sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O STF e a subversão Constitucional



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hélio Duque

No triângulo isósceles dos poderes, o Legislativo ocupa o vértice superior, ficando o Executivo e o Judiciário na escala secundária. No Brasil, nos últimos anos, essa realidade constitucional foi subvertida. Quem majoritariamente vem legislando é o Executivo, através as medidas provisórias e o Judiciário pela judicialização da política. O que leva muitos ministros das cortes superiores a invadir as prerrogativas do poder legislador.

A ignorância jurídica da maioria dos deputados federais e senadores deixam o campo aberto para que a subversão constitucional se consolide. No STF (Supremo Tribunal Federal) alguns dos seus ministros acham-se deuses do Olimpo no comportamento afrontador da democrática separação dos Poderes. Muitos violam a Constituição, de quem seriam os guardiões, para com verborragia digna de Odorico Paraguaçu, afirmar como fez o ministro Luiz Fux: “direito é o que os tribunais dizem.”
                  
A exótica interpretação levou o ministro Gilmar Mendes a contestar: “O Supremo não faz do quadrado redondo”. O afrontamento dos Poderes republicanos vem sendo verdadeiro suicídio institucional, principalmente pelos três ministros cariocas Luiz Fux, Marco Aurélio e Luís Roberto Barroso. No final do ano passado, o primeiro cassou, por liminar, decisão soberana do plenário da Câmara dos Deputados, numa atitude irresponsável ao fundamento constitucional da independência dos Poderes, sob a falsa alegação de os parlamentares não poderem alterar projeto de lei de iniciativa popular. Nem ele nem nenhum ministro do Supremo tem essa faculdade de cassar a soberania constitucional de uma das casas do Congresso Nacional. Certamente, o plenário do STF, por respeito à democracia representativa, deverá sepultar a seu devaneio jurídico.
                  
O segundo, ministro Marco Aurélio, por ação monocrática de uma liminar, resolveu cassar o presidente do Congresso Nacional do exercício da sua função, violando a legalidade sem poder citar um único artigo da Constituição em que se baseava na afronta. Levado a plenário do STF, teve sua disparatada liminar derrotada. Fez mais: determinou, ignorando jurisprudência do STF, que o presidente da Câmara desse início à tramitação do processo de impeachment do Presidente da República. Determinação ignorada pelo legislativo.
                  
O terceiro, ministro Luís Roberto Barroso a um só tempo legislou sobre a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação e concomitantemente considerou inconstitucional as vaquejadas, certamente para proteger o rabo da vaca que poderia ser danificado naquelas pelejas. Proteger o rabo da vaca é mais transcendental do que o feto humano. Fez mais ao afirmar: “O Supremo desempenha em certas circunstâncias um papel representativo. As cortes constitucionais de todo mundo devem desempenhar um papel de vanguarda iluminista, que é o de fazer a história em determinadas situações civilizatórias quando o processo político majoritário não tenha sido capaz de fazê-lo”. Inacreditável na sua audácia o ministro. Já a ministra Carmen Lúcia, ao assumir a presidência do STF, na presença dos presidentes do Executivo e do Legislativo, em rasgo demagógico, iniciou seu discurso dirigindo-se à “Sua Excelência, o Povo”. Infelizmente nas sentenças prolatadas naquela Corte, a grande vítima é o povo brasileiro.
                  
Na história republicana o STF sempre se marcou por estrita submissão ao Executivo. Em 1892, no governo autoritário de Floriano Peixoto, com as prisões entupidas de oposicionistas, Rui Barbosa impetrou no Supremo “habeas corpus” para soltá-los. Floriano advertia que, se aprovado, quem amanha daria habeas corpus aos ministros do Supremo. Por 10 votos  a um, Rui Barbosa foi derrotado. Em 1938, na ditadura do Estado novo, com as prisões lotadas de políticos de oposição, o deputado João Mangabeira teve “habeas corpus” empatado no voto dos ministros, o presidente do STF, ministro Barros Barreto, desempatou contra o réu.

O escândalo jurídico na época foi tanto que o Supremo Tribunal Militar interveio e concedeu “habeas corpus”. Nesse mesmo ano, a alemã Olga Benário, mulher do líder comunista Luis Carlos Prestes, foi julgada pelo Supremo e devolvida à Alemanha nazista onde morreriam na câmara de gás. A literatura antigetulista registra que o responsável pela extradição foi Getúlio Vargas, que poderia ter concedido o indulto. Um sofisma.
                  
Em tempos mais recentes, o STF foi silente, quando na década de 60, os autoritários no poder expulsaram os ministros Hermes Lima, Victor Nunes Leal e Evandro Luis e Silva. Em 1974, meu saudoso amigo e deputado federal Francisco Pinto, no governo Geisel, condenou a presença do general Augusto Pinochet no Brasil. O STF, submisso ao governo, cassou o seu mandato parlamentar e o condenou a seis meses de prisão cumprida em quartel militar de Brasília.
                  
Hoje o STF é um tribunal despido, pelo ego mastodômico da maioria dos seus integrantes, da responsabilidade de arbitrar os conflitos da vida nacional, ao contrário, é um gerador de conflitos. Foi feliz o constitucionalista Ivar Hartmann, coordenador do Projeto Supremo em Números, quando afirma: “Na escalada de tensão entre Congresso e Supremo, a busca pelo protagonismo institucional pessoal é apenas um agravante. A raiz do problema é ausência de mecanismos para responsabilizar ministros do Supremo por seus excessos – não há accountability”.


Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.

