quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Cores vivíssimas em todos os cômodos


Apartamento com pitadas retrô é a cara dos donos

16/09/2013 | POR ROBERTO ABOLAFIO JUNIOR; FOTOS MAÍRA ACAYABA
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  (Foto: Maíra Acayaba)
A visão torna-se o sentido supremo neste apartamento paulistano, que se destaca pelo uso da cor de forma extraordinária. Violetas tingem o hall de entrada e as divisórias entre living e home theater. O cinza cobre a sala de jantar. Verdes dominam a cozinha. O berinjela marca um dos banheiros, com o azul-marinho. Roxo, turquesa e vermelho vibram nas portas laqueadas, cada qual com um desenho em relevo diferente.
Assinada pelo estúdio Superlimão, comandado por Sergio Cabral, Thiago Rodrigues, Lula Gouveia e Antonio Carlos Figueira de Mello, a reforma do imóvel de 225 m² durou cinco meses. Em paralelo, o jovem casal de proprietários pesquisou tonalidades de tintas, tecidos, revestimentos. “Queríamos personalizar uma paleta equilibrada”, explica a dona da casa. A miríade de cores resultou de intuição, preferências particulares, sugestões do escritório e de uma amiga especialista em tendências cromáticas, além de influências fashion.
  (Foto: Maíra Acayaba)

À esquerda do hall de entrada, a cozinha superequipada é o xodó da casa, e a lavanderia, quase amarelo flúor, com plantas, transforma-se em sua extensão. Até mesmo dali avista-se o conjunto integrado de salas de estar e jantar, escritório e home theater, que pode se reverter em quarto.
Matizes à parte, os moradores anotaram propostas para revolucionar o layout do imóvel de três quartos em uma caderneta com capa amarela. O principal apontamento? “Todo lugar será de convívio.” Hoje com duas suítes, o apartamento tem ambientes amplos e abertos o bastante para favorecer a interação do casal e de eventuais convidados.
O setor social emprega poucas peças do endereço anterior e outras tantas arrematadas recentemente. É esse o caso do sofá reto e cinza do living, assinado por Marcus Ferreira, e da mesa de jantar, criação do mesmo designer. O móvel explora a beleza dos tons de madeira e das cadeiras atuais, mas com desenho dos anos 1950. Tecidos da estilista Adriana Barra, craque em combinar estampado e colorido, revestem os assentos. “Seu trabalho foi inspirador”, comenta a proprietária. O espaço conta ainda com prateleiras para livros e objetos e um aparador azul-claro executado sob medida.
  (Foto: Maíra Acayaba)
As novas aquisições para o living vêm sendo feitas sem pressa, assim como as dos quartos, voltados a um terraço interno envidraçado. Ali, o piso de ladrilhos hidráulicos em preto e branco interage com as paredes pintadas pelo artista João Paulo Cobra, o Nove. “A obra sintetiza nossas cores”, considera o morador. Seu closet, no segundo dormitório, tem porta amarela com escotilha evocando o filme de animação Yellow Submarine (1968), estrelado pelos Beatles, de que o casal é fã.
Brincadeiras como essa lidam com a memória dos dois tanto quanto o imóvel manteve suas próprias lembranças depois da reforma. É que se manteve, por exemplo, a variação dos pisos de madeira, entre os quais um raro, de jacarandá. “Optamos pelo não desperdício”, explica Sergio.
“A participação efetiva dos proprietários, em simbiose com o escritório, foi uma experiência única”, opina o profissional. Diferente do que pode ocorrer com outros clientes, segundo o designer, ambos cuidaram de cada detalhe porque tiveram a consciência de que os moradores seriam eles mesmos, e mais ninguém. Tanto melhor.
* Matéria publicada em Casa Vogue #337 (assinantes têm acesso à edição digital da revista)
  (Foto: Maíra Acayaba)

  (Foto: Maíra Acayaba)

  (Foto: Maíra Acayaba)

  (Foto: Maíra Acayaba)

  (Foto: Maíra Acayaba)

