quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Futuro presidente do Tribunal de São Paulo acusa CNJ em mais um episódio corporativo

Ivan Sartori, posse em janeiro.
Ivan Sartóri. Posse em Janeiro


O futuro presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, acusa o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de atropelar o devido processo legal, não respeitar o direito de defesa e não admitir recursos. O desembargador Ivan Ricardo Garisio Sartori, que toma posse na presidência na próxima semana, comparou os atos do CNJ aos da ditadura.

O Conselho Nacional de Justiça foi instalado em 2005. Numa penada liminar, o ministro Marco Aurélio suspendeu toda a sua atividade correcional e se adiantou ao concluir que a atuação do órgão é apenas subsidiária.

Em outra penada suprema e sempre no apagar das luzes do ano judiciário, o ministro Lewandowsky suspendeu a correição em São Paulo e não lembrou que em quatro outros estados foram realizadas, sem problemas. E em São Paulo, como bem sabia Lewandowsky, o presidente José Roberto Bedran, magistrado íntegro, teve de “apagar um incêndio” de administração anterior, dada como plena de irregularidades, como sabem  até as colunas de mármore de Itu da exuberante Sala dos Passos Perdidos do andar térreo.

Nesta quadra cabem algumas perguntas:  por que liminar só agora?  E por que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), com a participação e o de acordo de Marco Aurélio, adiou o julgamento, em setembro passado, da ação que versa sobre a competência correcional do CNJ,  proposta pela Associação de Magistrados Brasileiros (AMB)?

A propósito de adiamentos — por 13 vezes o STF deixou de julgar a matéria sobre a legitimidade de apuração autônoma pelo CNJ —, em setembro, a Corte entendeu que não “havia clima”, dada a pressão feita pela opinião pública.

A decisão liminar do ministro Marco Aurélio, além de ilegal, pois não fundada na urgência (desde 2005 funciona o CNJ), tem a matriz autoritária de uma ditadura judiciária. E sobre isso o desembargador Sartori, próximo presidente, não percebe.

Dois ministros, Marco Aurélio e Lewandowsky, decidiram individualmente. Avançaram o mérito e paralisam um Conselho que atua desde 2005, pois não querem vê-lo apurar, autonomamente, desvios funcionais, muitos deles graves.

Não se deve esquecer que, a vingar a posição de Marco Aurélio e Lewandowsky, haverá a anulação das decisões do CNJ que puniram disciplinarmente magistrados. Um dos punidos (se é que aposentadoria compulsória com vencimentos garantidos pode ser punição), o  ministro Paulo Medina, foi presidente da AMB. Ele é acusado, quando judicava no Superior Tribunal de Justiça (STJ), de vender liminar.

Na visão dos supracitados ministros, às corregedoria dos tribunais estaduais e federais compete apurar eventuais desvios funcionais dos magistrados e o CNJ só atuaria nas omissões, e excepcionalmente.

Marco Aurélio determinou, ainda, o envio dos processos disciplinares e dos procedimentos apuratórios instalados pelo CNJ para as corregedorias estaduais e federais, conforme a competência de cada uma delas. Se o plenário do STF decidir o contrário, os processos e procedimentos voltarão, depois de um “giro turístico” decorrente de liminar corporativa e autoritária, em desrespeito a um órgão colegiado que entendeu adiar a solução de mérito.

A visão do futuro presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, apresentada na matéria do jornal O Estado de S.Paulo, é igualmente corporativa e míope  ao não detectar que as liminares de Mello e de Lewandowsky é que se assemelham a atos de ditadura.

O futuro presidente Ivan Sartori foi infeliz ao falar em violações a sagrados princípios constitucionais sem apontar um único caso concreto. Esqueceu-se que o CNJ é dirigido, desde 2005, pelo presidente do STF. Será que os presidentes que passaram pelo CNJ admitiram julgamentos sem direito de defesa a acusados, impediram utilização de recursos para atacar decisões e não observaram o devido processo?

