O autoproclamado Estado Islâmico parece ter destruído mais um monumento milenar em Palmira. Os extremistas detonaram o Arco do Triunfo, uma das principais construções da era romana na cidade que foi conquistada pelos extremistas islâmicos em Maio.
A notícia foi transmitida no domingo à Reuters pelo director-geral das Antiguidades e Museus na Síria, Maamoun Abdulkarim, sediado em Damasco, e mais tarde confirmada por activistas à AFP e ao Observatório Sírio dos Direitos Humanos.
A confirmarem-se estas informações, o Arco do Triunfo de Palmira, erguido no século I, tem agora o mesmo destino dos dois principais monumentos na cidade milenar, os templos deBele deBaal Shamin, detonados em Agosto pelo autoproclamado Estado Islâmico, e de três das suas mais bem preservadas torres funerárias,destruídas em Setembro.
“É como se uma maldição se tivesse apoderado desta cidade”, afirmou Abdulkarim à Reuters. Se os jihadistas continuarem no poder em Palmira, assegura, “a cidade está condenada”.
Os extremistas têmusado a cidade como palcomediático. O grupo não tolera símbolos de culturas e religiões que não sejam do islão, o que considera apostasia, e está agora a servir-se da importância arqueológica e cultural de Palmira para o afirmar com impacto.
A riqueza de Palmira, Património Mundial da UNESCO e um dos mais importantes locais históricos no Médio Oriente, no passado um ponto fundamental na Rota da Seda, deve-se em grande medida às influências de várias religiões e à sua arquitectura greco-romana com influências persas.
O Estado Islâmico capturou a cidade em Maio ao Exército sírio, que diz ter levado consigo centenas de estátuas antes de bater em retirada. Os aviões de Bashar al-Assad, agora mais eficazes com o armamento dado pela Rússia, bombardearam várias posições do grupo extremista nas últimas semanas de Setembro.
Irina Bokova, directora-geral da UNESCO, disse depois da destruição do templo de Baal Shamin que as acções do Estado Islâmico em Palmira são um “crime de guerra”. “Peço à comunidade internacional que se erga unida contra esta persistente limpeza cultural”, disse então a responsável.
O gasto com "penduricalhos" aos salários de magistrados e servidores do Poder Judiciário subiu R$ 1 bilhão em valores reais entre 2011 e 2014, segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). De acordo com a série de estudos "Justiça em Números", o dispêndio com benefícios às categorias subiu 37% em três anos. Despesas deste tipo incluem diferentes auxílios oferecidos aos funcionários do Poder Judiciário, desde auxílio educação a funeral. Em setembro o gasto com benefícios em 2014 foi de R$ 3,8 bilhões. A base de dados do CNJ mostra que em 2011 o dispêndio foi de R$ 2,8 bilhões, em valores atualizados (R$ 2,3 bilhões em valores da época). O gasto com benefícios subiu numa proporção maior do que o com remuneração, proventos e pensões, que no período teve alta de 8%, já descontada a inflação. Os "penduricalhos" – como os benefícios são chamados – têm sido criados como uma forma de aumentar o salário dos funcionários do Poder Judiciário. Eles permitem inclusive um vencimento acima do teto constitucional (R$ 33,7 mil), já que não entram no cálculo da remuneração passível de corte. Os valores também não sofrem desconto no Imposto de Renda. Cada Estado define que tipo de benefício concede à categoria, não existindo um padrão nacional. O Supremo Tribunal Federal discute projeto para reforma a Lei Orgânica da Magistratura e padronizar os benefícios no País. No topo da lista do aumento de benefícios está o Tribunal de Justiça do Acre, onde as despesas deste tipo triplicaram em valores reais entre 2013 e 2014. No ano passado, foram gastos R$ 3,6 milhões, contra R$ 1,2 milhão no ano anterior. Sabem como é, um Estado rico como o Acre pode fazer isso. As verbas indenizatórias também tiveram aumento expressivo nos últimos três anos, segundo o CNJ. A rubrica, que inclui auxílio-moradia, diárias e passagens, entre outros, subiu 65% em valores reais no período (de R$ 722,5 milhões para R$ 1,2 bilhão). Em tese, ela restitui despesas de magistrados e servidores no exercício da função. Mas muitos tribunais pagam a verba sem qualquer comprovação de gasto. Neste caso, dividem o topo do aumento de gasto os Tribunais de Justiça de Alagoas e Paraná. Os dois multiplicaram por seis a despesa com verbas indenizatórias.
