A empresa israelense Carmor Integrated Vehicle Solutions apresentou um veículo tático leve, o “Mantis”, que tem um design ergonômico único e possui várias camadas de proteção para defender seus tripulantes contra cinética, explosivo e ameaças nucleares e bioquímicas. Além disso, ele é bastante modular e oferece várias configurações, podendo carregar três, cinco ou oito passageiros. Os veículos podem ser equipados com sistemas adicionais de vigilância e de visão noturna, e uma área de torre onde se pode montar um lança-mísseis, morteiro ou metralhadora pesada. A Carmor vai exibir o “Mantis” na exposição de defesa “Eurosatory”, em Paris.
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quinta-feira, 14 de junho de 2018
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Empresa israelense cria tecnologia que permite rodar 1600 Km de carro apenas com água
Você já imaginou abastecer o seu carro com água e ter uma autonomia de 1600 Km? A empresa israelense Phinergy criou uma tecnologia para carros elétricos que permite que esse sonho se torne realidade. Trata-se de uma bateria equipada com placas de alumínio abastecida por água destilada, que passa por um processo químico capaz de produzir o combustível final, o óxido de alumínio hidratado. A equação química é de quatro átomos de alumínio para três moléculas de oxigênio e seis de água.
De acordo com o CEO da Phinergy, Aviv Tzidon, cada placa de alumínio pode fornecer a energia necessária para percorrer 36 km. A bateria instalada no carro de teste, um Citroën C-zero, possui 50 placas desse tipo. O peso total do conjunto é de apenas 25 kg. A tecnologia chega a ser dez vezes mais eficiente que uma bateria de íons de lítio, que oferece a autonomia de 160 km, como demonstrou o ensaio com o C-zero abastecido com água destilada. A previsão é de que o dispositivo esteja disponível comercialmente em 2017.
Fonte: Cambici.
Fonte: Cambici.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Crânio pré-histórico pode ser peça-chave do puzzle da história humana
Um fragmento de crânio encontrado no Norte de Israel está a permitir perceber melhor uma fase crucial da história dos primeiros humanos na altura em que a nossa espécie saiu de África à conquista de outras partes do mundo, afirmam cientistas liderados pelo antropólogo Israel Hershkovitz, da Universidade de Telavive. Os seus resultados foram publicados na revista Nature com data de quinta-feira.
Trata-se da parte superior do crânio (ou seja, sem face nem maxilares) e foi desenterrada na gruta de Manot, na Galileia Ocidental. As técnicas de datação permitiram determinar que o crânio tem cerca de 55.000 anos de idade, ou seja que data de um período em que se pensa que elementos da nossa espécie estavam a emigrar de África.
Ainda segundo estes cientistas, as características do crânio sugerem que terá pertencido a um parente próximo dos primeiros Homo sapiens (que, mais tarde, colonizariam a Europa). Por isso, a equipa considera que o crânio representa a primeira prova concreta de que o Homo sapiens viveu naquela região ao mesmo tempo que os neandertais.
Para Hershkovitz, o crânio é “uma peça importante no puzzle da grande história da evolução humana”. Terá pertencido a uma mulher, embora não seja possível dizer ao certo.
Com base na genética, já se pensava que a nossa espécie e os neandertais terão procriado aproximadamente durante o período representado pelo crânio. É por isso que todas as populações de origem euroasiática ainda são portadoras, no seu genoma, de ADN de neandertal.
“Temos aqui a primeira prova fóssil directa de que os humanos modernos e os neandertais viveram na mesma área ao mesmo tempo”, diz o co-autor e paleontólogo Bruce Latimer, da Universidade Case Western Reserve (EUA). “A coexistência destas duas populações numa região geográfica confinada, aliada ao facto que os modelos genéticos indicarem que houve cruzamento entre as duas espécies, abona em favor da ideia de que esse cruzamento ocorreu no Levante”, diz Hershkovitz.
Os neandertais, robustos e de sobrolho maciço, prosperaram na Europa e na Ásia há uns 350.000 a 40.000 anos, tendo-se extinguido pouco depois da chegada dos Homo sapiens. Quanto à nossa espécie, os especialistas pensam que terá surgido há uns 200.000 anos em África, tendo mais tarde migrado para outros locais.
A gruta de Manot situa-se à beira da única rota terrestre que os antigos humanos poderiam ter percorrido para viajar de África até ao Médio Oriente, Europa e Ásia. Permaneceu vedada durante 300.000 anos e foi descoberta em 2008 durante a construção de canalizações de esgoto. Armas de caça, conchas perfuradas, talvez usadas como ornamentos, e ossos de animais já foram desenterrados na gruta juntamente com outras ossadas humanas.
Fonte: Público
O crânio encontrado na gruta de Manot
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
PNEUS REVOLUCIONÁRIOS, por Magu
26/12/2013
Meu irmão me manda notícia surpreendente.
Estão circulando por aí sem ar! Para quem não acreditava que fosse possível neste século, a previsão é para rodarem ainda em 2014, nos EUA. Novos pneus, nova concepção, nova tecnologia. Surpreendente. Até assustador. Fabricados na Carolina do Sul, EUA, pela francesa Michelin. Não necessitam de ar. Um modelo não necessita mais de aro metálico. Será deformável e não quebrará. Estas são imagens reais tiradas na fábrica da Michelin. Impacto que sofrerá a tecnologia existente:
Estão circulando por aí sem ar! Para quem não acreditava que fosse possível neste século, a previsão é para rodarem ainda em 2014, nos EUA. Novos pneus, nova concepção, nova tecnologia. Surpreendente. Até assustador. Fabricados na Carolina do Sul, EUA, pela francesa Michelin. Não necessitam de ar. Um modelo não necessita mais de aro metálico. Será deformável e não quebrará. Estas são imagens reais tiradas na fábrica da Michelin. Impacto que sofrerá a tecnologia existente:
sem aro metálico
1. Sem válvulas de ar…
2. Sem compressores de ar em postos de gasolina…
3. Sem kits de reparo…
4. Sem calibragens…
5. E sem borracharias!
6. Mano, aonde vão pendurar os calendários das “gostosas”?
2. Sem compressores de ar em postos de gasolina…
3. Sem kits de reparo…
4. Sem calibragens…
5. E sem borracharias!
6. Mano, aonde vão pendurar os calendários das “gostosas”?
com aro metálico
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