Corretor de imóveis: interprete os "nãos" do cliente e venda mais

Publicado em 26/03/2013


Transcrito do Blog de Guilherme Machado


Não! Uma palavra comum no cotidiano de um corretor de imóveis que se configura como uma das nossas maiores certezas ao sair de casa para trabalhar, pois inevitavelmente receberemos uma negativa durante o nosso dia. Mas vocês já repararam quantas vezes dizemos não querendo dizer sim?
Às vezes dizemos um não para o namorado fazendo um charminho ou recusamos um favor para ratificar a nossa capacidade de resolver um problema sozinho e até mesmo dizemos não a um convite para um almoço porque estamos atarefados demais e assim, sucessivamente, em diferentes contextos, vamos respondendo não, quando na verdade estamos loucos para dizer sim.
Contudo, quando somos nós que ouvimos esta sonora palavra, muitas vezes a nossa vontade é de desistir e desanimar, sobretudo quando se trata da vida profissional. E no mercado imobiliário não é diferente. Interpretar estes “nãos” e ter uma atitude contundente é o que nos fará ter um posicionamento diferenciado. Esta é a chave do sucesso do corretor de imóveis.
Compartilho com você algumas situações em que a interpretação dos nãos do cliente pode nos levar a resultados surpreendentes.
1. Não, este apartamento é muito pequeno!
Pequeno em relação a quê? Esta deve ser a primeira pergunta que devemos nos fazer para entender este não. Devemos criar um direcionamento de percepção  junto ao cliente que nos leve a perceber qual a referência dele de grande e pequeno para assim diagnosticar qual é a verdadeira mensagem implícita deste não e oferecer uma solução mais adequada.
chave-sucesso-corretor-imoveis2. Não, achei muito caro!
Nesta hora é importante perceber que é provável que o cliente não tenha entendido o verdadeiro benefício de comprar um imóvel com você e, consequentemente, o valor daquele imóvel.
Mude sua abordagem, faça-o entender que a experiência de comprar um imóvel com você é única, pois você oferece, por exemplo, benefícios que não têm preço: segurança e satisfação. Isso agrega valor ao seu atendimento.
Todavia, esta percepção não é validada por meio de palavras e sim de atitudes como o entendimento do mercado em que atua, o real diagnóstico do perfil e da necessidade do cliente, o seu empenho sincero em propiciar um atendimento eficiente e assertivo.
Desse modo, os benefícios de adquirir o imóvel com você devem estar evidentes para o cliente. Na prática, a relação é similar a de uma loja de conveniência, quer saber como?
Você está na rua, são mais de 23hs, bate aquela sede e a única coisa que tem por perto é uma loja de conveniência que, normalmente, cobra o dobro do que você costuma pagar por uma água.
Você questiona? Provavelmente não e compra a água, pois o benefício que a loja lhe oferece é mais relevante do que o preço praticado.
Isso é agregar valor ao produto, pois a loja está ali para te servir na hora em que você mais precisa, quando todos os outros estabelecimentos já estão fechados. Desse modo, quando o cliente acha determinado imóvel caro, você deve se perguntar: será que eu apresentei todos os diferenciais e os benefícios deste produto adequadamente?  O que o faz entender que este imóvel é caro?
Contudo, se mesmo depois de uma série de argumentos o cliente continuar irredutível, não insista no imóvel. Refaça o seu diagnóstico do perfil de cliente e tente encontrar uma unidade que esteja mais compatível com o planejamento financeiro dele.
A chave do sucesso aqui está em saber deixar o caminho aberto para novas negociações diante de uma objeção.
3. Valorize o não!
Achou estranho ter que valorizar uma negativa? Mas é isso mesmo.
Nós somos mais simpáticos e suscetíveis a novos relacionamentos quando os nossos “nãos” são valorizados e acima de tudo entendidos.
Mostre ao cliente o real interesse em oferecer a solução imobiliária mais adequada para a necessidade dele. Anote a negativa, peça para ele falar mais sobre os motivos que o impedem de fechar o negócio.
Demonstre para o cliente que você quer, verdadeiramente, entender o não dele para ser mais assertivo em uma visita futura ou uma próxima apresentação do imóvel. Fazer isso é entrar no Ciclo de Relacionamento do seu Cliente (CRS), ou seja, estar em sintonia com ele a fim de possibilitar uma experiência única e satisfatória de compra.
Essas três dicas poderão ajudá-lo a diagnosticar o que está por trás dos “nãos” dos seus clientes. Praticá-las será o seu diferencial e aperfeiçoá-la, a chave para a consolidação do seu sucesso

