domingo, 3 de agosto de 2014

Diplomata de Israel errou quanto ao "anão diplomático"

http://www.fuscabrasil.blogspot.com.br/2014/08/diplomata-de-israel-errou-quanto-ao.html

Dilma se derrete e confraterniza com ditadores da Rússia e da China. Solidários no totalitarismo.
O (sub)assessor "especial" de Dilma, Marco Aurélio Garcia, vulgo "Top Top" da tragédia do vôo da TAM que deixou 199 vítimas fatais da inépcia, corrupção e podridão da ANAC petista, é representante do desgoverno petista junto às FARC - organização terrorista que sequestra, assassina e estupra o povo colombiano há 50 anos e quer ser respeitado como partido político apesar de sua principal atividade econômica ser o tráfico de drogas, armas e reféns. 
Esse não-diplomata e assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais e representante do desgoverno petista junto às FARC, chamou de "sub do sub do sub do sub do sub" o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor. 
Sim, aquele diplomata que disse lamentar que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um “anão diplomático”.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel errou, pois não é o Brasil, mas o desgoverno PT é  que é um anão diplomático. 
E errou por excesso de eufemismo: o desgoverno petista é antes de tudo um anão moral.
Dilma foi uma péssima anfitriã na abertura e no fechamento da Copa - ao contrário do hospitaleiro e simpático povo brasileiro que salvou nosso país de um vexame internacional com obras do PAC desabando ao lado da "arena", infraestrutura, estradas, portos e aeroportos sucateados.

Mas a fantoche do presidente de facto, o Câncer do Brasil, se derreteu em sorrisos, abraços e gestos de carinho diante de tiranos cruéis como o assassino Raúl Castro, Pútin e Xi, além dos lacaios bolivarianos de Castro.
 
Foto histórica registrando o assassinato de camponês condenado como "burguês".

Foto pós-Copa 2014 com Dilma confraternizando com seus colegas ditadores Castro, Bouterse e Maduro.

O poste (ou criatura, como Lula a chama) realizou encontros secretos com Castro e Maduro na intimidade da residência presidencial da Granja do Torto e fez questão de omitir esses eventos da agenda oficial e da imprensa, dando margem a especulações sobre o tipo de conluio, conspiração e contravenção motivaria esse segredo absoluto.
O anão diplomático de Lula e Dilma tem apoiado as piores ditaduras do planeta, não expressou qualquer apoio aos direitos humanos nesses países. Lula comparou o dissidente cubano Zapata Tamayo - vítima fatal da ditadura cubana - com presos comuns, quando de sua visita a Cuba em 2007 na data da morte de Zapata.

A anã-mor se prestou ao papel ridículo de difundir uma "teoria da conspiração" segundo a qual a vítima hipotética do míssil russo que derrubou o avião da Malaysia Airlines com 298 vítimas sob o território ucraniano teria sido o próprio ditador Pútin.
Caracterizando aviltante ingerência na soberania dos povos, Lula patrocinou descalabros como uma doação inicial de R$ 25 milhões para o grupo terrorista Hamas - dinheiro gasto em mísseis lançados sobre Israel. Agora, a nanodiplomacia lulopetista critica a reação "desproporcional" do governo daquele país contra os mísseis financiados com o dinheiro do povo brasileiro. Depois de financiar a escalada do terror na Palestina, f
inge surpresa diante da violenta reação militar. 

