sábado, 28 de janeiro de 2012

Sadia de Brasília suspeita de trabalho análogo à escravidão


Em fábrica no Distrito Federal, funcionários terceirizados – refugiados e imigrantes muçulmanos – reclamam de falta de camas, mudanças constantes de estado e movimentos repetitivos no trabalho de abate de frangos pelo método Halal, selo requerido por países da religião; para procurador, condições são análogas à escravidão.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) afirmou que investigará as denúncias de maus-tratos em fábrica da Sadia em Samambaia, no Distrito Federal. O anúncio ocorre após a publicação de uma reportagem da BBC Brasil em que refugiados e imigrantes empregados na unidade relataram enfrentar condições de trabalho degradantes. A procuradora Marici Barros Pereira será responsável pela investigação. ...

Os trabalhadores, todos muçulmanos, atuam no abate de frangos pelo método halal, selo requerido pelos países de maioria islâmica que importam a carne brasileira. O abate halal requer que os animais tenham suas gargantas cortadas manualmente por seguidores do islã, que devem pronunciar a frase ‘Em nome de Deus, Deus é maior!’ (Bismillah Allahu Akbar, em árabe) antes de cada degola. O gesto deve cortar a traqueia, esôfago, artérias e a veia jugular, para apressar o sangramento e poupar o animal de maior sofrimento.

Embora ocorra dentro da fábrica da Sadia, a atividade é terceirizada e executada pela empresa CDIAL Halal, braço do grupo religioso CDIAL (Centro de Divulgação do Islã para América Latina), baseado em São Bernardo do Campo (SP). Os funcionários dizem efetuar tarefa repetitiva e extenuante (cada um degola cerca de 75 frangos por minuto, sem possibilidade de executar outras atividades) e reclamam por serem transferidos de Estado com frequência.

Dizem ainda que trabalhadores que questionaram o tratamento foram demitidos e prontamente substituídos e se queixam por não receberem os mesmos benefícios obtidos pelos funcionários da Sadia, como plano de saúde e bônus por resultados. Há 24 estrangeiros na fábrica. Quase todos vivem em duas casas em Samambaia cedidas pela CDIAL Halal. A BBC Brasil obteve fotos do interior de uma das residências. Nos quartos, habitados por até oito pessoas, colchões empilhados durante o dia são esticados no chão à noite, para compensar a falta de camas.

Para o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT) Ricardo Nino Ballarini, as condições relatadas pelos trabalhadores em Samambaia são análogas à escravidão. “A empresa se vale da situação vulnerável deles no país, o que permite caracterizar condição análoga à de escravo. Ao transferi-los constantemente de Estado, impede que criem raízes, que estabeleçam relações pessoais e denunciem os abusos à polícia”, afirma.

Ballarini diz que a situação se assemelha à descrita por estrangeiros que executam o abate halal em duas fábricas da Sadia no Paraná, onde a CDIAL Halal também é responsável pela atividade. As condições laborais nas duas fábricas, nos municípios de Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, são objeto de duas ações movidas pelo procurador. Ele diz que, em ambas as unidades, os funcionários estrangeiros enfrentavam jornadas de até 15 horas diárias, não recebiam hora extra e eram privados de benefícios dados aos trabalhadores da Sadia, como participação nos lucros e plano de saúde. Além disso, afirma que muitos trabalhavam sem carteira assinada.

Segundo o procurador, os casos de Samambaia e das fábricas paranaenses indicam que pode haver uma rede nacional de exploração de trabalho no abate halal. A BBC Brasil apurou que o tema também é objeto de uma investigação do MPT em Campinas (SP).

Situação legal

A CDIAL Halal, que presta serviços para quase todas as empresas brasileiras que exportam carne para os países islâmicos, diz empregar cerca de 350 funcionários no abate halal, 90% dos quais provêm de países africanos ou asiáticos como Senegal, Somália, Bangladesh, Paquistão, Iraque e Afeganistão. “A empresa se vale da situação vulnerável deles no país, o que permite caracterizar condição análoga à de escravo.”

A empresa afirmou em nota que todos os seus funcionários encontram-se em situação legal no país e procuram a empresa por livre vontade. A companhia diz que o abate se dá conforme normas adequadas de segurança, que todos os funcionários têm carteira assinada e executam jornada de até oito horas (intercaladas entre uma hora trabalhada e uma de descanso), registrada por relógio de ponto biométrico.