Sartori andou mal, antes mesmo de começar a sua gestão. Não bastasse, apresentou uma solução nada ética, que já se incorpora aos hábitos de órgãos dos outros poderes. Afirmou que os desembargadores que receberam de forma incorreta verbas remuneratórias poderão devolvê-las de modo a se adequar ao  parcelamento.  Esse tipo de conduta de quem é surpreendido com a boca na botija é amplamente utilizada. Por exemplo, caso da Tapioca do ex-ministro Orlando Silva e do senador Eduardo Suplicy que, depois da descoberta (antes, não), devolveu o valor das passagens pagas pelo Senado à sua namorada.

Pano Rápido. É falso o discurso de Sartori e de presidentes de associações classistas de que desejam apurações, mas, como regra, pelas corregedorias. O CNJ nasceu em razão de as corregedorias não apurarem devidamente.

Em São Paulo, convém recordar, uma gravação e prova provada mostraram a venda de liminares por um desembargador do Órgão Especial e  que ocupou, em exercício, uma das vice-presidências. Ele foi convidado a pedir aposentadoria. Concordou e está aposentado, sem punição alguma.

FONTE: Wálter Fanganiello Maierovitch  (jurista, professor) http://maierovitch.blog.terra.com.br/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

BB KIng - Eric Clapton - Buddy Guy -Jim Vaughn .Rock Me Baby

Mulheres já são responsáveis por 66% do consumo nacional!


Quem decide na hora das compras?


Responsáveis pelo consumo anual de U$ 20 trilhões, valor maior do que duas vezes os mercados de India e China juntos, as mulheres são hoje o maior mercado
consumidor do mundo. Por aqui, elas também ocupam o topo quando o assunto é consumo. Um estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 1.917 mulheres das cinco regiões do país, no primeiro trimestre de 2010, revelou que elas são responsáveis pela decisão de compra de nada menos que 66% de tudo o que é consumido pelas famílias brasileiras. Ou seja, dos R$ 1,972 trilhão gastos anualmente com bens e serviços no país, R$ 1,3 trilhão são decididos por elas, valor que transforma o Brasil em um dos maiores mercados femininos no mundo. O estudo faz parte do livro “Poderosas Consumidoras – o que quer e pensa a nova mulher brasileira”, que o Bolsa de Mulher lança em julho.
“Administrando um montante superior à sua massa salarial, as brasileiras não apenas decidem e compram diretamente, mas também influenciam e controlam os gastos masculinos. E, mais do que a própria renda, elam gerenciam o orçamento familiar como um todo”, afirma Andiara Petterle, CEO do Grupo Bolsa de Mulher.
Mercados – O estudo da Sophia Mind identificou quatro grupos de mercado, que juntos somam 79% do consumo total das famílias – os outros 21% referem-se a gastos que não implicam em decisão de compra, como impostos e contas de serviços públicos como luz, gás e água.



O primeiro deles agrupa os segmentos em que predominam as escolhas femininas. Produtos específicos para mulheres (vestuário, beleza e cuidados pessoais), produtos para o domicílio (alimentação, produtos de limpeza, decoração) e bens e serviços ligados à educação dos filhos possuem 83% de suas decisões de compra em mãos femininas. Desse total, o controle feminino chega a 93% em gastos nos salões de beleza, 82% na alimentação familiar e 73% na educação dos filhos.

O segundo grupo contempla os mercados em que a participação feminina é maior do que a masculina, somando-se compra direta (total controle do processo decisório) e influência (parte que cabe a ela das decisões em conjunto com outros membros da família). Estão nessa categoria lazer e entretenimento, saúde, serviços para a família (telefonia, internet) e gastos de maior valor, como reforma da casa ou compra de eletrodoméstico, por exemplo. As mulheres controlam 67% desses mercados. Elas são responsáveis por 66% dos gastos em restaurantes e 63% nos com planos de saúde e na telefonia celular.
O terceiro grupo é formado pelos mercados cujas decisões de compra são equilibradas. Dele fazem parte os serviços bancários e a compra de produtos eletrônicos. As mulheres são responsáveis por 53% dos gastos no segmento. Elas controlam 58% dos gastos com TVs, sons e DVDs e 51% dos com vestuário masculino e bebidas.