A Nova Polícia da Sharia na França

  • As instituições francesas estão sacrificando uma liberdade pela outra? O princípio da igualdade entre homens e mulheres está sendo sacrificado em nome da liberdade religiosa (Islã) para que ela possa impor seus ditames sobre a sociedade francesa?
  • Caso haja alguém que ainda não percebeu que o código de vestimenta islâmico é o cavalo de Troia da jihad islâmica, vai aprender rapidinho.
  • Já faz anos que os "big brothers" têm obrigado suas mães e irmãs a usarem véus ao saírem de casa. Agora que esta fase está concluída, eles começaram a importunar as mulheres não muçulmanas que usam shortinhos e saias − já não somente nos sensitivos enclaves muçulmanos, as tais "zonas proibidas" dos bairros mais afastados, onde as mulheres já não se atrevem a usar saias − mas agora também no coração das grandes cidades.
  • Ao que tudo indica, muitas pessoas não sabem que no coração de Paris, um muçulmano pode insultar uma mulher por ela beber um refrigerante na rua e que ele é atendido primeiro nas lojas, antes das mulheres.
  • Muitos evidentemente ainda não sabem que o Islã é uma religião e um movimento político em guerra com o Ocidente − com a flagrante intenção de subjugar o Ocidente. O que deve ser respondido à altura. O problema é que toda vez que é respondido à altura, os extremistas muçulmanos se apressam em se proteger sob a égide da liberdade religiosa.
O Conselho de Estado, o tribunal de última instância da França, decidiu que, para que haja liberdade de religião, o burquíni não pode ser proibido. A princípio a decisão parecia fazer sentido: por que as pessoas deveriam ser proibidas de usarem o que bem entendessem e quando o assim desejassem? Entretanto, o que não salta aos olhos agora é que o mal virá depois.
Caso haja alguém que ainda não percebeu que o código de vestimenta islâmico é o cavalo de Troia da jihad islâmica, vai aprender rapidinho.
Exemplos de alguns incidentes recentes:
7 de setembro. Guingamp, Bretanha, uma menina de 17 anos usando shortinho foi espancada por um homem que considerava a sua roupa "provocante demais". A despeito do agressor ter fugido, a polícia não tem a menor ideia de quem ele é ou qual seu background, isto já é um presságio do que está por vir.
7 de setembro. Em Toulon, sul da França, duas famílias estavam em uma ciclovia quando foram insultadas por uma gangue de 10 "jovens" (a imprensa francesa usa a palavra "jeunes" (jovens) como eufemismo para não usar as palavras árabes ou muçulmanos). De acordo com o promotor público local, os "jovens" gritaram "putas!" e "peladas" em direção das mulheres. Quando seus maridos se manifestaram, os "jovens" foram para cima deles e começou a confusão. Um dos maridos ficou inconsciente e com múltiplas fraturas faciais.
A princípio foi registrado que o que motivou o ataque foram os shortinhos que as mulheres estavam usando, mas na realidade as mulheres não estavam de shortinhos e sim de leggings.
19 de julho. Em um resort em Garde-Colombe (nos Alpes), um marroquino esfaqueou uma mulher e suas três filhas, ao que tudo indica, porque elas estavam usando roupas chamativas. Uma das meninas ficou gravemente ferida. Mohamed, o agressor, diz que a "vítima" é ele, porque segundo ele, o marido da mulher esfaqueada coçou a virilha na frente da sua esposa. Segundo o procurador, "o marido da vítima não lembra ter feito tal gesto."
7 de julho. Em um acampamento de lazer e entretenimento em Reims no leste da França, circulou um aviso pedindo aos pais para que evitassem que suas filhas usassem saias devido à conduta imprópria de meninos com idades entre 10 e 12 anos. Uma das mães publicou o aviso no Twitter e fez o seguinte comentário no Facebook: "obviamente não passou pela cabeça deles que não são as meninas pequenas que devem adaptar seus vestidos por causa dos importunadores maiores e sim que esses importunadores maiores devam ser educados? "
No início de junho Maude Vallet de 18 anos foi ameaçada e levou uma cuspida de um grupo de meninas em um ônibus em Toulon porque ela estava usando um shortinho. Ela postou uma foto de si mesma no Facebook com os seguintes dizeres: "olá, eu sou uma puta". A postagem foi compartilhada por mais de 80.000 pessoas. As agressoras eram meninas muçulmanas, mas Maude, de acordo com os "politicamente corretos" que acreditam que "intavcoi" (isso nada tem a ver com o Islã), não quiseram revelar sua origem étnica.
22 de abril. Nadia, uma menina de 16 anos de idade usando saia, foi brutalmente espancada em Gennevilliers, um bairro mais afastado de Paris, por três meninas que, ao que tudo indica, eram muçulmanas.

Captura de vídeo da nova polícia da sharia na França. Esquerda: em Toulon, Maude Vallet de 18 anos foi ameaçada e levou uma cuspida de um grupo de meninas muçulmanas em um ônibus em Toulon porque ela estava usando um shortinho. Ela postou uma foto de si mesma no Facebook com os seguintes dizeres: "olá, eu sou uma puta". Direita: em um resort em Garde-Colombe, um marroquino esfaqueou uma mulher e suas três filhas em 19 de julho, ao que tudo indica, porque elas estavam usando roupas chamativas.

Casos como esses foram divulgados de forma estrondosa em todos os tipos de mídia, tanto oficiais quanto sociais. Ironicamente, nenhum desses incidentes chamou a atenção internacional e a indignação como o incidente do burquíni em Nice: uma mulher, aparentemente muçulmana, estava sozinha deitada na areia da praia sem nenhuma toalha, nenhum livro, sem guarda-sol, sem óculos, sem marido (nem irmão nem pai) para "protegê-la" do sol escaldante do meio-dia, perto de um posto policial − e um fotógrafo estava por perto, de prontidão, para tirar fotos dela rodeada por quatro policiais. Quem os alertou? A mulher foi multada e provavelmente instruída a tirar algumas das roupas na praia. Fotos do incidente foram publicadas em primeira mão em 23 de agosto pelo jornal Daily Mail e em poucos minutos viralizaram nas redes sociais, provocando indignação internacional contra esses franceses aparentemente racistas, que discriminam mulheres árabes inocentes. Uma semana depois, no entanto, o Daily Mail aventou a possibilidade de o incidente poder muito bem ter sido "encenado" e as "fotos poderem ter sido EDITADAS".
De modo que a verdadeira questão é: será que os islamistas na França estão agora usando fotos e vídeos, da mesma maneira que os palestinos o fazem contra Israel, ou seja, filmar e divulgar situações fraudulentas e encenações com o objetivo de provocar indignação global em relação às pressupostas pobres e coitadas "vítimas" muçulmanas - principalmente as mulheres que são supostamente "discriminadas" na França?
Se fraudes e montagens para fins de propaganda forem permitidas de continuar, os fraudadores vencerão uma grande guerra.
"Na guerra que o islamismo está protagonizando com determinação contra a civilização, as mulheres estão se tornando um problema real," enfatizou Berenice Levet, autora e professora de filosofia na École Polytechnique para o diário Le Figaro.
Ela acrescentou:
"Em vez de gerar números que dizem ao mesmo tempo tudo e nada, eu quero que seja reconhecido de uma vez por todas que se hoje os papéis dos gêneros estão sendo forçados a regredir na França, se a dominação e o patriarcado estão se espalhando em nosso país, estes fatos estão relacionados exclusivamente à importação de valores muçulmanos."
Ironicamente, naquele momento, Laurence Rossignol, Ministra da Família, Juventude e Direitos das Mulheres da França, decidiu gastar dinheiro público em uma campanha publicitária contra o "sexismo corriqueiro" − o suposto sexismo de todos os franceses contra mulheres, suposta e eternamente vitimizadas. Mas não houve nenhuma palavra na campanha sobre a possível vitimização ou sobre o resultado em potencial da crescente proliferação das burcas, véus e burquínis com respeito às mulheres muçulmanas.
Ao comentar a campanha publicitária, Berenice Levet ressaltou:
"Laurence Rossignol deveria ler o livro de Géraldine Smith,Rue Jean-Pierre Timbaud. Une vie de famille entre barbus et bobos ("Rua Jean-Pierre Timbaud: A vida de uma família entre homens barbados (islamistas) e boêmios"). Ela ficará sabendo − entre outras coisas − que em algumas lojas e padarias, os homens são atendidos e servidos primeiro, antes das mulheres."
No livro, também ficaremos sabendo que no coração de Paris, um muçulmano pode insultar uma mulher por ela beber um refrigerante na rua. Mas para muitos, incluindo Rossignol, parece que o único inimigo é o francês branco.
Duas questões preocupantes estão em jogo:
  • A polícia da sharia está emergindo na França?
  • As instituições francesas estão sacrificando uma liberdade pela outra? O princípio da igualdade entre homens e mulheres está sendo sacrificado em nome da liberdade religiosa (Islã) para que ela possa impor seus ditames sobre a sociedade francesa?

