quinta-feira, 24 de julho de 2014

LULA, DILMA E SEUS SEQUAZES DO PT NÃO TÊM AUTORIZAÇÃO DA NAÇÃO BRASILEIRA PARA ENXOVALHAR ISRAEL. VIVA ISRAEL E O POVO JUDEU!

http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/07/lula-dilma-e-seus-sequazes-do-pt-nao.html

No momento em que o governo antissemita do PT lança uma condenação contra Israel e chama de volta o embaixador brasileiro a Brasília, quero deixar consignado aqui que como cidadão brasileiro que deploro esse ataque gratuito ao povo judeu. E quero dizer mais: essa decisão do governo brasileiro de adular terroristas islâmicos é uma iniciativa exclusivamente de Lula, Dilma, do PT e seus sequazes. Eles não representam o Brasil, pois estão acumpliciados com o movimento comunista internacional por meio do Foro de São Paulo, organização esquerdista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, destinada a exterminar a democracia e a liberdade em toda a América Latina.
Aliás, o Brasil tem uma profunda ligação histórica com o povo judeu. Haja vista que foi o grande político e diplomata brasileiro Osvaldo Aranha, que, em 1947, na qualidade de chefe da delegação brasileira na recém criada ONU, quando essa entidade ainda não se tinha transformado num viveiro de psicopatas comunistas, presidiu a II Assembléia Geral da ONU quando foi oficializada a criação do Estado de Israel. Um brasileiro, portanto, é personagem de destaque na história de Israel. Além disso, a comunidade judaica no Brasil é expressiva e diversos judeus ajudaram no desenvolvimento do Brasil escolhendo este país para empreender.
Lula, Dilma e seus sequazes do PT, não têm autorização dos cidadãos brasileiros, pelo menos a maioria que os deplora, de atacar e enxovalhar Israel e o povo judeu. O governo do PT já é considerado pela maioria dos brasileiros decentes e honestos com um governo espúrio, acumpliciado com os maiores criminosos do planeta, com destaque para os facínoras que comandam a China, Rússia, Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Irã e mais uma miríade de ditaduras africanas que oprimem, torturam e assassinam seus povos no afã de obter o poder perpétuo.
E, como não poderia deixar de ser, pelo fato de há mais de 40 anos exercer o jornalismo, lanço também aqui e agora a minha mais profunda condenação à grande mídia brasileira e internacional, com raras exceções, pela campanha difamatória mentirosa contra o Estado de Israel e o povo judeu. E eu sei muito bem o que estou dizendo porque convivi de perto com essa malta de psicopatas, histéricos e imorais.
Lamentavelmente, devo assinalar com pesar e vergonha incontidos, que mais de 90% dos jornalistas no mundo inteiro são antissemitas, constituem um classe vagabunda em todos os sentidos. Em esmagadora maioria são diletantes, preguiçosos, vadios, ignorantes, viciados em entorpecentes, imorais e, para completar, são mentirosos e áulicos de primeira hora com todos os regimes políticos espúrios que existem na face na Terra. Seus ídolos são os comunistas de todos os matizes, o terror islâmico e os bandidos e assassinos de modo geral. No caso do Brasil, seguramente 99% dos jornalistas constituem um bando de acólitos do PT e seus satélites. São eles que insuflam o antissemitismo mentindo todos os dias em colunas de jornais e nas redes de televisão, sem falar na internet e redes sociais. 
Por tudo isso, lavro aqui a minha total solidariedade ao Estado de Israel e ao povo judeu.  Menos aos judeus traidores que cospem no prato onde comem e bem vivem. Alias, foi durante o governo socialista de Israel que foi criada a famigerada Faixa de Gaza, dito território palestino, embora a Palestina nunca existiu. A vagabundagem terrorista islâmica que domina a Faixa de Gaza, é constituída de árabes, árabes islâmicos.
Israel não pode, não deve sob hipótese nenhuma, se acovardar e nem se dobrar ante o bando de jornalistas psicopatas que vêm sustentando por meio da grande mídia internacional essa campanha difamatória mentirosa contra Israel e o povo judeu. Muito menos à ONU, aquele viveiro de víboras comunistas, um bando de tarados ideológicos, viciados, imorais e podres!
VIVA ISRAEL E O POVO JUDEU!