Conhecidas pelo seu polêmico sistema de segurança, as urnas eletrônicas brasileiras vivem envoltas em denúncias de escândalo de manipulação de resultados. Nas últimas eleições não foi diferente. Apesar dos principais candidatos e partidos pouco falarem a respeito, pesquisadores independentes já apontaram incontáveis falhas presentes no software das máquinas e no sistema de registro de dados. A maior crítica diz respeito à impossibilidade de recontagem de votos, que por si só já implica em fraude.
Especialista demonstra como as eleições de 2014 podem ter sido fraudadas . . . O pesquisador, que possui 25 de anos de experiência na área de T.I. (Técnico em Informática), afirma que o resultado das eleições se deu por conta de um software malicioso que converteu, durante o segundo turno, cerca de 6% dos votos em favor do candidato Aécio Neves para a candidata Dilma Rousseff.
Ele catalogou 14 pesquisas, algumas delas realizadas por instituições bancárias através de tracking via telefone e outras realizadas via formulários de papel, que demonstraram uma vantagem média de 3,2% para Aécio Neves. Somente três institutos – DataFolha, IBOPE e Vox Populi – mostravam vantagem para a candidata Dilma Rousseff.
A partir da divergência entre os dados, iniciou uma pesquisa com os boletins de urna divulgados pelo site do TSE.
Gilson questiona o sistema utilizado pelas urnas brasileiras, que importam a tecnologia da Smartmatic, empresa "venezuelana" especializada em produção de sistemas eletrônicos de votação. Ele conta que o sistema funciona como uma árvore, onde os bancos de dados dos Tribunais Eleitorais são as raízes e as urnas estão distribuídas como folhas, que precisam enviar seus dados pelos canais de transmissão – os galhos – até as raízes.
“O ponto vulnerável do sistema é a urna, pois não há prova física dos votos computados, o que abre condições para manipulação”, explica.
A partir de uma Engenharia Reversa, estimando a transferência dos votos dos eleitores do primeiro turno, o pesquisador chegou no resultado: O fator de alteração seria algo em torno de 0,94 – ou seja, 6% dos votos estariam sendo manipulados.
“Foi possível estimar pelos resultados do 1° turno e todas as demais estatísticas de transferências de votos, quanto seria necessário num cenário pessimista, para Dilma vencer a eleição. Cerca de 3.000.000 a mais do que ela obteria com as projeções. O método então utilizado faz com que cada voto adicionado tenha o valor dobrado, pois reduz na mesma proporção o voto do adversário, isto se traduziria em um diferença final de cerca de 3.000.000”, conta.
Com as manipulações sendo efetuadas nessa taxa de 6%, a candidata Dilma obteve uma pequena vantagem, que foi aumentando à medida que os votos eram computados, dando origem a um evento improvável, uma mudança drástica no candidato que estava à frente na disputa, que ocorreu às 19h32.
Esta, no entanto, não é a primeira denúncia de eventos matematicamente improváveis envolvendo sistemas que foram desenvolvidos com a ajuda da Smartmatic.
A controversa empresa foi fundada na Venezuela na década de 1990, por Antonio Mugica Rivero e Alfredo Anzola (falecido em 2008). Logo nas eleições de 1998, a empresa foi contratada para realizar o processo de votação eletrônico do país, onde o então candidato Hugo Chávez seria eleito pela primeira vez.
Em 2004, após diversas manifestações anti-chavistas tomarem o país e a oposição venezuelanaapresentar um abaixo assinado pedindo um referendo para tirar ou não Chávez do poder, a Venezuela foi o palco de um escândalo envolvendo urnas eletrônicas. Enquanto as pesquisas apontavam que Chávezseria tirado do cargo com uma vantagem de 18% no referendo, o resultado final da votação mostrou o contrário: 58% dos votos foram em favor da permanência do presidente, enquanto somente 42% estavam contra a continuidade de seu mandato. Diante da reviravolta nos resultados, diversos matemáticos e estatísticos se propuseram a estudar o sistema eleitoral venezuelano, que foi chamado de fraudulento pela oposição do país.
Há também outros indícios de manipulação em urnas eletrônicas . . . As primeiras polêmicas vieram a público já nos primeiros pleitos – em 1996, 1998 e 2000. Em 2001, um caso especial chamou a atenção: um jornalista relatou a existência de listas com um número de eleitores oito vezes maior que o número de pessoas que realmente haviam comparecido a um recadastramento eleitoral no município de Camaçari, na Bahia. Mais tarde, em 2002, policiais encontraram e apreenderam urnas falsas no Ceará e no Distrito Federal, pouco mais de um mês antes do pleito.