Polícia da Sharia

Na França, brigadas islamistas não organizadas patrulham as ruas (assim como na Alemanha e Grã-Bretanha) para combater o consumo de bebidas alcoólicas ou para espancar mulheres por conta das roupas que elas estão usando. No entanto, gangues de "jovens", homens e mulheres, estão, na prática, mais uma vez fazendo exatamente isso e de modo crescente. Já faz anos que os "big brothers" têm obrigado suas mães e irmãs a usarem véus ao saírem de casa. Agora que esta fase está concluída, eles começaram a importunar as mulheres não muçulmanas que usam shortinhos e saias − já não somente nos sensitivos enclaves muçulmanos, as tais "zonas proibidas" dos bairros mais afastados, onde as mulheres já não se atrevem a usar saias − mas agora também no coração das grandes cidades.
Cada vez mais, o que se poderia chamar de "Polícia da Virtude Islâmica", tenta impor essas normas através da violência. Conforme acentuou Celine Pina, ex-conselheira regional da Île-de-France, no Le Figaro:
"Segundo o último registro de um ataque (contra famílias em Toulon), com apupos de "putas" e "peladas", os jovens (do sexo masculino) se comportaram como uma verdadeira "polícia da virtude" que achávamos impossível ser encontrada aqui em nossa região...
"Impossível ser mais claro do que isso: é uma ordem de compostura como norma social e autocensura como norma comportamental... ela ilustra a rejeição do corpo feminino, visto como inerentemente impuro e sujo...
"A questão do burquíni, a proliferação dos véus que cobrem o corpo por inteiro, os ataques contra mulheres que usam shortinhos e o espancamento de suas companhias, fazem parte da mesma lógica. Fazer do corpo da mulher uma questão social e política, marca e prova do progresso de uma ideologia dentro da sociedade."
Laurent Bouvet, professor de ciência política, salientou em sua página no Facebook que após os homens serem espancados em Toulon, as assim chamadas organizações de direitos humanos − teoricamente "profissionais" do "antirracismo" − permaneceram em silêncio durante a troca de mensagens.
O procurador da #Toulon assinalou: "a confusão foi provocada por um código de vestimenta feminino. Aquelas mulheres não usavam shortinhos... É inegável que há sexismo. Onde estão os profissionais da indignação pública?"
Laurence Rossignol, ministra dos direitos da mulher, também permaneceu em silêncio. De modo que acaba de surgir uma nova norma na França: quanto mais os políticos e as instituições se esquivam em criticar as normas islamistas, mais violentas se tornam as discussões nas redes sociais.

Igualdade entre Homens e Mulheres ou a Liberdade de Religião (Islâmica)?

O silêncio dos políticos e das organizações de direitos humanos, quando mulheres não muçulmanas são violentamente agredidas porque usam shortinhos que não são compatíveis com a sharia − contrastando com a sua indignação ensurdecedora contra a polícia pela emissão de uma multa a uma muçulmana usando um burquíni − sinalizam um passo político e institucional extremamente importante: um princípio fundamental e constitucional, a igualdade entre homens e mulheres, está sendo sacrificada em nome da liberdade de religião, permitindo desse modo que uma religião (Islã) imponha seus ditames ao restante da sociedade.
Ao estudar o caso do burquíni em Nice, Blandine Kriegel, filósofa e ex-presidente da Haut Conseil à l'intégration (Alto Conselho de Integração) publicou uma análise na qual ela constata que, antes de mais nada, no caso do burquíni, nem o secularismo nem a liberdade individual corriam perigo. Mas "houve uma flagrante capitulação com respeito ao princípio da igualdade entre homens e mulheres":
Em sua portaria digna de nota, o Conselho de Estado menciona a jurisprudência de 1909 sobre o uso da batina e não dá a devida atenção às leis mais recentes votadas pelo povo soberano, que proíbe o véu na escola (2004) e a burca em lugares públicos (2010).
O Conselho de Estado também não se sentiu encorajado pelo compromisso constitucional em relação às mulheres: "a lei garante às mulheres, em todos os campos, o mesmo direito que aos homens."
No caso do burquíni, nem o secularismo nem a liberdade individual estão em jogo e sim, fundamental e flagrantemente, o princípio da igualdade entre homens e mulheres. O termo "burquíni" abarca intencionalmente a palavra "burca", este termo não expressa o desejo de ir nadar na praia (nada proíbe isso), ou a asseveração de uma liberdade religiosa (nenhum prefeito jamais proibiu a prática da religião muçulmana), a palavra burquíni expressa somente o ponto nevrálgico da desigualdade das mulheres.
Ao contrário de seus maridos, que tem a liberdade de expor sua nudez, algumas mulheres tem por obrigação estarem cobertas da cabeça aos pés. Não apenas porque elas são impuras, mas principalmente por causa do status jurídico que lhes foi conferido: elas estão subordinadas ao direito privado do marido, do pai ou da comunidade.
A República não pode aceitar algo que se contrapõe às suas leis e valores. Desigualdade das mulheres não pode ser defendida sob o pressuposto da liberdade religiosa, da liberdade de consciência. Esse problema foi abordado há três séculos por nossos filósofos europeus, fundadores da República. Para aqueles que legitimavam a opressão, escravidão e desigualdade tratava-se apenas de uma expressão do livre arbítrio, explicou o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, inspirando a nossa Declaração de 1789 (dos Direitos Humanos e do Cidadão] e que a liberdade e a igualdade são bens inalienáveis.
O governo socialista e os juízes administrativos da França aparentemente constataram ser politicamente útil fazer concessões aos islamistas. Talvez eles inicialmente tenham concordado com o uso do burquíni não só porque eles acreditavam que cada um deva ter a liberdade de usar o que bem entender, mas também na vã esperança de acalmar a incessante pressão que cada vez mais parece ser uma jihad cultural. Pode até ser que nem lhes tenha ocorrido que eles estavam potencialmente sacrificando o princípio da igualdade das mulheres.
Muitos evidentemente ainda não sabem que o Islã é uma religião e um movimento político em guerra com o Ocidente − com a flagrante intenção de subjugar o Ocidente. O que deve ser respondido à altura. O problema é que toda vez que é respondido à altura, os extremistas muçulmanos se apressam em se proteger sob a égide da liberdade religiosa.
Já está mais do que na hora dos políticos franceses e europeus imporem um limite entre onde termina o direito de uma pessoa professar seu culto como bem entender e onde começa o direito à liberdade e à segurança da sociedade. E está na hora de proscrever, não necessariamente o burquíni, mas o verdadeiro problema da supremacia agressiva.
A raiz do problema é o incitamento à violência. É crucial que as sociedades ocidentais comecem a fazer uma distinção entre liberdade de expressão e incitamento à violência e, começarem a penalizar com rigor ataques contra inocentes, bem como o chamamento para atacar inocentes.
Yves Mamou, radicado na França, trabalhou por duas décadas como jornalista para o Le Monde.

FONTE -  https://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-shariahttps://pt.gatestoneinstitute.org/9226/franca-sharia

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

“GUARDAR RESSENTIMENTO É COMO TOMAR VENENO E ESPERAR QUE A OUTRA PESSOA MORRA”


Repare bem ao redor. Maquiagem vencida. Retrato empoeirado. Bijuterias oxidadas. Louça de anteontem. Esmalte descascado. Copo com resto de café. As horas se esqueceram de seguir no cuco enguiçado. Por fora, o caos está posto, mas e aí dentro, quais os lixos que te carregam? Ou, quais são as quinquilharias colecionadas?
Não, não. Ninguém precisa de tanto entulho no coração. Perdas não passadas tornam-se pedras. Pedregulhos! Enormes! Tanto que interrompem a chegada de um novo ciclo. Blindam o olhar ao sol. A gente não enxerga nada além de uma montanha de lixo emocional abarrotado de um pretérito imperfeito. E mesmo assim, continuamos agarrados aos velhos sonhos falidos, tratando nossos entulhos como relíquias preciosas.
Eu sei. Muitas vezes nos sentimos desencorajados a desapegar. Parece mais forte que a gente. Nos conectamos tanto ao passado porque criamos sentimentos pendentes a ele. Sentimentos tão fortes que vira e mexe nos arremessam de volta à estação de onde partimos. Permanecemos na plataforma fixados à dor, à mágoa, a alguém ou a uma felicidade que ficou para trás. Regredimos. Sentamos em cima de nossos entulhos, feito criança teimosa a não aceitar que o brinquedo quebrou. Acreditamos que sim, será possível refazer tudo de novo se inventarmos um passado no qual seja provável dar outro destino ao que nos aconteceu. Mas olha, não dá! O trem já partiu faz tempo. Não precisa mais esperar aí sentada nessa estação, enquanto seu vestido encurta de hora em hora.
“A espera é uma tecedura, a gente cria presenças com materiais de ausência”, diz Mia Couto. A gente inventa o passado que quiser. Fia no tear as relações que convêm. A gente se costura na dor. Tudo tecido sem forro, sem fundo. Depois é solidão. Um novelo feito de ausências jamais será capaz de aquecer a realidade em dias frios. Só queria lembrar que existe vida além da espera. Colocar o pé na estrada é uma forma de estar mais próximo do bem que vem à frente. Coração não é terreno baldio, não o entulhe de ressentimentos. Do passado, carregue somente o necessário. Isso ajuda o pretérito a entender seu verdadeiro lugar no tempo.
Faça as malas! É chegada a hora de partir para a vida! Não se preocupe, há muitos encontros depois da despedida. Tome assento na poltrona, deixe o destino se orientar nos trilhos. As flores roxas, tulipas, girassóis, margaridinhas enfeitando a estação. Depois se vire, pela última vez, a espiar o passado que se distancia. Ele foi ficando longe. Ele foi ficando. Ele foi. Ele?
A vida é o seguinte: é seguinte.
Título tomado de empréstimo de Malachy McCourt. A frase está publicada no livro A Monk Swimming.

