sexta-feira, 25 de julho de 2014

Cartas de Seattle:Tecnologia é coisa de mulher, por Melissa de Andrade


 Tem tanta gente de ciência da computação e engenharia de software em Seattle que diferente é ser de outra área. Mas o número de mulheres em cargos mais técnicos ainda é limitado, mesmo em uma cidade que vive para a tecnologia.
Deus sabe o que essas mulheres têm que enfrentar para sobreviver em equipes predominantemente masculinas. Por isso é que iniciativas como a Ada Developers Academy ou a LadyCoders surgiram: para apoiar mulheres que queiram seguir uma carreira na área de programação.
A Ada, por exemplo, oferece treinamento gratuito seguido de estágio em empresas de tecnologia de Seattle, que pagam à ONG para participar dos seus programas. Profissional bem treinado, homem ou mulher, é artigo de necessidade para empresas da indústria do conhecimento.
Os mais desinformados – ou mais cínicos – questionarão a necessidade de organizações que fomentem a participação feminina em empregos de tecnologia ou engenharia.
Só que a carreira de mulheres que decidem por áreas de trabalho historicamente mais masculinas pode enfrentar muitos empecilhos. Pra começar, vencer o descrédito dos colegas em relação a saberem mesmo programar. Antes de começarem, já existe a resistência. O preconceito é grande.
Diante da informação de que sua empresa vai investir em programas de diversidade, já ouvi comentários do tipo "Acho um absurdo um cara perder uma vaga só porque querem contratar mulher".
Essa linha de pensamento pressupõe que "qualquer cara" é necessariamente mais qualificado do a melhor candidata mulher que possa aparecer. E revela que esse tipo de pessoa vai achar que a nova colega só pode ter passado na entrevista porque é... mulher. E não porque estudou muito, estagiou muito, programou muito e ralou muito para chegar até ali, sem passar por cima de ninguém. Com as exceções de praxe.
Enquanto o título desta crônica precisar ser usado para chamar a atenção para a necessidade de dar oportunidades semelhantes para ambos os gêneros, significa que ainda não chegamos lá. Principalmente no mundo modernoso e prafrentex de Seattle.

Melissa de Andrade é jornalista com mestrado em Negócios Digitais no Reino Unido. Ama teatro, gérberas cor de laranja e seus três gatinhos. Atua como estrategista de Conteúdo e de Mídias Sociais em Seattle, de onde mantém o blog Preview e, às sextas, escreve para o Blog do Noblat.

Justiça bloqueia bens de empresas que não entregaram imóveis


O prazo da entrega do imóvel não foi cumprido, razão a qual o contratante resolveu realizar um distrato
Justiça-bloqueia-bens-de-empresas-que-não-entregaram-imóveisA juíza Uefla Duarte Fernandes, da 3ª Vara Cível de Mossoró, determinou o bloqueio de bens da Cerâmica Top Line Ltda. e da Casa Bela Representações Ltda, suficientes para garantir o futuro ressarcimento do valor de R$ 15 mil para um consumidor que adquiriu um imóvel junto àquelas empresas e que ainda não o recebeu.
Na ação judicial, o autor alegou ter adquirido junto às duas empresas em 6 de março de 2012, mediante contrato de compra e venda, um imóvel no loteamento Alto das Brisas no bairro Rincão, tendo sido exigido, no ato, o pagamento adiantado da importância de R$ 15 mil.
Afirmou que o prazo da entrega do imóvel não foi cumprido, razão a qual o contratante resolveu realizar um distrato, sendo acordado entre as partes que o valor pago seria ressarcido em três parcelas de R$ 5 mil a partir do dia 25 de abril de 2013, a qual não foi quitada até a presente data.
Salientou ainda, que o representante da empresa, no momento em que o comprador exigiu adevolução integral dos valores pagos (obrigação do primeiro distrato), rasgou o contrato. Sendo necessário firmar um novo acordo para dividir os valores.
Narrou também que, tentou de todas as formas perceber seu dinheiro, não obtendo êxito, tendo em vista que não conseguiu contatar o representante da empresa nos endereços disponibilizados. Pediu o bloqueio de contas e bens dos réus no valor pago pelo imóvel e, assim, garantir a exequibilidade da sentença na fase oportuna.
Arresto
Ao analisar os autos, a magistrada verificou que a verdadeira intenção da autora é obter uma medida cautelar de arresto, posto que se dirige com o objetivo de assegurar posterior fase processual de cumprimento de sentença, caso venha a ser julgada procedente a ação.
Neste sentido, entendeu que merece prosperar o pedido autoral, tendo em vista que os documentos anexados ao processo demonstram a existência de um contrato entre as partes e em seguida um distrato entre o autor e a Cerâmica Top Line Ltda., existindo assim umaobrigação a ser cumprida pela empresa, ou seja, ressarcir o autor na quantia de R$ 15 mil, fato esse que não ocorreu.
Fonte: TJRN

HUMOR - CHARGE DO SPONHOLZ - Sarney e a ABL



O que importa - JOÃO BOSCO LEAL


Entre as fantásticas obras escritas por Fernando Pessoa uma das frases que mais gosto é: "Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto".

