quarta-feira, 26 de setembro de 2012

7 LIÇÕES DA INFÂNCIA PARA QUEM DESEJA TER SUCESSO EMPREENDENDO


Vamos ver algumas características do tempo em que éramos crianças que podem nos ajudar no desenvolvimento de bons negócios

Você se lembra de como era quando criança? Não, né? Faz tempo que a vida ficou difícil, as responsabilidades vieram e você perdeu parte dessa criança que existia em você. Mas sempre em meus textos, e em meu livro, gosto de falar das crianças para exemplificar o empreendedor de sucesso. Vamos ver algumas características que devemos resgatar de nossa infância se quisermos ser empreendedores ou intraempreendedores de sucesso. Um vendedor de soluções, um empreendedor de vendas, ou seja, uma pessoa que acredita que é capaz, com sua atitude, mudar o futuro que se apresenta.
1º Buscava o que desejava (aprendizado, estudo e treinamento)
 Quando você era criança, buscava aquilo que tinha vontade. Mesmo sem ter os recursos necessários, como falar e andar, você dava um jeito, buscava uma forma de fazer-se entender e conquistar o desejo. Analisava as possibilidades, estudava os pontos e treinava até conseguir. Busque seu propósito, não desista.
2º Interesse (foco e prioridade)
 Você tinha uma forma especial de interesse. O mundo podia estar pegando fogo ao seu redor, mas você focava no objeto de seu interesse. Você não tentava fazer tudo, pois, naquele momento, o mais importante era o que você estava fazendo (naquele exato momento, o mundo era aquele momento). O restante ficava para outro momento. E empreendedor tem que ser assim, uma coisa de cada vez e cada coisa tem sua prioridade.
3º Curiosidade pelo entorno (pesquisa de mercado e de satisfação)
 Quando se deparava com algo desconhecido ou com outra pessoa, você tinha verdadeiro interesse, estudava e analisava aquela pessoa. Você não analisava nada com segundas e terceiras intenções, mas sim procurando algo entre vocês que pudesse ser compartilhado. Um brinquedo ou uma brincadeira. Você queria sempre somar, nunca diminuir. Quanto ao brinquedo, nem se fala, você talvez o desmontasse para entender como ele funcionava.
Você realmente se interessa pelos outros? Você conhece as pessoas do seu negócio? Você já desmontou (simbolicamente) seu negócio para entender melhor como ele funciona? Ou como poderia funcionar melhor?
4º Insistência (persistência)
Você não desistia com facilidade, não mesmo. Tentava, tentava e tentava. Mesmo quando tomava alguns tombos, você batia as mãos, levantava a cabeça e continuava. As vezes você até bufava de raiva ou chorava, mas sempre tentava novamente. E agora? O medo de cair está te parando?
5º Buscava os porquês (entendimento)
Você perguntava sobre as coisas até esgotar todas as perguntas. Era chato até, mas às vezes é preciso. Essa característica não deixava que você, por vergonha de parecer bobo ou inocente, não perguntasse as coisas. E agora, quantas vezes você deixa de perguntar algo para não parecer desconhecedor de algo? Como você pode oferecer soluções de qualidade aos seus clientes, sem conhecer todos os porquês deles?
6º Otimista (entusiasta)
Você acreditava sempre nas coisas, não sabia o que era pessimismo. Isso fazia com que você seguisse em frente sem muito tempo para reclamar. Além do mais você era um entusiasta, fazia com que as pessoas vibrassem com seu interesse pelo que você estava fazendo naquele momento. E agora, você consegue entusiasmar as pessoas quando fala de seus empreendimentos?
7º Desconhecido (inovar e diferenciar)
Você acreditava no impossível, o desconhecido não te assustava. Pelo contrário, o desconhecido te atraía. Você entrava literalmente de cabeça nas coisas. Só é possível inovar e diferenciar se você encarar o desconhecido, tentar novas formas e acreditar que é possível fazer melhor as coisas.
Ser empreendedor é isso. É ser um mestre no recomeçar. Um empreendimento que nasce é uma criança corporativa.
Por fim, quero deixar esse vídeo abaixo, no qual me inspirei para escrever este artigo:
Ricardo Veríssimo atuante na área de empreendedorismo e ligado a redes e conselhos sobre tema, desde 2003, quando recebeu o Selo Empreendedor Sustentável concedido pelo programa internacional LiveWire (no Brasil, Iniciativa Jovem) com a chancela da UNESCO. Faz parte da rede de empreendimentos sustentáveis Shell do Brasil e do Conselho de Jovens Empresários da FIRJAN.
 Preside desde 2007 sua empresa R Veríssimo Suporte e Tecnologia Ltda, que recebeu o Prêmio Top Of Business 2010, pelo seu destaque no mercado de tecnologia.
Estudou Administração de Empresas e Análise e Desenvolvimento de Sistemas; Palestra sobre empreendedorismo, é colunista do Site Webinsider, Articulista do Jornal Tribuna do Norte e outros diversos sites nacionais e internacionais.
Atuou nas áreas de Auditoria e Consultoria empresarial em empresas de nacionais e multinacionais de grande porte.
Voluntário em projetos sociais com jovens pela ONG Argilando e do Projeto Iniciativa Jovem SHELL/ CIEDS.
Lançou com grande sucesso no ano de 2012 o livro 20 Regras de Sucesso do Pequeno Empreendedor que tem sido muito bem recebido pela mídia em geral.

