quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O desmonte da segurança pública no RS já é visível a olho nu.




O governador Tarso Genro e até o comandante da Brigada tratam com tiradas filosóficas e ideológicas o descalabro que tomou conta da área gaúcha da segurança pública.

. Não é o que quer ouvir a população, que prefere mais ação e menos discurso.

. Este é um caso perdido a curto prazo, porque o atual governo está com pouca munição e bate em retirada.
. O que sobra para a população desprotegida é arrancar compromissos formais dos candidatos ao governo do Estado, para que eles digam exatamente o que farão durante seus quatro anos de mandato.

. Uma alternativa necessária é leva-los até instâncias como OAB, Ajuris e MJDH, para que ali alinhem seus programas de governo para a área de segurança pública.

. No momento, estamos todos órfãos no RS, porque o atual governo estadual já deu o que tinha que dar.

. Clique no comentário a seguir, intitulado: O desmonte da segurança pública no RS já é visível a olho nu.

Rio Grande do Sul ocupa o último lugar no ranking nacional de investimentos em educação

Blog do Políbio Braga

O site www.zerohora.com.br,em reportagem assinada por Carlos Etchjichjury e Marcelo Gonzatto,  informa que relatório do MEC aponta que a proporção das receitas do Estado destinadas à área está abaixo do determinado em lei. O RS está em último lugar no Brasil. É o Estado na pior situação. As revelações comprometem os discursos otimistas do governo estadual, que revela completo fracasso na área. Leia tudo:

O Rio Grande do Sul é o Estado brasileiro que menos investe em educação no país em comparação ao que arrecada, conforme indica um levantamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Os gaúchos aplicaram, na média de 2005 a 2010, o menor índice de receitas próprias no sistema de ensino. Enquanto o governo federal determina a aplicação de pelo menos 25% desses recursos para educar a população, descontados gastos com inativos, os rio-grandenses investiram um percentual médio de 18,79% no período.

. O relatório comparativo, elaborado pelo Sistema de Informações Sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) do FNDE, mostra que a proporção das receitas do Rio Grande do Sul destinadas à educação foi a menor do Brasil em 2007, 2008, 2009 e 2010 – ano em que apenas o Estado e o Rio Grande do Norte ficaram abaixo do patamar de 25%. Em 2005 e 2006, os gaúchos ficaram na penúltima posição, à frente apenas do Distrito Federal, que, posteriormente, quase dobrou o seu índice.
- Outra má notícia da área petista surgiu nesta quarta em Lajeado. A foto ao lado é de Rodrigo Martini. Leia:
A demolição de um dos prédios da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom Pedro I, a maior de Lajeado, no Vale do Taquari, provocou uma série de improvisações, como a utilização de banheiros para a sala de recursos e de orientação. A medida foi aprovada pelos representantes dos pais dos 600 alunos, em fevereiro de 2013

