quinta-feira, 28 de agosto de 2014

TRIBUNAIS DO FAZ DE CONTA


Old Man


A lei de responsabilidade fiscal, como tudo que é controlado pelo governo, virou uma piada de mau gosto. Este artigo  demonstra claramente como essa lei de grande alcance social foi deturpada pelos politicos venais e transformada em mais uma lei do faz de conta e que poderia ser reformada para melhor controle, mas ninguém  ousa mexer nesse vespeiro. País rico é país sério; nós continuamos na extrema miséria moral!

O jornal Estado de S. Paulo publicou um artigo de Suely Caldas neste último dia 17, também reproduzida no site ENDIREITABRASIL, para o qual chamo atenção dos leitores deste blog. Vale a pena prestar atenção.


Suely Caldas
Suely Caldas

Instrumento que se tornou vital para o controle da gastança dos políticos, a Lei de Responsabilidade Fiscal entrou na adolescência (completa 15 anos em 2015) produzindo resultados positivos: desde sua criação, em 2000, obriga presidentes, governadores, prefeitos e quem mais tem poder de manejar dinheiro público a frear o ímpeto gastador e adequar suas despesas às receitas.

Apesar disso, é uma lei que segue incompleta, porque a estrutura de fiscalização dos gastos públicos não acompanhou a lei e continua com os mesmos vícios e distorções de antes, deixando o caminho livre para contas reprováveis de políticos serem aprovadas (às vezes com louvor) e para a prática de corrupção de agentes que deveriam fiscalizar e punir.

Essa estrutura é formada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e mais 33 tribunais de contas de Estados (TCEs) e municípios (TCMs), responsáveis por fiscalizar, aprovar ou rejeitar a prestação de contas de presidentes, governadores, prefeitos, empresas estatais e órgãos sustentados com o dinheiro dos impostos.
Quem não se lembra do ex-governador Paulo Maluf proclamando “minhas contas foram aprovadas com louvor pelo TCE de São Paulo”, quando questionado sobre o dinheiro dos contribuintes paulistas que foi parar em 20 contas da família Maluf na Suíça e na Ilha Jersey?
E os casos dos conselheiros Robson Marinho (TCE-SP) e Domingos Lamoglia (TCE-DF), que respondem na Justiça por crimes de corrupção?
E tantos outros (para ficar só nos casos mais recentes) dos tribunais do Rio, Bahia, Mato Grosso, Espírito Santo, Rondônia e mais sete (quase o pleno inteiro) do pobre Amapá, acusados de desviar R$ 100 milhões do tribunal?

Os erros já começam pela lei: eles são parte do Poder Legislativo, quando deveriam pertencer ao Judiciário, já que sua função é fiscalizar e julgar a gestão financeira de deputados, senadores e vereadores que se tornaram governadores e prefeitos.

E o erro continua com os critérios para escolha de ministros do TCU e de conselheiros dos TCEs. Pela lei, 1/3 é escolhido pelo presidente da República ou por governadores e 2/3, pelo Congresso Nacional e Assembleias dos Estados.

Com esse modelo, obviamente, a escolha dos felizardos candidatos a ganhar, em média, R$ 37 mil (entre salário, auxílios alimentação e moradia e abono de permanência)resulta de acordos político-partidários que, invariavelmente, indicam para as vagas parlamentares aposentados ou derrotados em eleições.
E o acordo, claro, contempla a regra “aprova as minhas contas que eu aprovo as tuas”, já que eles fiscalizam a si próprios.

O critério, escrito na lei, de possuir conhecimento jurídico e reputação ilibada vira mera formalidade na decisão da escolha, vistos os inúmeros casos em que conselheiros são acusados de receber propina em troca de decisões favoráveis a envolvidos em processos. Ah, e tem mais: os cargos são vitalícios.