A Sadia (hoje parte da BR Foods, maior empresa alimentícia brasileira e uma das maiores do mundo) diz que os funcionários terceirizados cumprem uma jornada de trabalho equivalente à dos trabalhadores da empresa e estão sujeitos às mesmas condições que os outros funcionários da unidade.

A empresa não se pronunciou sobre as condições dos dormitórios dos funcionários terceirizados. Já a CDIAL Halal afirmou que “não tem qualquer obrigação de tutelar o domicílio de seus empregados, tampouco seus hábitos de higiene pessoal”.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior a exportação de frango halal para países muçulmanos rendeu cerca de R$ 5 bilhões ao Brasil em 2011.
Fonte: Brasília 247

Charge: Ratos, ora Ratos!! Por Gabriel Souza - O Globo


FONTE: O GLOBO

Enviado por Gabriel Souza - 

Ora, ratos! - 2



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Enviado por Gabriel Souza 

N'O GLOBO DE HOJE

Ora,ratos!

Sempre é o momento de se pensar na carreira


Enviado por Sílvio Celestino 

                                                                                   FONTE: O GLOBO

Após o descanso do começo do ano, é um bom momento para avaliar em que momento estamos em nossa carreira e o que fazer para movê-la para frente. 
Quer um indivíduo esteja iniciando uma nova fase, consolidando uma posição ou desejoso por um novo momento na carreira, o importante é pensar no que fazer para que ela nunca pare. E ter em mente que ela se desenvolve em ciclos. 
Toda vez que a carreira para, é porque o profissional parou antes em alguma área de seu desenvolvimento. Assim, se avaliar que setor é esse, será capaz de definir ações para criar novas oportunidades, e isso deve ser feito desde sempre.

Nunca parar de aprender O conhecimento de uma pessoa pode rapidamente tornar-se obsoleto ou insuficiente para ser relevante para as empresas. Uma nova formação acadêmica, um curso de pós-graduação ou uma língua estrangeira podem ser o diferencial relevante para uma oportunidade.

Vença sua timidez! Por mais competente que seja, se um profissional não souber se expressar nos momentos decisivos, como numa entrevista para emprego, diante de clientes ou dos níveis hierárquicos mais elevados, sua competência ficará oculta. A sugestão é que um indivíduo faça tantos cursos de expressão verbal ou oratória quanto puder. Se não tiver condições de investir em um, deve adquirir ou emprestar um gravador e gravar-se falando. Procurar ver se concatena bem as idéias, se sua dicção é boa e se não fala muito rápido ou muito devagar. Procurar um coach, se necessário. Se, ainda assim, sua timidez persistir, considerar a possibilidade de consultar um psicólogo, para que ele possa lhe ajudar a ultrapassar essa barreira. Ou, nos casos mais leves, quem sabe não se desinibe em uma aula de teatro ou mesmo dança de salão? Enfim, tem de encontrar uma forma de vencer a timidez, ela é responsável por boa parte das carreiras que avançam muito lentamente ou se estagnaram.

Amadurecer 
Talvez seja o início de um ciclo em que sua maturidade seja colocada à prova. Nesse sentido, deve procurar se expor a mais experiências de vida. Arriscar-se mais. Se possível, fazer uma viagem sozinho para o exterior, preferencialmente a um país que não fale uma língua que conheça. Aprender a se virar. Fazer um trabalho voluntário e entrar em contato com pessoas que vivem dificuldades, mas as vivem com destemor – ajudá-las.

Marketing Pessoal, esse desconhecido tão criticado 
Outros elementos fundamentais para sua carreira avançar são a sua imagem, fala e postura. A pessoa deve lembrar-se de que o profissional vende a todo instante a sua credibilidade. Assim, deve ter uma imagem que transmita isso: procurar se vestir com a sobriedade, elegância e estilo de um locutor de telejornal sempre que estiver à procura de um emprego ou de um cargo mais elevado. Evidentemente, fazer os ajustes necessários à sua idade, ao cargo pretendido e à empresa na qual busca a recolocação. Portanto, não aparecer de terno e gravata em uma empresa que vende materiais para esportes radicais, nem deixar sua nova tatuagem à mostra ao procurar emprego em um hotel tradicional. Pensar, antes de agir.