Cartas de Buenos Aires: Dois defaults e um funeral


Gabriela Antunes
Esta semana, nós jornalistas que trabalhamos na Argentina acumulamos poucas horas de sono.
Nos momentos de espera de um alô do Governo quanto ao possível calote argentino, passamos debruçados sobre os dicionários de economês e discutimos incansavelmente, entre os colegas, a etimologia de uma palavrinha gringa: d-e-f-a-u-l-t.
A Argentina, depois de treze anos, dava novamente um calote?
Dizia o filósofo francês Jean Baudrillard, cujas teorias inspiraram o filme “Matrix”, que o que a humanidade vive não é a realidade.
Em seu tratado filosófico “Simulacres et Simulation”, Baudrillard sustenta que sociedade atual substituiu toda a realidade por signos e símbolos, tornando o que conhecemos como experiência humana, apenas uma simulação da realidade.
Simulação ou Simulacro?
O Governo argentino sustenta, ao não obter acordo com os fundos abutres, que o que acontece com a Argentina não é um default.
Default é uma palavra considerada nefasta para qualquer argentino que tinha idade suficiente em 2001 para entender o que acontecia à nação, quando, sem muitas opções, teve que dar o maior calote financeiro internacional da história moderna.
As conseqüências foram muito além da discussão etimológica da palavra “default”: milhares de argentinos ficaram desempregados, tiveram as poupanças confiscadas, houve suicídios, infartos.
Por isso, Governo, opositores e imprensa entraram em uma discussão ferrenha sobre a real situação econômica do país. E a “verdade”, se há alguma (Baudrillard discordaria), é que ninguém sabe.
Sabe-se que a Argentina, um país que começou o século XX como um dos mais ricos e promissores do planeta, deve fechar a primeira quinzena de século XXI sem um consenso sobre o fato de estar ou não na bancarrota.
O clima na imprensa opositora é sempre apocalíptico e na governista “omundonãoacaboufeelings”.
De um lado, os opositores do Governo apontam o dedo para o Governo atual, que não contraiu a dívida, e enchem a boca com a palavra “default”; do outro, o Governo usa todo seu latim para explicar com metáforas elegantes que a Argentina vai muito bem, obrigada. 
No meio deste filme “Matrix”, onde ninguém sabe se toma a pílula vermelha ou azul, morre Julio Grondona, o todo poderoso do futebol argentino, há 35 anos polemizando e controlando o esporte no país. Esta pátria de chuteiras perdeu mais um de seus símbolos. Um país que, como nós, confunde futebol com “vida real”, perdeu seu controverso “papá”.
Entre o default da semana (era mesmo?), o fantasma do default passado e o funeral do Grondona, tivemos dois defaults e um funeral. Uma semana crítica, ou apenas mais uma semana por aqui?

 

Gabriela G. Antunes é jornalista e nômade. Cresceu no Brasil, mas morou nos Estados Unidos e Espanha antes de se apaixonar por Buenos Aires. Na cidade, trabalhou no jornal Buenos Aires Herald e hoje é uma das editoras da versão em português do jornal Clarín.Escreve aqui todos os sábados.

Gravações comprovam: CPI da Petrobras foi uma grande farsa


A CPI da Petrobras foi criada com o objetivo de não pegar os corruptos. Ainda assim, o governo e a liderança do PT no Senado decidiram não correr riscos e montaram uma fraude que consistia em passar antes aos investigadores as perguntas que lhes seriam feitas pelos senadores. A trama foi gravada em vídeo.