POESIA DA NOITE - GUARDEI-ME PARA TI - Lya Luft


Guardei-me para ti como um segredo
Que eu mesma não desvendei:
Há notas nesta guitarra que não toquei,
Há praias na minha ilha que nem andei.
É preciso que me tomes, além do riso e do olhar,
Naquilo que não conheço e adivinhei;
É preciso que me ensines a canção do que serei
E me cries com teu gesto
Que nem sonhei.

Revolução Política em Efervescência na Europa

  • As autoridades alemãs estão perigosamente subestimando a ameaça do Islã... Eles traíram seus próprios cidadãos.
  • Não deixem que ninguém lhes diga que somente os autores destes crimes é que são os culpados. Os políticos que acolheram o Islã em seus países também são culpados. E não é somente Frau (Senhora) Merkel na Alemanha, é toda a elite política da Europa Ocidental.
  • Devido à correção política, eles deliberadamente fizeram vista grossa em relação ao Islã. Eles se recusaram a se informar sobre a sua verdadeira natureza. Eles se recusam a reconhecer que tudo isso está no Alcorão: permissão de matar judeus e cristãos (Surata 9:29), aterrorizar os não muçulmanos (8:12), estuprar meninas jovens (65:4), escravizar as pessoas para o sexo (4:3), mentir acerca de seus verdadeiros objetivos (3:54) o comando de fazer a guerra contra os infiéis (9:123) e subjugar o mundo inteiro a Alá (09:33).
  • Teremos que desislamizar nossas sociedades... Mas tudo isso terá que começar com os políticos que tenham coragem de enfrentar e dizer a verdade.
  • Mais e mais cidadãos estão cientes disso. É por isso que uma revolução política está efervescendo na Europa. Partidos patrióticos estão crescendo açodadamente em todos os lugares. Eles são a única esperança da Europa de um futuro melhor.
O Estado Islâmico reivindicou o ataque terrorista de segunda-feira,19 de dezembro, em Berlim, no qual doze pessoas morreram atropeladas por um caminhão em uma feira natalina.
O assassino conseguiu escapar. No entanto, no caminhão a polícia encontrou documentos de identidade pertencentes a Anis A., um tunisiano que chegou à Alemanha como candidato a asilo em 2015.


(Imagem: captura de tela da RTL Nieuws)

No ano passado, ao abrir as fronteiras da Alemanha a quase um milhão de refugiados e candidatos a asilo, a chanceler alemã Angela Merkel convidou o Cavalo de Troia do Islã ao seu país. Entre os assim chamados refugiados se encontravam muitos rapazes de origem islâmica, cheios de ódio ao Ocidente e a sua civilização. Um deles era Anis A.
Levou quase um ano para que as autoridades alemãs rejeitassem seu pedido de asilo, enquanto isso o homem já tinha desaparecido. A polícia está agora em seu encalço como principal suspeito do ataque de segunda-feira em Berlim.
As autoridades alemãs estão perigosamente subestimando a ameaça do Islã. Suas marcas estão aí para que todos possam ver. Em outubro um requerente a asilo afegão estuprou e assassinou uma alemã de 19 anos de idade em Freiburg. Um menino iraquiano de 12 anos foi pego antes que pudesse explodir uma bomba repleta de pregos em um mercado de Natal em Ludwigshafen.
No verão passado, um afegão armado com um machado atacou passageiros em um trem em Heidingsfeld, um sírio assassinou uma mulher grávida com um facão em Reutlingen, outro sírio detonou uma bomba atada ao corpo em um festival de música em Ansbach, um palestino tentou decapitar um cirurgião em Troisdorf. E quem pode esquecer o que aconteceu na última Passagem do Ano Novo, quando turbas de migrantes estupradores atacaram centenas de mulheres em Colônia?
No ano em curso, 1.500 policiais estarão patrulhando as ruas de Colônia na véspera do Réveillon. Dez vezes mais do que no ano passado. Quantos policiais serão necessários no próximo ano? E no ano seguinte? E o que vai acontecer quando eles estiverem em desvantagem? O necessário não são apenas mais policiais, o imprescindível é que haja uma revolução política democrática.

Os Políticos São os Culpados

Não deixem que ninguém lhes diga que somente os autores destes crimes é que são os culpados. Os políticos que acolheram o Islã em seus países também são culpados. E não é somente Frau (Senhora) Merkel na Alemanha, é toda a elite política da Europa Ocidental.
Devido à correção política, eles deliberadamente fizeram vista grossa em relação ao Islã. Eles se recusaram a se informar sobre a sua verdadeira natureza. Eles se recusam a reconhecer que tudo isso está no Alcorão: permissão de matar judeus e cristãos (Surata 9:29), aterrorizar os não muçulmanos (8:12), estuprar meninas jovens (65:4), escravizar as pessoas para o sexo (4:3), mentir acerca de seus verdadeiros objetivos (3:54) o comando de fazer a guerra contra os infiéis (9:123) e subjugar o mundo inteiro a Alá (09:33).
Em vez de se informarem, eles abriram as fronteiras de seu país à imigração em massa e incentivaram a vinda de candidatos a asilo, apesar do fato do Estado Islâmico ter anunciado que iria enviar terroristas ao Ocidente disfarçados de requerentes a asilo.
Eles até permitiram que combatentes que viajaram para a Síria voltassem para a Europa, em vez de cassar sua cidadania e impedir a sua reentrada. Eles sequer os prenderam. Em suma, eles são culpados de negligência gravíssima. Eles traíram seus próprios cidadãos.
O tsunami dos requerentes a asilo de 2015 só exacerbou uma situação que já era terrível. Há quase uma década, em 2008, um estudo realizado pela Universidade de Amsterdã (muito de esquerda) revelou que 11% de todos os muçulmanos que estão na Holanda concordam que há situações em que eles acham que é aceitável usar a violência em nome da sua religião.
Isto significa que somente no meu país, a Holanda, há 100.000 muçulmanos que estão pessoalmente dispostos a fazer uso da violência. O exército holandês, no entanto, conta com menos de 50.000 soldados. Assim sendo, mesmo se posicionarmos o exército inteiro para proteger as feiras natalinas, teatros, casas noturnas, festivais, shoppings centers, igrejas e sinagogas, não teremos condições de garantir a segurança de todos os nossos cidadãos.
É por isso que não há a menor sombra de dúvida que 2017 trará à Alemanha e a todo o Ocidente mais violência, mais ataques contra nossas mulheres e filhas, mais derramamento de sangue, mais lágrimas, mais tristeza. A terrível verdade é que não temos a menor ideia do que vem por aí.
Mas isso não significa que não há esperança.
Assim como a presente situação de perigo foi criada por políticos que se recusam a ver a horrível realidade do Islã e que se recusam a fazer o seu dever, a solução para o gigantesco problema autoinfligido que o Ocidente está sofrendo atualmente também precisa de uma decisão política.