Em determinado período de minha vida comecei a escrever sobre um assunto específico - o direito de propriedade -, que me interessava ideologicamente e ao qual me dedicava, em função de um cargo que ocupava.

Há alguns anos, porém, tenho escrito a respeito do que penso ou sinto sobre os mais variados assuntos. Essa mudança ocorreu principalmente após um acidente, que me levou à cama por praticamente dois anos e então, tinha tempo de sobra para refletir sobre minha vida e as pessoas que me cercavam.

Como poli traumatizado, por diversas vezes fui questionado sobre as dores dos ferimentos, mas elas sempre foram muito menores daquelas sentidas pelas descobertas que realizava com minhas observações e pensamentos.

Quando comecei a escrever, os comentários das pessoas eram realmente intrigantes, como o de um conhecido, que ao saber que havia escrito o texto "O homossexualismo na sociedade brasileira" me questionou: "Uai João, mas você entende sobre esse assunto?".

Explicar para uma pessoa que meu texto tratava do comportamento social de forma histórica, no decorrer de séculos, narrando inclusive trechos bíblicos, criaria situações até constrangedoras, pois para algumas pessoas, é difícil entender que foi por meio da história, da literatura universal e das observações que possuímos todo o conhecimento hoje existente.

Mesmo antes da invenção da escrita, o conhecimento adquirido através das observações foi passado por gerações, mas a com a escrita tudo ficou mais fácil. Ela não transmite apenas conhecimentos. Pode transmitir muitas outras coisas, como os sentimentos e é nesse campo que muitos se realizam, pois escrevendo, conseguem expressar melhor o que pensam ou sentem.

Com as novas tecnologias da comunicação, abriram-se espaços inimagináveis uma década atrás. Atualmente, qualquer um pode escrever o que pensa sobre qualquer assunto e em segundos poderá estar sendo lido e debatido em outro continente.

Quem gosta de escrever e hoje utiliza a internet, há alguns anos não imaginava que poderia, em segundos, transmitir a tantas pessoas, o que pensa ideologicamente ou o que sente em relação aos amigos, filhos, netos, um relacionamento, uma paixão ou um amor.

"Escrever é fácil, você começa com maiúscula e termina com ponto. No meio, você coloca ideias", escreveu Pablo Neruda.

"Buscamos, no outro, não a sabedoria do conselho, mas o silêncio da escuta"... "Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha"... "Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa"..., escreveu Rubem Alves. 

Consciente de que, mesmo com um texto transmitindo eletronicamente para milhões de pessoas, muito poucas terão interesse no que foi escrito, escrevo simplesmente porque escrevendo me sinto bem.

A importância do que escrevo pouco importa. O que importa é escrever sobre o pouco que importa.

João Bosco Leal*      www.joaoboscoleal.com.br
*Jornalista, escritor e empresário

Anões, unidos, jamais serão vencidos?