O quarto e último grupo reúne os mercados com menor participação feminina nas decisões de compra. São eles os serviços ligados ao setor automobilístico, ao cuidado pessoal masculino e à manutenção de aparelhos domésticos. As mulheres decidem 36% do total gasto no segmento. Mesmo assim, 43% da decisão da compra de carros já são controlados por elas e 46% dos serviços de concertos de eletrônicos e eletrodomésticos também.

Ocupando os três primeiro lugares no ranking dos principais gastos familiares estão a compra de alimentos, a manutenção de veículos e a alimentação fora de casa. Com base nesses dados, é importante ressaltar que os poucos mercados onde o homem ainda tem maior domínio nas decisões de compra são mercados em que as despesas familiares são significativas – caso específico do mercado automobilístico. Mesmo assim, o estudo mostra que as mulheres ganham cada vez mais espaço em setores antes dominados pelos homens, como a compra de automóveis e a escolha dos serviços financeiros.

Insatisfação feminina – Em pouco tempo, a participação feminina no consumo das famílias brasileiras deve crescer em grandes proporções. Mas, apesar de representarem o mais importante mercado consumidor do país, as mulheres não estão felizes com os produtos e serviços disponíveis atualmente para elas. Nada menos que 89,25% delas se disseram insatisfeitas com pelo menos um segmento de produto ou serviço.

Os mercados de planos de saúde (38%), fitness (29%) e serviços financeiros (28%) são apontados por elas como os setores que menos entendem as necessidades femininas e que não conseguem atendê-las de forma satisfatória. A maior parte das reclamações está relacionada à oferta de produtos e serviços que não são planejados levando em consideração suas necessidades, tais como a falta de tempo e uma comunicação mais eficiente e atenta.


Fonte: Sophia Mind

Definição de filho por José Saramago:


      
    "Filho é um ser que nos foi emprestadopara um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos osmelhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como?  Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".

Como fazer vendas pelo telefone





Tive a oportunidade de treinar mais de 1.300 vendedores internos, inclusive fora do país e posso afirmar que é perfeitamente possível e é muito mais fácil vender por telefone usando os 7 passos de venda do artigo: Como se preparar e planejar para uma venda, mas é importante ressaltar que o processo de vendas não se trata de um processo lógico onde 2+2= 4, é preciso ter flexibilidade para pular, inverter ou até mesmo encurtar os 07 passos, o objetivo maior é a produção no final do dia e a felicidade de voltar para casa com o dia “ganho $$$”.



1º PASSO – PREPARAÇÃO
A preparação dividi-se em duas partes: mental e física.

Mental: como você acorda, o que você pensa, o seu astral, a sua motivação, o seu entusiasmo e os seus objetivos.
Experimente tomar um pouco de ar fresco, um café da manhã equilibrado e saudável, e deixe as coisas mais complicadas para depois, esteja com a mente tranquila.
Física:seu material, sua mesa, sua central, sua pasta, sua tabela de preços, seu roteiro, sua agenda...
Organize e limpe a sua mesa, seu local de trabalho deve conter apenas aquilo que é necessário para realizar a venda. Tire toda a distração e poluição visual da sua frente. Pode não parecer, mas isso trará uma grande diferença no seu estado emocional.

2º PASSO – ABORDAGEM
A sua voz é seu cartão de visitas, procure causar uma boa impressão inicial, com um discurso claro e objetivo, nos primeiros 30seg, em nível inconsciente é quando o cliente decide se vai ou não comprar. Lembre-se que o sorriso pode ser "ouvido" pelo telefone, portanto, fale como se a pessoa estivesse à sua frente, seja natural e simpático.
Experimente fazer uma “apresentação de elevador”. Imagine entrar num elevador e encontrar um potencial cliente. Uma “apresentação de elevador” é quando você dispõe de um curto espaço de tempo para criar um impacto com a sua apresentação. Você deverá ser rápido, empático e entusiasmante.