Consertando uma Europa fragmentada

Teremos que desislamizar nossas sociedades. Com efeito, cada medida que tomarmos para atingir esse objetivo: acabar com toda a imigração de países islâmicos, a prisão preventiva de muçulmanos radicais, a promoção da remigração voluntária, a desnaturalização e expulsão de criminosos com dupla nacionalidade, será um passo na direção de uma sociedade mais segura para nós e para nossos filhos. Mas tudo isso terá que começar com os políticos que tenham coragem de enfrentar e dizer a verdade.
Mais e mais cidadãos estão cientes disso. É por isso que uma revolução política está efervescendo na Europa. Partidos patrióticos estão crescendo açodadamente em todos os lugares. Eles são a única esperança da Europa de um futuro melhor.
Temos que tirar do poder políticos como Angela Merkel, meu fraco primeiro-ministro holandês Mark Rutte e seus colegas com a mesma mentalidade em outros países. Temos o dever de libertar nossos países.
E acreditem, meus amigos, é exatamente isso que vamos fazer. Os terroristas que esperam quebrar a nossa determinação com atrocidades sangrentas não terão sucesso. Escolheremos líderes novos e corajosos, vamos desislamizar, vamos vencer!
Geert Wilders é membro do Partido Holandês e líder do Partido da Liberdade (PVV).

FONTE -  https://pt.gatestoneinstitute.org/9624/revolucao-politica-europa

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

As Ruas Alemãs Caem no Caos "Estamos perdendo o controle das ruas"

  • Nos seis primeiros meses de 2016 os migrantes cometeram 142.500 crimes, de acordo com o Departamento Federal de Polícia Criminal. Isso equivale a 780 crimes cometidos por migrantes todo santo dia, um salto de cerca de 40% em relação a 2015. Os dados incluem apenas aqueles crimes nos quais o suspeito foi capturado.
  • Milhares de migrantes que entraram no país como "candidatos a asilo" ou "refugiados" estão desaparecidos. Eles são, provavelmente, migrantes econômicos que entraram na Alemanha sob falsos pretextos. Acredita-se que muitos estejam envolvidos em assaltos e violência criminal.
  • A polícia local em muitas regiões do país admite que já atingiu o limite da sua capacidade e não tem mais condições de manter a lei e a ordem.
  • "O tráfico de drogas acontece bem diante dos nossos olhos. Se interviermos, seremos ameaçados, levaremos uma cuspida e seremos insultados. Às vezes alguém ameaça com uma faca. São sempre as mesmas pessoas. São impiedosos, não têm medo de nada e não têm escrúpulos em assaltar idosos". − Um segurança de uma empresa privada.
  • De acordo com Freddi Lohse, do Sindicato da Polícia Alemã de Hamburgo, muitos migrantes criminosos veem a brandura do sistema judicial alemão como uma luz verde para continuar o comportamento delinquente. "Eles estão acostumados a consequências mais drásticas em seus países de origem", ressaltou ele. "Eles não têm nenhum respeito por nós".
  • "Não é possível que criminosos continuem a inchar as fichas dos registros policiais, nos agridam fisicamente, nos insultem, seja o que for, sem que haja nenhuma consequência. Muitos casos são arquivados ou os criminosos são postos em liberdade condicional ou coisas do gênero. Sim, o que está acontecendo hoje em dia nos tribunais é uma piada." — Tania Kambouri, policial alemã.
O estupro de uma menina de dez anos em Leipzig, a maior cidade da Saxônia, chamou mais uma vez a atenção para a escalada vertiginosa de crimes violentos cometidos pelos migrantes nas cidades de toda a Alemanha — e até que ponto as autoridades alemãs e os meios de comunicação estão dispostos a não medirem esforços em censurar as informações sobre os autores desses crimes.
Em 27 de outubro às 07h00 a menina estava indo de bicicleta para a escola quando um homem a encurralou, jogou-a ao chão e a estuprou. O suspeito, descrito como um homem de trinta e poucos anos, cabelos curtos, castanhos e uma barba aparada.
A polícia de Leipzig se recusou de forma explícita a informar se o suspeito é migrante, mas implicitamente admitiu que ele é. Eles publicaram um retrato falado do suspeito juntamente com um alerta politicamente correto:
"A imagem representativa do suspeito poderá ser publicada apenas na mídia impressa na região de Leipzig. A publicação da imagem na Internet, incluindo nas redes sociais, como o Facebook, não está prevista na ordem judicial de caça ao criminoso (Beschluss zur Öffentlichkeitsfahndung) e, consequentemente, terminantemente proibida".
A determinação de censurar os detalhes sobre o estupro, no qual as autoridades alemãs dão mostras de estarem mais preocupadas em proteger a identidade do estuprador do que o bem-estar da vítima ou de potenciais vítimas que ele poderá atacar, é praticamente sem precedentes na Alemanha.
Em nome da sua reputação e integridade o jornal berlinense Bildreagiu: o "BILD irá ignorar esse pedido. Queremos contribuir para que o suspeito seja capturado o mais rápido possível". Com efeito, o Bild é um dos poucos jornais da Alemanha a publicar não somente a imagem, mas também a história do estupro.
Crimes violentos — incluindo estupros, agressões físicas e sexuais, facadas, invasão de residências, roubos, assaltos e tráfico de drogas — dispararam na Alemanha desde que a Chanceler Angela Merkel permitiu a entrada no país de mais de um milhão de migrantes, na maioria do sexo masculino, oriundos da África, Ásia e Oriente Médio. Poucos, se é que algum, dos migrantes tiveram seu background checado antes de obterem a autorização para entrar na Alemanha.
Os migrantes cometeram 208.344 crimes em 2015, de acordo com um relatório confidencial da polícia que vazou para o Bild. Este número representa um salto de 80% a partir de 2014, o que significa 570 crimes cometidos por imigrantes a cada dia, todos os dias, ou seja: 23 crimes a cada hora, isso somente em 2015.
O verdadeiro número de crimes cometidos por migrantes é muito maior porque o relatório elaborado pelo Departamento Federal de Polícia Criminal (Bundeskriminalamt, BKA) abrange somente crimes esclarecidos (aufgeklärten Straftaten). Segundo as estatísticas da polícia, em média apenas cerca da metade de todos os crimes cometidos na Alemanha, em um dado ano, é solucionada (Aufklärungsquote). A implicação disso é que o verdadeiro número de crimes cometidos por migrantes em 2015 pode ultrapassar 400.000.
No primeiro semestre de 2016 os migrantes cometeram 142.500 crimes, de acordo com com um relatório do BKA divulgado em 6 de setembro. Isso equivale a 780 crimes cometidos por migrantes todo santo dia, ou seja: 32,5 crimes a cada hora, um salto de cerca de 40% em relação a 2015. Repetindo, os dados de 2016 incluem apenas aqueles crimes nos quais o migrante suspeito foi capturado. Crimes de estupro, da mesma natureza, ocorridos em Leipzig não aparecerão nas estatísticas porque os suspeitos continuam foragidos.
As estatísticas de crimes cometidos por migrantes abrangendo todo o ano de 2016, quando ficarem disponíveis, provavelmente mostrarão um salto significativo se comparados aos dados de 2015. Uma das razões é que milhares de migrantes que entraram no país como "candidatos a asilo" ou "refugiados" estão desaparecidos. Eles são, provavelmente, migrantes econômicos que entraram na Alemanha sob falsos pretextos. Acredita-se que muitos estejam envolvidos em assaltos e violência criminal para se sustentarem
A maioria dos crimes cometidos pelos migrantes está sendo minimizada pelas autoridades alemãs, ao que tudo indica, para evitar alimentar sentimentos anti-imigração. Por exemplo, o relatório do BKA afirma que a maioria dos crimes cometidos por migrantes envolve sonegação — por exemplo a utilização de transportes públicos sem passagem. Quanto a outros crimes, é voz corrente que, quase invariavelmente, tratar-se-iam de casos isolados (Einzelfälle), não fazendo parte de um problema de alcance nacional.
O Gatestone Institute analisou centenas de denúncias de crimes cometidos por migrantes em relatórios da polícia local e jornais locais e regionais. As evidências apontam para uma escalada nos crimes cometidos por migrantes em todo o país: cidades em todos os 16 estados da federação alemã estão sendo atingidas. Na verdade, a polícia local em muitas regiões do país admite que já atingiu o limite da sua capacidade e não tem mais condições de manter a lei e a ordem.
A crescente sensação de caos é substanciada por um levantamento realizado em 24 de outubro pelo YouGov que constatou que 68% dos alemães acreditam que a segurança no país se deteriorou nos últimos anos. Cerca de 70% dos entrevistados responderam que temem por suas vidas e pelos seus bens em estações de trens e metrôs na Alemanha e 63% se sentem inseguros em grandes eventos públicos.


