sábado, 15 de fevereiro de 2014

MERCADO IMOBILIÁRIO MIRA EM “CIDADES-DORMITÓRIO”


A demanda de pessoas que trabalham em capitais e estão à procura de moradia nas proximidades atrai construtoras às “cidades-dormitório”, como são conhecidas pela proximidade. A MZM Incorporadora e Construtora prevê multiplicar os negócios este ano, depois de adquirir terrenos próximos à capital paulista. A empresa projeta obter Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,8 bilhão este ano, ante os R$ 400 milhões de 2013. “As pessoas procuram cidades vizinhas com custos mais interessantes. Elas querem morar perto e trabalhar em São Paulo”, estima Francisco Magnani, presidente da MZM – que atua no ABC Paulista, além de Barueri, Mauá, Diadema, Carapicuíba, Guarulhos, Osasco, Piracicaba e Ribeirão Preto.
Na visão de Magnani, a perspectiva de bolha imobiliária no País é distante. “Onde atuamos, com imóveis de R$ 300 mil a R$ 500 mil, não existe especulação”.
Raphael Scamilla, presidente da Redpar Empreendimentos, do Vale do Paraíba concorda: “A bolha só acontece quando você tem um sistema de concessão de crédito irresponsável. Não é o caso do Brasil”. A Redpar teve VGV de R$ 35 milhões em 2013 e espera chegar à casa dos R$ 60 milhões este ano. “A cidade cresce e automaticamente demanda imóveis”.
Publicado originalmente no DCI

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