4 dicas essenciais para se tornar um corretor diferenciado

Transcrito do Blog de Guilherme Machado


Em um mercado de tantas similaridades e de uma alta concorrência como o setor de imóveis, uma expressão nunca foi tão repetida quanto a necessidade de sermos “corretores de imóveis diferenciados”. Eu mesmo já recorri a este termo diversas vezes em minhas palestras e também em nossos posts.
Seja falando nas entrelinhas ou explicitando claramente a ideia que tenho de um corretor de imóveis diferenciado, muitas são as dúvidas sobre o que, de fato, constitui este profissional: Quem ele é? Como ele se comporta?
Quer saber como se tornar um corretor de imóveis diferenciado?
E foi pensando nisso que hoje resolvi aprofundar um pouco esta reflexão e provocá-lo a ir comigo nesta análise que não é só do mercado, mas sobretudo, das nossas próprias práticas. Você está disposto a ser tornar este corretor de imóveis diferenciado?
A chave-mestra de todas as características deste corretor de imóveis diferenciado é a alteridade. A concepção da alteridade parte do princípio básico de que todo ser social interage e interdepende do outro, e este outro em questão, para nós corretores de imóveis, é o cliente.  É a partir do cliente e para o cliente que deve seguir toda a ação do corretor.
Desde cedo aprendi que o principal negócio do mercado imobiliário não é a venda, mas sim o cliente, especialmente, os relacionamentos que constituímos. As vendas nada mais são do que consequências destas histórias consolidadas.
O corretor diferenciado busca sua motivação a partir da necessidade do outro.Ele sai de si nas diversas situações para dar lugar ao outro. 
E sair de si não é colocar-se como um coadjuvante da sua história, mas perceber que no seu dia a dia existem dois atores principais dividindo a cena, cada um com o seu papel, sendo necessário compreender que é preciso uma parceria, uma cumplicidade entre estes atores (corretor e cliente) para que o sucesso exista.
E essa não é uma tarefa fácil, pois a todo instante somos pressionados pelos resultados, pela cobrança das metas, por nossa família e até por nós mesmos. Com isso, acabamos colocando em segundo plano este elemento vital para o nosso dia a dia – o outro.
E a grande sacada está justamente em perceber que os nossos resultados e a nossa satisfação pessoal e profissional estão diretamente ligados à solução da necessidade do cliente. Encontrar o equilíbrio entre as nossas ambições pessoais e o desejo do cliente é o grande diferencial do corretor de sucesso.
Contudo, se você ainda não encontrou este equilíbrio, não se desespere! Ele não é fruto de uma ação imediata, mas sim de um processo. Este processo requer alguns elementos que jamais podem sair do foco da ação do corretor de imóveis que quer se consolidar enquanto um profissional diferenciado. Elencarei quatro dos elementos que considero imprescindíveis e que julgo como basilares para toda e qualquer mudança de atitude no ramo imobiliário.
 1. Situar-se no tempo e no espaço
Não há qualquer chance de ser um corretor diferenciado sem um profundo conhecimento do espaço que você ocupa. Portanto é fundamental entender as necessidades do seu tempo, que características marcam a sociedade que você vive, não só no que diz respeito ao mercado imobiliário, mas também em relação aos temas que provocam e motivam as pessoas e os negócios.
Além disso, é imprescindível compreender as especificidades do seu mercado, quem são os seus concorrentes, o seu papel neste cenário e o papel do seu cliente.
2. Capacitar-se constantemente
Não tenha dúvidas, é impossível lidar com coerência diante da complexidade dos elementos citados acima sem que haja uma capacitação frequente.
E aqui vale frisar um grande diferencial. Capacitar-se no mercado imobiliário não quer dizer apenas entender de imóveis e de técnicas de vendas, mas especialmente, entender de pessoas, de culturas, de projetos de vida, de trânsito e até de economia.
Portanto, não se pode desprezar nenhuma fonte de conhecimento. Não espere lançar aquele grande curso, não espere acontecer a palestra com o consultor mais renomado, não espere, enfim, chegar o momento certo para aprender, pois este momento pode chegar e você pode não estar preparado para identificá-lo. Logo, todo lugar e todo momento devem ser o lugar e o momento certo para aprender e se capacitar.
Que momento e lugar certos podem ser esses? O jornal da padaria na hora que você dá uma pausa para tomar um cafezinho, o noticiário do rádio enquanto você está no trânsito, a conversa com o porteiro do seu prédio, a hora do almoço com o seu colega corretor, o momento em que você está navegando pela internet e encontra, por exemplo, o nosso blog e é provocado a quebrar as regras. Enfim, oportunidades não faltam.
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3. A busca pela inovação
Não tenha medo de quebrar as regras, não tenha medo de testar uma prática diferente da que todo mundo faz, não tenha medo, sobretudo, de ser julgado e até taxado como louco. Vou confessar um segredo para você: muitas vezes fui chamado de louco, porém não me abalei com isso, pois a minha loucura, ao contrário do que muitos pensavam, era consciente. Eu sabia exatamente onde queria chegar e me planejava para isso.
4. Construa relacionamentos
Este quarto elemento, na realidade, é uma junção de tudo o que falamos aqui, mas não poderia deixar de contemplá-lo com um tópico específico só para ele, dada a força e poder desta estratégia.
Empenhe-se em conhecer seu cliente e a necessidade dele. Gere diálogo, ouça mais do que palavras, capte ideias, anseios, motivações. Demonstre, por meio de uma postura profissional, coerente, capacitada e inovadora, que você é capaz de oferecer a melhor assessoria imobiliária que o seu cliente precisa.
Não tenha dúvidas de que o nosso destino só pode ser o sucesso quando nosso foco principal é o relacionamento e não a venda, quando entendemos que a venda é uma consequência das histórias que construímos.
Agora, a transformação está em suas mãos. Os elementos para sua consolidação como um corretor de imóveis diferenciado você já conhece. Então, o que você fará com isso? Compartilhe conosco.
Te espero no topo!!!