Em 2004, foram abertas investigações que apuravam irregularidades nas eleições de 2000. Depois, em 2008, o Jornal da Band reportou uma denúncia de manipulações que teriam ocorrido nas eleições de 2004 e de 2008. Já em 2010, Jorge Stolfi, professor de Ciência da Computação da Universidade Estadualde Campinas (Unicamp), lançou mais denúncias sobre a possibilidade da fraude ser programada no software da urna, de maneira a desviar votos de um candidato para outro. Dois anos mais tarde, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) encontraram brechas de segurança reais no software das máquinas. Nas eleições municipais de 2012, o assunto novamente voltaria a ocupar as manchetes de jornais, após um hacker, identificado como Rangel, demonstrar publicamente como fraudou os resultados das máquinas eleitorais.
Em face às denúncias, diversas auditorias foram encomendadas. A primeira, patrocinada pelo TSE e desenvolvida por professores da Unicamp, em 2002, já constataria que “não há mecanismos simples e eficazes que […] possam confirmar que os programas usados na UE correspondem fielmente aos mesmos que foram lacrados e guardados no TSE.”
Mais oito testes seriam realizados nos anos seguintes, tanto pelo TSE, como por partidos, universidades e pesquisadores independentes, e as declarações finais tenderiam todas para um mesmo ponto: é impossível afirmar que as urnas possuem um nível de segurança aceitável.
Tanto portais de inclinação à esquerda, quanto moderados ou mais à direita vêm alertando sobre as denúncias, postando críticas ao sistema – mas o TSE tem se esquivado de todas. Por incrível que pareça, o Tribunal, presidido por Dias Toffoli, ex-advogado geral da União durante o governo Lula, chegou a admitir, após as eleições presidenciais do ano passado, que os sistemas antifraudes “nem sempre garantidamente impedem uma fraude [nas urnas]”, mas não se propôs a investigar a fundo as acusações.
Baseando-se em todas as críticas anteriormente mencionadas ao sistema eleitoral e com a ajuda de modelos matemáticos, o Analista de Sistemas, Gilson da Silva Paula, resolveu auditar a fundo as eleições do ano passado (2014), numa longa análise que durou mais de 300 horas.
Não é necessário ser profeta para ver o óbvio. A famigerada empresa Smartmatic foi contratada em 2012 pelo TSE, com licitação pública, dentro de um Universo Mundial de empresas especializadas em intranet e gerenciamento de dados, as quais são idôneas, certificadas e auditadas. Mas certamente haveria um motivo especial para terem contratado a salteadora Smartmatic, que é uma empresa venezuelana, e que já tinha fraudado várias eleições na Venezuela, Bolívia, El Salvador, Nicarágua, Equador, Filipinas, e também tinha tentado fraudar em Chicago.
Em todos os países latino americanos onde há ditadores eleitos ininterruptamente, há o sistema eleitoral da Smartmatic. Estes ditadores simplesmente não perdem eleições. Usa-se a democracia contra a democracia. Essa é a arma secreta do “Foro de São Paulo”. Então a pergunta é: Quem controlava as eleições de segundo turno em 2014?!
Resposta: Smartmatic . . . Funciona assim: dentro do TSE (aquele prédio ultramoderno) há o ponto central que converge todos os dados de todas as urnas do Brasil. Existe criptografia na transmissão de dados, mas a chave desta criptografia é de conhecimento da Smartmatic, pois foi esta empresa que estabeleceu a intranet por onde percorrem os dados das urnas até o TSE.
A Smartmatic controla todo o processo de transmissão de dados das urnas até o TSE, que é uma etapa (ou camada) onde pode haver fraude “no atacado”, ao invés de fraudes em urnas (varejo). Isso não significa que fraudes em urnas sejam dispensáveis, mas não são determinantes nesse processo fraudulento. Na eleição presidencial, a fraude nas urnas serve para diminuir a distorção que deverá ser feita na transmissão dos votos.
Então fica assim: As urnas Diebold são facilmente fraudáveis, e o sistema de transmissão de dadosSmartmatic é uma farsa venezuelana, e é uma empresa do “Foro de São Paulo”.
“O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta“.(Maquiavel)
“O Príncipe” é uma obra escrita em 1513, por Nicolau Maquiavel, historiador, diplomata, filósofo, estadista e político italiano. É estudada até hoje nos círculos de estudos políticos, filosóficos e estratégicos.