http://vespeiro.com/2014/07/25/anoes-unidos-jamais-serao-vencidos/

25 de julho de 2014 
aa9Depois de dar ao governo de Israel, diante de sua reação aos ataques com foguetes do Hamas, o tratamento que se recusou a dar a Bashar Al Assad, o envenenador, diante do massacre de sua própria população que prossegue ha mais de dois anos graças ao veto de que o Brasil é co-autor a qualquer ação com vistas a por um fim à matança, a “diplomacia” petista reage “indignada” ao coice que recebeu em troca do que desferiu.
Chamada de “anão diplomático” que “excluiu-se da comunidade dos países civilizados” para aderir à dos países “criadores de problemas”, a corrente marcoaureliana do Itamaraty, ao contrário da do chanceler Luis Alberto Figueiredo que procurou por panos quentes no episódio mostrando que ainda se lembra das lições de Rio Branco, houve por bem “iniciar consultas com os demais sócios do Mercosul”  instando-os a aderir à sua condenação de mão única.
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Anões, unidos, jamais serão vencidos”?
É mais fácil um raciocínio desse gênero estar inspirando esta ação do que a tradição de Rio Branco, que vem sendo sistematicamente banida de nossa prática diplomática, aquela que ainda chegou a ser alegada como resposta ao destampatório do porta-voz da chancelaria israelense à nota brasileira, seguida da convocação do embaixador em Israel de volta a Brasilia, contra o “uso desproporcional da força contra os palestinos por Israel” desacompanhado de qualquer menção aos ataques com foguetes do Hamas contra alvos civis israelenses ou de qualquer apelo pela trégua diversas vezes proposta e todas as vezes recusadas por esse grupo.
É sempre desagradável ouvir verdades sobre o seu próprio país na boca de um estrangeiro, mas o que disse o porta-voz israelense está longe de ser mentira.
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O episódio é, também, uma espécie de resumo da tragédia do Oriente Médio onde, além da expulsão de qualquer requício de racionalidade pelas reações figadais de parte a parte inspiradas pela vingança da vingança da vingança, está a manipulação ideológica estrangeira desse conflito que ajuda tanto a mante-lo infernal como é quanto a irracionalidade que move as vítimas mais diretas dele.
Na verdade esta é mais condenável que aquela pois que a irracionalidade toma suas vítimas à revelia de sua vontade enquanto essa manipulação é fria, calculada e eivada de dolo.
A realidade que está lá é que os foguetes não cessam de partir de ambos os lados, com a diferença de que os do Hamas não acertam o alvo porque são destruídos no ar por um aparato tecnológico que os palestinos não têm condição de replicar e os dos israelenses acertam, produzindo mais de um lado que do outro as vítimas que os dois lados se esforçam por produzir.

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Mas o que fazer? Deixar de revidar os ataques e passar apenas a tentar desbaratar passivamente a chuva de foguetes do Hamas antes que cheguem aos alvos para os quais foram apontados? É não só impensável como algo impossível de por em prática até por um governo que desejasse fazê-lo mas que, como todo governo democraticamente eleito, age mandatado pelos alvos desses ataques.
Fingir que esses foguetes, apenas porque não acertam os alvos, não estão sendo disparados? É de uma má fé que só é tida como assumível pelo Itamaraty marcoaureliano e seus inspiradores pelo mundo afora, ao qual o outro, do chanceler Figueiredo, retruca com luvas de pelica.
Resta pressionar os dois lados por uma trégua que dê uma chance à racionalidade e ponha de volta no isolamento tanto os radicais do Hamas que indubitavelmente usam sua própria gente despedaçada como a munição para a guerra de propaganda de que necessitam cada vez mais, quanto os radicais israelenses que, lá no fundo, torcem por mais um ataque para poder revida-lo.
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A guerra, como sempre, é o paraíso dos psicopatas e dos mutilados morais, e os há por toda a parte, especialmente numa região  conflagrada ha décadas, senão ha milênios .
Mas a manipulação da guerra não. A manipulação da guerra é só o cantinho dos canalhas.
É nesse cantinho escuro e mal cheiroso que se encontram para engendrar “soluções finais”, os extremistas do nacional socialismo com seu antisemitismo e os extremistas do socialismo internacionalista com seu antisionismo, de fronteiras tão sutis e que, conforme a hora do dia, as variações de temperatura e umidade do ar ou as fronteiras nacionais dentro das quais se instalam, transformam-se em anti-arabismo, em anti-islamismo ou em anti-ocidentalismo.
É a baba que essa gente distila que engraxa as engrenagens das guerras.
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Netanyahu para Dilma: "Você é irrelevante, Dilma".

http://polibiobraga.blogspot.com.br/2014/07/netanyahu-para-dilma-voce-e-irrelevante.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+JornalistaPolibioBraga+(Jornalista+Polibio+Braga)

Após o infantil e inócuo gesto diplomático do governo brasileiro, que convocou ontem seu embaixador em Tel Aviv, Henrique Pinto, para consulta sobre a morte de palestinos, a chancelaria de Israel respondeu duramente à bravata de Dilma Roussef:

- Seu comportamento nesta questão ilustra a razão por que esse gigante econômico e cultural permanece politicamente irrelevante.

. Autoridades do governo Dilma, inclusive seu assessor palaciano para assuntos externos, Marco Aurélio Top Top Garcia,receberam com indignação posição do governo de Benjamin Netanyahu e estudam a melhor reação a um comentário "tão duro".

- Assessor da presidente Dilma Rousseff em assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia classifica como "genocídio" e "massacre" os ataques de Israel contra os palestinos, que já deixaram 700 mortos do lado de Gaza e 35 do lado dos israelenses: "O que nós estamos assistindo no Oriente Médio, pelo amor de Deus, é um genocídio, é um massacre.