Onde procurar um novo ciclo para a carreira? 
O indivíduo também pode estar procurando no lugar errado o início ou o novo ciclo de sua carreira. A maioria dos empregos não está nas grandes empresas, mas nas menores. Diferentemente do que se imagina, muitas empresas de pequeno porte possuem grandes clientes e lucratividade, o que lhes permite pagar salários elevados. Além disso, há a vantagem de poder desenvolver e utilizar muitas habilidades em um mesmo lugar, o que é muito bom, principalmente para quem está começando uma nova carreira. Afinal, as empresas menores não possuem tanta estrutura, o que não significa que não tenham atrativos: dinamismo, desafios, crescimento e, em muitos casos, ousadia.

Aprimore seu networking Em cada uma dessas ações que possam mover seu desenvolvimento rumo a um novo momento da carreira, que pode ser um novo emprego, a pessoa deve lembrar-se de conversar muito com as demais que estão ao seu lado. Procurar aquelas que possam indicá-la para uma nova colocação ou influenciem alguém que possa contratá-la. Não ter ilusões, estima-se que de 60% a 80% das vagas relevantes nas empresas são preenchidas por indicação. Desse modo, ter interesse em conhecer pessoas e conquistá-las com uma conversa marcante, relevante e inspiradora. 
No mundo corporativo, saber iniciar um diálogo com alguém extremamente importante para sua carreira de forma curta e curiosa é o que se chama de “conversa de elevador”. Isto é, o indivíduo entrou no elevador com a pessoa que pode contratá-lo ou influenciar quem o contrate e tem somente até o andar de destino dela para falar sobre quem é e o que deseja para sua carreira. Não pode ser óbvio nesse momento, deve saber criar a curiosidade. Entretanto, não pensar que jogar uma conversa mole para cima de alguém vai ser suficiente para conseguir a nova colocação. Competência e boa comunicação é que formam uma combinação poderosa de sucesso.

Ser interessado pelos problemas à sua volta 
Uma pessoa deve ter interesse genuíno em resolver problemas, aprimorar processos, produzir produtos de alta qualidade, atender com extrema atenção e cuidado os clientes externos e internos da empresa. Em outras palavras, não basta que alguém queira trabalhar em uma empresa, é preciso querer que a empresa ganhe. Assim, descubrir quando a companhia que trabalha ou procura “faz um gol”, ou seja, alcança suas metas, e avaliar se isso tem a ver com seus desejos, valores e princípios. Se não tiver, procurar outra companhia. O mundo está cansado de ser atendido por pessoas que não gostam do lugar onde trabalham. E uma sugestão para quem está começando: seja treinável, ou seja, saiba ouvir orientações e aplicá-las rapidamente na sua rotina de trabalho.

E se tudo estiver indo bem na carreira? 
Por último, se a pessoa já descobriu quais áreas de sua vida podem parar e o que fazer para aprimorá-las, deve saber exercitar o seguinte: imaginar o mundo daqui a três, cinco e dez anos. Nesse mundo do futuro, pensar como estarão o mercado e as empresas em que pretende atuar. Qual será o seu papel nessas empresas? Nessa função do amanhã, quais competências precisará ter? Comparar com as habilidades que possui hoje e comecar a desenvolver desde já aquelas que ainda não tem. Assim, corre menor risco de se tornar obsoleto ou de se achar surpreendido por uma demissão.

São muitas as ações que alguém pode fazer para se desenvolver e ir em direção ao sucesso de sua carreira. Adquirir novos conhecimentos, aprimorar-se financeiramente, realizar um ano sabático, fazer um coaching, participar de uma aventura, desenvolver sua maturidade espiritual e seu marketing pessoal, entre outras. Elas vão construir para o indivíduo, desde o início da carreira e nos demais ciclos, um horizonte mais claro do que fazer para se aperfeiçoar e ir longe. Vamos em frente!