Maquiavel morreu em 1527 e “O Príncipe” só foi publicado “post-mortem”, em 1532, trazendo conselhos aos governantes sobre a arte de administrar um país, sugerindo o princípio de que os “fins justificam os meios”, que modernamente os pensadores católicos atribuem aos marxistas e os teóricos marxistas aos jesuítas…
As táticas e estratégias contidas no livro levam ao amoralismo político. Transmitem modos de manter o poder absoluto, não interessando como o governante aja para atingir o objetivo. O importante é manter a autoridade a qualquer custo.
Aproveitada até hoje por encerrar engenhosos esquemas da politicagem, a visão de Maquiavel é do século 16, limitada aos ocupantes devassos do poder e, por isso, encaixa-se como uma luva na ideologia da pelegagem.
Lá pela década de 1940, meu pai, republicano convicto, tinha uma piada projetando o século 21; dizia que ao chegarmos lá (e já chegamos) só haveria reis nos naipes do baralho. Enganou-se, mas os reis são poucos e os príncipes autênticos são raros. Os mais conhecidos são os do Reino Unido.
Na Inglaterra, uma das grandes potências mundiais, os príncipes trabalham, sentam praça nas forças armadas, fazem assistência social, andam em aviões de carreira e dão satisfações à opinião pública. Seus gastos são comedidos e controlados.
Temos experiência em comprovar que nas repúblicas populistas, se considerarmos “príncipes” os filhos dos presidentes, sua existência é deplorável. Na Venezuela a filha órfã de Hugo Chávez é inexplicavelmente bilionária, e no Chile, filho e nora de Michele Bachelet protagonizaram um escândalo invulgar naquele país.
No Brasil, a julgar pelos filhos de Lula da Silva, o comportamento desses “príncipes” também é indecoroso. Um deles, que até a eleição do pai era servidor do Jardim Zoológico de São Paulo, é hoje muitas vezes milionário; e Lula orgulha-se dos dribles que deu, comparando-o a Ronaldinho…
O outro filho do ex-presidente em exercício aparece agora como “lobista” ou “consultor” ganhando milhões por ter conseguido a Medida Provisória 471 que carreou lucros extraordinários para o setor automotivo. Pode ser comparado a Neymar, goleador exímio no futebol e também na sonegação fiscal.
Entre nós temos um príncipe, Marcelo Odebrecht – está na cadeia, por avanço nas pedaladas corruptas que arruinaram a Petrobras. Marcelo é um empreiteiro seguidor dos ensinamentos de Maquiavel. Entre os colegas era conhecido como “Príncipe”.
Ele mandou e desmandou no PT-governo durante os três mandatos de Lula (um deles através do fantoche Dilma). Há documentos que indicam isto. Num e-mail por ele escrito fala em “queimar” o nome indicado para ocupar um cargo e, com todas as letras, diz que é preciso “barrá-lo”.
Nos arquivos dos donos e executivos das empreiteiras apreendidos pela Polícia Federal, o nome do “Príncipe” aparece no topo do esquema de corrupção. Tais registros comprovam a parceria com Lula da Silva, apontado pelo codinome “Brahma”.
Com a propina institucionalizada pelo PT-governo, a empresa Odebrecht pagava subornos a diretores da Petrobras através de uma conta bancária da Constructor Del Sur. Só em depósitos feitos em conjunto com a Andrade Gutierrez, passaram aos lobistas e doleiros a serviço do PT-partido perto de R$ 700 milhões!
O príncipe Marcelo não mexia apenas com a contabilidade da quadrilha que assaltou a Petrobras, como relatamos. Sua atuação na política foi maquiavélica: No ano passado, juntou a sua corte de empreiteiros e juntos financiaram a campanha “Volta Lula!” o “Reabre-te Sésamo” da putrefação ética que o PT trouxe ao Brasil.VXCZM,.]
Todo mundo já sabe que o Palácio do Planalto mudou de endereço. Por um golpe da politicagem, o trono da Dilma Rousseff foi "teletransportado" de Brasília para a Rua Pouso Alegre, 21, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Ali funciona o Instituto Lula, onde já se tem preparada a próxima resolução importante do desgoverno: a queda de Joaquim Levy no Ministério da Fazenda, de repente, para que o Imperador $talinácio emplaque no cargo seu fiel amigo Henrique Meirelles ou alguém que ele indicar.