3º PASSO – DESCOBRIMENTO
É uma missão, quase impossível, vender sem descobrir a necessidade dos clientes, e por telefone você não tem muito tempo, tem que ser objetivo e fazer perguntas certas e inteligentes, que sirvam para o próximo passo.

Faça a sua pesquisa primeiro. Descubra se o seu contato é um cliente potencial, se já utiliza serviços ou produtos semelhantes ao seu, quais as suas necessidades e como você pode ajudá-lo.

4º PASSO - APRESENTAÇÃO
Existem várias formas de se apresentar um produto, mas a melhor delas é apresentar o que o cliente quer ouvir, por isso é tão importante o passo anterior. É nesse momento que se deve fazer, o cliente imaginar, apresentando os benefícios do produto ou serviço.
Liste os seus pontos principais e somente depois entre nos detalhes. Desta forma, você e seu cliente sabem o que esperar do telefonema. O perigo de entrar demais em pormenores logo de início é que o cliente pode perder o interesse rapidamente.
Elocução é a chave para uma apresentação de vendas ao telefone bem sucedida. A forma como diz algo é tão importante como o que diz. É bom ter um ótimo discurso planejado, mas se a elocução é errada, a sua apresentação de vendas falhará.

5º PASSO – RECOMENDAÇÃO
Após abordar, descobrir e apresentar o produto , chegou finalmente a hora de dar o preço, é o momento que se faz a proposta para o cliente. Ela deve ser segura, firme  e atender às necessidades do cliente e não o bolso ou as metas do vendedor.
Esteja calmo e saiba qual a sua margem para negociações, tenha total controle da situação, você está ali para ajudar o cliente, e não o contrário.

6º PASSO – OBJEÇÃO
99% dos clientes fazem objeção à compra e apenas 1% deles compram sem contestar nada, portanto é importante saber décor, as 10 principais objeções que seus clientes fazem e suas respostas.
Uma dica importante ao telefone é nunca tratar a primeira objeção, provavelmente ela é uma mentira, é uma arma de defesa do comprador para poder se livrar do vendedor, afinal ninguém gosta de gastar dinheiro. Saiba como contornar essas situações.

7º PASSO – FECHAMENTO
Ao contrário do que muitos especialistas dizem, não acho que, o fechamento aconteça sempre naturalmente, na maioria das vezes você precisa dar uma “forcinha”, ajudando o cliente a decidir.É preciso tomar atitude e ser ousado, mantendo o foco durante a conversa por telefone.
Existem várias técnicas de fechamento de vendas que podem ser utilizadas e você deve procurar conhecê-las e estudá-las, são armas de venda, uma delas, que funciona bastante por telefone consiste em não perder o tempo da venda, no momento certo você pergunta, o Sr. prefere receber o produto em sua empresa ou residência?

Não seja insistente e conclua sempre o telefonema com uma mensagem positiva, mesmo que receba uma rejeição. Você pode sempre dizer que voltará a ligar em alguns meses. Mantenha uma lista de verificação das pessoas que ligou, para saber quando ligará novamente.

Autor: Cézar Frazão / Adaptação Gabriel Corrêa
Fonte: Rumo ao Sucesso / Revista Venda Mais / Blog Mais Nutrição

Como fazer pós-venda com meus clientes?



A eficiência no serviço de pós-venda demonstra ao cliente a seriedade de sua empresa e a importância que ele tem para você.

Agora, sejamos francos:

Se você tem dúvidas com relação à qualidade do seu produto ou serviço, DESISTA!

Se você acha que o seu produto ou serviço não atende as reais necessidades do seu cliente, DESISTA!