Governo do trilhão - por Miriam Leitão


Enviado por Míriam Leitão - 
28.1.2012
 | 
9h00m
COLUNA NO GLOBO


O governo federal tirou dos contribuintes quase R$ 1 trilhão no ano de 2011 em forma de impostos. E, mesmo assim, terminou o ano no vermelho, com um déficit nominal de 2,4% do PIB. O bolso do contribuinte, pessoa física e jurídica, também teve que mandar outros bilhões de reais para sustentar os governos estaduais e municipais.
A carga tributária pode ter aumentando 1,12 p.p. sobre o PIB, pelas contas do IBPT, e há fatos curiosos. A arrecadação aumentou 10,1%, descontando a inflação, apesar de o país ter desacelerado o ritmo no final do ano. O país cresceu menos de 3% em 2011, e a receita do governo federal com impostos e contribuições aumentou sobre 2010, em que o PIB cresceu 7,5%.
Em parte, isso é efeito de defasagem em impostos, como o Imposto de Renda, por exemplo, que cresceu quase 20%, mais do que a média das outras taxas. Mas há outros fatores que explicam o resultado positivo: a suspensão das isenções fiscais para o setor automobilístico, o aumento do imposto de importação, uma elevação do tributo sobre ganhos de capital. E um pagamento de uma dívida que estava sendo contestada pela Vale. Só a empresa pagou ao governo R$ 5 bilhões, mesmo antes de encerrar a discussão judicial. A nova diretoria da Vale decidiu fazer o recolhimento.
Até a Cide, Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, nome pomposo do imposto que incide sobre combustíveis, teve aumento de arrecadação, apesar da redução do tributo para favorecer a Petrobras. Como a estatal está tendo perda com a importação de gasolina a preço acima do que ela pode cobrar das distribuidoras, foi feita uma gambiarra: o governo reduziu o tributo, mas manteve o preço para que a estatal fique com uma parte maior do dinheiro. Mesmo assim, recolheu R$ 9 bilhões. A Cide foi criada para financiar o investimento em infra-estrutura de transporte. Se fosse todo dedicado a isso, e se o Ministério dos Transportes usasse bem o dinheiro — sem desvios e com eficiência — o Brasil teria dado no ano passado um salto na qualidade da logística. Não foi o que aconteceu.
O problema no Brasil não é apenas que o governo cobra imposto demais, é que ele usa os recursos de forma ineficiente, a cada ano precisa de mais impostos, e sempre está fechando as contas com déficit. É uma dinâmica que não pode ser mantida indefinidamente. A carga tributária tem aumentado há quase 20 anos.
Para cumprir as metas fiscais, de superávit primário, o governo precisou postergar investimentos e recolher mais impostos. Imagina o que teria acontecido se a arrecadação não tivesse aumentado? O governo não pode contar sempre com aumento da receita para fechar as contas, porque haverá anos difíceis. Em 2012, muito provavelmente os impostos não crescerão nessa proporção. O ajuste tem que ser feito pelo lado da despesa e não apenas pela elevação da receita.
O presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, João Eloi Olenike, disse que normalmente a arrecadação federal é 70% de todos os impostos pagos pelos brasileiros. Se juntarmos com o que os contribuintes recolheram aos estados e municípios a carga que pesou sobre os nossos bolsos foi de R$ 1,375 trilhão. Só nos primeiros vinte dias de 2012 os brasileiros já pagaram R$ 100 bilhões, segundo o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo.
Parte do aumento da arrecadação é por maior eficiência fiscalizatória. É bom que haja, para evitar a sonegação. Mas o peso dos impostos continua sendo distribuído desigualmente.
— Os impostos em sua maioria incidem sobre o consumo e assim não se separa por faixa de renda. Todos pagam igual, o que é inconstitucional. O pobre paga tanto quanto o rico — diz Olenike.
O brasileiro não recebe a informação do imposto que está sendo pago em cada produto. Ao contrário de outros países, no Brasil não há a discriminação dos impostos embutidos no preço.
Aumento da transparência de quanto pagamos de impostos indiretos é uma das tarefas urgentes para que ambos — governo e contribuintes — tenham mais consciência do custo que recai sobre a população. Um lado se sentiria mais obrigado a prestar contas do uso do dinheiro, e o outro lado teria mais consciência dos direitos que tem para exigi-los.
O governo diz que esse dinheiro cobrado retorna para a sociedade em forma de serviços, e deu como exemplo a forte redução da pobreza nos últimos anos. Isso é apenas parte da verdade. Com programas como Bolsa Família o governo gasta uma fração do dinheiro arrecadado, já o Bolsa Rico é bem mais caro. Não se sabe quanto. O Bolsa Rico é o conjunto de transferências feitas através das isenções de impostos aos lobbies mais poderosos, dos empréstimos subsidiados, e das capitalizações de empresas feitas muitas vezes com o BNDES pagando preço acima do valor de mercado. O Bolsa Família está no Orçamento, o Bolsa Rico, não.
Há inúmeras comparações que se pode fazer. Todas elas chegarão ao mesmo ponto. O governo gasta muito com a sua própria manutenção, tem 38 ministérios, desperdícios, e são frequentes os casos de desvio. O governo precisa merecer o dinheiro que recebe da sociedade.