Vagas no comércio e na construção civil equilibram o mercado de trabalho

Embora tenha apresentado ligeira queda de 0,4% sobre dezembro último, o número de ocupados no mercado de trabalho, em janeiro, foi 0,5% superior a igual mês do ano passado, somando 18,838 milhões de pessoas no conjunto das seis regiões metropolitanas onde é feita a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Número de ocupados, em janeiro, foi 0,5% superior a igual mês do ano passado, segundo pesquisaMarcello Casal/Arquivo/Agência Brasil
No  primeiro mês do ano, foram suprimidos 68 mil postos de trabalho sobre o mês anterior, mas no total de desempregados houve um acréscimo menor, de 37 mil, porque nesse mesmo período um total de 31 mil pessoas desistiram de continuar a concorrer a uma vaga.
O levantamento – feito nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Salvador, São Paulo e do Recife – mostra que esse resultado foi influenciado por um comportamento mais concentrado na indústria, onde houve corte de 88 mil vagas, representando um recuo de 3% sobre dezembro.
Já no setor de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas ocorreu a criação de 17 mil oportunidades de trabalho, com alta de 0,5%, enquanto na construção surgiram 39 mil postos, ou 2,6% sobre dezembro. Esse saldo positivo equilibrou o mercado de trabalho.
Nos últimos 12 meses, até janeiro deste ano, foram criadas 96 mil ocupações. Só o setor de serviços ampliou as ofertas em 176 mil, a construção gerou 19 mil e o comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas aumentou o número de vagas em 9 mil . Mas a indústria de transformação andou na contramão, fechando 119 mil postos, um recuo de 4%.
No período acumulado de janeiro a janeiro, o nível de ocupação cresceu no Recife (2%); em Belo Horizonte (1,4%), Fortaleza (0,9%) e Salvador (0,6%). Houve queda em Porto Alegre (-0,5%) e ficou estável em São Paulo (0,1%).
Segundo o coordenador da pesquisa pela Fundação Seade, Alexandre Loloian, apesar de a região metropolitana de São Paulo ter tido ligeiro acréscimo na taxa de desemprego comparado a dezembro último, passando de 9,3% para 9,6%, esse foi o menor nível para um mês de janeiro desde 1991, quando havia atingido 9,9%. A menor da série histórica foi registrada em janeiro de 1990 (6,9%).
“É absolutamente normal ocorrer redução do emprego em janeiro [sobre dezembro] e a decisão das empresas em contratar pessoal sempre é mais fraca no primeiro quadrimestre”, observou Loloian. No caso do desempenho da indústria, ele avalia que a surpresa foi a magnitude dos cortes. As ofertas de emprego no setor caíram em torno de 5%, na comparação com a média de 2011.
Conforme acentuou o economista, o setor já vem há algum tempo se ressentindo da concorrência com a indústria estrangeira, já que o câmbio vinha favorecendo a entrada de artigos importados no país. Além disso, sofre o assombro do impacto vindo da atividade econômica em baixa na Argentina e na Venezuela.
Para a economista Ana Maria Belavenuto, do Dieese, o movimento de negócios associados às eleições e à Copa do  Mundo devem ajudar a manter saudável o quadro de emprego e renda. “Estou apostando que não vai piorar”.
O rendimento médio dos ocupados em dezembro sobre novembro, conforme último resultado disponível, ficou estável em R$ 1.661,00, e também não houve alteração no caso dos assalariados, com ganhos na média em R$ 1.664,00. Houve alta de 1%, em Belo Horizonte (1.832,00); em Salvador com 2,2% (R$ 1.208,00) e  no Recife 0,7% (R$ 1.191,00).  Em sentido oposto, caiu a renda média mensal em Fortaleza (-0,7%, para R$ 1.135,00); em São Paulo (-0,5%, para R$ 1.840,00 e Porto Alegre (-0,3%, R$ 1.779,00).

Como criar uma agenda que funciona

Se a sua agenda se tornou uma lista de tarefas que você nunca faz, essas dicas vão ajudar você a resolver o problema
Como criar uma agenda que funciona

Se a sua agenda se tornou uma lista de tarefas que você nunca faz, essas dicas vão ajudar você a resolver o problema

Uma agenda, ou uma lista de tarefas parece bem simples: listamos as tarefas que pretendemos realizar durante um determinado dia ou semana. E, realmente há poucas coisas mais satisfatórias do que as tarefas realizadas.
Mas, muitas vezes, nós acabamos nos sentido sobrecarregados e ineficaz. Isso acontece geralmente porque nós usamos as nossas listas como um lugar onde colocamos todas as tarefas que nos passam.
Em vez disso, nossa agenda deve ser proveniente de nossos objetivos maiores e incluem tarefas que nos movem em direção a esses objetivos.
É isso que defende o professor Robert C. Pozen, professor da Harvard Business School e membro sênior da Brookings Instituition. Pozen, autor de Extreme Productivity: Boost Your Results, Reduce Your Hours afirma que alguns ajustes simples podem fazer a sua agenda uma ferramenta de produtividade melhor.

#1. Faça sua agenda na noite anterior

Quando você tira alguns minutos para escreve a sua agenda na noite do dia anterior, você já sabe o que precisa fazer no dia seguinte, aconselha Pozen.
Para muitas pessoas, a parte da manhã é o momento de alta energia e ter a sua agenda atualizada em mãos significa que você aproveite todos os minutos, sem precisar descobrir o que precisa fazer.
Planeje a sua agenda no dia anterior.
Planeje a sua agenda no dia anterior.

