidores: o ódio e as mentiras da "elite branca de olhos azuis, da direita golpista invejosa".
Para reforçar a impressão dessa miragem, Lula se inspirou no auto-golpe de Rafael Corrêa do Equador, que justificou a implantação do Estado de Exceção para se eternizar no poder.
Assim, seus asseclas acabam de criar outro factóide ridículo que já ocupou o devido espaço em todos os meios de comunicação dominados pelo PT, em horário nobre de televisões e manchetes de primeira página nos jornais chapa-branca: uma "bomba de fragmentação" jogada "no" Instituto Lula. Na realidade, um coquetel de fabricação caseira (provavelmente uma garrafa de álcool) jogada na calçada em frente à fachada, deixando algumas marcas no portão do gabinete informal do presidente de facto.
Armação mais do que óbvia, pela cronologia (enquanto 93% do povo se perguntava a que ódio e a quais mentiras Lula se referia: a guerra de classes, gêneros e raças fomentadas pelo lulopetismo? As mentiras da campanha petista? O Brasil pintado pelo PT na propaganda?), a gangue tratou logo de criar um "fato" para abusiva exploração midiática na tentativa de "provar" que o "Brahma" do PeTrolão não estava inventando.
Numa tática mais do que manjada, criaram um "auto-atentado" para o repugnante mandatário posar de vítima.
E para desviar a atenção do saque que continuam perpetrando aos cofres públicos... e da mandioca que continuam enfiando no povo brasileiro.
Numa democracia, Dilma já teria sido destituída pela lei e Lula já estaria na cadeia, como é o caso, hoje, de seu parceiro, José Sócrates, ex-mandatário de Portugal que realizou negociatas superfaturadas com os desgovernos de Lula e Dilma.
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