sábado, 19 de janeiro de 2013

AMIGO PIOR QUE INIMIGO



Giulio Sanmartini
Depois de sua última grande cagada o ex presidente Lula, resolveu o time de campo, de forma provisória,  até que suas orgias com a amante, pagas com o dinheiro público, fossem esquecidas.
Por Neo Correia
Por Neo Correia
Estava hibernando, quando surgiu  a figura do companheiro,  José Nobre Guimarães (PT-CE), líder da legenda da Câmara, que referindo-se a notícias veiculadas nos jornais sobre o pedido do Procurador Geral pedir que as acusações de Valério contra Lula fossem investigadas,  ferozmente defendeu o acusado:
“Mais uma tentativa sórdida de macular a imagem de Lula, ninguém vai manchar o legado de Lula, porque todo o Brasil sabe de seu compromisso com os pobres, com a ética na política e com a transformação da sociedade brasileira”.
Pior que o inoportuno do momento, há ainda o fato que quem defende Lula, é um dos homens públicos menos recomendáveis no momento, o simples ato de defender alguém  é “de per si” uma acusação.
Além de José Guimarães ser o irmão do deputado mensaleiro José Genoino, condenado por formação de quadrilha e corrupção ativa, ele mesmo tem suas ladroagens, não se pode esquecer que  passou a ser conhecido como o homem dos dólares na cueca.
Tudo aconteceu quando no dia 8/7/2005, quando agentes da Polícia Federal de São Paulo detiveram  no aeroporto de Congonhas o assessor parlamentar de Nobre e membro do Diretório Nacional do PT, José Adalberto Vieira da Silva,  com R$ 200 mil em uma valise e US$ 100 mil presos ao corpo, na cueca.
Na época, Guimarães confirmou que Adalberto é seu assessor na Assembléia Legislativa no Ceará, mas alegou desconhecer os motivos da prisão.
“Ainda estou averiguando tudo o que aconteceu. Não sei o que houve”, disse, ao ser perguntado sobre o dinheiro que o assessor tentava transportar. “Não tem nada a ver ele estar mexendo com dinheiro. Eu vou investigar, estou tomando as providências e logo em seguida esclareceremos a opinião pública”, afirmou.
Claro que ele não investigou nada, muito menos esclareceu coisa alguma, e o caso foi de tal forma superado, que não embargou sua escolha como líder do PT.
Mas para Lula, nesse momento, ter um amigo que ao ajudá-lo atice mais a fogueira, seria melhor ter um inimigo

A DEPRESSÃO É RARA, POR QUE?


Plínio Zabbeu
A depressão pode ser descrita como uma sensação de tristeza, infelicidade, abatimento ou pesar. A maioria de nós já se sentiu assim em algum momento, por um período breve.
A depressão clínica é um transtorno de humor no qual a sensação de tristeza, pesar, raiva e frustração interfere na vida diária por um longo período.depreuf
A depressão muitas vezes é genética. A causa pode estar nos seus genes (herança genética), em comportamento adquirido ou ambos. Mesmo que devido aos seus genes você tenha mais tendência a ter depressão, um evento estressante ou trágico costuma provocar o princípio de um episódio depressivo.
Por que os homens raramente estão deprimidos?
  • Não engravidam.
  • Os mecânicos não mentem pra eles…
  • Nunca precisam procurar outro posto de gasolina para achar um banheiro limpo.
  • Rugas são traços de caráter…
  • Barriga é prosperidade…
  • Cabelos brancos são charme…
  • Ninguém fica encarando os peitos deles quando estão falando.
  • Os sapatos  não lhes machucam os pés.
  • As conversas ao telefone duram apenas 30 segundos.
  • Para férias de 5 dias, apenas precisam de uma mochila.
  • Se outro aparecer na mesma festa usando uma roupa igual, não há problema , e se perguntam, “Onde vamos cantar?” .
  • Cera quente não chega nem perto.
  • Ficam assistindo a TV com um amigo, em total silêncio, por muitas horas, sem ter que pensar: “Deve estar cansado de mim.”
  • Se alguém se esquece de convidá-los para alguma festa, ainda assim vai continuar sendo seu amigo.
  • Sua roupa íntima custa no máximo 20 reais (em pacote de 3)  e não preocupam se combina com a roupa ou não
  • Três pares de sapatos são mais que suficientes! (verdade)
  • São incapazes de perceber que a roupa está amassada.
  • Seu corte de cabelo pode durar anos, aliás, décadas.
  • Meia dúzia de cervejas e um jogo de futebol na televisão  são o suficiente para extrema felicidade.
  • Os shoppings não fazem falta nenhuma para eles.
  • Podem deixar crescer o bigode.
  • Se um amigo chamá-lo de gordo, careca, bicha velha etc, não abala em nada a amizade. Aliás, é prova de grande amizade.
  • Podem comprar os presentes de Natal para 25 pessoas, no dia 24 de dezembro em, no máximo, 25 minutos!!!