#2. Qualifique as tarefas

Tudo o que vai em sua agenda deve atender a 2 critérios: deve ser algo importante que precisa ser feito – contra aquilo que realmente não precisa ser feito, ou que possa ser delegado a outra pessoa – e algo que tem de ser feito no mesmo dia.
Muitas vezes, nós enchemos nossa agenda com itens que não precisamos fazer ou que não precisamos fazer hoje.
Isso expulsa os itens mais importantes e podem resultar em trabalhar mais horas desnecessariamente. Se você se concentra nas tarefas importantes do dia, você passa as tarefas menos importantes para o dia seguinte.
Quando as pessoas não têm controle, eles passam por seus dias de forma passiva. Eles vão para as reuniões, eles respondem e-mail, e quando chegam ao final do dia, o que eles fizeram se resume a prioridade de outras pessoas, e não a sua própria.

#3. Atribua estimativas de tempo

Quer se trate de 5 minutos ou 2 horas, inclua uma estimativa de quanto tempo a tarefa irá demorar para ser concluída, recomenda Omar Kilani, co-fundador do aplicativo Remember the Milk.
Dessa forma, você vê o acúmulo de tempo das funções e tomar decisões realistas sobre o que você pode realmente encaixar em seu dia.

#4. Use colunas

Pozen divide a sua agenda em colunas. No lado esquerdo, ele faz uma lista cronológica das coisas que precisam ser feitas, como reuniões, teleconferências e compromissos.
No lado direito, ele lista o que ele espera conseguir fazer durante esses eventos, como chegar a um plano ou discutir um assunto particular.
Debaixo de sua lista cronológica que incluem itens que precisa ser feito naquele dia, mas não são atribuídos a nenhum horário ou momento específico.
Dessa forma, quando ele tem alguns minutos de inatividade, ele pode verificar a sua lista e ver quais as tarefas que ele precisa enfrentar para fazer melhor uso do tempo.
Crie cronologia das tarefas que precisam ser realizadas em ordem cronológica.
Crie cronologia das tarefas que precisam ser realizadas em ordem cronológica.

#5. Reavalie os itens adiados

O aplicativo Kilani permite que os usuários adiem suas tarefas, mas também mantém o controle dos dias de adiamento.
Se você está adiando repetidamente uma tarefa importante para o dia seguinte, você precisa entender porque está fazendo isso.
Ou a tarefa não é assim tão importante ou urgente e não deve estar na sua lista, ou há um problema que você precisa resolver para permitir que você consiga completar.
De qualquer maneira, é um sinal de que algo está errado.
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Este artigo foi adaptado do original, “5 Ways To Make Your To-Do Lists More Effective”, da FastCompany.


