sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A falta de cultura ética da nossa civilização



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Albert Einstein

Creio que o exagero da atitude puramente intelectual, orientando, muitas vezes, a nossa educação, em ordem exclusiva ao real e à prática, contribuiu para pôr em perigo os valores éticos. Não penso propriamente nos perigos que o progresso técnico trouxe diretamente aos homens, mas antes no excesso e confusão de considerações humanas recíprocas, assentes num pensamento essencialmente orientado pelos interesses práticos que vem embotando as relações humanas.

O aperfeiçoamento moral e estético é um objetivo a que a arte, mais do que a ciência, deve dedicar os seus esforços. É certo que a compreensão do próximo é de grande importância. Essa compreensão, porém, só pode ser fecunda quando acompanhada do sentimento de que é preciso saber compartilhar a alegria e a dor. Cultivar estes importantes motores de ação é o que compete à religião, depois de libertada da superstição. Nesse sentido, a religião toma um papel importante na educação, papel este que só em casos raros e pouco sistematicamente se tem tomado em consideração.


O terrível problema magno da situação política mundial é devido em grande parte àquela falta da nossa civilização. Sem «cultura ética» , não há salvação para os homens.

Albert Einstein  in “Como Vejo o Mundo".

Títulos duplicados, compra de votos e sistema eleitoral sem chance de recontagem podem reeleger bandidos



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O espectro da fraude eleitoral ronda as moderníssimas eleições brasileiras. A frase de defeito seria perfeita para Carlinhos Petralha e Frederico Banqueiro iniciarem a redação do Manifesto Capimunista - uma obra sobre o sistema político e econômico tupiniquim. O Brasil se autodesmoraliza com a incontestável insegurança de um processo eletrônico de votação sem chances de auditoria externa ou recontagem física dos votos que reelege representantes do crime organizado a cada dois anos.

O incompleto modelo eletrônico de votação, sem possibilidade de auditoria impressa do voto, é a única coisa que pode garantir 101% de chances a favor da reeleição da Presidenta Dilma Rousseff. Além disso ou combinada com isso, a velha compra de votos nos currais eleitorais nos grotões urbanos e nas pequenas cidades do norte-nordeste. A onda de pesquisas com resultados cientificamente inconfiáveis respalda, psicossocialmente, o número final que o sistema proclamar na votação.

Em várias “comunidades” do Rio de Janeiro, principalmente no Complexo da Maré e na Baixada Fluminense, existem vários cidadãos com dois títulos de eleitores. Eles recebem dinheiro em troca do voto. Este mecanismo eleitoral do crime organizado foi denunciado, oficialmente, pela inteligência do Exército à Presidenta Dilma Rousseff – candidata à reeleição. Generais revoltados com tal escândalo já falam em “risco de ruptura institucional”, dependendo do resultado. Eis a verdadeira Zona Eleitoral que o Alerta Total denunciou na edição de 27 de agosto.

Só a identificação biométrica, individualizada, do eleitor, cruzando dados do número do cadastro do eleitor, da carteira de identidade e do CPF, poderia evitar tal duplicidade de títulos ou a chance de alguém votar no lugar de alguém que já morreu – mas continua eleitoralmente ativo. Mas o Tribunal Superior Eleitoral não agiu com a necessária velocidade para fazer o recadastramento geral dos eleitores. Mais grave ainda: a oposição sequer cobrou tal celeridade que deveria ser prioritária e urgente para impedir a fraude eleitoral na hora da votação. A urna só é liberada para o voto se reconhecer as digitais do eleitor.

A meta do TSE era contar, neste ano, com 22 milhões de eleitores identificados pela impressão digital. Em julho, chegou a um total de 23.851.673 aptos a votar com biometria. O eleitorado brasileiro total habilitado a votar este ano é de 142.822.046 eleitores – conforme as estatísticas eleitorais de 2014 do TSE. Este é o número de “apostadores” no verdadeiro Cassino Eleitoral do Al Capone. Você sabe em quem vota. Mas é o sistema quem sabe quem se elege.

Fantasma da Fraude


Dois motivos colocam nosso modelo eleitoral brasileiro na vanguarda do atraso democrático. Primeiro, o absurdo voto obrigatório – negação da liberdade individual. Uma massa de ignorantes, manipulável por pressão política, econômica ou pelo desconhecimento sobre o mundo real, é compulsoriamente obrigada a dar uma dedada mágica na urna eletrônica. O ato de pseudocidadania garante emprego bem remunerado aos políticos, por quatro anos (no caso de vereadores, deputados, prefeitos, governadores e o presidente da república) ou oito anos (no caso dos senadores).