Hugo Marques
Era tudo farsa. Mas começou parecendo que, dessa vez, seria mesmo para valer. Em março deste ano, os parlamentares tiveram um surto de grandeza institucional. Acostumados a uma posição de subserviência em relação ao Palácio do Planalto, eles aprovaram convites e convocações para que dez ministros prestassem esclarecimentos sobre programas oficiais e denúncias de irregularidades. Além disso, começaram a colher as assinaturas necessárias para a instalação de uma CPI destinada a investigar os contratos da Petrobras. Ventos tardios, mas benfazejos, finalmente sopravam na Praça dos Três Poderes, com deputados e senadores dispostos a exercer uma de suas prerrogativas mais nobres: fiscalizar o governo. O ponto alto dessa agenda renovadora era a promessa de escrutinar contratos firmados pela Petrobras, que desempenha o papel de carro-chefe dos investimentos públicos no país. Na pauta, estavam a suspeita de pagamento de propina a servidores da empresa e o prejuízo bilionário decorrente da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, operação que jogou a presidente Dilma Rousseff numa crise política sem precedentes em seu mandato. O embate estava desenhado. O Legislativo, quem diria, esquadrinharia o Executivo. Pena que tudo não passou de encenação.     
VEJA teve acesso a um vídeo que revela a extensão da fraude. O que se vê e ouve na gravação é uma conjuração do tipo que, nunca se sabe, pode ter existido em outros momentos de nossa castigada história republicana. Mas é a primeira vez que uma delas vem a público com tudo o que representa de desprezo pela opinião pública, menosprezo dos representantes do povo no Parlamento e frontal atentado à verdade. Com vinte minutos de duração, o vídeo mostra uma reunião entre o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e um terceiro personagem ainda desconhecido.
A decupagem do vídeo mostra que, espantosamente, o encontro foi registrado por alguém que participava da reunião ou estava na sala enquanto ela ocorria. VEJA descobriu que a gravação foi feita com uma caneta dotada de uma microcâmera. A existência da reunião e seus participantes foram confirmados pelos repórteres da revista por outros meios — mas a intenção da pessoa que fez a gravação e a razão pela qual tornou público seu conteúdo permanecem um mistério. Quem assiste ao vídeo do começo ao fim — ele acaba abruptamente, como se a bateria do aparelho tivesse se esgotado — percebe claramente o que está sendo tramado naquela sala. E o que está sendo tramado é, simplesmente, uma fraude caracterizada pela ousadia de obter dos parlamentares da CPI da Petrobras as perguntas que eles fariam aos investigados e, de posse delas, treiná-los para responder a elas. Barrocas revela no vídeo que até um “gabarito” foi distribuído para impedir que houvesse contradições nos depoimentos. Um escárnio. Um teatro.    
Geraldo Magela/Ag. SenadoJosé Eduardo Barrocas
TEATRO: Parecia uma encenação — e era mesmo. As perguntas que seriam feitas pelos parlamentares ao ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli foram enviadas a ele antes do depoimento por José Eduardo Barrocas, chefe do escritório da estatal em Brasília, que aparece no detalhe da foto
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POEMA DA NOITE Fragmento de carta para jovem Codignola, por Pier Paolo Pasolini


Querido rapaz, sim, claro, vamos encontrar-nos,
mas não esperes nada desse encontro.
Quando muito, mais uma decepção, mais um
vazio: daqueles que fazem bem
à dignidade narcisista, como uma dor.
Aos quarenta anos sou como era aos dezessete.
Frustrados, o homem de quarenta anos e o rapaz de dezessete
podem, decerto, encontrar-se, balbuciando
ideias convergentes, sobre questões
separadas por dois decênios, uma vida inteira,
mas que aparentemente são as mesmas.
Até que uma palavra, saída das gargantas hesitantes,
paralisada de pranto e vontade de estar só -
lhes revele a disparidade sem remédio.
E, ao mesmo tempo, terei de fazer de poeta
pai, e refugiar-me na ironia
- que te embaraçará: porque o homem de quarenta anos
é mais alegre e mais jovem do que o rapaz de dezessete,
sendo já senhor da vida.
Para além desta aparência, deste disfarce,
nada mais tenho a dizer-te.
Sou avarento, o pouco que possuo
está bem fechado neste meu coração diabólico.
E os dois palmos de pele entre a face e o queixo
por baixo da boca torcida de tanto sorrir
de timidez, e o olhar que perdeu
a sua doçura, como um figo que azedou,
parecer-te-iam que te faz sofrer,
uma maturidade não fraterna. De que pode servir-te
alguém da tua idade – mas entristecido
na magreza que lhe devora a carne?
O que ele deu, está dado, o resto
é árida piedade. 

Pier Paolo Pasolini (Bolonha, Itália, 5 de março de 1922 - Óstia, Itália, 2 de novembro de 1975) - Além de mundialmente conhecido e importante cineasta, também foi poeta, escritor, jornalista e professor. Formou-se em Literatura pela Universidade de Bolonha, pertenceu ao Partido Comunista Italiano. Combateu o Fascismo a sua vida inteira. Foi brutalmente assassinado sob condições ainda bastante polêmicas. Pasolini realizou filmes que se tornaram clássicos como 'Medeia', 'Os 120 dias de Sodoma' e 'Teorema'. Todas as traduções foram feitas por Maria Jorge Vilar de Figueiredo

Eis o tamanho do monstruoso déficit público gaúcho sobre o qual não falam os candidatos ao Governo do RS


Que monstro é este ?

Só o governo Olívio Dutra, também do PT, equivale-se ao governo Tarso Genro, igualmente do PT, em termos de acumular déficits bilionários continuados. A tabela ao lado é exemplar. Este ano, o déficit irá a mais de R$ 2 bilhões. O economista Darcy F.C. dos Santos, com quem o editor conversou esta tarde, estima déficits anuais, continuados, de até R$ 5 bilhões a partir do ano que vem.