A mesma equipe que concebeu a Lei Fiscal preparou, em 2000, uma proposta de emenda constitucional (PEC) propondo as seguintes mudanças nos tribunais de contas:
1) como no Judiciário, os cargos de ministros e conselheiros seriam ocupados por técnicos de carreira concursados;
2) o mandato vitalício seria substituído por mandato fixo de seis anos;
3) criar um conselho nacional para controlar e fiscalizar os tribunais de contas;
4) vedar nomeações de funcionários sem concurso público (hoje o apadrinhamento inflaciona os tribunais);
5) extinção dos tribunais de contas dos municípios do Rio de Janeiro e de São Paulo; e,
6) definir com mais rigor os critérios de notório saber e reputação ilibada na escolha de conselheiros.
Obviamente, o poder dos contrariados venceu e a PEC nem sequer tramitou no Congresso.

O presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Valdecir Pascoal, reconhece o problema: “Não ganhamos confiança da população se isso não mudar, mas não posso sair por aí chutando feito um black bloc”, diz, referindo-se à resistência de parlamentares e de governadores.

Recente encontro da Atricon recomendou mudanças, mas sem poder de implementá-las.



Exército denunciou para Dilma esquema de venda de votos, com título de eleitor duplicado, no RJ



A grande duvida: Marina tem consistência ou é fruto das incríveis pesquisas?

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Em várias “comunidades” do Rio de Janeiro, principalmente no Complexo da Maré e na Baixada Fluminense, existem vários cidadãos com dois títulos de eleitores. Eles recebem dinheiro em troca do voto. Este mecanismo eleitoral do crime organizado foi denunciado, oficialmente, pela inteligência do Exército à Presidenta Dilma Rousseff – candidata à reeleição. Generais revoltados com tal escândalo já falam em “risco de ruptura institucional”, dependendo do resultado. Eis a verdadeira Zona Eleitoral... Ainda mais quando as pesquisas indicam até uma vitória de Marina Silva sobre Dilma Rousseff, com Aécio Neves ficando de fora.

Até então guardada sigilosamente pelo governo e pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a informação sobre a vergonhosa manipulação de votos no Rio de Janeiro vazou no final da tarde de ontem. O grupo político de Aécio Neves tomou conhecimento. Espera-se que parta para alguma denúncia mais consistente e formal. Do contrário, ficará o informado pelo não dito. Concretamente, por falta de poder ofensivo, a candidatura do neto de Tancredo Neves corre tanto risco de naufrágio quanto o PTitanic.

Como de hábito no atual desgoverno, se for questionada sobre o explosivo tema, Dilma dirá que é “invenção” e que nada sabia sobre tal denúncia. Independentemente do que for dito, o resultado eleitoral já não merecia muito crédito – por causa da urna eletrônica, da transmissão de dados e do processamento de votos sem chances de auditoria externa. Agora se torna absolutamente inconfiável.

A descoberta concreta de fraude eleitoral, até agora mantida em “sigilo de Estado”, ocorreu durante as ocupações militares. Foram encontrados títulos eleitorais duplicados. Este mesmo golpe é aplicado em alguns estados do Nordeste e do Norte. No Maranhão, por cada voto a mais, o eleitor duplicado recebe até R$ 300 reais. O mesmo valor seria negociado nas áreas carentes do Rio de Janeiro – ainda dominadas por milícias urbanas.

Só a identificação biométrica, individualizada, do eleitor, cruzando dados do número do cadastro do eleitor, da carteira de identidade e do CPF, poderia evitar tal duplicidade de títulos ou a chance de alguém votar no lugar de alguém que já morreu – mas continua eleitoralmente ativo. Mas o Tribunal Superior Eleitoral não agiu com a necessária velocidade para fazer o recadastramento geral dos eleitores. Mais grave ainda: a oposição sequer cobrou tal celeridade que deveria ser prioritária e urgente para impedir a fraude eleitoral na hora da votação. A urna só é liberada para o voto se reconhecer as digitais do eleitor.

No Rio de Janeiro, por exemplo, só os 402.146 eleitores de Armação de Buzios e Niterói (universo ínfimo de 3,3% do total) usarão o sistema de identificação biométrica para votar. O eleitorado total fluminense, agora sob suspeita, é de 12.141.145 cidadãos. Quem não se recadastrou até 7 de maio não poderá participar da eleição. Em todo o Brasil, o recadastramento é feito gradualmente, obedecendo à Resolução 23.335 do TSE, atualmente presidido por José Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal e, em um passado não muito distante, advogado do Partido dos Trabalhadores.