O segundo motivo é o sistema eletrônico de votação com resultado final incontestável. Pior que isto é o rótulo dogmático de “100% seguro” imposto pela Justiça Eleitoral. É muito inocência acreditar, piamente, nesta infalibilidade ou confiabilidade total do sistema. Principalmente no País do Mensalão, onde as instituições republicanas funcionam conforme os piores vícios corruptos de uma monarquia absolutista. O governo do crime organizado transforma nossas eleições em um passeio cívico pelo cassino do Al Capone.

Só um político de expressão – justiça histórica lhe seja feita – criticava tal processo. O falecido Leonel de Moura Brizola denunciava uma armação perfeita. Pesquisas de opinião, com resultados duvidosos, indicando a vitória de quem lhe financiasse, ajudavam a abrir caminho para a fraude. Tanto induzindo o eleitor mais ignorante a “votar com o vencedor”. Quanto preparando o terreno psicossocial para a manipulação final do resultado eleitoral. O resultado da pesquisa casaria direitinho com o da votação – o que impediria a contestação do número final.

Esforços hercúleos de defensores da transparência e segurança total do processo eleitoral conseguiram emplacar a chance legal de o voto ser recontado parcialmente. O artigo 5º da Lei 12.034, de setembro de 2009, previa a exigência de impressão dos votos, para posterior conferência, por amostragem, de 2% das urnas de todas as zonas eleitorais. Uma auditoria independente contaria os votos em papel, Assim seria feita uma comparação entre os resultados e os boletins das urnas.
Esse modelo já não seria o ideal. Melhor seria uma auditoria total. O resultado eletrônico pode e deve ser ágil, como é. Mas a posterior conferência poderia acontecer sem tanta pressa. O resultado final só seria homologado, com proclamação definitiva do vencedor, após a conferência pública e independente. O resultado da urna eletrônica teria de coincidir com o do papel. A recontagem valeria para esta eleição de 2014...

O sistema previsto era simples. Após a confirmação do voto, a urna imprimiria o voto. O papel seria depositado automaticamente em um recipiente lacrado. Por que o eleitor não poderia fazer isto, confirmando se o voto foi corretamente atribuído pela maquininha de votação? Tudo bem, não quiseram assim... Afinal, o eleitor é inconfiável... A informática, não?

Agora, o mais grave e triste. Integrantes do movimento do Voto Seguro – liderado pelo engenheiro Amilcar Brunazo Filho -  sempre denunciaram a insegurança do nosso sistema de votação, apuração e fiscalização. No entanto, foi a própria Justiça Eleitoral quem sempre criou obstáculos para que o sistema tenha transparência. No dia 6 de novembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal – presidido pelo super Joaquim Barbosa - ajudou a sepultar de vez a possibilidade de conferência do voto, por impressão e posterior recontagem por amostragem de urnas.

Em 2011, a Procuradoria Geral da República questionou o modelo. Alegou-se que a impressão do voto geraria um número de identificação associado á assinatura do eleitor. Tal processo comprometeria o princípio constitucional do segredo do voto. O STF, imediatamente, concedeu uma decisão liminar, suspendendo o pedido.

Dois anos depois, neste final de 2013, em plenos festejos pós condenação dos mensaleiros, os ministros do STF decidiram que o voto impresso seria desnecessário, porque a justiça eleitoral já faz auditorias a cada eleição e fica à disposição para fazer recontagens, se isto for requisitado. Curiosamente, nenhum partido político brasileiro, até hoje, pediu a tal recontagem...

Nosso sistema de votação tem falhas. Amilcar Brunazo Filho já denunciou: “Conhecendo todos os procedimentos usados, por força de minha função como representante técnico de partidos junto ao TSE, sei como agentes dos cartórios eleitorais desonestos podem proceder para conseguir a troca de BUs (Boletins de Urnas) usando as próprias urnas para emitirem, com antecedência, BUs falsos, porém aceitos pelo sistema, burlando todos os recursos de criptografia, assinaturas, tabelas, etc. Descrevo os passos desta fraude nos cursos de fiscalização que dou para poder ensinar como se defender. E a única defesa eficaz contra esta fraude de troca de BUs é justamente a coleta de cópias impressas dos Bus, assim que são emitidos nas seções eleitorais”.  

País com o antidemocrático voto obrigatório, pesquisas de opinião eleitoral manipuladas e insegurança no processo de votação é capaz de produzir qualquer escatologia política. A dogmática confiança na veracidade absoluta do resultado da votação é o mais doloroso calcanhar de Aquiles do subdesenvolvido regime político tupiniquim.

Já passou da hora de os segmentos esclarecidos da sociedade engrossarem a campanha pelo voto seguro. Repito: só o fantasma da fraude eleitoral pode garantir a vitória petralha em 2014. Corremos tal risco concreto no domingo que vem.

Urna fraudável


Interessante material reunido sobre o inseguro sistema eleitoral brasileiro

Picaretagem eleitoreira impune


Olha a tornozeleira do Paulinho...