Polícia alemã posicionada para acabar com uma batalha campal entre grupos de migrantes (imagem: captura de tela da SAT1)

Em Hamburgo, as estatísticas mostram que os migrantes cometeram cerca da metade dos 38.000 crimes registrados em Hamburgo no primeiro semestre de 2016, a despeito dos migrantes constituírem apenas uma fração dos 1,7 milhão de habitantes. A polícia diz que muitos dos crimes foram cometidos por "quadrilhas de migrantes" (ausländischen Banden).
A polícia municipal disse estar impotente diante da disparada no número de crimes cometidos por jovens migrantes norte-africanos. Hamburgo já abriga mais de 1.800 dos assim chamados migrantes menores desacompanhados (minderjährige unbegleitete Flüchtlinge, MUFL), cuja maioria mora nas ruas e, ao que tudo indica, pratica todos os tipos de crimes, incluindo os de bater carteiras e bolsas.
Mais de 20.000 bolsas são roubadas em Hamburgo todos os anos. A maioria das vítimas é roubada por homens com idades entre 20 e 30 anos oriundos do Norte da África e dos Bálcãs de acordo com Norman Großmann, diretor do Departamento de Inspetoria da Polícia Federal em Hamburgo. Nos últimos meses a polícia realizou operações (clique aqui e aqui) com o objetivo de enfrentar o problema, mas as ações resultaram em pouquíssimas detenções.
Os meios de comunicação locais denunciam que as quadrilhas de jovens migrantes efetivamente assumiram partes do Jungfernstieg, um dos bulevares mais renomados de Hamburgo. Muitos cidadãos estão evitando o local, que recentemente foi recuperado a um custo de vários milhões de euros, porque se tornou muito perigoso.
Mais de 50 pessoas foram agredidas fisicamente no Jungfernstieg desde o início de 2016 e a polícia está sendo chamada quase diariamente para atender reclamações sobre mendicância agressiva, bebedeira na rua, tráfico de drogas e ataques sexuais. Os proprietários dos restaurantes locais estão reclamando de um salto nos casos de roubo e vandalismo e motoristas de táxi dizem que estão evitando a região onde é comum ouvir o idioma árabe e persa.
O jornal Die Weltdenunciou que migrantes menores de idade desacompanhados em um abrigo de refugiados, no distrito de Hammerbrook estão "trabalhando" no Jungfernstieg. Depósitos de celulares, laptops e outros artigos roubados recentemente foram encontrados escondidos em seus quartos. A polícia também prendeu o egípcio que atende pelo nome de Hassan, de 20 anos de idade, que rotineiramente vinha atacando transeuntes com uma faca. Ele foi filmado apalpando os seios e o órgão genital de uma menina. Ao resistir ele lhe deu um soco no rosto.
Moradores do distrito de Alsterdorf, na região norte de Hamburgo pediram ao prefeito para que ele tomasse providências no sentido de conter uma quadrilha de 40 migrantes menores de idade desacompanhados altamente agressivos que estavam aterrorizando a vizinhança. Os residentes se queixavam de assaltos, roubos e até extorsão. Uma residente de 65 anos disse que foi atacada por um menino de 10 anos de idade que estava tentando arrombar um carro. Um empresário de 45 anos disse que temia enfrentar os jovens porque eles poderiam quebrar as janelas da sua empresa. Um pensionista de 75 anos de idade disse que ele já não se atreve mais sair de casa ao escurecer.
Thomas Jungfer, diretor-adjunto do Sindicato da Polícia Alemã (DPolG) de Hamburgo adverte que a cidade não tem policiais suficientes para manter a lei e a ordem. Ele disse que as empresas de segurança privada são necessárias para preencher as lacunas. A "insatisfação entre nossos colegas está se acentuando", salientou ele.
Na cidade próxima de Bremen, a polícia, para todos os efeitos, desistiu de combater o crime organizado dirigido por clãs dos Balcãs e do Curdistão devido à falta de recursos em termos de pessoal para enfrentar a escalada da criminalidade nas ruas, imposta por migrantes adolescentes desacompanhados.
Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã (DPolG) criticou as autoridades municipais pela falta de determinação. "Bremen capitulou diante de clãs extremamente perigosos. O monopólio do estado sobre o uso legítimo da força física [Gewaltmonopol des Staates] está se transformando na lei da selva. A segurança continua indo por água abaixo".
Em Berlim, clãs de migrantes criminosos "com profundos laços de lealdade ao grupo" estão atuando com impunidade nos distritos de Neukölln, Wedding, Moabit, Kreuzberg e Charlottenburg. A revista semanal Focusdenunciou que a região de Kottbusser Tor em Kreuzberg, de grande concentração de imigrantes, se transformou em um "vácuo legal" por conta da presença reduzida da polícia. O lugar foi invadido pelo tráfico de drogas, crime e violência e os moradores e lojistas denunciam crimes nas ruas a cada hora que passa, todos os dias. Um lojista ressaltou: "no passado, as crianças podiam brincar aqui livremente. Além disso, ninguém precisava cuidar da bolsa ou mochila. Hoje tudo isso já não é mais possível".
De acordo com a Focus, "durante o dia a região fica repleta de sobras de heroína e à noite batedores de carteira entram em ação". Um segurança de uma empresa privada salientou:
"O tráfico de drogas acontece bem diante dos nossos olhos. Se interviermos, seremos ameaçados, levaremos uma cuspida e seremos insultados. Às vezes alguém ameaça com uma faca. São sempre as mesmas pessoas. São impiedosos, não têm medo de nada e não têm escrúpulos em assaltar idosos."
Um colega seu acrescentou: "claro, sempre chamamos a polícia. Na última vez, no entanto, ela levou duas horas para chegar aqui".
Na região do Reno-Ruhr, a maior região metropolitana da Alemanha, as estatísticas da polícia mostram que os argelinos cometeram mais de 13.000 crimes em 2015, mais do dobro de 2014. Os marroquinos cometeram 14.700 crimes e os tunisianos mais de 2.000 crimes.