A meta do TSE era contar, neste ano, com 22 milhões de eleitores identificados pela impressão digital. Em julho, chegou a um total de 23.851.673 aptos a votar com biometria. O eleitorado brasileiro total habilitado a votar este ano é de 142.822.046 eleitores – conforme as estatísticas eleitorais de 2014 do TSE. 

A equipe treinada da Justiça Eleitoral realiza a coleta das impressões digitais, além de fazer a fotografia dos eleitores de maneira rápida e fácil. Um escâner de altíssima resolução permite uma leitura de qualidade das impressões digitais. Um programa de computador faz o controle de qualidade automaticamente. Na prática, os “fantasmas” devem desaparecer com o recadastramento.

Banqueiragem

Os bancos continuarão obtendo lucros recordes, com juros altos, carga tributária elevada como sempre e custo de vida aumentando ligeiramente. Eis a única previsão concreta para a economia brasileira em 2015, seja quem for eleito para o trono do Palácio do Planalto. Os demais prognósticos são uma grande incógnita. Cartomantes têm mais chances de acerto que os economistas que embarcam na conversinha nada fiada do desgoverno.

Uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio indicou um recorde de brasileiros endividados. Ao mesmo tempo, outro estudo do Banco Central revela que a inadimplência está no menos nível desde 2011. No final das contas, os bancos continuam faturando em cima de quem é forçado ou induzido a pegar dinheiro emprestado. Passam sufoco os encalacrados com juros e taxas dos cartões de crédito e os que incorporam o cheque especial ao cada vez mais apertado orçamento mensal, corroído pela “inflação”. No fundo, o brasileiro se vira na economia informal – o que minimiza os efeitos diretos das crises midiaticamente anunciadas.

Quem deve nem sempre teme, No entanto, se aporrinha muito. Bancos, financeiras e escritórios de advocacia contratados para recuperação de dívidas dadas como perdidas promovem um ataque constante, via telefone, SMS e cartas para a residência dos inadimplentes. Não há facilidades nas negociações – a não ser quando o “calote” já é dado como certo e a dívida já foi contabilizada pelo banco como “perda”. O termo é um humor econômico de baixo calão, já que as tarifas e os juros embutidos nos empréstimos já renderam muita coisa até se transformar no suposto “prejuízo”.

Curiosamente, tal cenário não é devidamente tratado na campanha presidencial. O Brasil desenhado pelos marketeiros não tem gente encalacrada. Além disso, comprometidos com o sistema financeiro, a maioria esmagadora dos candidatos (pelo menos aqueles com alguma chance concreta de vencer a eleição) fogem do polêmico assunto. Na vida real, todos bem de vida, não sabem a pressão psicológica sofrida por quem fica devendo ao banco ou tem o nome “negativado” nos serviços de proteção ao crédito.

As soluções concretas para os problemas do Brasil Capimunista (carestia, cartelização, cartorialismo, corrupção e canalhice) continuam fora da agenda dos candidatos. Por isso, pouco se pode esperar do resultado das urnas, seja ele qual for.   

Ameaçado pela promessa alheia



Soma fatal





© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 27 de Agosto de 2014.