Perguntas frequentes em entrevistas de emprego. Boa sorte!



Compartilho com o grupo uma lista de perguntas frequentes em entrevistas de emprego.
Espero que seja útil a todos os que estejam em busca de recolocação.
Abraços

Marisa Castro   
FONTE: VOCE S/A

1. Conte alguma coisa sobre você.

2. O que você pode fazer por nossa empresa que outro candidato não pode?

3. Quais são seus pontos fortes?

4. Quanto você foi bem sucedido até aqui?

5. Quais são suas limitações?

6. Quanto você vale?

7. Quais são suas ambições para o futuro?

8. O que você sabe sobre nossa empresa?

9. Por quê você está procurando um cargo em nossa empresa?

10. Que qualificações você tem que o fariam ser bem-sucedido aqui?

11. O que é mais importante para você no trabalho?

12. Como você descreveria sua personalidade?

13. Quanto tempo levaria para você fazer uma contribuição significativa à nossa empresa?

14. Você não acha que suas qualificações ou experiência estejam muito acima da posição que temos a oferecer?

15. Você não acha que suas qualificações ou experiência estejam muito abaixo da posição que temos a oferecer?

16. Qual é seu estilo de trabalho?

17. Descreva uma situação na qual você teve um problema difícil e como resolveu?

18. Se tiver que contratar um funcionário, que habilidades considera fundamentais?

19. Se tiver que demitir alguém, em quais circunstâncias e como conduziria a situação?

20. Que tarefa considera a mais difícil no cargo?

21. Descreva algumas situações em que você trabalhou sob pressão ou cumpriu prazos estabelecidos.

22. Descreva alguma situação de trabalho que o tenha irritado.

23. Fale de algum objetivo que você não conseguiu atingir em seu último trabalho.

24. Você poderia descrever alguma situação em que seu trabalho foi criticado?

25. O que você aprendeu nos seus erros?

26. Que tendências importantes você antecipa na nossa área?

27. Por que você está deixando a empresa atual?

28. Descreva o seu ambiente ideal de trabalho?

29. Olhando para trás, como você vê sua ex-empresa?

30. Como você aumentou as vendas ou o lucro de sua empresa?

31. Em termos de responsabilidade financeira, com que valores você trabalhava?

32. Já teve subordinados? Quantos?

33. Dê exemplos de ocasiões em que você exerceu liderança?

34. Como você acha que seus subordinados o vêem?

35. Em seu último trabalho, quais eram as coisas que você gostava mais? E menos?

36. Em seu último trabalho, quais foram suas realizações mais significativas?

37. Por quê você ainda não encontrou um novo trabalho, após tantos meses?

38. O que você acha do seu ex-chefe?

39. Em seu último cargo, que problemas você identificou que antes não haviam sido detectados?

40. Se você pudesse escolher cargos ou empresas, aonde você iria?

41. Quanto você acha que deveria receber para este cargo?

42. Se lhe oferecêssemos o cargo, que mudanças faria na organização?

43. Você se oporia a passar por uma bateria de testes psicológicos?

44. Que outros cargos ou empresas você está considerando neste momento?

45. Que tipo de leitura você aprecia?

46. O que mais o motiva?

47. Dê dois exemplos de sua criatividade.

48. Quais são suas metas a longo prazo?

49. Como você se relaciona com seus pares, no mesmo nível, com superiores e subordinados?

50. Quais as suas atividades de lazer?

Como se organizar para ser mais eficiente no trabalho?



Abaixo seguem algumas dicas que servem não somente para nós da area comercial, mas para todos os tipos de profissão, empresas.
Agenda
Primeiramente compre uma agenda caso não tenha. Utilize-a como ferramenta, anotação de tarefas a serem executadas. Liste por prioridades as atividades e execute de acordo com a prioridade estabelecida.