SABEDORIA



Ancião
O dito popular informa que o diabo sabe não por ser esperto, mas sim por ser velho. Os leitores talvez tenham curiosidade em saber porque escolhi o pseudônimo Ancião. A razão vem dos meus tempos de Cia City, em Santos, pois havia lá um “portuga” dos bons, que me disse que os velhos se fazem de burros, para descobrir os mal intencionados.
Albert Einstein
Albert Einstein
O texto de hoje se relaciona com o fato de mais idade pode ser sinônimo de sabedoria. A HypeScience, site que pretende o universo em um clique, do dia 15 deste mês, diz que teorias científicas e crenças populares sugerem que nosso cérebro se deteriora com a idade, tornando-se menos capaz de tomar decisões fundamentadas. Mas, na verdade, a velhice pode ser sinônimo de sabedoria. Cientistas provaram que as pessoas com mais de 55 anos usam seus cérebros com muito mais eficiência do que as pessoas mais jovens. Pesquisadores do Canadá descobriram que anos de experiência de vida faz com que cérebros mais velhos sejam tão eficazes quando se trata de tomada de decisão quanto o de seus colegas mais jovens. As pessoas mais velhas se incomodam menos com cometer um erro, e usam seus cérebros de forma mais seletiva do que as mentes mais jovens, apenas envolvendo certas partes no momento preciso em que são necessárias. Os cientistas do Instituto de Geriatria da Universidade de Montreal estudaram 24 jovens com idades entre 18 e 35 anos, ao lado de um grupo de 10 idosos com idades entre 55 a 75 anos.
Os participantes completaram uma série de tarefas cada vez mais difíceis, enquanto os pesquisadores monitoravam sua atividade cerebral. Os resultados de exames de neuroimagem mostraram que os cérebros jovens e idosos reagiam de maneira muito diferente quando ouviam que tinha cometido um erro em um exercício. Enquanto os jogadores mais jovens instantaneamente ativavam diversas áreas de seus cérebros, os participantes mais velhos “lutavam” contra o erro e mantinham as partes relevantes do seu cérebro dormentes até a próxima tarefa. O autor do estudo, Oury Monchi, disse que o experimento foi uma prova de que a sabedoria vem com a idade. “Quando se trata de determinadas tarefas, os cérebros de adultos mais velhos podem ter o mesmo desempenho que os de mais jovens”, acrescentou. Ele disse que as descobertas se assemelham ao conto da lebre e da tartaruga, a fábula em que o concorrente mais lento, mas mais cauteloso, ganha a corrida. “Já se sabia que o envelhecimento não é necessariamente associado a uma perda significativa na função cognitiva. Quanto mais velho, mais experiência tem o cérebro, que sabe que nada se ganha com pressa”, argumentou Monchi.