Dilma é refém de Lula e, também, dos "aliados" do PMDB - com quem a petralhada divide o comando do "condomínio" (termo utilizado por eles para definir o sistema de poder em Bruzundanga). Candidato explícito à presidência em 2018, mesmo sem ter certeza absoluta se terá saúde para chegar até lá, Lula emplacou Jaques Wagner na Casa Civil e Ricardo Berzoini na antiga estrutura do Gabinete de Segurança Institucional para ter o completo controle da situação - ao menos na vá ilusão dele.
Dilma é carta fora do baralho, prestes a ser descartada no jogo bruto da politicagem tupiniquim. É uma Presidenta (sem trocadilho) "coadjuvAnta". o Presidentro é quem comanda a jogatina. Se Dilma cair, ou mesmo que não caia, mas permaneça como refém passiva, o lucro é geral. O PT volta a ser oposição. O PMDB continua onde sempre esteve desde 1985, quando José Sarney assumiu a Presidência.
A medida urgente de ambos os lados é impedir uma destruição pela via judicial. Para isso, a ordem é neutralizar o Ministério Público Federal, dar uma travada na Polícia Federal e radicalizar o aparelhamento do judiciário, investindo na impunidade futura ou na lentidão de processos que ajudarão as penas a prescreverem no momento oportuno.
Nessa guerra de bastidores, a petelândia comete barbaridades. Foi hilário ouvir ontem a tática oficial do desgoverno para impedir o julgamento das pedaladas dadas em 2014 pela ciclista Dilma Rousseff, na sessão do Tribunal de Contas da União marcada para quarta-feira, dia 7 de outubro. O Advogado-Geral da União, Luis Inácio Adams, cometeu a bobagem de anunciar que vai arguir a suspeição do ministro Augusto Nardes, relator do caso no TCU.
O desgoverno exige o afastamento do relator, argumentando que Nardes tornou-se suspeito para julgar o caso ao comentar antecipadamente suas opiniões sobre a questão em entrevistas à imprensa. Mas o argumento usado por Luis Inácio Adams foi patético e completamente ignorante: "Esse debate público não só gera constrangimento dos demais magistrados, como também induz o movimento de apoio e de busca de resultado.(...) Magistrado tem que buscar o equilíbrio da Justiça".
O Luis Inácio da AGU pirou? Será que ele não sabe que o "tribunal de contas" não é uma corte do judiciário, mas apenas um órgão auxiliar do poder legislativo, que aprecia as contas do governo? O Adams ficou doido, ou não sabe que ministro do TCU não é "magistrado"? Se continuar assim, com tanta demonstração de sabedoria jurídica, vai acabar conquistando a tão sonhada indicação do PT para o Supremo Tribunal Federal... São argumentos estúpidos como estes que levaram Greta Garbo a morar no Cemitério de Irajá... Dilma já foi e finge que não sabe disto...
A tendência é que Dilma tenha suas pedaladas fiscais rejeitadas. O TCU, então, deverá recomendar ao Congresso Nacional que rejeite as contas de Dilma. Aí, sim, o bicho poderá pegar para a Presidanta que ficará ainda mais refém do Senado e da Câmara. Até porque o acuado deputado Eduardo Cunha já avisou a amigos próximos que: "Não caio antes dela" (Dilma). O vice Michel Temer tem todo o interesse na saída de Dilma para assumir o lugar dela no "condomínio". Renan Calheiros fará o que for conveniente - para se blindar e garantir a permanência do poder ao PMDB.
Nesse quatro institucional tétrico, quem se dana é o cidadão-eleitor-contribuinte. A crise econômica se agrava, com consequências danosas para as conquistas da classe média em ascensão - que já deu demonstrações públicas de que "chutará o balde" na hora que o garrote apertar. A pressão de baixo para cima vai atingir em cheio a politicagem que tem a vã ilusão de que resolve tudo em golpes e conchavos nos gabinetes federais.
A Revolução Brasileira dará um choque de realidade nos políticos corruptos...
Refém ilustre
Mensagem para Lewandowski
Um sábio conselho, em forma de reflexão, do Desembargador Laercio Laurelli endereçado ao presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, Ricardo Lewandowski.
Recado do sargento
Sargento Vidal, da PM-DF, faz um apelo em defesa das instituições militares que estão sendo constantemente achincalhadas por partidos de esquerda, e também faz uma convocação aos militares para manifestação que terá início dia 15 de novembro de 2015, em Brasília.