Corretor de imóveis: 5 dicas para não se tornar um chato na venda

Publicado em 03/09/2013



Realização de um sonho, mudança de vida, novos projetos, evolução profissional, independência, liberdade. Tudo isso são sensações que tornam a compra de um imóvel um momento de grande importância para um cliente, sobretudo, um momento de prazer, satisfação e realização.
Agora, perceba que algumas atitudes são capazes de desfigurar todo este cenário e gerar um grande incômodo. Atitudes estas, que você, corretor de imóveis, pode estar tomando, mas que a partir do post de hoje não terá mais.
Acredito que todo corretor que nos acompanha agora já tenha entrado em uma loja, por exemplo, e teve que lidar com um vendedor inconveniente, inoportuno, sufocante, o famoso CHATO. Tenho certeza de que esta situação não foi nada agradável. Então, por que muitas vezes transmitimos este mesmo incômodo para o nosso cliente? Você já pensou que alguns comportamentos levam o seu cliente a lhe taxar como um chato?
Para todos nós existe uma zona de segurança, onde desejamos ficar à vontade para fazer nossas escolhas. É quando estamos nesta zona que, de fato, concretizamos os nossos negócios.
Normalmente, quando tentamos encontrar esta zona e somosabordados indevidamente por alguém, nossa vontade é de lutar ou fugir. Lutar aqui para nós deve ser entendido como se fechar para o diálogo e o fugir é, literalmente, ir embora.
Já perdi várias vendas justamente por não entender a vantagem de possibilitar ao cliente o espaço necessário para o encontro de sua zona de segurança e, depois de algumas frustrações, passei a estudar melhor estes comportamentos. Por isso, hoje compartilho o segredo para você não ser taxado como um corretor chato e arrebentar em vendas.
corretor-nao-seja-chato-falar-muito