Paulo Roberto Costa, ilustre delator premiado, já curte a benesse da “prisão domiciliar”, no Rio de Janeiro, vestindo a nada elegante tornozeleira eletrônica.

Quando será, agora, que o Judiciário vai agir com a devida rapidez para também incriminar os 12 senadores, 49 deputados e, no mínimo, três governadores, delatados pelo “Paulinho” (como Luiz Inácio da Silva costumava chamar, carinhosamente, o ex-diretor de abastecimento da Petrobras)?

A velocidade concreta da resposta revelará se a Lava Jato vai punir para valer ou se, como de costume, só vai “punir” alguns bodes expiatórios...

Rejeitado

Militares comemoraram ontem o fato de a Justiça Federal em São Paulo ter rejeitado a denúncia feita pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o coronel da reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra, na qual ele foi apontado como responsável pela morte do jornalista e militante político Luiz Eduardo da Rocha Merlino, em 1971.

O juiz substituto Rubem David Müzel ressaltou que qualquer possibilidade de punição do militar foi extinta em decorrência da Lei da Anistia de 1979.

Agora, os militares querem que o governo federal explique por que investiu US$ 700 mil na tradução de jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos, na insistente tentativa de revogar a Lei de Anistia...

Mercado nervoso


Efeito bumerangue?


Sempre com a ajuda da Águia norte-americana, a Polícia do México prendeu ontem um dos seus maiores barões do narcotráfico.

O famoso “El H” – procurado por recompensas de até US$ 5 milhões...

Será que mega-prisões como a de Hector Beltran Leyva, de 49 anos, também podem acontecer no Brasil, em breve?

Os grandes bandidos e quem lava dinheiro a jato para eles que se cuidem...


© Jorge Serrão. Segunda Edição do Blog Alerta Total de 2 de Outubro de 2014

Decoração: quartos infantis para irmãos


Link encurtado para a publicação: http://goo.gl/HP1nTd
Hoje é quase impossível convencer os filhos a compartilharem o mesmo quarto. Mas às vezes alguns pais preferem nesse formato, ou às vezes a questão é ainda mais simples: falta de espaço.
Pensando nisso, preparamos esse post justamente para ajudar nessa questão, pois é super viável decorar esse espaço com características que agradem aos futuros donos.

O apartamento mais caro do mundo: conheça o triplex de US$ 475 milhões



No alto dos 170 metros da Tour Odéon, o apartamento mais caro do mundo possui três andares só para ele e uma área de 3.300 metros quadrados

Redação, Administradores.com, 
Divulgação
Quando você tem quase 500 milhões de dólares livres, talvez queira investir em alguma coisa mais exclusiva do que uma "simples" cobertura no bairro de classe alta da sua cidade, certo? Um apartamento em um arranha-céu de luxo em Mônaco pode ser o empreendimento que você estava esperando.
No alto dos 170 metros da Tour Odéon, o apartamento mais caro do mundo possui três andares só para ele e uma área de 3.300 metros quadrados. A torre foi projetada pelo Groupe Marzocco visando oferecer uma "experiência cinco estrelas" aos futuros moradores, que terão as chaves dos apartamentos a partir de dezembro de 2015.
Por 475 milhões de dólares, os futuros moradores vão poder desfrutar de um concierge à disposição durante 24h por dia, uma área de entretenimento com cinema privativo, sauna, ginásio, spas privados e piscinas. Além dos serviços exclusivos destinados ao Sky Penthouse, como foi nomeado o apartamento luxuoso: uma cozinha por andar (interligadas por um elevador), piscina infinita com escorregador, cinco quartos e home-cinema.
Confira o vídeo e fotos de apresentação do apartamento: 