PSICANÁLISE DA VIDA COTIDIANA A Literatura está de Luto


CARLOS VIEIRA
Num espaço de tempo curto, perdemos, nós brasileiros, e a literatura brasileira, três homens que deixam seu legado: a poesia, a prosa, o conto, a crônica e a crítica literária. Mais do que isso: a genialidade de escrever, descrever e adentrar na alma humana.

Ivan Junqueira, João Ubaldo Ribeiro e Rubem Alves se “encantaram” no dizer de Guimarães Rosa, e se eternizaram com suas obras. Cada um, como qualquer escritor, tendo seu vértice de apreender a natureza humana, os fenômenos da alma, o dia a dia da concretude da vida, os fatos, às vezes aparentemente banais, mas que em suas penas se convertem na capacidade para descrever os meandros da mente humana, aqueles que podem ser comunicados na linguagem escrita, como também aqueles que antecedem à escrita. Clarice Lispector procurava e sentia algo antes do pensamento; Drummond sempre foi em busca do poema, com intuição, respeito, sem pressa e deixando ele surgir.

Não pretendo nesse escrito, entrar em detalhes nas obras que nossos escritores recentemente “viajados” deixaram. Quero pensar numa ideia que me surgiu ao entrar em contato com essas perdas, esses desaparecimentos, fora de hora ou mesmo dentro da hora, nunca se sabe.

Há uma “cultura” que esses homens ficam imortais; alguns até apelidados de Imortais pela Academia Brasileira de Letras. O que é a imortalidade de um artista, de um escritor, de um poeta? É claro que é a permanência das suas obras, obras que repousam ou acordam das estantes e das bibliotecas no momento que alguém as descobre ou mesmo leem novamente.

A “eternidade” ou “imortalidade” de um escritor repousa na dimensão temporal do que ficou como pensamento, como tema filosófico, como pensamento não pensado ou como aquilo que o leitor se identificou e até se transformou depois de lê-los. Borges, um ícone da Literatura Universal sempre dizia que ler é reler, é ler novamente, é voltar a visitar a obra. De tanto ler e reler ele começou a escrever. Mas o que quero compartilhar com você, leitor, é que o verdadeiro leitor, ou o verdadeiro apaixonado pela Literatura é aquele que sempre está revistando um texto, um poema, um romance. Só as releituras facilitam a introjeção e incorporação dos autores.

Quando se ler pela primeira vez é sempre uma primeira vez, corre-se o risco de ficar mais sensibilizado pelo aspecto sensorial da obra, e não ter podido incorporá-la dentro de si, como um fator de acréscimo ao conhecimento de si mesmo e do mundo.  Ainda me referindo ao meu querido Borges, lembro que ele dizia em um dos seus ensaios que só acreditava que era escritor quando sua obra era reconhecida pelo leitor, associando com aspectos da sua  experiência de vida. Coisa do tipo: ”esse cara está falando de mim ou, no mínimo de alguém que conheço ou de algo que a vida me mostrou mas não ficou em mim.” Se o autor, ao ser lido, não escreve para o leitor e sobre o leitor, penso que não é arte. É inviável pensar na arte sem sua função social. Cantar no banheiro não é Arte, Arte é quando se canta diante de um público, em presença de um pequeno grupo ou num Teatro, é quando se transforma numa pública-ação. No entanto, não vamos esperar que isso se processe logo: ler é um exercício de disciplina, não é consumir um livro. Ler é uma experiência emocional, onde cada vez que se ler e reler um texto, fica estabelecida uma comunicação a dois – o autor e o leitor. A noção de escritor clássico necessariamente não se refere obrigatoriamente ao Período Clássico – Clássicos são todos os autores, como agora Ivan Junqueira, João Ubaldo e Rubem Alves e tantos outros, pois cada um, dentro do seu estilo  acrescentou aos leitores e à cultura,  descobertas daquilo que até então não era dizíveis e a partir daí  contribuíram para o crescimento cultural e emocional do mundo. 

Sempre concordei com Freud, quando humildemente achava que os escritores já tinham chegado antes, ou descrito antes, os fenômenos da alma humana que ele observava em seu consultório.