No Reno, Norte da Westphalia, um comunicado do Ministério do Interior revelou que os marroquinos cometeram 6.208 crimes em 2015. Os argelinos cometeram 4.995 e os tunisianos 1.084. São aumentos significativos em comparação com anos anteriores.
De acordo com o Ministério do Interior do Reno, Norte da Westphalia (NRW), a "criminalidade dos imigrantes do Norte da África aumenta de forma desproporcional — principalmente nas grandes cidades. Os suspeitos são na maioria rapazes solteiros. Suas especialidades criminosas são roubo e assalto".
Em Düsseldorf, políticos locais foram acusados de não levar a sério a crescente ameaça representada por gangues violentas de migrantes da Argélia, Marrocos e Tunísia. A cidade é o refúgio de um total de 2.244 suspeitos de serem criminosos, oriundos do Norte da África, cuja maioria (1.256) é do Marrocos. Na média eles cometem um crime a cada três horas e meia. Um inspetor de polícia salientou: "o grupo como um todo é desrespeitoso e completamente sem vergonha".
Em Stuttgart, a polícia está travando uma batalha perdida contra quadrilhas de migrantes do Norte da África, que se dedicam a bater carteiras. No distrito de Rems-Murr, perto de Stuttgart, quadrilhas rivais de jovens migrantes dos Balcãs "roubam qualquer coisa que não estiver pregada a alguma coisa". Jovens ciganos e kosovares faltam às aulas para arrombarem carros, diária e sistematicamente, para roubar celulares e outros objetos de valor. Eles também invadem consultórios médicos, residências de idosos, jardins de infância e escolas para roubar bolsas e jaquetas.
Em Aalen, um menino de 14 anos de idade natural do Kossovo, já tem uma ficha com mais de 100 delitos. Um jornal local denuncia : "todas as tentativas da polícia, judiciário e da Fundação do Bem-Estar do Menor de incutirem nele a capacidade de discernir o certo do errado e ressocializá-lo não deram em nada. No Facebook ele se gaba de suas realizações e de seu amor pela Gangsta rap".
Em Leipzig, o sistema de transporte público tornou-se um ímã para os criminosos. O número de casos registrados de furtos nos transportes coletivos saltou 152% entre 2012 e 2015. O número de ataques físicos e sexuais em transportes coletivos também aumentou. Em termos gerais, o número de crimes registrados em ônibus e bondes saltou 111% entre 2012 e 2015 e o número de crimes registrados em pontos de ônibus nesse mesmo período teve um salto de 40%.
A polícia de Leipzig atribui a escalada de crimes ao rápido crescimento da população da cidade. Eles não têm como confirmar a nacionalidade dos criminosos, porque isso exigiria a revisão de cada um dos crimes, tarefa esta que "excederia a capacidade do tempo do staff".
Em Dresden, migrantes da Argélia, Marrocos e Tunísia tomaram o controle, de fato, da icônica Wiener Platz, uma grande praça pública em frente a estação central de trens. Ali eles vendem drogas e batem carteiras de transeuntes, quase sempre impunemente. As batidas policiais na região da praça se transformaram em um jogo de "whack a mole", ou seja: um número infindável de migrantes sempre substituindo aqueles que foram detidos.
Em Schwerin, bandos itinerantes de jovens migrantes armados com facas transformaram o centro da cidade em uma região cada vez mais perigosa, tanto de dia quanto à noite. Autoridades municipais elaboraram um plano de ação para recuperar o controle das ruas. Uma peça central do plano postula o posicionamento de mais assistentes sociais (Straßensozialarbeit) para promoverem a integração.
Na Baviera, Sigrid Meierhofer, prefeita da cidade turística de Garmisch-Partenkirchen queixou-se que a polícia local atendeu mais casos de crimes relacionados aos migrantes nas últimas seis semanas do que nos 12 meses anteriores juntos. Em uma carta enviada ao governo da Baviera ela ameaçou fechar um abrigo na cidade que aloja 250 migrantes, em sua maioria do sexo masculino oriundos da África, se a ordem e a segurança pública não forem restabelecidas. Ela também alertou as residentes da cidade a evitarem sair na rua após o anoitecer.
Em um best seller de Tania Kambouri, uma policial alemã, ela retrata a deterioração da segurança na Alemanha por causa dos migrantes que não respeitam nem a lei nem a ordem.Em entrevista concedida à rádio Deutschlandfunk, ela ressaltou:
"Durante semanas, meses e anos venho observando que muçulmanos, em sua maioria jovens do sexo masculino, não têm o menor respeito pela polícia. Quando estamos rondando as ruas da cidade somos insultados por jovens muçulmanos. Com gestos e insultos como vá a m... ao passarmos por eles. Quando fazemos batidas policiais o comportamento piora ainda mais, e isso acontece na maioria das vezes quando se trata de migrantes".
"Espero que esses problemas sejam reconhecidos e abordados de maneira clara e inequívoca. É imprescindível que as leis sejam mais rigorosas. Além disso, também é muito importante que o judiciário, por meio de seus juízes emitam sentenças eficazes. Não é possível que criminosos continuem inchando as fichas de registros policiais, nos agridam fisicamente, nos insultem, seja o que for, sem que haja nenhuma consequência. Muitos casos são arquivados ou os criminosos são postos em liberdade condicional ou coisas do gênero. Sim, o que está acontecendo hoje em dia nos tribunais é uma piada".
"O crescente desrespeito, a crescente violência contra policiais... Estamos perdendo o controle das ruas".
De acordo com Freddi Lohse, Vice-Presidente do Sindicato da Polícia Alemã (DPolG) de Hamburgo, muitos migrantes criminosos infratores veem brandura do sistema judicial alemão como uma luz verde para continuar o comportamento delinquente. "Eles estão acostumados a consequências mais drásticas em seus países de origem", ressaltou ele. "Eles não têm nenhum respeito por nós".
Soeren Kern é colaborador sênior do Gatestone Institute sediado em Nova Iorque. Ele também é colaborador sênior do European Politics do Grupo de Estudios Estratégicos / Strategic Studies Group sediado em Madri. Siga-o no Facebook e no Twitter.