OS CRIMES ANTIGOS E OS SINAIS DE GUERRA


 

Em 13 de dezembro de 1937, depois de violentos ataques de artilharia, o exército japonês invadiu a cidade chinesa de Nanquim. Os prisioneiros militares e civis, todos desarmados, e alguns com suas mãos amarradas por cordas, foram fuzilados. Os militares chineses se haviam rendido sob a garantia de vida. Segundo os cálculos, de 200.000 a 300.000 morreram nas quatro semanas de chacina, da manhã à noite.

Dezenas de milhares de mulheres, muitas delas ainda meninas, foram estupradas antes do fuzilamento. Os japoneses criaram, em Nanquim, um governo fantoche, que durou até 1945, e foi eliminado com a derrota do Imperador. Foi um festim de sangue e de desonra. No fim da guerra, os dois chefes militares, que comandavam as tropas japonesas, foram julgados, por um tribunal de guerra do Oriente, e executados.

O massacre de Nanquim ficou na história como um dos mais nefandos crimes cometidos contra a Humanidade. Os chineses, conhecidos por sua memória histórica, guardam seu justo ódio até hoje contra os japoneses, que tentaram, desde então, desmentir o que fizeram. Há, no entanto, farto documentário sobre a chacina, nele incluídas centenas de fotografias, feitas pelos próprios japoneses e divulgadas no mundo inteiro.

Nos últimos dias surgiu novo conflito, por enquanto diplomático, entre as duas nações asiáticas. Em uma distância quase equivalente entre a China e o Japão há um conjunto de ilhas, disputadas historicamente entre os dois países. Elas são as Sendaku (em japonês) e Diahoyu (em chinês). Estavam sendo ocupadas por empresas privadas, e os chineses as deixaram de lado, ainda que na reivindicação permanente de sua soberania. Agora, o governo japonês moveu uma peça no tabuleiro, que se encontrava imóvel, ao comprar dos particulares o domínio sobre o pequeno arquipélago e colocar ali o marco de sua soberania. Imediatamente, a população chinesa reagiu contra as firmas japonesas que se estabeleceram em seu território, obrigando muitas delas a interromper suas atividades e repatriar seus executivos. 

O governo chinês advertiu, claramente, os Estados Unidos para que se mantenham alheios ao confronto, diante do oferecimento de Leon Panneta de intermediar o entendimento entre os dois países. E voltou a exigir que o Japão reconheça a sua soberania sobre as ilhas. Este é um sinal de perigo, mas há outros.