A perda desses nossos escritores recentemente aponta para o cuidado, a responsabilidade que os órgãos oficiais da Educação e da Cultura e da iniciativa privada tenham no sentido de  prossigam imprimir novas edições de suas obras, na íntegra. Digo na íntegra, pois recentemente o país leu na mídia, uma notícia grave e perversa em relação ao cuidado com nossa literatura e nossos escritores: Uma escritora que me foge seu nome agora, ou por ato falho não quero lembrar,  editou obras de Machado de Assis substituindo os termos machadianos por outras palavras, pois segundo ela os alunos não poderiam entender o significado da linguagem machadiana. Além disso, esses livros, reescritos por essa pessoa foram financiados pelo MEC, com inteira aprovação ministerial e com gastos grandiosos.  Posso dizer de maneira enfática que, os Imortais estão sendo mortos, pois os jovens de hoje não precisam mais ter o trabalho de consultar dicionários; aliás diga-se de passagem, eles não lerão Machado e tantos outros ícones da nossa literatura, lerão deformações fundamentais. A ignorância e o não acesso à cultura sempre foi uma arma contra qualquer possibilidade de desenvolvimento político e social. Não podemos aculturar de modo superficial e enganador!

Lembrei-me agora que Guimarães Rosa, antes de morrer, queria ter escrito sua obra desejada, talvez seu maior livro – Um Dicionário!

Lendo um poema postado nas redes sociais pelo  poeta, Affonso Romano de Sant’Anna, peço licença para fazer minhas as palavras dele, sob forma de poética, homenageando e pensando nas perdas recentes dos seus colegas:
ELES ESTÃO SE ADIANTANDO
“Eles estão se adiantando, os meus amigos./ Sei que é útil a morte alheia/ para quem constrói o seu fim./ Mas eles estão indo, apressados,/ deixando filhos, obras , amores inacabados/ e revoluções por terminar.
Não era o combinado.
Alguns se despedem heroicos,/ outros serenos./ Alguns se rebelam/ O bom seria partir pleno.
O que faço? Ainda agora/ um apressou seu desenlace./ Sigo sem pressa. A morte exige trabalho, trabalho lento/ como quem nasce.”
Affonso Romano de Sant’Anna in POESIA REUNIDA, L&PM.
Carlos de Almeida Vieira - psicanalista e psiquiatra.

POEMA DA NOITE A Morte — O Sol do Terrível, por Ariano Suassuna


Com tema de Renato Carneiro Campos
Mas eu enfrentarei o Sol divino,
o Olhar sagrado em que a Pantera arde.
Saberei porque a teia do Destino
não houve quem cortasse ou desatasse.
Não serei orgulhoso nem covarde,
que o sangue se rebela ao toque e ao Sino.
Verei feita em topázio a luz da Tarde,
pedra do Sono e cetro do Assassino.
Ela virá, Mulher, afiando as asas,
com os dentes de cristal, feitos de brasas,
e há de sagrar-me a vista o Gavião.
Mas sei, também, que só assim verei
a coroa da Chama e Deus, meu Rei,
assentado em seu trono do Sertão.

Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, 16 de junho de 1927 — Recife, 23 de julho de 2014) foi um dramaturgo, romancista, ensaísta e poeta brasileiro. Autor de obras como Auto da Compadecida e A Pedra do Reino, foi um preeminente defensor da cultura do Nordeste do Brasil. Foi Secretário de Cultura do Pernambuco entre 1994 e 1998, e Secretário de Assessoria do governador Eduardo Campos até abril de 2014 Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 3 de agosto de 1989. Era o sexto ocupava da Cadeira nº 32.

Pelegos - by Miranda Sá



MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)