. Olívio, 1999/2002, gastou muito mais do que arrecadou, endividando o governo estadual de maneira perversa. Ele só conseguiu pagar o 13º com a ajuda do governo FHC.

. O governador Rigotto pegou a herança maldita e não implementou ajustes poderosos, repetindo o cenário de déficits anuais bilionários. Ele também só conseguiu pagar o último 13º com a ajuda do governo federal, desta vez de Lula.

. Coube à governadora Yeda Crusius fazer o dever de casa para equilibrar as contas públicas, promovendo sucessivos superávits nos três primeiros anos e deixando um pequeno déficit no último ano. Ela emplacou o déficit zero.

. A tabela ao lado mostra que Tarso Genro ignorou o ajuste das contas públicas, promoveu a desordem fiscal, concedeu revisões salariais intempestivas este ano  e recomeçou a gastar muito mais do que arrecada. Estes foram os déficits continuados que vai deixando. Este tipo de gestão das finanças públicas conduz ao descalabro fiscal, reduzindo a autoestima gaúcha por conta de um governo que vive de pires nas mãos, ausência de investimentos e incapacidade de melhorar o nível de vida das pessoas, porque déficits acumulados são como o dinheiro que pessoas endividadas pegam para rolar tudo com a barriga sem poder fazer mais nada de útil. Veja os déficits deixados por Tarso:

2011 – 516 milhões
2012 – 732 milhões
2013 – 2 bilhões

Clique a seguir para ouvir e ver comentário do editor, intitulado: O monstruoso déficit público gaúcho sobre o qual não falam os candidatos ao Governo do RS.

Fronteiras - MIRANDA SÁ

by Miranda Sá

MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

Nunca será bastante referirmo-nos às ameaças a nossas fronteiras escancaradas pela política frouxa executada pelo PT-governo, por leniência ou de propósito, favorecendo o contrabando de armas e de drogas trazidas dos países vizinhos contra os quais se levantam suspeitas de atividades ilegais.
Falar de fronteiras nos leva à Antiguidade Clássica, quando os romanos chamavam de bárbaros todos os povos fronteiriços, que não falavam o latim, não mantinham seus costumes, nem respeitavam a sua legislação.
O Direito Romano tão invocado pelo mundo jurídico, ratifica o princípio de cidadania e territorialidade. Seus princípios nortearam o direito positivo brasileiro e a diplomacia do nosso País, fixada pelo Barão do Rio Branco nas questões de fronteira.
Rio Branco foi diplomata, advogado, geógrafo e historiador brasileiro. Atuou com brilho defendendo os interesses nacionais contra a Argentina ao Sul, no litígio sobre o Amapá com a França, e conduziu brilhantemente as negociações entre o Acre e a Bolívia.
A defesa da nossa soberania, do espaço político e econômico indesviável da geopolítica a ser seguida pelo Estado e o Governo. Preocupou Getulio Vargas com a sua “Marcha para o Oeste” e ao regime militar (1964-1985) com a política de integração nacional, criando municípios fronteiriços para a ocupação e a preservação de limites ao Oeste.
A Constituição de 1988 preocupa-se em preservar nossas fronteiras incluindo no seu artigo 144 e parágrafos, a prevenção e repressão dos tráficos ilícitos. É com revolta que vemos o descaso do Partido dos Trabalhadores com a Constituição, ferindo a soberania e a segurança nacional.
Com o PT-governo, nossas fronteiras são complacentes, como certas ocorrências de elasticidade observadas na morfologia anatômica... Isto está patenteado no lúcido e contundente artigo sobre a Estratégia Militar da Defesa publicado no UOL por Luiz Eduardo Rocha Paiva.
Para o articulista “A defesa do país é tratada como algo irrelevante e gerida na base do faz de conta”; e vai além, considerando que “as informações sobre a situação da defesa do País não podem se restringir às transmitidas pelas fontes oficiais e autoridades governamentais, que jamais questionam as próprias estratégias e omitem deficiências e vulnerabilidades.”
Concordo com Luiz Eduardo Rocha Paiva em gênero, número e grau, principalmente com relação à necessidade do Brasil de possuir um poder militar capaz de enfrentar quaisquer países que venham a ameaçar ou acometer contra os interesses brasileiros.
A análise não se refere apenas aos limítrofes do Oeste, mas lembra que a França e a Inglaterra, com influência nas Guianas, sempre mantiveram o olho grande sobre a Amazônia, principalmente a calha norte do Rio-Mar.
Luiz Eduardo Rocha Paiva tem autoridade de sobra para abordar o tema da soberania; além de respeitado conhecedor da geopolítica, é general da reserva. Como tal, democraticamente, mapeou a real fragilidade das Forças Armadas diante de um perigo efetivo e iminente.
O PT-governo, que distribui milhões de reais em espécie a ditadores africanos e narco-populistas sul-americanos e caribenhos, nega verbas para as FFAA disporem de sistemas operacionais estratégicos, como recursos para as essenciais e indispensáveis pesquisas tecnológicas e científicas.
O pior de tudo é que em vez de resguardar o País dos bárbaros além fronteiras, que é a sua missão constitucional, as FFAA estão fazendo papel de polícia... Agora mesmo, o Exército – quem diria! – cria um órgão específico para monitorar manifestações populares...
Desconfia-se ser proposital fronteiras abertas para beneficiar vizinhos narco-populistas, como o ‘cocalero’ Evo Morales, com quem Lula da Silva, chefe do PT, se exibiu cortejado com colar de folhas de coca.
Contribui para tal descalabro a diplomacia anã do Itamaraty, cortejando “ideologicamente” governos comprometidos com o tráfico de drogas e de armas. E isso é revoltante. Para concluir, retornamos ao patriótico texto do general Rocha Paiva:
“Todos os projetos estratégicos de defesa não recebem recursos suficientes para cumprir o cronograma ou eles são contingenciados. Se algum dia forem concluídos, já serão antiguidades. Descaso com a defesa!”.