O califado petista

ARNALDO JABOR - 0 GLOBO

Eles não confiam na 'sociedade'; só pensam no Estado, na interferência em tudo

As eleições para presidente não serão “normais” — apenas uma disputa entre dois partidos para ver quem fica com o poder. Não. Trata-se de uma batalha entre democratas e não democratas. Está na hora de abrirmos os olhos, porque está em curso o desejo de Dilma e seu partido de tomar o governo para mudar o Estado. Não tenho mais saco para tentar análises políticas sobre a “não política”. Não aguento mais tentar ser “sensato” sobre a insensatez. Por isso, só me resta fazer a lista do que considero as doenças infantis do petismo, cuja permanência no poder pode arrasar a sociedade brasileira de forma irreversível.
O petismo tem a compulsão à repetição do que houve em 1963; querem refazer o tempo do Jango, quando não conseguiram levá-lo para uma revolução imaginária, infactível. Os petistas querem a democracia do Comitê Central, o centralismo democrático, o eufemismo que Lênin inventou para controlar Estado e sociedade. Eles não confiam na “sociedade”; só pensam no Estado, na interferência em tudo, no comportamento dos bancos, nos analistas de mercado e principalmente no velho sonho de limitar a liberdade de opinião. Assinam embaixo da frase de Stálin: “As ideias são muito mais poderosas do que as armas. Nós não permitimos que nossos inimigos tenham armas, por que deveríamos permitir que tenham ideias?”. Nossa maior doença — o Estado canceroso — será ignorada e terá uma recaída talvez fatal. Não fazem autocrítica e não querem ser criticados. A teimosia de Dilma é total — vai continuar errando com galhardia brizolista. Sua ideologia é falha, mal assimilada nessa correria sindicalista e pelega. Até agora governaram um país capitalista com regras e métodos anticapitalistas — dá no desastre econômico a que assistimos. Eles odeiam a competência. Acham que administrar é coisa de burguês — vejam o estrago atual. Acham que planejam a História, que “fazem” a História. Por isso, adotaram a mui útil “mentira revolucionária”. Assim, podem ocultar tudo da sociedade para o “bem dela”. Aliaram-se ao que há de pior entre os reacionários brasileiros e vivem a volúpia de imitá-los, com um adorável frissonperverso ao cometerem malfeitos para “fins justos”. Aliás nem sabem o que são seus “fins”; têm uma vaga ideia de “projeto” que não passa de um sarapatel de “gramscianismo” vulgar com getulismo tardio e um desenvolvimentismo dos anos 1960. Foi assim que criaram a “roubalheira de esquerda”, que chamam de “desapropriação” de dinheiro da burguesia. Isso justificou o mensalão, feito para eleger Dirceu presidente em 2010. Fracassaram. Aliás, o PT abriga muitos fracassados porque, ao se dizerem “revolucionários” sentem-se superiores a nós, os alienados, os neoliberais, os direitistas, os vendidos ao imperialismo.
Não entendem o mundo atual e continuam com os pressupostos de uma política dos anos 1930 na URSS. Leiam os livros do período e constatem se um Gilberto Carvalho não pensa igualzinho ao Molotov. Para eles, a oposição é a união da “burguesia” contra o “povo” . No entanto, quem se aliou à pior burguesia patrimonialista foram eles; ou Sarney, Renan, Jucá, Maluf e Severino do macarrão são bolcheviques? Petistas só pensam no passado como vítimas ou no futuro como salvadores e heróis. O presente é ignorado, pois eles não têm reflexão crítica para entendê-lo. Adoram estar num partido que pensa por eles. Dá um alívio não ter de pensar — só obedecer. A mediocridade sonha com o futuro onipotente. A morte súbita de Eduardo Campos pirou os “hegelianozinhos de pacotilha” que descobriram que a História é intempestiva e não obedece ao Rui Falcão. Agora, rumam em massa para Pernambuco para elogiar quem chamavam de “traidor e menino mimado”.
Querem criar os tais “conselhos” sociais, para adiar os problemas, fingindo uma “humildade democrática” para “ouvir” a população, de modo a ocultar seu autoritarismo renitente. Vivem a ideia de um futuro socialista como o substituto do sonho de “imortalidade” dos cristãos. Comunista não morre; vira um conceito. O homem é um ser social, e o “ser social” nunca morre. Para eles (e para o Kim da Coreia do Norte), o indivíduo é uma ilusão que criou essa dor melodramática. Quem morre é pequeno-burguês. Muitos intelectuais e artistas que sabem dessas doenças infantis preferem cavalgar o erro a mudar de ideia. Consola a consciência ter uma estrelinha vermelha pendurada na alma.
Os petistas têm uma visão de mundo deturpada por conceitos compartimentados e acusatórios: luta de classes, vitimização, culpados e inocentes, traidores e traídos. Acham que a complexidade é um complô contra eles, acham a circularidade inevitável da vida uma armação do neoliberalismo internacional. Confundem simplicidade com simplismo. Nunca fazem parte do erro do mundo; sentem-se superiores a nós, tocados pelo dedo de Deus.
Agora, no mundo modificado pelo fim do socialismo real, pelos impasses do Oriente Médio, pela crise financeira do capitalismo, pela revolução digital, sentem falta de uma ideologia que os justifique e absolva. E como não existe nenhuma disponível (social-democracia, nem pensar...), apelam para o tosco bolivarianismo que nos contamina aos poucos. É inacreditável como batem cabeça para ditadores e criminosos, de Ahmadinejad a Maduro, de Putin a Fidel, tudo em volta do fascismo populista de Chávez.
Dilma se acha Brizola, Lula imita Getúlio: nacionalismo, manipulação da liberdade, ódio a estrangeiros, desconfiança dos desejos da sociedade. Nada pior do que o brizolismo-getulista neste momento do país. Estávamos prontos para decolar no mundo contemporâneo, mas seguraram o avião e voltamos para trás.
Por isso, repito a frase oportuna de Baudrillard:
“O comunismo, hoje desintegrado, tornou-se viral, capaz de contaminar o mundo inteiro; não através da ideologia, nem do seu modelo de funcionamento, mas através do seu modelo de desfuncionamento e da desestruturação da vida social”.
Este é o perigo.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Lavanderia coletiva gera mais economia nos condomínios