“Pelego” é um termo depreciativo que se popularizou na década de 1930, no primeiro governo de Getúlio Vargas. É a designação gauchesca para um retalho de lã de carneiro que amacia a sela de montaria. Quem se deixa sentar em cima é servil... O Dicionário do Aurélio define: Pelego: Pessoa subserviente, capacho.
O termo foi usado para indicar os delegados do governo getulista infiltrados nos sindicatos; em vez de defender os filiados, faziam jogadas nas negociações com o patronato. Mais tarde, os próprios empregadores usaram este método de controle remoto no movimento sindical dos trabalhadores e nos próprios...
Inúmeros desses agentes conquistaram a direção de sindicatos e por muitos anos controlaram federações e confederações de trabalhadores através de maracutaias estatutárias. Ainda hoje, valendo-se das imunidades que lhes são garantidas por lei, muitos se reelegem indefinidamente.
A figura do pelego não serviu apenas ao governo Vargas. Estendeu-se às administrações governamentais posteriores, inclusive na ditadura militar, quando apareceram como interventores no sindicalismo submetido ao sistema imposto.
Essa personagem sinistra não foi criação brasileira, e também não foi por acaso. Nasceu com o fascismo italiano e a Carta Del Lavoro de Benito Mussolini. E, a bem da verdade, excetuando dos pelegos, a Carta Del Lavoro foi o modelo para a Consolidação das Leis do Trabalho, CLT, que, apesar das minudências legislativas inúteis, trouxe garantias aos trabalhadores que até os anos 1930 eram semi-escravos.
Os sindicatos surgiram nos albores do século 20 no Brasil, na bagagem de emigrantes italianos e espanhóis anarco-sindicalistas; e substituídos mais tarde pelos comunistas, cuja influência justificou a intervenção neles pela ditadura Vargas. Com a redemocratização de 1945, os pelegos influenciados pelo getulismo atuaram no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
No seio do movimento sindical, trabalhistas e comunistas se digladiaram até João Goulart assumir a presidência da República com a renúncia de Jânio Quadros. Daí se aliaram sob o janguismo confundindo-se na pelegagem...
O movimento militar de 1964 derrubou Jango e, ao se consolidar, ampliou o peleguismo: estimulou a criação de sindicatos rurais, de pescadores e também os “conselhos comunitários”, aparelhando-os.
Nesse cenário, surgiu Lula da Silva servindo a três senhores, como é do seu feitio oportunista: Era ligado ao partido comunista (PCB), informante do Dops, e prestava serviços à Volkswagen. Com seu amoralismo conquistou a confiança de todos três, e foi assim que mereceu do general Golbery do Couto e Silva uma sigla partidária e fundou o Partido dos Trabalhadores com a função de servir como anteparo ao PTB e ao PCB.
Na origem, o PT de Lula foi um balaio onde se juntaram anarquistas, trotskistas e stalinistas dissidentes do PCB, e a esquerda católica. Conforme o combinado propôs-se a enfrentar o trabalhismo, o comunismo soviético, o imperialismo norte-americano, o latifúndio, e, vagamente, o capitalismo. O manifesto de lançamento, com tais propostas, poderia ter sido escrito por Benito Mussolini.
O jornalista Hélio Schwartsman lembrou, num artigo publicado na Folha de São Paulo, um fato relativo à pelegagem que anda esquecido. O objetivo dos sindicatos corporativistas do fascismo era eliminar a luta de classes. Como se vê no Brasil do lulo-petismo.
Perguntem a professores, pessoal da Saúde, servidores públicos, pessoal das empresas estatais que tanto ajudaram a subida do PT ao poder e se desencantaram. Seus sindicatos estão isolados, e suas greves relegadas e reprimidas. Na marcha totalitária dos petistas e seus sabujos, obesos de autoritarismo, defendem hoje a sua “paz social” para manter-se no poder.
E dessa maneira, sindicatos e movimentos sociais controlados serão usados como “conselhos” na “república sindicalista” que o abjeto decreto executivo 8243 arrisca impor ao País.
Não fosse a resistência patriótica das redes sociais, a aprovação do 8243 materializaria o sonho do pelego-mor Lula da Silva, para conveniência e proveito dos corruptos e corruptores que ocupam o Palácio do Planalto em nome do degenerado “socialismo bolivariano”.