Petralhas temem que Fábio Barbosa, ex-Santander e hoje na Abril, deponha sobre Petrobras na Lava Jato


Posted: 02 Aug 2014 05:02 AM PDT

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O ex-presidente do Santander no Brasil, atualmente dirigente do grupo Abril, Fábio Coletti Barbosa, corre o risco de sofrer ameaças e pressões espúrias da petralhada para que nunca revele – e nem deixe as revistas Veja ou Exame publicar - os segredos que guarda sobre os erros gerenciais e irregularidades da gestão PT-PMDB na Petrobras. Tal ameaça contra Fábio Barbosa voltou a circular esta semana nos bastidores econômicos, em meio a rede de intrigas do mercado no rescaldo da guerra do governo Dilma contra o banco Santander.

Fábio Barbosa pode até ser convocado pelos promotores que investigam a Operação Lava Jato. O Juiz Sérgio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, já foi informado que Fábio Colleti Barbosa teria a memória de todos os problemas na Petrobras. O motivo é simples e técnico: ele foi Conselheiro de Administração da Petrobras, entre 2003 e 2012, repetidamente eleito como suposto “representante dos acionistas minoritários”, graças às manobras de votação entre o acionista controlador (o governo da União), BNDES, BNDESpar e os fundos de pensão Previ, Petros, Funcef.

Nos longos anos em que foi conselheiro da Petrobras nas administrações federais de Lula da Silva e Dilma Rousseff, acumulando a presidência do Santander, o prodigioso gestor Fábio Barbosa também acumulou outros cargos de conselho dentro do conglomerado da estatal petrolífera de economia mista. Barbosa foi conselheiro da PFICO (Petrobras Internacional Finance Company) e também da BR Distribuidora – empresa que teve o capital fechado pelo time de Lula em 6 de janeiro de 2003, em um dos primeiros atos do presidente petista. Barbosa também foi o perito financeiro da Petrobras responsável pela empresa perante a Bolsa de Nova York. Também coordenou as atividades dos auditores internos e dos auditores independentes externos, bem como a área de controladoria. Barbosa também aprovou a capitalização da Petrobras.