MEMÓRIA CRUEL

http://prosaepolitica.wordpress.com/2014/10/03/memoria-cruel/

IQUE


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MEMÓRIA VISUAL É CRUEL


A ARTE DA GENTILEZA EM VENDAS



Ômar Souki
A palavra da TAM é gentileza, da Localiza, fácil, e da GOL, inteligência.  Ser inteligente é, através da gentileza, facilitar e alegrar a vida de seus clientes.  A suavidade no trato é crucial na conquista e fidelização de sua clientela, daí o foco atual na amabilidade, no carinho e no respeito pela experiência do consumidor.
Luiza Helena (Magazine Luiza) diz que já passou a era das pessoas metidas e arrogantes e Érica Drumond (Hotel Ouro Minas) faz questão de que todos os seus colaboradores abram um sorriso ao encontrar com cada um de seus hóspedes.  No livro As 7 chaves da fidelização de clientes, baseado em observações e pesquisas, afirmo que os clientes não compram produtos nem serviços, mas experiências.  Se a experiência com o vendedor for agradável a pessoa compra e até mesmo pode retornar.  Mas se tiver algum tipo de dificuldade ou irritação, adeus fidelização.  Portanto, é a experiência que você proporciona ao seu cliente que determina seu sucesso.
Depois de extensa pesquisa, Piero Ferruci, autor da obra A arte da gentileza (Editora Campus), garante que as pessoas gentis são mais felizes e bem-sucedidas.  Eu concordo e vou além, o sucesso em vendas depende, principalmente de uma atitude gentil por parte do vendedor.  Quais são os pilares da gentileza?
  1. Predisposição ao serviço. O fundamento da gentileza se encontra nos princípios do Rotary Club: “Dar de si, antes de pensar em si” e “Mais se beneficia quem melhor serve”. Isso quer dizer, pensar na satisfação e no bem estar do cliente em primeiro lugar.
  2. Ser confiável. Ter uma vontade sincera de ser útil e honesto pelo simples desejo de ajudar a um semelhante, sem pensar em primeiro lugar nos benefícios financeiros.  Com a sinceridade e a honestidade nas transações construímos reputações inabaláveis.  Uma boa reputação produz resultados, além de excelentes, duradouros.
  3. Ter empatia com o cliente. Busque ler as emoções e as intenções de seus clientes.  Como? Fazendo perguntas inteligentes e modelando as atitudes da pessoa.  Em geral, o bom humor e a leveza são importantes, mas se a pessoa é um pouco reservada, seja mais cauteloso no trato.
  4. Atenção plena. Joe Girard, o maior vendedor de carros do mundo, somente atendia com hora marcada.  Durante aquela hora não admitia interrupções, isto é, focava toda a sua energia e atenção nas necessidades, nas expectativas e nos desejos de seus clientes.

CONSIDERADA ABUSIVA CLÁUSULA QUE IMPÕE COBRANÇA DE ALUGUEL ATÉ VISTORIA FINAL



Cláusula que obriga inquilino a pagar aluguel após a entrega das chaves, até que o imóvel esteja nas mesmas condições em que foi recebido, é abusiva. A decisão é da Terceira Turma Recursal Cível que, confirmando sentença do Juizado Especial Cível do Foro Regional da Tristeza de Porto Alegre, determinou que a imobiliária Stefani Imóveis Ltda. devolva valores pagos a mais.

No recurso, a administradora alegou ilegitimidade passiva e ativa. Defendeu ainda que a exigência está prevista no contrato e afirmou que apesar de o locatário ter deixado o imóvel em dezembro, o local estava em condições precárias, de forma que o aluguel continuou a correr até o dia 12 de fevereiro.

O relator do recurso, Juiz Eugênio Facchini Neto, observou que apesar de o inquilino ter descumprido uma das obrigações contratuais, o que foi comprovado pelo laudo de vistoria, é incabível a aplicação da penalidade prevista. Salientou que a exigência de devolução do bem nas “mesmas condições em que foi recebido” é um critério muito vago. Salientou que é comum o inquilino não concordar com a vistoria final e as partes discordarem sobre a extensão dos danos dos quais o inquilino é responsável e, nessa situação, estaria obrigado ao pagamento dos alugueis até que houvesse uma posição final do proprietário.

Enfatizou ainda que, em especial no caso em questão, o resultado da vistoria foi comprovadamente comunicado apenas dois meses após a desocupação. Portanto, se permitida a aplicação da cláusula, o autor estaria sendo penalizado por uma negligência da imobiliária. Dessa forma, concluiu que o último aluguel devido pelo locatário era referente a dezembro, quando as chaves foram entregues, cabendo a administradora devolver o valor de R$ 615,64, pago pelo mês de janeiro.

Ilegitimidade

A respeito da alegação de ilegitimidade passiva, o relator ponderou que, ainda que exista jurisprudência entendendo que a imobiliária é somente mandatária do proprietário e, portanto, o dono do imóvel é quem deveria ser acionado, no caso, a Stefani é parte legítima. O Juiz Facchini ressaltou que esse é um caso em que o locatário sequer sabe quem é o dono do imóvel, pois todas as tratativas são feitas com a administradora. Apontou que a imobiliária pode, posteriormente, repassar ao proprietário eventuais consequências econômicas.

Na análise da ilegitimidade ativa, de que o autor deveria ser a pessoa que firmou o contrato de locação, afirmou estar evidente que o autor da ação era quem efetivamente ocupava o imóvel, fato que era de conhecimento da imobiliária, que emitiu recibo de quitação em nome do autor. Portanto, mesmo que o contrato não esteja em seu nome, ele tem o direito de ajuizar a ação.

Votaram de acordo com o relator os Juízes de Direito Eduardo Kraemer e João Pedro Cavalli Júnior. A decisão é do dia 18/12.

Proc. 7100220588
Fonte: TJ/RS - LexUniversal