O INFERNO DE LULA



Vitor VieiraLula sabe que precisa ter um mandato para se blindar contra as investigações do Mensalão do PT que estão a caminho, e que irão investigar sua atuação no caso. Para se blindar, ele pode concorrer a três coisas: a) governador de São Paulo; b) senador por São Paulo; c) Presidência da República.
 Dilma Rousseff e Teori Zavazcki
Dilma Rousseff e Teori Zavazcki
Governo de São Paulo é algo que não o atrai, ele teria que se rebaixar, e isso não agrada ao imperador dos trabalhadores. Senado…. bem, poderia ser uma alternativa. Presidência da República? Ah, isto é o que realmente interessa a Lula, ele quer voltar para o poder em Brasília. Mas, para isso, ele precisaria remover a presidente Dilma Rousseff do caminho. Dentro do PT, isso não teria qualquer dificuldade. Em uma suposta convenção partidária, ele teria todos os votos, ou quase todos. Mas, ele parece disposto a removê-la do caminho previamente, sem necessidade de uma convenção. Ele já está meio a caminho disso, desde que quis continuar dando ordens a Dilma e levou uma enquadrada dela. Antes, Dilma ia a São Bernardo do Campo, agora conversa com ele nas dependências da Presidência da República. Em uma dessas idas a São Paulo, Lula ordenou a Dilma que nomeasse para vaga no Supremo Tribunal Federal um ou outro nome dos dois que entregou.
Dilma ouviu, não disse nada. Voltou a Brasília e mandou seu ministro da Justiça, o “porquinho” José Eduardo Cardoso, ligar para o ministro Teori Zavazcki e convidá-lo para uma reunião urgente. Cardoso ligou, o ministro respondeu que estava em São Paulo, acompanhando sua esposa em exames no Hospital Sírio Libanês. Ela é uma juíza gaúcha, e estava se tratando de um câncer de mama. Disse que estaria em Porto Alegre no dia seguinte, levando a esposa, e que a seguir poderia voltar para Brasília. “Pois então venha”, ouviu ele. Teori Zavascki chegou em Brasília no domingo e foi imediatamente conduzido para o Palácio da Alvorada, palácio residencial da Presidência da República. Lá, ouviu Dilma dizer: “O Senhor vai ser ministro do Supremo Tribunal Federal. Quero o senhor lá por causa da sua discrição”. Resumindo, ela estava dizendo que no Supremo andam falando em demasia. Teori Zavascki perguntou se ela tinha algo mais a pedir a ele. E Dilma respondeu: “Nada mais, só isso”. A tramitação da aprovação do nome de Teori Zavazcki no Senado Federal foi supersônica. Não deu o mínimo de tempo para as hostes petistas se reorganizarem. Diante da hostilidade de Lula e de seus comparsas, Dilma e Carlos Araujo, seu ex-marido, preparam a alternativa, a refiliação no PDT, para que ela possa concorrer à reeleição. Lula sabe que, se colocar Dilma contra a parede, as portas do inferno se abrirão para ele. A começar pelas portas do Ministério Público e da Polícia Federal, e continuando pelas portas das redações de todos os grandes veículos de comunicação do País, com os quais a sua ministra da Informação, Helena Chagas, tem uma grande proximidade.
(1) Fonte: Videversus