OPINIÃO DO LEITOR
 # QUEM APÓIA o HAMAS: Marrocos? Não Argélia? Não Tunísia? Não 
Líbia? Não Egito? Não Síria? Não Jordânia? Não 
Líbano? Não Hezbollah? Não Autoridade Palestina? Não 
Arábia Saudita? Neutra 
Qatar – Sim, mas defende cessar-fogo e tem relações comerciais com Israel 
Turquia – apoia o Hamas, mas apenas retoricamente e mantém relações militares com Israel 
Irã ? Não Iraque? Não Kuwait? Não Emirados Árabes? Não 
Omã? Não Iêmen? Não Al Qaeda? Não 
Governo do Petistão? SIM.
--
 O Brasil do PT, anão diplomático, quer ser mais realista que os muçulmanos e árabes, e fala em " apoio a dois governos na Palestina, Israel e Palestinos", mas apoia o Hamas no Governo da Palestina. 
Omitindo que Hamas não representa os árabes palestinos e é organização terrorista que não aceita e quer destruir Israel.. 
O que o Brasil ganha com isto? 

Nada, simplesmente é servil bajulador do movimento comunista internacional e cubano.
Roberto Rosen.

Clique abaixo para examinar comentário do editor, intitulado Dilma poderia ter poupado o Brasil do vexame imposto nesta quinta por Israel.

Traição amorosa de ativistas ajudou na investigação

Do Rio

  • Sandro Vox/Agência o Dia/Estadão Conteúdo
    Elisa Quadro, a Sininho, deixa a cadeia no Rio de Janeiro após decisão da Justiça
    Elisa Quadro, a Sininho, deixa a cadeia no Rio de Janeiro após decisão da Justiça
Uma traição amorosa na cúpula da organização rotulada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de quadrilha armada ajudou os investigadores a apurar como agia o grupo responsabilizado pelo comando dos protestos violentos que ocorreram no Rio a partir de junho de 2013.
Líder dos manifestantes, Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, é acusada em depoimento de ter roubado o companheiro da ativista Anne Josephine Louise Marie Rosencrantz. Em represália, a traída traiu: relatou à polícia as articulações e os atos praticados pelos mascarados, como a tentativa de incendiar a Câmara de Vereadores.
O depoimento da estudante Anne Josephine, 21 anos, foi prestado na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática em 11 de junho deste ano, na condição de testemunha. Ela contou manter relacionamento antigo com Luiz Carlos Rendeiro Júnior, o Game Over, de 25, indiciado que teve a ordem de prisão revogada pela Justiça anteontem. O casal tem um filho de dois anos.
Desde o ano passado Game Over namora Sininho. Quando ela foi presa em flagrante em outubro, acusada por depredações, o rapaz apareceu, em fotografias, abraçando-a. Sininho, chorosa, estava em um ônibus cheio de detidos. Colocou a cabeça e os braços para fora, agarrando-se ao namorado. Ele, do lado de fora, parecia tentar consolá-la.
A divulgação da imagem incomodou Anne Josephine, que contou ter ouvido de Sininho a confirmação do romance com Game Over. "Sininho diz que ela e Game Over tinham um romance revolucionário", declarou a depoente.
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Manifestantes protestam contra a Copa no Rio de Janeiro4 fotos

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Manifestantes caminham em direção para a prefeitura do Rio de Janeiro em protesto anticopa Leia mais AFP PHOTO/YASUYOSHI CHIBA
O antagonismo entre Sininho e Anne Josephine acirrou-se no decorrer das manifestações. A estudante contou no depoimento que a rival costumava criticá-la. "Quando começou a frequentar os protestos, Sininho disse que a declarante deveria respeitar a hierarquia do movimento, que teria que conquistar seu espaço e não aproveitar de ser esposa de Game Over", informa a transcrição do depoimento anexado ao volume três do inquérito policial.
Anne Josephine contou à polícia que parte dos manifestantes, entre eles Game Over, impediu que Sininho consumasse o plano de atear fogo ao prédio da Câmara, na Cinelândia (centro do Rio), na noite de 7 de outubro passado.
"Na época em que começaram os atos violentos nos protestos, a declarante viu Sininho mandando manifestantes buscar três galões de gasolina. (...) Viu Sininho subindo a escada da Câmara e alguns manifestantes atrás dela carregando os três galões, de aproximadamente dez litros de gasolina. Alguns manifestantes comentaram que a atitude de Sininho poderia fazer com que eles fossem presos, que isso não havia sido combinado pelos manifestantes."
A depoente disse à polícia que "os galões de gasolina seriam utilizados para incendiar a Câmara" e que "Game Over e outros manifestantes ficaram contra Sininho e mandaram retirar os galões." Ao final do depoimento, Anne Josephine detalha as funções e o comportamento dos manifestantes apontados pela Polícia Civil como líderes da organização. Afirma ainda ter presenciado o consumo de drogas, como cocaína, pelos membros do grupo.