Apêndice

Estupros e Ataques Sexuais Cometidos por Migrantes na Alemanha, Outubro de 2016.
Os relatórios sobre a criminalidade utilizam todos os meios que o eufemismo do politicamente correto pode oferecer para descrever suspeitos estrangeiros, sem fazer uso dos termos "migrante" ou "migrante muçulmano".
1º de outubro. Dois homens com "aparência sulista" (südländische Erscheinungestupraram uma mulher de 23 anos de idade em Lüneburg. A mulher estava passeando em um parque com seu filho pequenino, quando os dois homens se aproximaram vindo por trás. Os homens obrigaram a criança a assistir as cenas deles atacando a mãe, um de cada vez. "Um sulista falando árabe" (Südländer, sprach Arabischtentou violentar uma mulher de 34 anos no Volksgarten. O homem fugiu quando a mulher enfiou os dedos nos olhos dele. Um "sulista" (südländische Erscheinungameaçou com uma faca uma menina de 12 anos de idade em Kirchdorf. Um "sulista" (südländischen Teintbaixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas meninas, com idades entre 8 e 10 anos em Legden.
2 de outubro. Um migrante do Marrocos de 19 anos de idade estuprou uma mulher de 90 anos quando ela estava saindo de uma igreja no centro de Düsseldorf. A polícia descreveu o suspeito como "europeu da região sul com raízes do norte da África". Mais tarde ficou-se sabendo que se tratava de um marroquino com passaporte espanhol. Um migrante da África (dunkler/afrikanischer Typatacou sexualmente uma mulher de 22 anos em Altötting.
3 de outubro. Um "sulista" (südländisch ausgesehententou sequestrar uma menina de 14 anos em Landau. O homem fugiu quando a menina ativou um apito eletrônico (akustischen Notfallstick).
4 de outubro. Um "sulista" (südländisches Erscheinungsbildbaixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas crianças com idades entre 8 e 10, em um playground. Uma menina de 15 anos de Goldbeck ameaçou com uma faca um migrante de 16 anos do Afeganistão que recorrentemente a assediava.
5 de outubro. Um migrante da Síria atacou sexualmente uma menina de 14 anos que estava passeando com a avó em Gießen. Um "sulista" (südländisch aussehenden Täteratacou sexualmente duas meninas, com idades entre 16 e 17 anos, em frente a uma estação de trens em Böblingen. Um "homem de pele escura" (dunklere Hautatacou sexualmente uma mulher de 30 anos em uma ciclovia em Oberursel. Um "homem de pele escura" (dunkler Hautfarbeatacou sexualmente uma mulher de 21 anos de idade em Ulm.
6 de outubro. Um homem falando um alemão macarrônico atacou sexualmente uma menina de 16 anos em Weingarten. Um homem da "África Negra" (Schwarzafrikaneragrediu uma mulher de 27 anos em Braunschweig.
7 de outubro. Um migrante do Norte de África atacou sexualmente uma mulher de 25 anos no centro de Stuttgart.
8 de outubro. Um candidato a asilo de 26 anos da Síria tentou estuprar uma mulher de 36 anos de idade em um parque em Böblingen. Um sírio de 25 anos apalpou uma menina de 15 anos em Moers. A menina respondeu dando um tapa na cara do homem. Ele chamou a polícia e se queixou que a menina tinha abusado dele. O homem foi preso por agressão sexual. Um "migrante oriundo do Oriente Médio", bêbado, de 33 anos (Zuwanderer aus dem Nahen Ostenatacou sexualmente uma mulher em Krefeld.
9 de outubro. Um migrante de 22 anos da Eritreia atacou sexualmente uma mulher de 23 anos em Lispenhausen. Um homem falando um alemão macarrônico assediou sexualmente uma mulher de 23 anos de idade em Bietigheim-Bissingen.
10 de outubro. Um candidato a asilo de 26 anos do Paquistão atacou sexualmente uma mulher de 24 anos de idade em Bad Hersfeld. Um homem de pele escura (dunkelhäutigatacou uma mulher de 21 anos de idade em um trem em Stuttgart.
11 de outubro. Um migrante apalpou e acariciou uma menina de sete anos em um ônibus em Demen. Um "norte-africano" apalpou quatro meninas no metrô de Mannheim. Um homem de "aparência da região sul" (südländisches Aussehenatacou sexualmente uma mulher de 19 anos em Wesel. Um migrante de 31 anos da Síria baixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma mulher de 24 anos de idade em Markgröningen. Um homem com "aparência da região sul" (südländisches Aussehenbaixou as calças exibindo suas partes íntimas a duas meninas de 14 anos em Kevelaer.
12 de outubro. Dois homens com "aparência da região sul" (südländisches Aussehenatacaram sexualmente uma menina de 15 anos de idade em um ponto de ônibus em Weikersheim. Um migrante de 21 anos da Líbia atacou sexualmente uma mulher em Leipzig. Um homem falando alemão com sotaque atacou uma mulher de 36 anos em Siegen.
13 de outubro. Um migrante de 19 anos de Paquistão agrediu fisicamente uma mulher de 18 anos de idade em Monschau. Quando a polícia estava levando o homem para a delegacia, ele deu uma cabeçada em uma policial. Um "homem de pele escura" (dunkelhäutige Mannbaixou as calças exibindo suas partes íntimas a uma menina de 16 anos em Aichach. Um migrante de 33 anos do Iraque foi condenado a seis anos e seis meses de prisão por estuprar uma mulher de 55 anos em Heilbronn. Um migrante de 20 anos do Mali foi condenado a dois anos e seis meses de prisão por atacar sexualmente uma mulher de 42 anos em Munique.
14 de outubro. Um homem de "aparência da região sul" (südländisches äußeres Erscheinungsbildatacou sexualmente uma menina de sete anos em um parque em Ahaus. Um homem com uma tatuagem árabe apalpou duas meninas de 11 anos em uma piscina pública em Gronau. Dois homens de "pele muito escura" (sehr dunkle Hautfarbeatacaram sexualmente dois adolescentes em Bad Hersfeld. Um "sulista" (südländischatacou uma mulher de 23 anos em Wilhelmshaven.
15 de outubro. Um homem de "pele escura" (dunklen Teint) de cerca de vinte anos atacou sexualmente uma mulher de 77 anos de idade em Bothfeld. A policia acredita que ele é responsável por outros quatro ataques ocorridos na cidade em julho, setembro e início de outubro. Poucos dias depois de chegarem à Alemanha, três afegãos com idades de 17, 24 e 29 anos atacaram sexualmente duas meninas de 14 anos em uma piscina pública em Gronau. Dois migrantes de 18 anos de idade da África Ocidental estupraram duas mulheres de 18 anos em Bremen. Um homem "aparentemente de origem estrangeira" (offenbar ausländischer Abstammungagrediu fisicamente uma mulher em frente à estação de trens em Oranienburg. Quando um transeunte de 32 anos interveio para proteger a mulher, foi atacado pelo migrante, que continua foragido.
16 de outubro. Um menino de 16 anos e sua namorada de 15 estavam passeando ao longo das margens do Alster, um lago no coração de Hamburgo, quando um desconhecido emboscou-o vindo por trás e o esfaqueou nas costas. O agressor em seguida empurrou a menina para dentro da água e foi embora. A menina sobreviveu, mas o menino não resistiu aos ferimentos. O suspeito, um homem com "aparência da região sul" (südländischer Erscheinung) com vinte e poucos anos, continua foragido. A polícia afirma que as vítimas não foram roubadas e não há motivo aparente para o crime: ao que tudo indica o suspeito esfaqueou aleatoriamente o rapaz só porque ficou com vontade de esfaqueá-lo. Em 29 de outubro, o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo assassinato, mas a polícia alemã afirma duvidar da reivindicação. Também em 16 de outubro, um imigrante de 31 anos do Paquistão estuprou uma mulher de 26 anos de idade em um parque em Dresden.
18 de outubro. Um "sulista" (südländischer Typatacou sexualmente uma mulher de 19 anos em Hildesheim.
19 de outubro. Um migrante de 29 anos da Síria compareceu ao tribunal sob a acusação de molestar sexualmente dez crianças em Freiburg e em Müllheim. O pai de uma das vítimas levou uma foto do suspeito, mas a polícia esperou dez dias antes de agir com base na pista.
22 de outubro. Um migrante de 18 anos da Somália assassinou uma mulher de 87 anos em Neuenhaus.
24 de outubro. Dezessete migrantes cercaram duas mulheres e as atacaram sexualmente perto da estação central de trens em Freiburg. Apenas três dos agressores, todos de Gâmbia, foram presos e em seguida foram liberados. O crime é semelhante à taharrush gamea "assédio sexual coletivo" que ocorreu em Colônia e outras cidades alemãs na Passagem do Ano Novo quando grandes grupos de migrantes, do sexo masculino, cercaram mulheres e as atacaram sexualmente.
27 de outubro. Uma menina de dez anos de idade foi estuprada quando estava indo de bicicleta para a escola em Leipzig. A polícia publicou um retrato falado do suspeito com o alerta politicamente correto: "a imagem representativa do suspeito poderá ser publicada apenas na mídia impressa na região de Leipzig. A publicação da imagem na Internet, incluindo nas redes sociais, como o Facebook, não está prevista na ordem judicial e, consequentemente, terminantemente proibida. Dois homens falando um alemão macarrônico atacaram sexualmente uma mulher em Fürstenzell.