Se você tem medo das reclamações, após implantar um serviço de atendimento ao cliente, DESISTA!

Não perca seu tempo, tentando concertar algo que já está fadado ao fracasso, mude de ramo ou de produto/serviço que está vendendo.

Pós-venda ativo:

É aquele que se inicia logo após a concretização da venda. Você deve planejar contatos intervalados, para mostrar ao cliente o quanto sua empresa se preocupa com sua satisfação. Faça uma adaptação do seu produto ou serviço na rotina a seguir:

- Dois dias após a compra ou entrega do produto, entre em contato com o cliente para saber se ele ficou satisfeito com a compra e o atendimento. Coloque a sua disposição, todos os canais de contatos disponíveis para qualquer eventualidade. Aproveite para solicitar sua autorização para entrar em contato sempre que surgir alguma novidade ou lançamento sobre o produto ou serviço que adquiriu.

- Dez dias após a compra ou entrega do produto, solicite um feedback ao cliente. Nosso produto está atendendo a suas expectativas? Deixe claro ao cliente que sua empresa sempre estará à disposição.

Estes dois primeiros contatos, podem ser feitos por telefone, ou em uma visita pessoal ao cliente, isso demonstra um pouco mais de intimidade e não algo automático. No decorrer de um ano faça ao menos mais uns seis contatos com o cliente. Estes poderão ser feitos por mala direta, e-mail, carta, etc. Se você vende automóveis, em um ano você já poderá oferecer a nova linha ao cliente, se você vende telefonia, em um ano você já poderá oferecer um plano mais completo, se você vende tecnologia, poderá oferecer um up-grade e assim por diante. Só não entupa o cliente com e-mails chatos e sem necessidades.

Fazer visitas rotineiras de pós-venda aos principais clientes demonstra o respeito que você tem por eles. Faça estas visitas, não com a intenção de querer vender-lhe algo, mas com a intenção de estar sempre verificando se o atendimento e o seu produto estão atendendo suas necessidades. Aproveite para descobrir onde tem que melhorar e em quais aspectos você deve agir para melhor atender seus clientes.

Nunca se esqueça do aniversário do cliente. Envie um cartão e se possível algo a mais: flores ou brindes.

Durante os contatos com o cliente, fique a vontade em pedir-lhe indicações de amigos, familiares ou clientes. Se ele está satisfeito, sentirá prazer em indicá-lo. Ofereça algum desconto ou brinde especial para o seus indicados e para ele mesmo.

Todo o processo do pós-venda ATIVO não exige nenhum tipo de investimento em estrutura especial. Seus próprios vendedores podem faze-lo.

Pós-venda receptivo:

Talvez a pedra no sapato de muitas empresas. O mal necessário!

Disponibilize aos seus clientes meios para que ele possa entrar em contato com você o mais rápido possível. Telefone, e-mail, caixa postal, etc. Demonstre que você estará à disposição para agradecimentos, elogios ou RECLAMAÇÕES. Todos estes meios, devem ser fornecidos ao cliente, no primeiro contato do pós-venda ATIVO.

Muitas empresas temem este tipo de serviço. Se você tem medo de reclamações é porque está vendendo algo que não presta. Uma reclamação resolvida representa muitas indicações, pois deixará o cliente satisfeito. Tenha em mente as seguintes regras:

- Se é uma reclamação, resolva imediatamente. Nunca passe adiante.
- Se é uma dúvida, esclareça na hora ou disponibilize técnicos para resolver.
- Se é um elogio, agradeça.
- O cliente sempre tem razão, mesmo que esteja equivocado.
- Se você prometeu, cumpra o mais rápido possível.

O que deixa um cliente mais satisfeito, é saber que poderá entrar em contato sempre que precisar. Nunca deixe seu cliente pendurado na linha ou maluco com atendimentos automáticos do tipo: se você quer isso, tecle 1, se é aquilo, tecle 2. Não existe nada mais irritante! Se for necessária a utilização de atendimentos automáticos, utilize plataformas amigáveis e de fácil utilização pelo cliente.