Em 1955, pouco antes de morrer, Ortega y Gasset fez uma conferência para administradores de empresas, em Londres. Propôs, ali, uma tese inusitada, a de que, provavelmente não haveria mais guerras no mundo. Se não houvesse mais guerras, como seriam resolvidos os grandes conflitos da História? Não há problema maior para o homem do que o da guerra e da paz. Alguns historiadores concluem que a Guerra de Tróia ainda não terminou. Outros, mais atentos à contemporaneidade, acham que, desde agosto de 1914, com o início do grande conflito bélico, vivemos uma “guerra civil mundial”. Os fatos demonstram que as guerras antigas, ainda que envolvessem coalizões e buscassem o equilíbrio de poder regional, nasciam de divergências entre duas nações. A partir de 1914, o que se encontra em jogo é o império mundial. E se trata de uma guerra civil porque não envolve somente as nações com seus exércitos, mas interessa aos povos, em luta por sua afirmação nacional e pela igualdade social interna. Os problemas se entrelaçam.

Depois de 67 anos sem guerra global, em um simulacro de paz – desde que as grandes nações não entraram em choque aberto – crescem os perigos de novo confronto internacional. Se a China e o Japão correm o risco de lutar por um pequeno conjunto de ilhas, os Estados Unidos correm o risco de ampliar sua intervenção militar no Oriente Médio, a pretexto do projeto nuclear do Irã.

Os atos de provocação – que sempre antecedem a sangueira – se multiplicam. Depois do nauseante filme que ofende a figura de Maomé, grupos radicais de judeus nos Estados Unidos divulgam – e nos ônibus urbanos de Nova Iorque – anúncio desafiador em que os muçulmanos são qualificados de selvagens e em que se prega a derrota da jihad, em favor de Israel.

Os confrontos latentes entre a Índia e o Paquistão e o mal-estar do regime de Islamabad com os atos militares dos ianques em seu território – entre eles a não muito clara caçada a bin Laden – mostram que o continente não está muito longe de um conflito. Ao mesmo tempo, os norte-americanos se encontram, a cada dia, mais enrascados no Iraque e no Afeganistão.

Se todos se preparam para o pior, é bom resolver com paciência os dissídios internos e planejar a defesa de nossa soberania, sem pânico, mas sem desídia.