HOCUS & POCUS



Ralph J. Hofmann
Caros Drs Hocus & Pocus
Como distinguir entre um cassete e um cacete.
Minette Florentinacassette
Cara Minette
Tenho certeza de que com seu nome francês você já percebeu como as coisas mais inocentes acabam degringolando cá nesta terra que fosse um mundo justo, Cabral teria deixado quieta e teria sido descoberta por holandeses, dinamarqueses, noruegueses, ou suíços (estes últimos em navios afretados dos ingleses).
Inicialmente vamos tratar do verbete cassete. Para começo de conversa não é cassete, é “cassette” o que significa estojinho em francês. Este foi o nome internacionalmente dado aos primeiros cartuchos de fitas  de som largas que podiam ser tocadas  em aparelhos de som  especiais,  possibilitando um equipamento de som fácil de operar em automóveis. Depois a Phillips holandesa patenteou o Mini-Cassette gravável e regravável que se tornou um padrão da indústria.
Porém no Brasil a palavra cassette  lembrava  cacete, que era oriunda de outra palavra francesa “casse-tête” ou seja “quebra cabeças” ou “dá porrada na cabeça”, enfim, um porrete.cassetinhos e bundinhas
Até hoje as polícias brasileiras chamam aquela ferramenta de trabalho que carregam na cintura junto com suas armas de fogo de cassetete.
O formato dos “casse-tête” sendo sugestivo para policiais e suas vítimas, ou digamos, para as pessoas que atraiam a atenção dos policiais, a palavra cacete rapidamente passou a descrever o órgão sexual masculino.
Daí por que a troca de dois “S” por um “C” é extremamente séria. Uma moça ao pedir “passe-me o cassette”. O interlocutor pode entender “passe-me o cacete” e prontamente em lugar de receber uma fita com  música a jovem se vê sendo estuprada.
Esta situação tem inclusive outro desdobramento. As mesmas pessoas melindrosas que, na década de sessenta, tentaram transformar no idioma português a grafia do país Kuwait em Coveite (não pegou) passaram a escrever K-7 para descrever um cassette de som ou vídeo.
Tal inovação apenas funcionou no Brasil. No resto do mundo continua-se dizendo e escrevendo cassette.
Uma curiosidade. No Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, é possível adquirir cacetinhos na padaria. Também bundinhas.  São respectivamente os pães francesinhos (cacetinhos) e os pães cervejinha (bundinhas) . (Vide ilustrações ). Agradecemos a oportunidade cultural que  nos proporcionou com sua pergunta.
Hocus & Pocus