Segundo várias pesquisas, os clientes que tiveram reclamações atendidas e resolvidas rapidamente, se transformaram em clientes fiéis e as maiores fontes de indicações.

Pós-Venda eficiente é o início da próxima venda. Lembre-se sempre disso!

Por: Marco Antonio Meira
Fonte: www.artigonal.com

Como fazer o meu Networking


Networking é a união dos termos em inglês "Net", que significa "Rede"; e "Working", que é "Trabalhando". O termo, em sua forma resumida, significa que quanto maior for a rede de contatos de uma pessoa, maior será a possibilidade de essa pessoa conseguir uma boa colocação profissional, vendas, projetos, parcerias, etc.

Por exemplo: Existem reuniões, almoços e confraternizações com funcionários de várias empresas; lá eles se conhecem, trocam experiências e montam sua lista de contatos (Networking).


Como iniciar?

Construir um networking leva-se muito tempo, networking não é uma questão de urgência e sim de paciência. Não se conhece uma pessoa e já se abre para ela dizendo que esta desempregada que tem uma boa formação e tudo mais. Isso não é networking, é ser indiscreto e inconveniente.

O ideal é começar a construir seu networking na instituição de ensino, cursos, faculdade, pós-graduação, ou seja, com os seus próprios professores e colegas de classe. É essencial ser um bom aluno, participante e se comunicar abertamente com todos. 

Redes Sociais

Hoje com o fácil acesso a internet ficou melhor e mais prático para se criar uma boa rede de contatos. Existem bons sites de relacionamento profissional muito usado por profissionais do país e do mundo, com comunidades voltadas a áreas específicas.

Os sites mais comuns são: Linkedin e Twitter; esses são os sites mais usados por profissionais hoje. A parte essencial é que mesmo que você não conheça nenhum contato, pode adicionar a sua lista alguns profissionais e tentar manter contato com estas pessoas. Depois pode-se até pedir indicações profissionais, porém, procure nunca exigir nada de ninguém. Limite-se a redes voltadas ao contato profissional, não procure fazer seu networking através do Facebook ou outros sites de relacionamento informal, pois dessa forma você será invasivo e desagradável.

Adquirindo Novos Contatos
- Podemos construir uma excelente rede de contatos em qualquer lugar, cursos, academias, feiras de negócios, enfim, qualquer lugar onde é possível conhecer gente nova. É importante valorizar seus contatos e não ser um chato em busca de oportunidades;

- Procure manter-se em contato com seu networking, e principalmente, esteja sempre a disposição para ajudá-los;

- Procure sempre participar de palestras e eventos, mesmo que não sejam sobre assuntos da sua área de atuação, comparecer aos eventos de lazer com amigos e colegas de trabalho, enfim, manter-se presente, disponível.

Preservando Contatos

Procure não cobrar nada das pessoas que tem como rede de contatos, muito menos ficar mendigando favores, as pessoas possuem seus objetivos próprios e não vão se arriscar. Procure ser político, utilize seu networking como uma ajuda para conseguir suas metas sozinho, encontrar oportunidades, caminhos, etc.

Não fique procurando vaga na mesma empresa que seus contatos trabalham, procure não se convidar à festas ou qualquer ato de lazer dos seus contatos. Sempre esteja a disposição quando algum dos seus contatos precisarem, se possível seja voluntário e mostre sempre disposição. Seja dinâmico e determinado não demonstre dúvidas quanto à área que deseja atuar.

Concorrência

O netwoking, tanto como ferramenta profissional ou como busca de oportunidades de emprego, se faz muito eficiente, colocando a pessoa que o utiliza com sabedoria a frente de seus concorrentes com melhores produtos ou currículos.

Comece agora a fazer o seu networking, e se você já tem o seu, conte suas experiências!

Autor: Gabriel Corrêa
Fonte: Administradores.com.br