Novas regras para reformas em imóveis entram em vigor no Brasil


São normas técnicas e quem não segui-las pode ser responsabilizado caso a obra cause algum tipo de problema.
Novas-regras-para-reformas-em-imóveis-entram-em-vigor-no-BrasilO Brasil passa a ter um conjunto de regras para reforma de imóveis. São normas técnicas e quem não segui-las pode ser responsabilizado caso a obra cause algum tipo de problema.
É quase automático. Quem compra um apartamento sempre quer dar uma mexidinha. “Mexemos na hidráulica dessa pia, que estava vazando, sem arquiteto, sem engenheiro”, diz Cida Cota, corretora de imóveis.
De acordo com as novas regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas toda obra estrutural dentro de um apartamento ou casa vai precisar de um arquiteto ou engenheiro. E parte estrutural não é só parede não.
Em um apartamento dá para ter uma boa ideia do tamanho da mudança nas regras para se fazer uma reforma. O proprietário está trocando o piso. Muita gente já fez uma reforma parecida com essa, sem chamar um arquiteto ou um engenheiro, apenas contratando um pedreiro de confiança. E colocar tomada nova, mudar torneira de lugar, mexer na instalação de gás também são obras estruturais. “Se tiver que pegar um arquiteto pra assinar a obra, vai sair mais caro que a obra”, comenta a corretora.
O que fica liberado são as reformas bem básicas mesmo, como pinturas.
As novas regras nasceram depois de tragédias como a do edifício Liberdade, no Rio, que desabou em janeiro de 2012 matando 17 pessoas.
O vice-presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo explica que, por mais simples que pareçam, pequenas obras podem trazer grandes riscos.
“Você tem que saber se o piso que vai colocar é piso que a laje está programada para aquele peso a ser instalado. Às vezes um curto circuito gera um incêndio de níveis catastróficos”, explica Hubert Gebara, vice-presidente do Secovi.
O Sindicato apoia as normas, mas tem ressalvas quanto a um item: o que exige que reformas sejam aprovadas e acompanhadas pelo síndico. “O sindico vai ter condição de analisar projeto por projeto? Então o síndico vai ter que contratar um escritório de engenharia”, aponta o Gebara.
De acordo com a ABNT o que a norma faz é reunir e organizar em uma espécie de roteiro as obrigações que já estão na lei. Inclusive essa responsabilidade do síndico.
“A norma não muda isso, ela ressalta isso, ela cria um bojo e informações para que a pessoa se oriente melhor quando ela for fazer a reforma”, declara Ricardo Pina, coordenador da norma da ABNT.

MINISTRO DO SUPREMO INTIMA GOVERNO PETISTA NA AÇÃO QUE PEDE ABERTURA DOS DOCUMENTOS DOS EMPRÉSTIMOS PARA CUBA

quarta-feira, 23 de julho de 2014


O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, relator do mandado de segurança impetrado pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR) contra os empréstimos sigilosos do BNDES aos governos de Cuba e de Angola, fez um pedido de informações, nessa quarta-feira à tarde, à Presidência da República, ao ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges, e ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho. O relator pede, no despacho, que a Advocacia-Geral da União (AGU) seja avisada para que, “querendo, ingresse no feito”. O ministro também determina “que seja aberta vista, por 10 dias, ao Ministério Público.” Alvaro Dias entregou o mandado de segurança ao presidente do STF, Joaquim Barbosa, na segunda-feira. Um dia depois, o magistrado designou o relator. No mandado, o senador pede que sejam abertos os empréstimos secretos. O parlamentar já havia tentado obter esclarecimentos sobre o caso por meio da Lei de Acesso à Informação, mas a resposta que recebeu foi a de que a informação não poderia ser concedida devido à política de sigilo dos países em questão. “É uma afronta à Constituição, que exige transparências nos atos públicos. O governo brasileiro está escondendo da Nação essas informações”, afirmou.

EMPREITEIRA RECONHECE FALHA GROTESCA NO "DESASTRE DA COPA", O DESABAMENTO DE VIADUTO EM BELO HORIZONTE

quarta-feira, 23 de julho de 2014


A construtora Cowan, responsável pela obra do viaduto Batalha dos Guararapes, em Belo Horizonte, afirmou nesta terça-feira que falhas no projeto provocaram a queda da estrutura há 19 dias, causando a morte de duas pessoas. O secretário de Obras da prefeitura de Belo Horizonte, Lauro Nogueira, admitiu que houve falha na fiscalização e que a culpa era mesmo do poder municipal, comandado pelo prefeito Márcio Lacerda (PSB). A versão da construtora consta em pareceres técnicos dos especialistas contratados pela empresa para investigarem a causa do acidente. "Os resultados dos pareceres técnicos sobre o projeto executivo, fornecido pela Sudecap (Superintendência de Desenvolvimento da Capital), apontou falhas de concepção provocando a queda do ramos sul do Viaduto Batalha dos Guararapes", informou a Cowan. O responsável pelo projeto é o grupo mineiro Consol, segundo a empreiteira. Na real, usaram só 10% do aço que seria necessário para sustentar o viaduto.