 #1. Sufoco não é atenção

Muitos profissionais pensam que ligar para o cliente a todo momento é uma forma de demonstrar atenção. Acenda o alerta vermelho! Este pode ser o seu pior erro. Não se deve confundir atenção com inconveniência ou pressão. Isso é muito chato!!!
Converse e, principalmente, ouça o seu cliente. Extraia dele os horários mais adequados para realizar a ligação no momento em que ele poderá lhe atender com calma.
Saiba interpretar cenários. Se o corretor liga várias vezes e o cliente não atende, há algumas conclusões que precisam ser avaliadas para que sejam elaboradas as melhores estratégias. Ou este cliente não pode lhe atender, ou ele realmente não quer comprar com você. Portanto, empenhe sua energia no que é de fato necessário. Às vezes pensamos que, se não insistirmos, o cliente não irá comprar com a gente, quando na verdade a sua insistência não estratégica pode ser o principal motivo da objeção, pois o cliente vai querer evitar lidar com um corretor chato.
#dicadeouro: Se você ligou três ou quatro vezes e o cliente não lhe atendeu, mande um torpedo informando que você está à disposição. Se depois de um período de 15 dias (em média), o cliente não lhe retornar, você pode entrar em contato novamente, mas jamais cobre ou faça pressão começando o seu diálogo falando que você tentou falar com ele e o mesmo não o atendeu: isto é ser [chato]².
Contudo, neste período de espera, não deixe de investir sua energia em outros atendimentos. Isto é fundamental para garantir a sustentabilidade dos seus negócios.
E não tenha dúvida, quando o cliente encontrar a sua zona de segurança, ele te procurará. Isso é claro, se você tiver feito um bom atendimento.

 #2. Não transfira suas metas para os clientes

A pressão para atingir as metas estipuladas pelo próprio corretor ou pela imobiliária/construtora parceira para quem o corretor trabalha pode torná-lo extremamente chato.
A ansiedade de vender, motivado especialmente pelo ímpeto de bater a meta, é um dos elementos que faz com que o corretor deixe de agir racionalmente e passe a ser guiado puramente por instintos. Isso é muito ruim, pois nos tira a capacidade de avaliar criticamente cada situação.
Metas devem sim ser estipuladas e alcançadas. Porém, acima delas deve estar o relacionamento com o cliente, uma vez que é esta relação que norteará o seu caminho para a conquista dos resultados esperados. Portanto não pressione o seu cliente e não transfira para ele a sua necessidade.
A maioria dos profissionais coloca o seu trabalho a serviço das metas, quando deveriam trabalhar por um propósito, ou seja, por algo que desse um significado para o seu envolvimento e melhoria permanente.

#3. Jamais diga o nome do cliente errado

Papel e caneta, tablet ou smartphone. Não importa a ferramenta,sempre anote o nome do seu cliente, pois a nossa mente pode nos pregar uma peça. Lidamos com muitas pessoas ao longo do nosso dia de trabalho e não podemos confiar apenas em nossa memória. Ela, às vezes, pode e vai falhar.
E não há situação mais chata do que errar o nome do seu cliente. Por mais difícil ou incomum que um nome possa ser, ele é a principal identidade da pessoa. Trocar ou errar o nome do cliente pode ser um erro fatal.
Imagine a situação…
Corretor: Então, dona Maria….
Cliente: Meu nome não é Maria, e sim Marina.
Corretor: Me desculpe Maria, ops, quero dizer Marina.
Nessa hora, a paciência do seu cliente já se esgotou e, certamente, ela não irá fazer negócio com você. E não pense que este diálogo ilustrativo não acontece na prática, ele é mais comum do que você imagina.
Desse modo, anote não só o nome do cliente como o de pessoas e o grau de relacionamento de quem o estiver  acompanhando, por exemplo, marido, esposa, filho. Perceba, se há outras pessoas no atendimento é porque estes elementos são importantes para o processo de escolhas, portanto, as envolva adequadamente na conversa.

#4. Falar demais

“Cala a boca Magda!”. A famosa frase do seriado “Sai de baixo” parece ser a mais adequada para muitos atendimentos e pode ter a certeza de que a vontade de verbalizá-la em alto e bom som é o desejo de muitos clientes. É muito chato o corretor que fala demais e não dá a oportunidade do cliente participar do diálogo.
Esse erro é tão comum e fatal que até fiz um post exclusivo para ele. Clique aqui e aprofunde a reflexão.