Maranhão em transe



Sebastião Nery
Francisca era de Cururupu, no Maranhão, lá no norte do Estado, terra dos irmãos Frejat e dos irmãos Murilo e Antenor Barbosa Lima, então perdido fim de mundo sem estrada e sem luz elétrica, que só pelo rádio conhecia Vitorino Freire e José Sarney.
Francisca foi para o Rio, era empregada doméstica, na casa de José Edson Sampaio, diretor financeiro da Unimed (Previdência Privada) de Niterói. Na Copa, José Edson convidou os amigos para assistirem ao jogo Brasil x União Soviética. Uísque, tira-gosto e a alma gelada.
Eles torcendo, sofrendo, bebendo, e Francisca, entre a cozinha e a sala, servindo gelo e salgadinho. Daí a pouco, frango de Valdir Perez e os russos fazem o gol. Na sala, silêncio de tocaia. Francisca larga os pratos na mesa, dá um pulo e volta saltando para a cozinha, comemorando o gol dos soviéticos.
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COPA
Ninguém entendeu nada. José Edson ficou furioso:
– Você está maluca, Francisca? Quem fez o gol foram os russos, contra o Brasil, e você aí comemorando? Você é comunista, garota?
– Não sei o que é isso não. Mas não foi a Rússia que fez o gol? Lá em Cururupu me disseram que a Rússia é um lugar onde não tem fome.
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GLAUBER
O Maranhão continua sem ser a Rússia. E é um pesadelo nacional. Tem o menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, medido pela ONU) do País. De todos os Estados, ainda hoje, com 47 anos de dominação de Sarney sobre a política e a economia do Estado, é onde há mais fome no Brasil.
O gênio de Glauber Rocha viu isso logo depois de 1965, quando o jovem deputado José Sarney se elegeu governador anunciando a revolução do “Maranhão Novo”. Glauber foi lá fazer um documentário, viu a alma profunda do Maranhão em transe e anos depois se inspirou para fazer o clássico “Terra em Transe” sobre gente de carne e osso, contando a história de uma nova oligarquia que estava nascendo:
– Paulo Autran, conservador, velho líder absoluto, era Victorino Freire.
José Lewgoy, bigodinho bem cuidado, cabelo brilhantinado até a testa, contraditório, cada dia defendendo uma posição diferente, era Sarney.
Paulo Gracindo, sotaque gringo, era Alberto Aboud, dono de jornal, que Sarney, governador, comprou e mudou o nome para Estado do Maranhão.
Jardel Filho, jornalista, poeta, poliglota, era Bandeira Tribuzzi.
Joffre Soares, o padre sempre com Sarney, era o cônego Artur Gonçalves.
Quase 50 anos depois, o filme consagrado, Glauber já morto, o transe do Maranhão pouco mudou. Dono da principal TV (repetidora da Globo) e de rádio e jornal, e da alma política dos donos das outras duas TVs, Sarney foi, até há pouco, senhor de baraço e cutelo do Estado. Diz o povo que aqui ele só não conseguiu comprar três coisas: o Jornal Pequeno, a fábrica de papagaio de Manoel Caveira e o “Cuscuz Ideal”. O resto é dele ou dos dele.

TRE do Estado do Rio aprova candidatos de ficha suja, desde que sejam do PMDB ou da base aliada de Sergio Cabral.



Carlos Newton
Aqui no Blog da Tribuna, com a publicação  da denúncia de julgamentos contraditórios no Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro, para beneficiar candidatos do PMDB e da base aliada, começaram a surgir mais evidências desse favorecimento.
Citamos aqui o caso do candidato que lideras as pesquisas em Petrópolis, Rubens Bomtempo, que teve seu registro cassado pelo TRE, sob justificativa de que não conseguiu aprovação de suas contas junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), apesar de seus respectivos processos ainda estarem em tramitação, sem transitar em julgado.
Mostramos que o TCE fluminense está julgando com dois pesos e duas medidas, pois outros candidatos estão sendo aprovados, mesmo tendo suas contas rejeitadas no TCE e com processos já transitados em julgado.
 Queiroz foi aprovado…
É exatamente a situação do candidato do PMDB, Ricardo Queiroz, ex-prefeito de Maricá, que teve as contas reprovadas pela Câmara de Vereadores e foi condenado pelo TCE. Ele recorreu e vai disputar a prefeitura de Maricá, mesmo sendo comprovadamente ficha suja. Leia-se o que diz a decisão do TRE sobre Ricardo Queiroz:
“Todavia, não se pode olvidar que o impugnado, na qualidade de ordenador de despesas, nos autos dos processos n° 271932-0/03, 222656-9/05 e 217211-2/07, teve três contas rejeitadas, por decisão irrecorrível do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, tendo sido comunicado da decisão, conforme certidão do TCE de fls. 514/516. Frise-se que os recursos de reconsideração interpostos não foram conhecidos pelo TCE.”
“Decisão Plenária
Acórdão em 11/09/2012 – RE Nº 14534 JUIZ LEONARDO ANTONELLI
POR UNANIMIDADE, PROVEU-SE O RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. PUBLICADO EM SESSÃO.”
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CASO A CASO
A decisão do TRE é injustificável, porque o tribunal não está apresentando um padrão de conduta único, variando sua posição caso a caso, circunstância que abala a credibilidade dos julgamentos. Por exemplo, o candidato à Prefeitura de Itatiaia Almir Dumay (PR) teve seu pedido de registro indeferido pela 198ª Zona Eleitoral, porque suas contas foram rejeitadas em decisões irrecorríveis do Tribunal de Contas do Estado, datadas de 2009 e de 2010.
Dumay figura como réu em mais de 15 ações civis públicas propostas pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e também não apresentou certidão de antecedentes criminais, condição de elegibilidade prevista pela Resolução 23.373/11 do Tribunal Superior Eleitoral. Mesmo assim, acabou tendo sua candidatura confirmada pelo TRE.
Ou seja, candidato ficha suja é permitido, desde que seja do PMDB ou da base aliada do governo Sergio Cabral.