Link encurtado para a publicação: http://goo.gl/CckX6N
 
Para quem quer poupar espaços nos apartamentos, a lavanderia coletiva  é uma ótima opção oferecida por alguns condomínios.








Este é um diferencial que facilitará a vida de muitas pessoas, que poderão poupar espaço noapartamento, afinal, a expectativa das empresas que oferecem o serviço é que os moradores economizem por não precisarem comprar lavadoras e secadoras nem  sem preocupar com a manutenção, fator que auxiliar na ampliação de outros cômodos, como a cozinha, por exemplo.
Sem contar, que esse sistema pode gerar economia e é  40%  mais eficiente em energia e consumo de água para condomínios. Outras vantagens são a melhoria da qualidade doserviço, a convivência entre os vizinhos, a praticidade, a valorização do condomínio e a redução de custos.
A instalação da lavanderia pode acontecer sem custo nenhum para o condomínio, podendo até gerar renda para o mesmo, dependendo da forma como for usada. Isso porque aLaundromat instala a lavanderia de acordo com a necessidade do condomínio, sem custo, cobrando apenas um valor mínimo por fichas mensais, que serão disponibilizadas aos moradores pelo próprio condomínio.
Será que essa ideia funcionaria no seu condomínio? Vale levar o assunto para a pauta próxima reunião!

SOBRE O HAMAS E ISRAEL


por Percival Puggina. Artigo publicado em 

 Ao promover uma invasão de terras, os membros do MST seguem rigorosamente as instruções fornecidas por seus líderes. Na hora do enfrentamento, as crianças vão na frente, formando um escudo humano para proteção dos marmanjos. Isso é algo a que estamos habituados a assistir aqui, bem perto dos nossos olhos.
 Não pode nos surpreender, portanto, que o Hamas, na guerra que promove contra Israel desde a faixa de Gaza, utilize escolas e hospitais como bases para lançamento de seus foguetes para, depois, derramar lágrimas de crocodilo sobre imagens dos danos ali causados. É o Hamas que impõe seu totalitarismo religioso fanático sobre a pacífica população da faixa de Gaza e não Israel. É o Hamas que está se lixando para os males que afligem a população civil da região sobre a qual impõe sua insensível tirania.
 Com muita razão aliás, o noticiário sobre o conflito observa uma grande desproporção entre as potencialidades bélicas de ambos os lados. Mas é muito difícil entender o tipo de justa proporção que se poderia esperar naquelas circunstâncias. Se o problema do conflito ali travado é a desproporcionalidade das forças combatentes e não a existência de um grupo terrorista islâmico agressor na fronteira de Israel, com o intuito explícito de o destruir, torna-se indispensável definir o que seria uma justa proporção aplicada ao caso.
 Indago: para atender a esse clamor, Israel deveria abandonar o armamento que usa e passar a empregar mísseis de fabricação caseira? Seria isso o que se espera? Ou, quem sabe, Israel deveria adotar atitude passiva enquanto os radicais do Hamas despacham seus artefatos desde os telhados de Gaza? Existem extensas áreas despovoadas ou muito pouco povoadas em Gaza. Por que os terroristas do Hamas se abrigam exatamente nos setores urbanos mais densamente ocupados? E é israelense a responsabilidade pelos danos?
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* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.
  