#5. Não seja vendedor

Parece contraditório, afinal, o objetivo do corretor é consolidar a venda. Porém, perceba a sutileza e a riqueza desta dica.
O palestrante e escritor Jeffrey Gitoner diz que as pessoas não gostam que você venda para elas, mas que elas adoram comprar. Este pensamento faz todo sentido quando entendemos que a venda deve ser fruto de um processo natural de envolvimento e não de algo forçado, imposto.
O cliente já tem o interesse da compra e cabe ao corretor canalizar este interesse em um relacionamento sustentável. Isso se dá por meio de uma audição ativa, da interpretação de palavras e ideias, do respeito à zona de segurança do cliente.
Por fim, temos que aprender a vender e não a trabalhar. Você pode se perguntar: Como assim Guilherme, você não acabou de dizer que é para não sermos vendedores?
Compreenda que a correta interpretação das palavras tem um poder extraordinário para suas vendas. Como dito, acredito que vender um imóvel é fruto de um processo natural de engajamento, dedicação e um bom atendimento. Já trabalhar traz consigo a conotação de algo penoso, árduo, repetitivo. E quando temos esta sensação, o processo não se dá de forma natural. Portanto reitero, precisamos aprender a vender e não a trabalhar.
Canalizar, interpretar estas dicas, adequá-las à sua realidade e começar a praticá-las são excelentes métodos para se libertar da faixa dos corretores medianos, chatos e, assim, se transformar em um corretor de alto desempenho.

GuilhermeMachado.com.br

BRASIL ESTÁ EM 14º LUGAR NO RANKING MUNDIAL DE PESQUISAS CIENTÍFICAS


Posted: 17 Sep 2013 06:02 PM PDT
Os cientistas brasileiros publicaram 46,7 mil artigos científicos em periódicos no ano passado, número que coloca o Brasil em 14º lugar como produtor mundial de pesquisas. Segundo o relatório feito pela empresa Thomson Reuters, isso equivale a 2,2% de tudo o que foi publicado no mundo, em 2012. Nos últimos 20 anos, o País subiu dez posições nesse ranking. A China conquistou o primeiro lugar nesse levantamento, seguida por Estados Unidos, Japão e Europa. O trabalho foi feito em parceria com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). No Brasil, o ramo científico que mais produziu artigos foi a medicina clínica. No período de 2008 a 2012, foram produzidos quase 35 mil artigos. Em segundo lugar, ficou a ciência de plantas e animais, com 19,5 mil artigos no mesmo período. Ciências agrárias produziram 13,5 mil artigos entre 2008 e 2012. O maior crescimento foi visto nas ciências sociais e gerais, que saltaram de 1,5 mil entre 2003 e 2007 para 9,8 mil entre 2008 e 2012.
Como consequência do aumento na produção científica, o pedido de patentes no País chegou a 170 mil no período de 2003 a 2012.

Saiba quais são os imóveis usados mais requisitados do mercado



Quando se trata de comprar um imóvel usado, os apartamentos acima de R$ 200 mil são os preferidos. Já quando o caso é alugar, as casas com aluguel até R$ 1.000 lideram. Pelo menos, essa é a preferência do mercado na cidade de São Paulo, de acordo com pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado (Creci-SP) com 448 imobiliárias da cidade, em setembro. 

Na ocasião, dos 246 imóveis vendidos, 160 (65,4% do total) eram apartamentos e 86 (34,96%), casas. Imóveis com valor superior a R$ 200 mil corresponderam a 57,08% dos negócios e mais da metade dos compradores (53,72%) recorreu ao financiamento bancário para pagar a aquisição. Vendas à vista corresponderam a 42,56%, parceladas pelos proprietários, a 2,48% e por meio de consórcio, a 1,24%.
As casas, por outro lado, foram as preferidas dos novos inquilinos - dos 879 imóveis alugados, 469 unidades (53,36% do total) eram casas. Os apartamentos representaram 46,64% das novas locações, com 410 unidades. Os imóveis com aluguel mensal de até R$1.000,00 concentraram 59,17% do total de novos contratos.

A maior parte das locações teve o fiador como garantidor do contrato (47,12%), seguido do depósito de três meses do aluguel (28,8%), do seguro fiança (22,35%), da caução de imóveis (1,15%), da locação sem garantia (0,46%) e da cessão fiduciária (0,12%). 