Charge do Duke (O Tempo)



Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)



CRÔNICA Cartas de Berlim: Ela tentou dar fim aos tiranos de uma geração



Lembra na época das nossas avós, quando nascia um bebê e nenhum dos pais sabia o que fazer e recorriam às irmãs, tias, avós e toda a linhagem de mulheres da família?
Então, ao que parece ninguém mais liga para essas mulheres. Todos os pais procuram informações na Internet (You Tube é a nova avó) e nos benditos livros de auto-ajuda para pais desesperados. Existem, porém, livros-bíblias que em determinadas gerações foram tão importantes quanto aquelas mulheres. E é sobre um deles que vou falar agora.
Era uma vez Johanna Haarer, uma médica de Munique nascida em 1900, não na Alemanha, mas sim na Áustria. Mãe de cinco e, claro, com experiência maternal suficiente para dar palestras no TED, escreveu em 1934 “o” best-seller (veja bem, era período entre guerras) da auto-ajuda paternal. Este teve sua última edição publicada em 1987 e vendeu 1,2 milhao de exemplares.
Chama-se “Die deutsche Mutter und ihr erstes Kind” (“a mãe alemã e seu primeiro filho”) e influenciou no mínimo as duas gerações que vieram a seguir com sua revolucionária técnica cujo lema era: seu filho é seu inimigo, então trate-o como tal.
Segundo Haarer, seu filho é, a princípio, um terrorista, um tirano egocêntrico que por meio de berros e choros tenta o tempo todo manipulá-la. Não caia nesta armadilha! Desde o nascimento, mamadas a cada 4 horas (e olhe lá!) e 8 horas de sono ininterruptas (para você, pois seu filho pode e deve se esgoelar no quartinho dele).
Seu bebê recém-nascido começa a chorar no berço? Segue o conselho da Frau Haarer: “Aí, querida mamãe, seja firme. Só não comece a tirar o pequeno do berço, a balançá-lo, a carregá-lo ou deixá-lo no colo. Que dirá dar de mamar!”
E ameaça: “O bebê reage rápido. Depois de pouco tempo no mundo, ele já comeca a exigir sua presença como se fosse um direito e não dá mais paz até ser carregado de novo. E aí é tarde, o ‘Haustyrann ist fertig’ (o tirano da casa já está formado).
Mais algumas dicas espertas: evite contato visual com seu filho ao amamentar, evite mostrar reações de felicidade. Todas as bases da ideologia “endureça o seu filho desde já” estão ali.


Bem, hoje este livro, um clássico da categoria, é mais uma daquelas anedotas históricas. Mas eu espero honestamente que a senhora esteja descansando em paz, Frau Haarer.
Desde que meu filho nasceu, encarava com a devida cautela conselhos na linha do “não põe muito no colo” ou “deixa chorar que faz bem pro pulmão”, etc. Ontem, ao ler uma revista velha, achei esta matéria contando a história de Johanna Haarer, a responsável por toda a ideologia do frühes abhärtung!
Ei doutor, não preciso mais de seus serviços!

Tamine Maklouf é jornalista e ilustradora nas horas vagas. Mora na Alemanha desde agosto de 2009, onde se encontra na “ponte terrestre” Dresden-Berlim. De lá, mantém o blog www.diekarambolage.wordpress.com