Planejamento
Durante o final de semana, reserve alguns minutos do seu tempo para olhar suas anotações da semana. Veja se não ficou nenhuma pendência sem resolução, pense na próxima semana o que precisa ser feito, antecipe aos dados e problemas.

Organização
Organize seu local de trabalho, utilizando uma ferramenta chamada 5s. Basicamente Jogue fora itens em sua mesa que não servem, guarde os que não usa semanalmente nas gavetas e procure outro local para os que são usados mensalmente ou prazo mais estendido. Assim você perderá menos tempo procurando por informações

Segunda-feira
Caso você não tenha efetuado as dicas acima, corra na segunda feira para que tudo que planejou na terça esteja certo. Recupere o ritmo na segunda, assim da terça em diante o planejamento seguirá normalmente

E-mail
Não fique preso a chegada de vários e-mail’s e respondendo imediatamente. Priorize sua lista levando em consideração os novos e-mail’s, novas atividades e tarefas. Enumere as pendências e as priorize.

Ranking
Priorize as tarefas e atividades mais importantes em ordem prioritária e as menos urgentes. Caso não cumpra no prazo, verificar o que pode ser adiado ou delegado a outro colaborador. Sempre priorize as tarefas mais urgentes.

Negociação
E se mesmo com planejamento não conseguir atender no prazo estipulado? Como você se planejou, consegue visualizar com antecedência se conseguirá ou não concluir as atividades propostas. De feedback sobre o status de cada pendência e negocie caso não consiga cumprir.

Diga “não”
Evite assumir tarefas que tomem seu tempo, principalmente aquelas que não são de sua área. Saiba dizer não e negocie prazos com seus clientes internos. Não assuma mais trabalho se você já esta atolado em trabalho.

Energia
Inicie cada semana com pensamento positivo pois a semana é longa! Seja bem humorado com moderação é claro. A energia positiva é essencial para começar bem a semana. As tarefas que demandam mais de sua energia devem ser feitas no período do dia em que se tem mais disposição.
Pense nisso e sucesso nas vendas!!
FONTE: BLOG DO VENDEDOR

Campanha de Jamie Oliver faz McDonald’s mudar receita de hambúrguer


O chef e apresentador Jamie Oliver acaba de ganhar uma batalha contra uma das maiores redes de fast food do mundo. Depois que Oliver mostrou o modo como os hambúrgueres do McDonald’s são produzidos, a rede anunciou que irá mudar sua receita. Segundo Oliver, as partes mais gordurosas da carne de boi são “lavadas” em hidróxido de amônia e usadas no recheio do hambúrguer. Antes desse processo, segundo o apresentador, o alimento é considerado impróprio para consumo humano.

O cozinheiro e apresentador Jamie Oliver, que empreende guerra contra indústria de fast food
“Basicamente, estamos pegando um produto que seria vendido da maneira mais barata para os cachorros e, depois desse processo, dando para seres humanos”, disse ao portal britânico Daily Mail Online. Além da baixa qualidade da carne, o hidróxido de amônia é prejudicial à saúde. Oliver denominou o processo de lodo rosa.
“Por que qualquer ser humano sensato colocaria carne com amônio na boca de suas crianças?”, questionou o chef, que empreende uma guerra contra a indústria de alimentos fast food. Em uma de sua iniciativas, Oliver demonstra para crianças como são feitos os nuggets. Depois de selecionar as partes mais nobres do frango, os restos (gordura, pele e interiores) são processados e fritos.
A empresa Arcos Dourados, gerente da rede na América Latina, afirmou que esse tipo de processo não é praticado na região. O mesmo ocorre com o produto da Irlanda e Reino Unido, que utiliza carne de fornecedores locais. Nos Estados Unidos, Burguer King e Taco Bell já haviam suspendido o uso de amônia em seus produtos.
No site oficial no Mc Donald’s, a empresa afirma que sua carne é barata porque, ao servir muitas pessoas todo dia, são capazes de comprar de seus fornecedores por um preço menor, e oferecer os produtos de melhor qualidade. Além disso, a rede negou que decisão de mudar a receita esteja relacionada com a campanha de Jamie Oliver. No site, o McDonald’s esclarece que sua carne, apesar de todos os mitos que dizem o contrário, é verdadeira.
Abaixo, Jamie Oliver mostra (em inglês) como são produzidos os hambúrgueres e nuggets da indústria de fast food: