sábado, 8 de março de 2014

Cartas de Buenos Aires:Uma senhora de 50 anos chamada Mafalda


Gabriela Antunes
Muita gente começou a comemorar o 50° aniversário da maior musa dos quadrinhos argentinos no ano passado, mas coube ao próprio criador da menina mais geniosa do mundo pôr fim às dúvidas.
“Sua primeira publicação foi no dia 29 de setembro de 1964 na revista Primera Plan”, conforme comunicado na página de Quino, o pai da mocinha, que atribui a confusão a vários erros de biógrafos. Na verdade, é uma senhora de 54 anos já que, nas tirinhas de Quino, Mafalda começa a contestar o mundo aos 4 anos de idade.
Uma praça no bairro portenho de Colegiales, um mural no metrô da Plaza de Mayo, uma estatua da simpática idealista num banquinho em San Telmo atestam o amor argentino por uma de suas filhas mais ilustres, que sonha ser intérprete nas ONU, detesta televisão e apelidou sua tartaruga de estimação de “burocracia”.
Inquieta, “beatlemaníaca” e “sopa-fóbica”, Mafalda é, segundo as palavras de Joaquín Salvador Lavado Tejón, Quino, “uma menina que tenta identificar os bons e maus deste mundo”.


Um mundo que Quino viu se transformar e cujos países bons e maus foram confundidos várias vezes. Argentino de Mendonça, filho de imigrantes espanhóis, Quino sentiu os efeitos da fragmentação da Espanha na guerra civil, da segunda guerra mundial e da ditadura na Argentina.
Seus personagens não estiveram à margem de todas essas mudanças. Mafalda, Manolito, Susanita, Felipe, Libertad, Miguelito, Guille encarnam arquétipos típicos da classe média das décadas de 60 e 70, da esposa dedicada, dos conformistas, moderados, dos ingênuos aos idealistas, como a própria Mafalda. Como ela mesma dizia, “existem mais problemólogos que solucionólogos”.
Em 1973, por decisão de Quino, a última tirinha da Mafalda foi publicada. Seu humor perspicaz permeou outras gerações, apesar da conclusão de Quino, segundo seu editor, que “Mafalda não tinha nada mais a dizer”.
Mas ela voltou a aparecer em ocasiões pontuais, como em 2009, quando deu as caras no jornal italiano La Repubblica criticando declarações misóginas do então primeiro ministro Silvio Berlusconi. “Não sou uma moça à sua disposição”, dizia a tirinha, juntando-se a milhares de mulheres que se sentiam ultrajadas por declarações machistas do primeiro ministro.
Com os “problemólogos” à solta, Mafalda continua mais atual do que nunca. “Às vezes até eu me surpreendo como algumas tirinhas de 40 anos atrás continuam se aplicando ao contexto de hoje”, falou Quino em uma entrevista.
“Parem o mundo que quero descer”, diria a autora dessa frase hoje ao encontrar o mesmo mundo fragmentado que questionava há meio século. Genial e geniosa.

Gabriela G. Antunes é jornalista e nômade. Cresceu no Brasil, mas morou nos Estados Unidos e Espanha antes de se apaixonar por Buenos Aires. Na cidade, trabalhou no jornal Buenos Aires Herald e hoje é uma das editoras da versão em português do jornal Clarín. Escreve aqui todos os sábados

OBRA-PRIMA DO DIA (PINTURA) A Festa dos Deuses, de Giovanni Bellini (1514)


 
                 
Giovanni Bellini, também chamado em sua terra natal de Giambellino (Veneza, c. 1430 - idem, 1516),  foi um pintor do Renascimento. O mais famoso de uma família de pintores de mesmo sobrenome, era cunhado e amigo de Mantegna, e teve Tiziano entre seus aprendizes. É considerado como renovador da pintura da escola veneziana, movendo-a para um estilo mais sensual e policromático. Pelo uso de cores claras de lenta secagem, Bellini criou sombras detalhadas, profundidade e ricos coloridos. Suas fluentes e coloridas paisagens tiveram um grande efeito no seu tempo.
Sua última obra foi A Festa dos Deuses, para o duque Afonso de Ferrara, mas morreu antes de terminá-la e a tarefa foi legada a seu pupilo Tiziano (1490-1576).
A pintura é de tal modo delicada que os contornos são praticamente imperceptíveis, o que revela a criatividade e o talento de Bellini aos 88 anos de idade.

Acervo National Gallery of Art, Washington, D.C., EUA

Cartas de Seattle: Pegue seu livro e vá pra festa


“É um grupo de leitura”, tentou explicar o turista à esposa ao passar pelo salão de hotel apinhado de gente. De fato, quase 100 pessoas estavam com os olhos grudados em livros – físicos e digitais. Mas cada um estava lendo um livro diferente, todos em silêncio. Não havia debate algum. O que estava acontecendo era na verdade uma leitura em grupo, não um grupo de leitura. Mais especificamente, a Festa da Leitura em Silêncio.
Toda primeira quarta-feira do mês é a mesma coisa. Às 6h da tarde começa a chegar gente com um livro embaixo do braço. Ou um Kindle. Ou um iPad. Na falta, smartphonetambém serve. Eles chegam quietinhos, sentam bem perto um do outro mesmo sem se conhecerem – porque não tem muito espaço –, pedem uma bebida em voz baixa ao garçom e abrem o livro.
Às 6h40, já é difícil encontrar onde sentar, completos estranhos dividindo sofás de três lugares ou mesinhas redondas daquelas em que só cabem duas xícaras e pronto.
Às 7h, tem fila já saindo pela porta do suntuoso hotel Sorrento. Como quem já sentou não tem pressa de acabar a leitura, o jeito é começar a ler ali mesmo, em pé, na fila.
Hall de entrada, foyer e salão Fireside repletos de gente. Lendo. Em silêncio. Ao fundo, só o som de uma harpa sendo tocada ao vivo. No mês passado era um piano. Quando a bebida acaba, ou a leitura acaba, ou a vontade de ler acaba, ou chega a hora de ir pra casa, cada um paga a conta e sai. Sem dizer nada.


Eu procuro me concentrar na leitura, mas a curiosidade fala mais alto. Passo o olho discretamente pra ver quem está lendo o quê, quem está fazendo caras e bocas numa reação ao enredo interessante, quem lê marcando o livro ou fazendo anotações, quem está usando o celular para mandar mensagem em ver de ler, quem não aguenta e comenta alguma coisa cochichando no ouvido do amigo, quem claramente está começando a namorar e fica lendo agarradinho, prestando mais atenção no outro do que no livro, quem não desgruda do livro nem para saborear o vinho branco geladinho servido há pouco.
Para quem está achando tudo isso uma grande bobagem, encare o cenário como uma celebração ao hábito de ler. Tudo começou com três amigos que se reuniam para ler juntos, na casa de um deles. Em vez de ler cada na própria casa, eles preferiam estar no mesmo lugar, mesmo que os livros fosse todos diferentes.
Aí a vida foi tomando outros rumos e um deles teve uma grande ideia: passar a se encontrar no Sorrento, abrir o “evento” para quem quisesse participar e não cobrar nada por isso. O hotel concordou. E começou a tradição em Seattle.

Melissa de Andrade é jornalista com mestrado em Negócios Digitais no Reino Unido. Ama teatro, gérberas cor de laranja e seus três gatinhos. Atua como estrategista de Conteúdo e de Mídias Sociais em Seattle, de onde mantém o blog Preview e, às sextas, escreve para o Blog do Noblat.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Leonardo-Céu,Sol,Sul,Terra e Cor

CHARGE DO MARCO AURÉLIO

Esta charge do M. Aurélio foi feita originalmente para o

Na Ucrânia de Putin até os judeus são nazistas




Na Ucrânia de Putin até os judeus são nazistas
 CAIO BLINDER


A máquina de propaganda de Vladimir Putin acusa o governo interino na Ucrânia de ser ilegítimo, nazista e antissemita. É uma agitprop tosca, mas funciona para os incautos, coisa digna de um script de Sacha Baron Cohen (o nosso querido Borat). São muitas mentiras desta agitprop, mas nesta coluna vou me concentrar no antissemitismo.

Timothy Snyder, professor da Universidade de Yale e autor do livro Bloodlands (sobre a tragédia de países como a Ucrânia, sob o stalinismo e sob o nazismo) tem sido infatigável para desmascarar a agitprop. Basta lembrar que judeus (praticantes ou não) estão entre os líderes do governo interino em Kiev. Estamos, portanto, diante de uma conspiração nazista liderada por judeus. Para quem tiver tempo e inglês razoável, aqui está entrevista com Snyder na rádio americana, desconstruindo a farsa de Putin.

Sem dúvida que a situação é complexa. Há inclusive uma confusão sobre a origem judaica do primeiro-ministro interino Arseney Yatsenyuk, do partido Pátria, da ex-primeira-ministro Yulia Tymoshenko. Uma teoria é que ele esconde sua origem judaica, pois a base partidária fica no oeste do país, onde o nacionalismo ucraniano é mais forte, assim como o antissemitismo. O perigo antissemita é real, assim como sua manipulação por Putin, hoje paladino conservador de um nacionalismo étnico de alta combustão, mas, ao tempo tempo, abusador da narrativa de resistência soviética contra o nazismo.

Com esta complexidade, existe terreno fértil para a disseminação da agitprop, tanto por muitos militantes de extrema esquerda (silenciosos diante das diatribes dos aiatolás iranianos ou do regime chavista nessta questão), como por sites ligados à figuras da direita bizarra americana, como Lyndon LaRouche e Ron Paul, obcecados com o besteirol de uma nova ordem mundial, que vai levar a um governo da ONU, da qual Barack Obama e lideres da União Europeia são sinistros advogados.

Ninguém nega a presença de uma extrema direita neonazista e antissemita na insurreição ucraniana que levou à queda do governo de Viktor Yanukovich no mês passado (e infelizmente ela integra o governo interino), mas a mobilização foi multipartidária e multiétnica, contando com diferentes correntes cristãs, judeus, muçulmanos e também gays. Na repressão, o governo Yanukovich instruía sua tropa de choque que a oposição era liderada por judeus, enquanto dizia ao mundo que os oponentes eram neonazistas.

Há um terrível histórico de antissemitismo na Ucrânia (e falo isto com visceral conhecimento de causa por ser descendente de judeus ucranianos). Metade dos 900 mil judeus ucranianos foram exterminados pelo nazismo, com cooperação da população local, mas este histórico não deve ser manipulado por Vladimir Putin.

Esta semana, o rabino-chefe da Ucrânia, Jacob Dov Bleich, foi no ponto. Ele acusou a Rússia de propagar a cantilena neonazista e de encenar “provocações antissemitas” na Crimeia para justificar a invasão desta república autônoma da Ucrânia. O rabino Bleich, que é vice-presidente do Congresso Judaico Mundial, esteve reunido com o secretário de Estado americano John Kerry, ao lado de outras lideranças religiosas da Ucrânia na terça-feira, em Kiev, como parte do esforço de neutralizar a propaganda russa.

Claro que as lideranças judaicas no mundo expressam preocupação com antissemitismo na Ucrânia e fazem muito bem. A situação no país é tensa, frágil e caótica. Nestas horas, sobra para os judeus. E setores da comunidade judaica que vivem na área russa do país, submetidos à histérica propaganda da TV russa, embarcam na onda sobre um governo interino nazista e antissemita. Leia aqui a carta aberta de líderes da comunidade judaica ucraniana a Putin

Enquanto isto em Moscou, a figura-chave do Kremlin para a questão ucraniana é Sergei Glazyev, que, como o bizarro cientista político Aleksandr Dugin, é adepto de um troço chamado nacional-bolchevismo, uma combinação de nacionalismo radical com nostalgia bolchevista.

Glazyev foi membro do Partido Comunista e com o fim da URSS foi cofundador de um partido de extrema direita chamado Rodina, ou pátria-mãe. Em 2005, alguns dos seus deputados assinaram uma petição enviada ao ministério da Justiça pedindo que todas as organizações judaicas fosses banidas na Rússia Ainda em 2005, o partido foi proibido de participar de eleições, acusado de incitar o ódio racial.

No entanto, gente como Glaziev fala pelo Kremlin para denunciar nazismo e antissemitismo na Ucrânia


.http://www.coisasjudaicas.com/2014/03/na-ucrania-de-putin-ate-os-judeus-sao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+coisasjudaicas+%28Coisas+Judaicas++%D7%99%D7%94%D7%95%D7%93%D7%99%D7%AA+%D7%93%D7%91%D7%A8%D7%99%D7%9D%29

IR – Declaração Completa ou Simplificada?


em: FINANÇAS PESSOAIS   |  tags: Educação Financeira   |  fonte: Exame

Entenda a diferença entre os dois modelos: IR – Declaração Completa ou Simplificada e saiba escolher a melhor opção para você

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Mulher em frente a computador: Vale a pena preencher a declaração toda para que o programa da Receita indique o modelo mais adequado – Getty Images
Não é difícil escolher entre o modelo de IR – Declaração Completa ou Simplificada. Basta calcular se as despesas que podem ser deduzidas excedem 20% dos seus rendimentos ou passam de 15.197,02 reais, valor válido para a declaração de 2014. Se sim, vale a pena preencher a declaração completa para ganhar um desconto maior.
Quanto mais gastos dedutíveis houver, menor será a renda tributável e menor será o montante sobre o qual incidirá a alíquota de imposto de renda – lembrando que os gastos dedutíveis são as despesas pagas durante o ano que podem ser abatidas da base de cálculo do imposto.
Caso contrário, o contribuinte sai no lucro com o modelo simplificado. Afinal, a opção pelo abatimento único de 20% – limitado ao teto de 15.197,02 reais – substitui todos os descontos previstos na legislação.
Geralmente, quem possui apenas uma fonte de renda, nenhum dependente e poucos gastos com educação e saúde, encontra mais vantagem com a declaração simplificada. É o caso de jovens em início de carreira, que não têm filhos e não recebem salários muito altos.
Por outro lado, quem ganha mais de 75.985,10 reais por ano (cerca de 6.300 reais por mês), vai abater menos de 20% da renda tributável se optar pela simplificada, pois não poderá deduzir mais que o valor limite de 15.197,02 reais. Por isso, o modelo completo será mais vantajoso.
Quase todos os contribuintes podem escolher entre o modelo simplificado ou completo. Apenas são obrigados a optar pela declaração completa produtores rurais que têm prejuízo a compensar e contribuintes que queiram compensar o imposto já pago no exterior.
Preencha toda a declaração antes de escolher
Mesmo que você tenha uma ligeira ideia de qual modelo é melhor para você, vale a pena preencher toda a declaração, detalhando os gastos dedutíveis.
Ao fazer isso, antes de finalizar o processo e gravar a declaração, o programa da Receita apresenta um quadro comparativo dos dois modelos e você não corre o risco de optar por um modelo que seja menos vantajoso de acordo com os seus gastos e receitas.
Vale ressaltar que apenas as despesas que tiverem comprovação poderão ser lançadas para dedução. Caso não haja comprovante, o contribuinte corre o risco de cair na malha fina.
Portanto, mesmo ao preencher a declaração para testar qual modelo vale mais a pena é importante lançar apenas os gastos com comprovante, já que essa será a forma mais confiável de saber qual a melhor opção.
Entenda seus direitos
Para fazer a escolha certa é essencial ficar por dentro de todos os benefícios tributários a que você tem direito. Por exemplo, alguns autônomos não sabem que têm direito à dedução dos gastos do livro-caixa, optam pelo modelo simples e pagam mais imposto do que o necessário.
O livro-caixa permite que os profissionais que não trabalham em regime de CLT possam abater todos os gastos com aluguel, água, luz, telefone, material de expediente ou de consumo.
Além das despesas com a manutenção do consultório, um dentista, por exemplo, pode lançar o material que utiliza nas consultas, além de gastos com congressos, revistas e livros, desde que possam ser comprovados com notas e se relacionem com o exercício da profissão.
Quem é freelancer e trabalha em casa também conta com o benefício. Neste caso é permitido deduzir um quinto das despesas residenciais, exceto com reparos, conservação e recuperação do imóvel. Na cesta de descontos, podem ser calculados os gastos com aluguel, energia, água, gás, impostos e condomínio. Telefones só entram na conta em caso de assinatura comercial.
Quem recebe de pessoa física pode deduzir as despesas do livro-caixa mensalmente lançando-as no programa Carnê-Leão, que já calcula a dedução automaticamente. Se receber apenas de pessoa jurídica, essa dedução terá de ser feita na hora de preencher a declaração e o contribuinte provavelmente terá imposto a restituir.
Gastos dedutíveis
Confira a seguir um resumo dos outros gastos que podem ser deduzidos pelos contribuintes que optam pela declaração completa:
Educação
Limite de 3.230,46 reais por contribuinte ou dependente em despesas com ensino técnico, fundamental, médio, superior, pós-graduação, mestrado e doutorado. Materiais e atividades extracurriculares, como escolas de línguas ou cursinhos preparatórios, não entram na lista.
Dependentes
Abatimento limitado a 2.063,64 reais por dependente.
Previdência
O contribuinte pode reduzir toda a contribuição destinada ao INSS em 2013. Também é possível abater o dinheiro investido na previdência privada complementar (PGBL) e em fundo de pensão oferecido pelo empregador com o propósito de previdência, observado o limite de 12% da renda tributável. É importante ressaltar que no caso da previdência privada, o IR não deixará de ser cobrado: a mordida do Leão será apenas postergada para a data de resgate do plano.
Saúde
É permitido deduzir todas as despesas médicas, de qualquer valor, para o contribuinte e seus dependentes: gastos com plano de saúde, consultas com médicos e dentistas, terapias, exames, cirurgias e até próteses dentárias e ortopédicas.
INSS de empregado doméstico 
Limitada a um empregado doméstico por contribuinte, desde que o trabalhador tenha carteira assinada. O abatimento máximo é de 1.078,08 reais. Além de não exceder o limite de abatimento, a dedução não pode ser maior do que 6% do imposto devido.
Doações com incentivos fiscais
Limite de 6% sobre o imposto devido para o somatório de doações aos fundos da criança e do adolescente, aos fundos de amparo ao idoso e de doações feitas a projetos aprovados pelo governo segundo a Lei Rouanet, a Lei do Audiovisual ou a Lei do Esporte.
Quem não tiver atingido o limite global de 6% do IR pode, ainda em 2014, doar até 3% do IR devido para fundos da criança e do adolescente diretamente na declaração, até 30 de abril. Doações para projetos aprovados no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas) e do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) têm limite de 1% do IR devido cada um, fora do limite global de 6%.
Pensão judicial
Todo valor estabelecido judicialmente pode ser deduzido, mas contribuições informais são consideradas mesadas e não entram nos critérios de dedução.
Fonte: Exame – Priscila Yazbek
OBS.:
Na realidade o próprio Programa da Declaração da Receita Federal no campo Opção pela Tributação (lado esquerdo e embaixo) mostra o Imposto a pagar e você deve fazer a opção mais vantajosa:
  • Por deduções Legais (Completa)
  • Por desconto simplificado