PSICANÁLISE DA VIDA COTIDIANA Recortes na Medicina de Hoje



CARLOS VIEIRA
Paulo é médico, formado no século passado, lá pelos idos de 1968. Oriundo de uma Faculdade, praticamente filha da Escola Baiana de Medicina. Aliás, naquela época os centros de referências de formação de médicos eram a própria Escola Baiana de Medicina, a Academia Nacional de Medicina no Rio de Janeiro e o Hospital das Clínicas de São Paulo.
Paulo foi formado ainda no tempo em que a “a clínica era soberana” e a “relação médico paciente” não era exatamente uma disciplina do curso médico, mas uma atitude ética e importante na formação. Aprendia-se que, antes de qualquer coisa a ser examinada, examinasse a “pessoa” do paciente, e não um objeto frio de investigação. 
O exame era clínico e psicológico: conversar com a pessoa, saber da história dos seus sintomas, investigar suas correlações psicossomáticas, ouvir, apalpar o corpo do paciente, escutar seus sons e tons, sua pele, o movimento dos seus órgãos, pegar o pulso, aferir a pressão arterial, tudo enfim, antes de partir para exames complementares como forma de encobrir inseguranças. O “olho clínico” do médico era um instrumento da sua intuição e experiência clínicas.
Paulo, meu amigo, conta-me a seguinte história: 
Há dias que sentia zumbidos e momentos de leve tontura. Sua audição, principalmente a do lado esquerdo, notava que estava reduzida. Levantava-se, 
às vezes, como se uma crise de labirintite se instaurasse para ficar. Preocupado, claro, marcou uma consulta com um Otorrino. Não se anunciou como colega, como médico. Entrou, foi recebido, sentou e falou dos seus sintomas. O colega ouviu, pensou que seria interessante usar algo para desfazer a cera, e logo disse: “usa esse remédios por uma semana, mas, antes, vou pedir uma ressonância magnética para maiores esclarecimentos. Você volta, traz o resultado do exame, e fecharemos o diagnóstico.”
Nesse momento, Paulo, contrariado, diz: “Dr., eu sou médico também, seu colega. Pensei que o senhor examinaria os meus ouvidos com o otoscópio. Tudo bem, muito obrigado pela atenção. Procurarei outro colega que, antes de tudo, possa conversar comigo e examinar meus ouvidos antes de apelar para qualquer exame de imagem. Passe bem, e muito obrigado”.
Dias depois, ao ter que fazer uma viagem à sua cidade natal, Paulo aproveitou e marcou uma consulta com um velho amigo, colega e contemporâneo de Faculdade. O colega quis ouvir a história dos zumbidos e da tontura, tirou seu pulso e pressão arterial, examinou seus ouvidos, conversou sobre seus hábitos, enfim, estabeleceu uma relação humana. Consequência: ambos estavam entupidos de cera, principalmente o ouvido esquerdo!
Essa história parece ser banal, corriqueira, mas reflete um recorte na medicina atual. Vivemos uma realidade na prática médica, da exuberância dos exames complementares! Muitos dos nossos médicos, hoje em dia, não saem da faculdade com uma formação básica clínica. As faculdades parecem se preocupar por formar “técnicos em medicina” e não médicos, tanto do corpo quanto da alma. É óbvio que exames são importantes, mas são exames complementares, ou seja, auxiliam a clínica, a intuição e experiência clínica dos colegas. 
Por consequência, estamos assistindo, e essa história é um modelo atual, a uma medicina que não se preocupa com a pessoa do paciente; com uma medicina, talvez, a serviço de uma super especialização que por sua vez agrada aos interesses econômicos tanto dos médicos, como dos empresários da medicina, a despeito de uma atenção primária – a relação médico paciente com sua importância de investigação mais profunda, do ponto de vista clinico psicossomático.
Em entrevista dada à revista Carta Capital, de 9 de janeiro de 2013, o Dr. José Gomes Temporão, ex-ministro da Saúde, salientou que: “O País passa por um processo de ‘americanização’ de seu sistema de saúde, com a perda de controle dos gastos causada pela hiper especialização médica, pela pressão da indústria para o custeio de tecnologias de eficácia duvidosa e a falta de regulamentação do mercado privado.” Mais adiante diz Temporão: “Há um consenso entre os especialistas de que não é possível ter um sistema de saúde universal, equitativo e sustentável sem uma grande base de atenção primária. A classe média imagina que um sistema bom é aquele no qual ela pode escolher seus especialistas por conta própria. O cidadão sente uma palpitação e procura um cardiologista, sem antes passar por um clínico geral. Só que talvez o problema não seja cardíaco, então o paciente transita entre vários especialistas até acertar o diagnóstico, com um custo elevadíssimo para o sistema.” 
Lembro agora quando fazia meu curso de Medicina na Universidade Federal de Alagoas, meu professor de parasitologia sempre enfatizava: diante de um desconforto gastrointestinal, antes de qualquer exame mais sofisticado, peçam um simples exame e cultura de fezes e urina. O que pode ser sintoma de úlcera, às vezes é uma simples verminose!
É necessário mais incentivo e ação governamental para criarem mais facilidades para o exercício de Clínicos Generalistas.
Ainda citando a entrevista do Ministro Temporão: “Os clínicos gerais funcionam como uma espécie de filtro antes de o paciente ser encaminhado aos níveis mais especializados. No Brasil, é comum um paciente não saber qual é o seu médico... as faculdades não formam médicos preparados para essa visão. Há uma especialização precoce. No Canadá, as bolsas e vagas para residência médica são definidas pelo governo. Em 2012, a grande maioria das vagas disponíveis era para clínicos gerais.”
Caro leitor, deixo aqui as minhas esperanças para que uma boa parte dos colegas médicos, lembrando os conselhos do mestre Hipócrates, vejam mais os seus pacientes. Ouçam, dediquem um pouco do seu tempo para examiná-los, para conversar e exercitar os preceitos da clínica médica básica. Os exames complementares são complementos à arte da medicina, e não artefatos técnicos e sedutores para encobrir as deficiências de formação.

Carlos.A.Vieira, médico, psicanalista, Membro Efetivo da Sociedade de Psicanálise de Brasilia e de Recife. Membro da FEBRAPSI e da I.P.A - London.

Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)