Israel x Hamas


Posted: 26 Aug 2014 03:29 AM PDT

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Henri Schipper
- O líder do Hamas vai a TV e fala que usa escudos humanos? Você não acredita nem nele. Você sabe mais.

- A Liga Árabe, que sempre é contra Israel, se coloca a favor de Israel e contra o Hamas.  Mas você manja muito mais que todos eles e ignora esse fato. 

- A mídia usa fotos do conflito na Síria e as coloca como sendo de Gaza. Mas pra você, ainda são crianças de Gaza. 

- Desde 1948, quando Israel foi fundado, mais de 11 milhões de muçulmanos foram mortos em guerras e conflitos. Desses, 35 mil foram mortos em confrontos com Israel. O resto foi em confrontos entre eles mesmos. Mas isso não te interessa. Só te interessa quando Israel está envolvido. 

- O filho do fundador do Hamas vive refugiado nos EUA e diz que a organização criada pelo seu pai é terrorista e visa somente a destruição de Israel. Mas você continua achando que manja do tema mais do que o cara que está lá desde o começo. 

- Você ignora o fato de que se Israel quisesse acabar com Gaza, faria isso em questão de minutos. Mas não faz. E você ainda usa a palavra genocídio. 

- Você se diz anti-Israel, anti-sionista. Fala em boicotar tudo o que vem de Israel. Mas dos chips que fazem funcionar o seu PC e Tablets, que foram criados em Israel, você não vai abrir mão.  

- 170 mil pessoas foram massacradas na Síria. E você não se manifestou, não fez passeata. Nem um post no seu Facebook você colocou. E você ainda se diz a favor da vida e da humanidade. 

- Você só acessa o Google para ver algo sobre Oriente Médio quando Israel se cansa de levar mais de 2.000 foguetes por mês durante anos e resolve acabar com a brincadeira.  Nesse momento, você se torna o maior entendido em Oriente Médio. 

- Você vai contra o único país democrático de uma região 100% ditatorial.  
 - Você acha lindo o Brasil aceitar a diversidade e fazer parada gay. Você é contra a homofobia. Mas só em Israel se aceitam gays. Nos outros lugares do Oriente Médio, a maioria deles é morta ou expulsa.

- Você viveria, como você é, em Israel. Mas seria obrigado a viver nos moldes deles (árabes) se cruzasse a fronteira. Mas você ignora isso, afinal você não vai pra lá mesmo. 

- Você defende que Israel acabe com sua invasão na região e quer que a devolva para os Palestinos. Mas nem sabe a origem do povo palestino e nem sabe que naquela terra nunca houve um governo palestino ou árabe. E, mesmo se tivesse e você achasse certo devolver para quem esteva lá no início, você deveria sair do Brasil, devolver o País para os índios e procurar sua origem. 

- Você defende um grupo que amarra bombas no corpo e se explode por um ideal e por virgens no céu. 

- Você defende um grupo que te mataria só pelo fato de você não ser como eles. 

- Você ignorou os padres crucificados no Iraque e a expulsão de todos cristãos de lá.  Afinal, você aqui está tranquilo. E até vai dizer que nem sabia.
- Você diz que sabe sobre a história do Oriente Médio, mas o que fez e faz, até hoje, foi ler uma manchete aqui, um textinho ali e achar que é pós-graduado sobre a região. 

- Mas por questão de lealdade com o verdadeiros fatos, acorda. Te antena vivente!

Henri Schipper é DJ.

SOBRE O CARÁTER

http://prosaepolitica.wordpress.com/2014/08/27/sobre-o-carater/

Manoel José


Uma postagem das mais supimpas, um vídeo novo, com montagem de partes antigas e uma novíssima, pós-câncer. Não mudou absolutamente nada e, se possível, pior. O supra-sumo, a cereja do bolo, é o conjunto de intelectualóides lambe-botas rindo do que fala. O que esperar disso? A manutenção de corpo pós-mortem em uma múmia, como o Vladimir Lenin e o Hugo ‘Gorila’ Chavez, pois nem os vermes terão estômago de consumí-lo…


O CARÁTER DE UM HOMEM(?) EM 3 ATOS