Preços para comprar e alugar

Em um mês, entre agosto e setembro, a média geral de preços dos imóveis usados negociados pelas imobiliárias subiu 6,6%. No acumulado do ano, porém, o valor médio dos usados acumula queda de 2,51% para uma inflação de 7,31% medida pelo IPCA do IBGE.

O preço de imóvel usado que mais aumentou em setembro na cidade foi o das casas de padrão médio com tempo de construção entre 8 e 15 anos e situadas na Zona E, onde estão agrupados bairros como Brasilândia, Campo Limpo, Grajaú e Itaquera - local onde está sendo construído o estádio do Corinthians que vai sediar a abertura da Copa do Mundo 2014. O metro quadrado desse tipo de imóvel subiu 74,23%, passando de R$ 1.501,82 em agosto para R$ 2.616,67 em setembro.

O imóvel que ficou mais barato entre todos os pesquisados, foram os apartamentos de padrão médio com mais de 15 anos de construção e situados em uma zona de maior valor, a D, que reúne bairros como Belém, Bom Retiro, Brás e Butantã. O preço médio caiu 19,89%, de R$ 3.985,98 em agosto para R$ 3.193,16 em setembro.

O aluguel que mais aumentou, por sua vez, foi o de casas de 3 dormitórios situadas em bairros como Aclimação, Brooklin e Cerqueira César, reunidos na Zona B. O aluguel passou de R$ 1.050,00 em agosto para R$ 2.755,56 em setembro - alta de 162,43%. O aluguel que mais baixou foi o de casas situadas também nessa Zona de Valor, mas com 1 dormitório - o aluguel médio caiu 40%, de R$1.066,67 em agosto para R$640,00 em setembro.

Fonte: R7 

O grande lance para ser um corretor bem sucedido




Caro corretor de imóveis, você é determinado ou acomodado? Pensando nisso resolvi escrever sobre um assunto que é bastante corriqueiro e acontece muito nas várias imobiliárias que existem por aí, o comodismo. Claro que nem tudo é regra, mas é bastante comum você ver isso acontecer no mercado imobiliário. 

O grande lance para ser corretor bem sucedido é você manter-se focado o tempo inteiro. Para quem não tem um objetivo vai um conselho, não entre na profissão. Digo isso porque muitos se acomodam quando vendem um imóvelacreditando que aquele dinheiro será eterno. Enganam-se. 

Ser corretor de imóveis demanda tempo, dedicação, paciência e a certeza de que se você não correr atrás dos clientes, a chance de vender é muito menor. Esse é o famoso corretor passivo, que fica sentado nos plantões de vendas ou no escritório aguardando o cliente procurá-lo para comprar ou vender um imóvel. 

É fato que isso vai acontecer, o cliente virá até você e com sorte ele vai comprar o imóvel que deseja deixando seu bolso bastante feliz. Aí vem o problema do comodismo. O corretor pensa assim: “Ah agora eu estou bem, ganhei minha comissão e posso ficar tranquilo”. E é aí que mora o perigo.

Você não pode esquecer que fatalmente vai gastar o dinheiro com as contas do mês, alimentação, higiene pessoal, passeios e quando menos esperar ele acaba. Alô corretor amigo, vamos acordar e perceber que nessa profissão, para obter sucesso, você precisa se esforçar muito, correr atrás e se manter focado. Aproveite a estrutura que você tem, já que as imobiliárias fornecem telefone, ar condicionado, computador, internet, mailing e tudo que é necessário para que você possa vender muito. Lembre-se, para ganhar dinheiro e se sustentar você precisa vender! 

Crie regras para seu dia a dia, imponha horários, tenha limites. Pense bem, se você ligar para vinte clientes por dia, durante sete dias na semana, a sua chance de vender um imóvel no mês aumentará significativamente e aí sim você poderá sorrir tranquilo.

Reflita sobre isso antes de se acomodar com apenas uma venda. Pense grande, sonhe alto, corra atrás dos seus objetivos e torne-se um corretor de imóveis bem sucedido e lembrado por seus clientes.

Do Blog da Meschini