Fábio Barbosa se transforma em um estratégico depoente para a Operação Lava Jato uma vez que, cumprindo rigorosamente sua função de conselheiro, perito e auditor, deveria ter acompanhado de perto a atuação de outro colega no conselho de empresas do sistema Petrobras: o engenheiro Paulo Roberto Costa, atualmente preso por causa do escândalo que apura operações bilionárias de lavagem de dinheiro. Além de diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Costa foi conselheiro da BR Distribuidora, da Brasken (joint venture petroquímica com o grupo Odebrecht) e cuidou, pessoalmente, das obras da Refinaria Abreu e Lima e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – empreendimentos em que o Ministério Público Federal e a Justiça investigam fortes indícios de superfaturamentos em contratos.

Fábio Barbosa foi forçado a sair dos conselhos que ocupava na Petrobras por causa da pressão de investidores minoritários, que denunciaram as repetidas eleições dele Comissão de Valores Mobiliários. Enquanto foi dirigente do Santander, Barbosa interessou aos petistas. Agora, que é dirigente da Abril (empresa que faz oposição editorial aos governos petistas), Barbosa é tido como “inimigo” e “inconfiável”. A petralhada o enxerga como uma “ameaça-viva”. Basta que revela tudo que sabe para a Justiça ou para publicar, como notícia-bomba, nas revistas da empresa em que preside o Conselho de Administração

Treinamento midiático petista

A Veja divulga uma gravação que demonstra a farsa armada por Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff para manipular depoimentos na CPI da Petrobras.

A revista reproduz trechos da gravação de um diálogo do chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Barrocas, no qual se dá nomes aos bois:

“Eu perguntei quem é o autor dessas perguntas. Oitenta por cento é do Marcos Rogério (assessor da liderança do governo no Senado). O Carlos Hetzel (assessor da liderança do PT) fez alguma coisa; o Paulo Argenta (da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República) fez outras. As do Gabrielli eu digitalizei e passei para a Graça (Foster, presidente da Petrobras)”.

Comunismo em ação

O velho autoritarismo comunista continua mais vivo que nunca na Rússia.

Uma nova lei que entrou em vigor ontem na Rússia dá às autoridades um maior controle sobre blogueiros e ativistas digitais.

Todos ficam obrigados a fazer seu registro junto ao órgão governamental regulador da mídia, o Roskomanadzor, quando solicitados.

Que inveja...

O novo entulho autoritário do presidente Vladimir Putin também obriga que companhias telefônicas e empresas de internet cedam informações de usuários quando requisitadas.

Desde fevereiro as autoridades russas podiam bloquear o acesso a sites no país sem a necessidade de nenhuma explicação oficial.


Imagina se a petralhada tivesse uma regulamentação russa para se divertir contra seus opositores na internet...

Vamos lewando…


Ricardo Lewandowski, desde ontem, poderá ficar dois anos no mandato de presidente do Supremo Tribunal Federal, tendo Carmem Lúcia como vice.

Lewandowski também passará a comandar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Com José Dias Toffoli no comando do Tribunal Superior Eleitoral, os petistas sentem o clima mais leve para eles no Judiciário...

Raínha de Sabá honorária

Releia: Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, coordena doação de R$ 10 milhões à reeleição de Dilma

Avesso do Avesso

Do Eduardo Campos, presidenciável do PSB, metendo o pau nas contradições verbais de Guido Mantega, Ministro da Fazenda desprestigiado até pela Presidenta Dilma:

“Em primeiro lugar o ministro da Fazenda não deveria usar esse tipo de termo. Em segundo, se ele está dizendo que não vai ter tarifaço, é porque vai ter. Tudo o que ele diz acontece ao contrário. Disse que o juro não ia subir, o juro explodiu. Disse que o Brasil ia crescer, o Brasil está caindo. Disse que não ia ter desemprego, e está tendo. Se ele está dizendo que não vai ter tarifaço, pode anotar aí que já está na gaveta para depois da eleição”.

Marco Civil em destaque




O programa Direito e Justiça em Foco, domingo, 22h, na Rede Gospel, discute o tema “Ciência, Tecnologia e o Marco Civil na Internet”.

O desembargador Laercio Lairelli entrevista a advogada Daniela Pellin.

Sagrada Família




© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 2 de Agosto de 2014.