O imposto sobre serviços e a não incidência em obra sobre terreno próprio


Nos últimos dias foi noticiado por saite de grande respeitabilidade no meio jurídico, que “empresa que constrói em terreno próprio não paga ISS”, podendo tal notícia ser acessada no link (http://goo.gl/bgNiwf).
Em síntese, foi ali informado que determinada empresa de construção civil, autuada para o recolhimento de ISS decorrente de incorporação imobiliária direta efetuada para a construção de condomínio, promoveu ação que visa a desconstituição do lançamento alegando que não há prestação de serviços e sim a construção, por conta e risco, do proprietário incorporador, com a promessa de compra e venda dos adquirentes.
E a sentença foi favorável tendo sido afirmado: “no caso da incorporação direta, em que a construção é feita pelopróprio incorporador, que promete vender aos adquirentes as unidades autônomas,não pode haver a incidência do ISSQN. Ademais, a construção no caso não éatividade-fim, e sim atividade-meio, que não pode ser tributada.”
Efetivamente, não há qualquer razoabilidade na cobrança do ISS quando a construção é realizada pela própria empresa em imóvel próprio, não se enquadrando o referido serviço na atividade fim da empresa nessa hipótese.
Embora seja da competência dos Municípios a instituição de impostos sobre serviço de qualquer natureza (Constituição Federal, art. 156, inciso III), a verdade é que as leis municipais são muito semelhantes, verificando-se que constam idêntica previsão nas listas de serviços como fato gerador do tributo e assim redigidas:
“Execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes, inclusive sondagem, perfuração de poços, escavação, drenagem e irrigação, terraplanagem, pavimentação, concretagem e a instalação e montagem de produtos, peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços,que fica sujeito ao ICMS).”
Todavia, referido entendimento não é inédito e o Tribunal de Justiça do Estado e o Superior Tribunal de Justiça já tiveram a oportunidade de examinar a questão e as decisões seguiram o mesmo entendimento.
Perante o Tribunal de Justiça do Estado, destaca-se a apelação cível nº 70055326235, da 2ª Câmara Cível, relator Des. Almir Porto da Rocha Filho que afirmou: “Não se consuma o fato gerador do ISS quando o incorporador/construtor realiza a obra com recursos próprios e sobre terreno de sua propriedade, como no presente caso, não havendo serviço prestado a terceiro.”. Confirma tal entendimento a apelação cível nº 70050281385, da 2ª Câmara Cível, rel. Dr. Ricardo Torres Hermann, julgada em 25 de setembro de 2013.
 A questão já se encontra pacificada no Superior Tribunal de Justiça, destacando-se do acórdão dos Embargos de Divergência em Recurso Especial 884778/MT, rel. Min. Mauro Campbell Marques, 1ª Seção, julgado em 22/09/10, a seguinte passagem:
 “1. Na construção pelo regime de contratação direta, há um contrato de promessa de compra e venda firmado entre o construtor/incorporador (que é o proprietário do terreno) e o adquirente de cada unidade autônoma. Nessa modalidade, não há prestação de serviço, pois o que se contrata é “a entrega da unidade a prazo e preços certos, determinados ou determináveis” (art. 43 da Lei 4.591/64). Assim, descaracterizada a prestação de serviço, não há falar em incidência de ISS.
2. Ademais, a lista de serviços sujeitos ao ISS é taxativa, não obstante admita interpretação extensiva. Além disso, é vedada a exigência de tributo não previsto em lei através do emprego da analogia (art. 108, parágrafo único, do CTN). Desse modo, se a previsão legal é apenas em relação à execução de obra de engenharia por administração, por empreitada ou subempreitada, não é possível equiparar a empreitada à incorporação por contratação direta, para fins de incidência do ISS, como entendeu o acórdão embargado.”.
 Além da hipótese fática aqui examinada, isto é, a construção por incorporadora para venda de unidades futuras, poderíamos destacar que não deverá incidir o ISS quando se tratar de obra realizada em imóvel próprio para locação ou objeto de contrato de “built to suit”, que em livre tradução pode ser conceituado como a contratação da construção e/ou adaptação de determinado imóvel, normalmente para fins industriais e comerciais, para locação por longo período (entre 10 e 20 anos) e para construção de sede própria, entre outras.
Logo, esse entendimento do Poder Judiciário é plenamente favorável para a redução da já tão pesada carga tributária incidente sobre a indústria da construção civil, devendo ser utilizada como forma de ganho de competitividade no concorrido mercado imobiliário.
É como penso.
Autor: Sergio Eduardo Martinez (OAB/RS 32803)
sergioeduardo@martinezadvocacia.com.br
É permitida a livre reprodução de qualquer notícia, cuja fonte seja Martinez Advocacia, desde que a esta seja dado o crédito, informando o endereçowww.martinezadvocacia.com.br/blog.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

CHARGE DO J. BOSCO




Esta charge do J. Bosco foi feita originalmente para o

A CASA DOS FLINTSTONES – ELA EXISTE DE VERDADE



Sempre digo que é possível fazer a mesma coisa de formas diferentes. O que sua empresa faz de diferente para seus clientes? 
O desenho animado Flintstones, criado por Hanna-Barbera na década de 1960, seus personagens saem andando no seu carro movido por seus próprios pés, com seu chuveiro com a tromba de elefante, com sua casa de rocha de formas orgânicas na cidade de Bedrock, que nos remete a época das cavernas.
A luxuosa casa, localizada em Malibu, tem janelas de vidro e uma vista panorâmica de 360º para o Oceano Pacífico, Montanhas Boney, Ilhas do Canal, Vale Serrano e para a cidade de Los Angeles. A casa fica a poucos minutos da praia.
Encravada em uma rocha em um terreno de 9,3 hectares, a casa, pertencia ao apresentador Dick Clark, 82 anos, personalidade da TV americana e sua esposa Kari.
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