Posted: 18 Apr 2017 03:58 PM PDT
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O pastor Antônio Mercury (foto), de 59 anos, criou a “Unção dos Mamilos” na cidade de Aporé, interior de Goiás, com o intuito de abençoar as jovenzinhas que serão futuras mãe. Ele determinava os horários de cada sessão para derramar toda a sua benção nas fiéis. Más será que o plano dele durou muito tempo? Será que ele se deu mal? Continue lendo para descobrir! A notícia rolou pela cidade, cada vez mais inocentes chegavam na sessão em busca de benção familiar. Até que foi parar nos ouvidos da polícia! Sob a acusação de que ele abusava sexu al.mente das mulheres da cidade utilizando o pretexto de ungir seus seios , para abençoar os futuros filhos que alí seriam amamentados, o pastor foi preso! Veja o relato de uma frequentadora da sessão da Benção dos Mamilos: “Ele nos convencia de que a benção em nossos mamilos entraria na vida dos nossos filhos assim que eles mamassem, por isso ele fazia sessões de cerca de 1 hora acariciando e apertando nossos seios”, relata a S. T , de 21 anos, que prefere não se identificar. “Muitas vezes, após os cultos, o Pastor Valdecir nos levava para um terreno nos fundos da igreja e pedia para a gente fazer o Se.x0 0ral nele até o espírito santo aparecer por meio da ejaculaçã00”, completa a jovem desolada. Antônio, que chegou a abusar também de algumas idosas, se defende falando que teve um encontro com Jesus num bordel e que Ele lhe deu a missão de “distribuir o leite sagrado” por todo o estado, começando pelos fiéis da Assembléia de Aporé, do qual é responsável. “Vocês estão prendendo um servo do Senhor e ainda se arrependerão disso. Espero poder continuar com meu belíssimo trabalho dentro da prisão”, reluta o sacerdote. Denise Pinheiro, delegada responsável pela região, diz que Antônio foi pego em flagrante enquanto esfregava seu membro em uma comerciante local, observava e apertava seus mamilos, com a promessa de que aumentariam as vendas em seu negócio . Denise ainda completa: “quando autuamos o senhor Antônio, ele não ofereceu resistência”. Antônio pagou fiança e foi liberado após prestar 3h de depoimento. Por Noticias Gospel, Blastingnews e Menina da argola
FONTE - http://blogdoparrini.blogspot.com.br/
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Explosões mataram dezenas de pessoas em duas igrejas egípcias durante as celebrações de Domingo de Ramos (9). Foram mais de cem feridos, em ações reivindicadas pela organização terrorista Estado Islâmico — um preocupante episódio semanas antes da visita do papa Francisco.
Os cristãos egípcios, conhecidos como coptas, são uma minoria no país. Falantes de uma língua que remonta aos tempos dos faraós, eles correspondem a 10% de uma população de 90 milhões. Os ataques contra seus locais de culto têm se intensificado. É um grupo também economicamente marginalizado, que concentra, por exemplo, uma comunidade de catadores de lixo no Cairo.
A precariedade da situação quase não deixa antever que esse grupo foi, nos primeiros séculos da era cristã, um de seus centros religiosos. A ideia de monges se isolarem em desertos foi criada ali e seus teólogos ajudaram a definir os rumos dessa crença em diversos de seus concílios. A importância do cristianismo egípcio é bem descrita pelo romance “Azazel”, publicado no Brasil em 2015.
É um episódio tão importante da história desse país que ainda hoje coptas costumam dizer que são herdeiros dos verdadeiros egípcios. O próprio nome “copta” está relacionado a “egípcio”, na origem dos termos em grego. O cristianismo remonta ali, segundo a narrativa tradicional, à presença de São Marcos em Alexandria em 50 d.C. Seu declínio data do século 7 e das conquistas árabes.
Hoje a população copta se concentra no centro e no sul do Egito e é, em sua maioria, ortodoxa. A sede desse ramo está em Alexandria e seu patriarca é Tawadros — escolhido em 2012 quando seu nome foi sorteado dentro de um cálice. Outra parte desses fiéis é católica e protestante.
Houve uma série de ataques contra essa comunidade desde o golpe de Estado que removeu o islamita Mohammed Mursi do poder em 2013. Tawadros apoiou o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, na manobra. Radicais, portanto, culpam cristãos por ter tido parte na derrubada.
A situação foi agravada pelo surgimento da organização terrorista Estado Islâmico, que tem um importante braço no norte do deserto do Sinai. Com base em uma interpretação radical do Alcorão, essa facção considera cristãos como infiéis e defende sua conversão obrigatória ou morte.