Fuzileiros em ação
O MST deu o maior azar por tentar fechar a Rodovia Amaral Peixoto, no Rio de Janeiro, sexta-feira passada (02/10) pela manhã, bem na hora que o Corpo de Fuzileiros Navais iria fazer um treinamento em um local cortado pela estrada.
Burramente, os bandidos do MST tentaram barrar a passagem do comboio.
Resultado: 40 minutos de combate, com tiros de verdade, e algumas prisões, ficando 35 sem-terra feridos e todos os fuzileiros ilesos.
Conclusão: o tal "exército do Stédile", invocado por Lula, não é tão bom de combate assim como a retórica revolucionária sugere...
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No país da piada pronta, a presidente Dilma Rousseff, em seu mais recente ato desesperado para agradar ao PMDB e salvar seu mandato, trouxe para seu Ministério o dono de um self-service chamado "Barganha", vizinho do bar "Sacana’s", que a outro pertence. Trata-se do deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), que, com essa sua experiência de restaurateur na Baixada Fluminense, será ministro de Ciência e Tecnologia.
Eis ao que se reduziu o governo de Dilma: já não é mais o caso de perguntar que qualificações se deve ter para ocupar um Ministério, e sim quantos votos o futuro ministro pode garantir para impedir que prospere um processo de impeachment. Foi a isso que, no discurso em que anunciou seus novos ministros, Dilma deu o nome de "governabilidade".
A divulgação da dita "reforma administrativa" coroou semanas de intensas negociações entre Dilma e uma parte do PMDB, com participação direta e decisiva do mentor da presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Nessa articulação, Dilma preservou apenas a placa com seu nome na porta do gabinete presidencial. Todo o resto ficará nas mãos de Lula e do PMDB. Inaugura-se no lamaçal brasiliense uma nova modalidade política: o governo em comodato.
Bem que Dilma tentou demonstrar alguma firmeza de propósitos para uma plateia que sabia estar diante de um abantesma. Ao dar detalhes da tal reforma, a presidente caprichou na megalomania ao afirmar que buscará transformar o Estado brasileiro em um "Estado moderno", a exemplo do que fizeram "todas as nações que atingiram o desenvolvimento". Sem nenhuma conexão com a situação precária de seu governo e de si mesma, Dilma se comprometeu a fazer com que a administração federal seja "ágil, eficiente, baseada no profissionalismo, na meritocracia".
É impossível pensar em palavras menos adequadas do que "profissionalismo" e "meritocracia" para explicar uma reforma ministerial que rateia pastas importantes entre políticos do segundo escalão da Câmara – no currículo do já citado Pansera se destaca a acusação de ser pau-mandado" do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), enquanto a Saúde ficará a cargo do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), ligado ao líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ).
A presidente nem mesmo conseguiu cumprir a promessa de extinguir dez Ministérios, feita em agosto, como parte de uma agenda de "austeridade". Na conta de Dilma, sua equipe terá apenas oito pastas a menos, pois ela desistiu de acabar com o status ministerial dos titulares do Banco Central e da Advocacia-Geral da União e sucumbiu à pressão de PT e PMDB pela manutenção de pastas de seu interesse.
Além disso, é exigir demais da boa-fé alheia dizer que o anunciado corte de 3 mil cargos comissionados – um pingo d’água no oceano de 23 mil vagas para os apaniguados da Presidência – terá algum efeito na almejada redução dos gastos do governo. Na mesma linha, a anunciada redução de 10% nos salários dos ministros e da presidente, além do corte de gastos com água, luz e telefone, com passagens aéreas e diárias e com o uso de automóveis oficiais, só serve para fazer praça de uma "austeridade" para um governo que, não contente em arruinar as contas públicas, desorganizou a economia nacional.
Mas a presidente petista não parece interessada em respeitar a inteligência alheia. Seu único objetivo é sobreviver. Por isso, ela deu ao PMDB nada menos que sete pastas em seu novo Ministério, alegando que, com isso, pretende "consolidar a base política buscando uma maioria que amplie nossa governabilidade", tornando a coalizão de governo "mais equilibrada".
Também faz parte dessa estratégia desesperada de Dilma aceitar que, na sala ao lado da sua, na poderosa Casa Civil, atue o petista Jaques Wagner, homem da estrita confiança de Lula. Assim, a insistência de Dilma em dizer que se trata de uma "ação legítima", feita "às claras", apenas acrescenta insulto à injúria, pois o País todo já sabe que a reforma ministerial resultou do formidável contubérnio entre Lula e a fina flor do fisiologismo, com o objetivo de enfrentar a tempestade política e judicial que se avizinha.